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  • As idéias errôneas podem ser perigosas
  • Despertai! — 1971
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Despertai! — 1971
g71 8/5 pp. 3-6

As idéias errôneas podem ser perigosas

HÁ MUITAS idéias errôneas em circulação, como dinheiro falso que está sendo passado como verdadeiro. Poucos são seriamente prejudicados por uma moeda falsa de dez centavos; mas uma nota falsa de cem cruzeiros é outra questão. Da mesma forma, algumas idéias errôneas são comparativamente inofensivas, ao passo que outras podem ser definitivamente perigosas. A bem dum modo de pensar claro e correto, porém, será para o nosso proveito tirar da mente todas essas idéias errôneas.

Já ouviu dizer, sem dúvida, que o vermelho faz um touro ficar irado; que é correto erguer um coelho pelas orelhas; que uma concha, levada ao ouvido, ecoa o bramido do mar. Podem estas noções populares suportar a investigação?

A menos que espere atravessar uma pradaria em que haja um touro solto, não e preciso ficar preocupado demais com a reação daquele animal à cor. Mas, as experiências demonstram que é acromatóptico. Se não crê, poderia tentar agitar um pano de outra cor. Pode produzir os mesmos resultados, visto que é o movimento que atrai a atenção do touro e o faz ir à carga.

Se crer ser cruel erguer um gatinho pela cauda, talvez deva pensar duas vezes antes de segurar um coelhinho pelas orelhas. Os naturalistas relatam que as orelhas dos coelhos são muito sensíveis e afirmam que é cruel usá-las como alças.

E aquele bramido que ouve dentro da concha — não se parece com a rebentação do mar na praia? Bem, é a forma peculiar da concha que capta e mistura os ecos de muitos sons próximos em um complexo ‘abafado que pode enganar os desinformados. Talvez valesse a pena fazer tal experiência com uma concha em um local inteiramente quieto em que não haja ecos a serem captados.

Idéias Errôneas do Passado

Muitas crenças populares das gerações passadas já foram inteiramente rejeitadas. O progresso do conhecimento expõe tais idéias errôneas e as lança de lado como contos da carochinha. Quem, por exemplo, sustentaria agora a idéia de que a terra é achatada ou que o sol gira em torno duma terra imóvel?

Durante séculos, fizeram-se esforços para descobrir a receita de certa poção que daria vida interminável a quem a bebesse. Na Europa e na América, deu-se crédito à existência em alguma parte duma “Fonte da Juventude”, que possuía supostamente poderes curativos e a habilidade de rejuvenescer os idosos. O explorador Ponce de León até mesmo procurou esta fonte na Flórida.

Outros procuraram sobriamente suposta pedra filosofal que, segundo se dizia, tinha o poder de transformar todos os metais em ouro. Também, foram enviadas muitas expedições para localizar um imaginário Eldorado na parte setentrional da América do Sul — local em que, segundo se dizia, o ouro era tão comum que era usado em paredes e nos tetos.

Era também crença comum em tempos passados que a vida se originava espontaneamente de matéria em decomposição. Não tinham prova disso as pessoas — gusanos que surgiam por fim em carne ou outros alimentos em putrefação? Não lhes ocorreu que as moscas tivessem posto ali seus ovos. Interessante é, também, que esta idéia desacreditada não é tão diferente do ensino evolucionário de que a vida se gerou espontaneamente no limo e na lama duma era que há muito já se foi!

Idéias Errôneas Comuns Hoje

Até mesmo hoje em dia, há idéias errôneas comumente sustentadas. Algumas delas exercem pouco efeito sobre as pessoas de uma forma ou de outra. Por exemplo, há a crença de que o estômago é o principal órgão da digestão. Mas, o fato é que o alimento começa a ser digerido quando se mistura com a saliva na boca. E sabe-se agora em geral que o intestino delgado faz a maior parte da digestão, depois de o alimento deixar o estômago.

Outra crença comum é que o cabelo pode ficar subitamente branco pelo choque emocional. Mas, isto não é verdade. O cabelo vai ficando gradualmente branco. Não pode ficar branco de súbito, visto que o pigmento é depositado no cabelo antes que cresça da pele para fora. Os dermatólogos afirmam sobre o assunto de ‘ficar branco de súbito’: “Apenas as pessoas com certa doença rara ficam de súbito parcialmente carecas, perdendo seus cabelos de pigmentação escura da noite para o dia, retendo apenas seus cabelos brancos.”

É verdade que noções errôneas tais como esta não resultaram em perigo para ninguém. E, caso isso se desse com toda idéia errônea, dificilmente valeria a pena considerar este assunto.

Perigosas Concepções Errôneas

Mas, algumas idéias errôneas podem ser perigosas, até mesmo fatais. Por exemplo, há a noção amplamente sustentada de que uma parte congelada deve ser esfregada com neve. A realidade é que tal proceder bem que pode complicar as coisas. Stefansson, famoso explorador ártico, declarou que “poucas coisas poderiam ser mais absurdas” do que a cura da neve para a lesão causada pelo frio. O que se deve fazer, disse, “é tirar sua mão quente de sua meia-luva e pressionar a parte congelada por um momento, até que desapareça a branquidão e a rigidez”.

Acredita, como fazem alguns, de que o relâmpago jamais assola duas vezes o mesmo lugar? Não conte com isto. Trata-se, também, duma perigosa concepção errônea. Poderia resultar fatal para o leitor. A evidência fotográfica revela que os relâmpagos com freqüência caem no mesmo lugar, até mesmo durante a mesma tempestade.

Há também a crença comum de que a areia movediça traga a pessoa. Isto não é verdade. Como observa Scientific American de junho de 1953: “Contrário à noção popular, a areia movediça não suga a pessoa.” Sustentar esta noção popular poderia custar a vida duma pessoa.

Na realidade, a areia movediça sustenta o corpo muito melhor do que a água. Parece razoável, então, que se a pessoa pode flutuar na água, pode flutuar também na areia movediça. É o debater-se frenético de quem é movediça que tende vez mais fundo nela.

O que, então, deveria fazer a pessoa apanhada na areia movediça? Deveria permanecer tão calma quanto possível. Deve agir com propósito definido. Na água, boiaria e nadaria. Na areia movediça, deve deitar imediatamente de costas, com braços estendidos. Nesta posição, não afundará. Se não for socorrida, talvez possa, com grande esforço, livrar vagarosamente os pés, um de cada vez. Daí, pode dar braçadas rumo a terra firme, “flutuando” de costas com freqüência para descansar.

Idéias Errôneas Religiosas

Muitas idéias errôneas sobre o que a Bíblia ensina foram transmitidas através dos séculos. Por exemplo, a Bíblia declara meridianamente: “A alma que pecar — ela é que morrerá.” (Eze. 18:4, 20) Que a alma é mortal não poderia ser mais claramente declarado. Todavia, a maioria das pessoas hoje preferem crer no próprio oposto — que a alma é imortal, idéia gerada pela religião especulativa. E, realmente, se o homem não morresse em realidade, que necessidade haveria de uma ressurreição, como é tão explicitamente ensinado na Bíblia’ — João 5:28, 29; Atos 24:15.

A data do nascimento de Jesus traz a lume outra idéia errônea em que muitos crêem. Não lhe foi ensinado na igreja que tal data era 25 de dezembro? Sir James Frazer, em The Golden Bough (O Ramo Dourado), escreve: “Nossa festa de Natal nada mais é do que uma continuação, sob nome cristão, da antiga festa solar; pois as autoridades eclesiásticas acharam por bem, por volta do fim do terceiro ou do início do quarto século, transferir arbitrariamente a natividade de Cristo para o dia 25 de dezembro, com o fim de transferir para o seu Senhor a adoração que os pagãos até então prestavam naquele dia ao sol.”

Na verdade, alguns se sentem inclinados a dizer: “Não importa a data, conquanto celebramos seu nascimento.” Mas, tais pessoas ainda têm de confrontar tal celebração e suas muitas modalidades pagãs com o fato de que Jesus ordenou a seus seguidores que comemorassem sua morte sacrificial, e não seu nascimento. — Luc. 22:19, 20.

Outras idéias errôneas têm sido mantidas em torno das festividades de 25 de dezembro. Muitos têm afirmado que os magos ou astrólogos que vieram trazer presentes foram três. Crê nisso? As Escrituras não fornecem seu número. Também se afirmou comumente que os astrólogos foram encaminhados diretamente a Jesus em Belém por uma estrela. Mas, o fato é que a estrela os encaminhou para Jerusalém, ao Rei Herodes, que desejava matar o bebê, e, quando chegaram por fim a Belém, Jesus não mais estava numa manjedoura, como se crê comumente, mas então morava numa casa. Leia por si mesmo o relato em seu próprio exemplar da Bíblia, em Mateus, capítulo 2, versículos 1-12.

Que Importa?

Assim, será que realmente importa se tivermos fé no erro? No caso das idéias errôneas sobre a “lesão causada pelo frio” e da “areia movediça”, deve-se admitir que poderia resultar grande dano, talvez até a morte.

Mas, muito maior dano pode resultar de se apegar a idéias religiosas descuidadas e inexatas que vão de encontro ao que a Bíblia afirma. Por quê? Porque não é apenas a vida presente que corre perigo. Antes, a vida interminável está envolvida. A verdade e a vida interminável se acham intimamente relacionadas. — João 17:3; 4:23, 24.

A Bíblia explicitamente diz que a “vontade [de Deus] é que toda sorte de homens sejam salvos e venham a ter um conhecimento exato da verdade”. (1 Tim. 2:4) Por outro lado, Paulo, apóstolo de Jesus Cristo, disse a respeito daqueles que, embora sinceros, estavam sendo desencaminhados: “Têm zelo de Deus, mas não segundo o conhecimento exato.” (Rom. 10:2) Por certo, limpar nossa mente de todas as idéias errôneas é seguir o proceder seguro!

[Foto na página 4]

A “cura pela neve” da lesão causada pelo frio pode complicar as coisas.

[Foto na página 5]

A própria areia movediça não suga a pessoa; o debater-se tende a afundar cada vez mais a pessoa.

[Foto na página 6]

Conhece as idéias errôneas suscitadas em torno das festividades de 25 de dezembro?

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