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  • Quem é o cabeça de sua casa?

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  • Quem é o cabeça de sua casa?
  • Despertai! — 1976
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Despertai! — 1976
g76 22/7 pp. 3-5

Quem é o cabeça de sua casa?

ATUALMENTE, não se trata duma pergunta vã. Disse o Star de Toronto, Canadá, noticiando as observações dum professor, feitas num seminário sobre o papel dos filhos e dos pais: “Há alarmante aumento do número de ‘crianças embriagadas de poder’ na América do Norte, que dominam e manipulam a vida de seus pais.”

Bem, que dizer de seu lar? Observe que esse professor não disse que os pais querem que seja assim, ou que admitam que os filhos os dominem. Mas, se os filhos “dominam e manipulam a vida de seus pais”, quem é realmente o cabeça da casa?

Por exemplo, por berrarem e por demonstrarem seu “gênio” as crianças conseguem o que querem. Não, talvez nem sempre, mas com bastante freqüência, a ponto de persistirem em fazer isso. Em algumas famílias, os filhos dispõem de virtual poder de veto quanto ao que os pais fazem, até mesmo ditando à ocasião em que seus pais chegam e saem.

Quer isso aconteça em sua casa quer não, sua prevalência geral obriga toda família a pensar um pouco nisso. Por que surge este problema, em primeiro lugar? Como pode ser vencido ou impedido em seu lar, e com que resultados?

Tiranos Infantis, Por Quê?

O que talvez leve uma criança a tentar ser o “cabeça” da casa? Um motivo básico é que ele (ou ela) é imperfeito, assim como os adultos. A Bíblia menciona isto, afirmando; “A mente infantil está carregada dum montão de tolice.” (Pro. 22:15, Knox) Adicione-se a essa inclinação imperfeita alguns dos seguintes fatores e influências:

O primeiro passo para que a criança se torne “cabeça da família” pode ser dado quando os pais tentam suborná-la a comportar-se, tal como: ‘Se ficar bonzinho na loja, você ganhará balas.’ Não, não é questão de lhe darem um presente, algo que talvez lhe mostrasse seu amor e sua generosidade. Com este tipo de suborno, realmente colocam seu filho em posição de controle, mimando-o. Imagina que uma criança não percebe isso?

Muitos jovens verificam assim que podem controlar seus pais, por uma forma de chantagem. Certo garoto disse: “Consigo o que quero por fazer com que mamãe pense que irei me comportar mal.” Sim, ele a controla. ‘Mas’, talvez alguém pense, ‘não está aprendendo a comportar-se?’ Pelo contrário, este garoto disse: “Naturalmente, tenho de me comportar mal por suficientes vezes para convencê-la de que ela não me retribui em vão.” Assim, quem realmente detém os controles?

Outro fator e a influência do ambiente sobre o filho. Talvez veja outras crianças dominando seus pais, de modo que tenta também fazê-lo. Se for genitor, aos primeiros sinais de esforços de seu filho nessa direção, esteja alerta para agir com firmeza e, ainda assim, com amor, ajudando-o destarte a ver que ele não é o cabeça.

Em Ulster, Irlanda, muitas crianças acham-se envolvidas em bandos que jogam pedras, e que detêm considerável poder nas escolas e na vizinhança. Isto facilmente se espalha ao lar; desejam exercer controle também ali. Recente notícia da situação na Irlanda dizia:

“Alguns pais parecem receosos de seus filhos. ‘Ele é mais forte que um homem’, disse a mãe dum garoto de 11 anos. ‘É por isso que o levei para consultar o médico-chefe. Ele me assustava.’”

Adicionalmente, o jovem talvez tente “dominar” a casa por estar confuso quanto a quem, de outra forma, exerce o controle. Talvez seus pais discutam e berrem quanto ao que deve ser feito. O pai grita que ele é o chefe, apenas para ouvir a mãe retrucar aos berros de forma rebelde e sarcástica. Exatamente em que situação isso deixa o filho? Talvez aproveite o atrito, lançando um genitor contra o outro, e assim manipule as coisas de tal modo que o filho é, até certo ponto, o cabeça.

O Que Fazer?

Ao passo que fatores e problemas que fazem com que os filhos usurpem a chefia sejam muitos; inquestionavelmente os resultados são péssimos. O filho não se sente feliz — sofre, e prejudica-se seu desenvolvimento.

Revelava certa notícia israelense: “O poder que estes déspotas juvenis detêm na família, pelo que parece, os deixa cheios de ansiedades quanto a enfrentar a dura realidade fora do lar. . . . Temem que não disponham de ninguém a quem recorrer num momento de necessidade.”

Qual é a solução, então? Não é alguma nova teoria ou recente enfoque por um psicólogo infantil. Basicamente, é a aplicação de conselhos registrados há muitos anos na Bíblia.

Parte dos conselhos do Criador é considerar o jovem da família como parte dum arranjo em que o pai é o cabeça designado. Ele não deve ser déspota ou chefão duro, mas cabeça amoroso e considerado, tanto de sua esposa como de seus filhos. (Col. 3:18-21) Obviamente, para que um filho sinta e respeite isto, o pai tem de assumir suas responsabilidades. Também, a mãe deve manifestar regularmente sua consideração por tal arranjo, e cooperar com ele.

O valor de ambos os genitores se esforçarem nessa direção pode ser avaliado pelo que ocorre quando não o fazem. O livro Between Parent & Child (Entre Pai & Filho) menciona lares em que o pai evita assumir suas responsabilidades e a mãe é “o último tribunal de recursos em todos os assuntos importantes”.

“O marido em tal lar parece evitar ser o cabeça da casa. Refere-se abertamente a sua esposa como ‘a patroa’. Quando seus filhos lhe pedem que faça uma decisão, sua resposta usualmente é: ‘Pergunte a sua mãe’. Nesses lares, os filhos crescem sentindo pouco respeito ou admiração pelos homens. Tanto os meninos como as meninas vêem o pai através dos olhos da mãe: um rapaz doce, porém, ‘apalermado’, um bonachão descuidado.”

Em contraste, aconselha a Palavra de Deus: “Pais, não tratem seus filhos de tal maneira que eles fiquem irritados. Ao contrário, vocês devem criá-los na disciplina e na instrução cristãs.” (Efé. 6:4, A Bíblia na Linguagem de Hoje) Sim, o pai é o cabeça da família e precisa orientar e participar na educação de seus filhos. Dá-se isso em sua família?

A Bíblia também mostra quão importante é a contribuição materna para a família. Respeitando a chefia do marido, ela pode trabalhar unidamente com ele em orientar os filhos. Provérbios 14:1 afirma: “A mulher realmente sábia edificou a sua casa, mas a tola a derruba com as suas próprias mãos.” — Compare com Provérbios 1:8; Levítico 19:3.

Significa isso que não se dá ao filho nenhuma margem para o desenvolvimento e a expressão pessoais? De jeito nenhum. Os pais, porém podem dar-lhe certa responsabilidade e independência de tal modo que ele ainda saiba que não é o chefe. A mãe poderia perguntar, não: ‘O que deseja para o café da manhã?’, mas: ‘Hoje comeremos flocos ou papas de cereal. Qual desses você quer?’ Assim, concede-se ao filho certa medida de independência e escolha, mas, ao mesmo tempo, faz-se com que se conscientize de que não é o cabeça da família.

Ingrediente Essencial

Para que os filhos aprendam que não são o cabeça da casa, é preciso disciplina. Alguns pais objetam a isso. E pode estar certo de que muitos filhos também objetam. Todavia, observe os comentários dum psiquiatra infantil, Wayne Weisner:

‘Os filhos precisam de disciplina a fim de se tornarem civilizados. Eles até mesmo a desejam. Aceitam-na mui prontamente dos pais que são firmes, porém, sempre justos. Ambos os genitores devem estar em total acordo sobre qual deva ser a disciplina, de outra forma o radar do filho captará o desacordo, e um convite implícito à desobediência.’

Naturalmente, tais sentimentos são simples ecos do que Deus há muito fez registrar como o melhor proceder paterno: “A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe.” — Pro. 29:15, Almeida, atualizada.

Admitidamente, há muitos lares em que os filhos são o cabeça, dando ordens e controlando seus pais. Mas, tais lares não são felizes. Os pais não são felizes. Os filhos não são felizes, nem serão. A Palavra de Deus mostra meridianamente que o maior êxito e felicidade resulta de o pai amoroso exercer sua chefia em ligação com uma esposa respeitosa e cooperadora. Este arranjo provê o clima seguro e a orientação firme com os quais os filhos se desenvolvem melhor em adultos equilibrados e maduros.

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