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  • Prosseguem as crueldades em Malaui
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Despertai! — 1976
g76 22/5 pp. 3-4

Prosseguem as crueldades em Malaui

EM FINS de 1975, pessoas em todo o mundo ficaram chocadas de ouvir falar das atrocidades cometidas em larga escala contra cristãos — Testemunhas de Jeová — no país de Malaui, no leste africano. Expressões de repugnância diante do barbarismo — estupros, espancamentos, tortura de homens e mulheres — surgiram num lugar após outro.

Cessaram tais crueldades? Será que os agentes da lei intervieram para pôr um paradeiro no despojamento de pequena minoria religiosa quanto às liberdades que a Constituição de Malaui lhe garante? Será que as altas autoridades do país expressaram sua condenação da brutalidade como meio de promover causas políticas?

A resposta é Não.

Considere o sucedido, em meados de janeiro de 1976, com quatorze cristãos que eram membros da Congregação Kalilombe das Testemunhas de Jeová, situada na fronteira de Malaui e Moçambique. Estes três homens e onze mulheres foram agarrados por membros da Liga da Juventude (ramo do dominante Partido Congressista de Malaui). Foram maldosamente espancados durante metade do dia, atrás de portas trancadas. Nove das mulheres foram então conduzidas pela polícia para receberem tratamento hospitalar. As restantes Testemunhas foram mantidas sob custódia. Qual era seu estado? Dois deles — Josiya A. Chambala e Tennison Joyabe — ficaram com pernas e braços quebrados por membros da Liga da Juventude. As duas mulheres também ficaram com braços quebrados em resultado dos espancamentos. E seus brutais agressores? Continuaram passeando como homens livres, sem que um dedo sequer fosse erguido para os levar às barras da justiça, e nem uma voz sequer se erguesse para condenar sua crueldade.

Pior ainda foi o que aconteceu com dois cristãos, Harry Kampango e Aizeki Zoyaya, da Aldeia Tembenu. O chefe da aldeia e o presidente do Partido Congressista Malaui, Chintengo, os denunciaram diante do diretório do partido em Jenara. Qual era seu crime? Não haviam comprado cartões de membros do partido político que controla o Malaui. Os dois cristãos, que estavam pacificamente empenhados em cultivar suas hortas, foram trazidos e entregues ao diretório. O presidente da Liga da Juventude, chamado Kachoka, atou os braços deles atrás das costas e os meteu num balneário. Por três dias, foram duramente surrados e privados de alimentos e água. Daí, em 2 de janeiro de 1976, estas duas Testemunhas foram assassinadas por serem fisicamente mutiladas, sendo cortados seus órgãos genitais. Seus corpos mortos foram lançados num buraco profundo.

Com o tempo, a polícia veio a saber dos assassínios. Em 7 de janeiro, veio levar os cadáveres, mas não conseguiu recuperá-los do buraco. Mandou que o povo o enchesse de terra, sepultando os corpos. Nesse mesmo dia, o Sr. Makhumula Nkhoma, o Ministro da Região Sul, veio de Zomba até essa aldeia. Ele nada disse ao povo que condenasse a perseguição contra as Testemunhas de Jeová.

Na verdade, o assassino, Kachoka, foi preso. Quando interrogado sobre quem matou os dois homens, sua resposta foi: “Eu mesmo os matei. Visto que estavam fracos, devido à fome e não tinham forças, não me causaram nenhuma dificuldade.” Mas, que tem sido feito para assegurar que similares atrocidades não mais ocorram? Que dizer dos que prepararam o caminho para tais assassínios? Que condenação pública deles foi feita pela imprensa ou pelo rádio por parte do governo ou das autoridades do partido? De novo, a resposta é: Nenhuma.

Se se tratasse de casos raros, a situação não seria tão repulsiva. Antes, esta não é senão uma amostra duma larga campanha para destruir indefesa minoria religiosa, campanha esta que já impera por mais de dez anos. Se acha difícil de crer nisso, considere só o seguinte.

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