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  • Questões que exigem pronta solução
  • Despertai! — 1976
Despertai! — 1976
g76 8/3 pp. 20-22

Questões que exigem pronta solução

Pode o país derivar algum bem de tal negação das garantias da Constituição da nova república? Pode o povo de Moçambique obter algum benefício de tais ataques maliciosos contra a liberdade de adoração? Será que a recusa de empenhar-se nas atividades políticas por parte das testemunhas de Jeová realmente impede os esforços do novo governo de reger eficazmente o país? As realidades apontam todas ao contrário.

O novo governo de Moçambique declarou-se como favorecendo muitos ideais excelentes. Isto inclui a melhor educação para o povo (o colonialismo português deixou 90 por cento da população iletrada), a abolição da prostituição e da bebedice, trazer alívio da opressão sobre o povo. Na realidade, as testemunhas de Jeová contribuem enormemente para tais ideais.

Pergunte a si mesmo: Num país que precisa sobrepujar o analfabetismo maciço, será que gritar um lema ou fazer uma saudação é o que conseguirá tal melhora? É realístico ou prático afirmar que sim?

Que dizer, por outro lado, do exemplo e da atividade das testemunhas de Jeová? Sua inteira forma de adoração exige a atitude positiva para com a educação e de se conseguir aprender a ler. Em sua obra educativa bíblica, em um país após outro, elas dirigem aulas de alfabetização.

Apenas no México, já ajudaram a 48.000 pessoas a aprenderem a ler e a escrever durante os últimos 28 anos. Na Nigéria, mais de 5.000 pessoas foram ajudadas desta forma, nos últimos quatro anos. E, em Moçambique mesmo, 3.930 pessoas aprenderam a ler e a escrever com as testemunhas de Jeová apenas nos últimos dois anos! Assim, neste respeito, não existem pessoas mais cônscias da necessidade de educação do que as testemunhas de Jeová.

Quanto a elevar as normas morais das pessoas, será que repetir lemas e gestos conseguirá fazer isso? Conseguiu fazê-lo na Alemanha nazista ou na Itália fascista, ou em qualquer outra parte da terra, em qualquer período da história humana? As realidades mostram que não, e a razão nos diz que não poderia fazê-lo.

Mas, por se apegarem aos princípios bíblicos, as testemunhas de Jeová, por um período de noventa ou mais anos, estabeleceram em toda a terra uma reputação de altos padrões de vida, de decência moral e de vidas limpas. Ajudaram centenas de milhares de pessoas, em todos os países, a vencer a imoralidade sexual, o alcoolismo, a toxicomania e hábitos degradantes similares.

Comentando uma de suas assembléias, o jornal nigeriano, The Daily Times, disse: “É um crédito para elas que, mais de 5.000 pessoas, constituídas de homens, mulheres e crianças, pudessem vir para orar, cantar, comer e dormir juntas por quatro dias e não registrar nenhum incidente de roubo ou de brigas. Todavia, não havia policiais para manter a ordem.” Por certo, pessoas assim são de proveito para qualquer nação. Não se acham entre as que fazem com que os governos fiquem sobrecarregados com o custo pesado do combate ao crime e à corrução.

O colonialismo deixou o novo governo de Moçambique e assoberbado de grandes dívidas externas, totalizando centenas de milhões de dólares. Será que lemas e gestos farão diferença em sobrepujar tais problemas econômicos? Ou é o trabalho, o trabalho feito pelas pessoas laboriosas, fidedignas e honestas, que pode contribuir para elevar o padrão de vida

Pode-se garantir o pagamento de impostos por meio de lemas ou gestos? Será que os que gritam mais alto são aqueles que são mais honestos em pagar impostos? Casos de sonegação de impostos num país após outro mostram que demonstrações ostensivas de patriotismo não constituem índice fidedigno de isenção da sonegação de impostos. Mas, novamente nesse caso, as testemunhas de Jeová granjearam sólido respeito em todos os países, graças à sua obediência conscienciosa das exigências quanto aos impostos, a sua honestidade e fidedignidade nos tratos comerciais.

Na propaganda nos jornais, tais como em A Tribuna, de 22 de outubro de 1975 e em O Tempo, de 26 de outubro de 1975, os jornalistas tentaram acusar as testemunhas de Jeová de “obscurantismo”. Isto é definido, nos dicionários, como “oposição ao progresso e a disseminação do conhecimento, em especial, mediante grande complexidade de linguagem, ritual, etc.” Mas, o que mostram os fatos?

As pessoas em toda a África sabem que as testemunhas de Jeová, mais do que qualquer outro grupo religioso, ajudam africanos de todas as tribos a livrar-se de todas as espécies de crenças supersticiosas. Isto inclui a prática da feitiçaria, de rituais escravizadores, de temores tradicionais e de tatus tribais. As Testemunhas ajudam as pessoas a adquirir um enfoque progressivo e prático da vida e de seus problemas, contribuindo para a formação de famílias unidas, de trabalhadores responsáveis e de vizinhos considerados e pacíficos. Por certo, este é o tipo de progresso e de esclarecimento de que não só Moçambique, mas o mundo inteiro, tanto carece, hoje em dia.

Em contraste, o que dizer dos que tentam torcer as coisas e fazê-las aparentar ser algo que realmente não são, obscurecendo as questões mediante propaganda odienta contra pequena minoria? Por certo, eles mesmos merecem o título de ‘obscurantistas”. Os que recorrem à supressão brutal das liberdades básicas utilizam métodos que são tão antigos quanto a história da intolerância e da própria desumanidade.

Aqueles que tentam promover a idolatria do Estado, às custas das liberdades humanas, seguem velho padrão que remonta a milhares de anos, aos tempos dos antigos impérios assírio e babilônio. Por certo, tal proceder significa um retrocesso, e não o avanço em direção ao verdadeiro progresso e a disseminação do conhecimento. A verdade é suficientemente forte para não precisar recorrer a tais táticas.

Crê que o Estado político deva ter o direito de exercer total controle dos pensamentos de todos os seus súditos, Ou crê que as pessoas devam ter o direito de adorar a Deus segundo os ditames de sua consciência?

Se lamenta os esforços totalitários de obrigar pessoas a ajustar-se à ideologia política, e se sente compaixão daqueles que sofrem por sustentar suas crenças conscienciosas, talvez queira enviar um telegrama ou carta de apelo a uma ou mais das autoridades do governo da Frelimo na República Popular de Moçambique, cujos nomes são alistados junto a este artigo.

[Quadro na página 21]

AUTORIDADES AS QUAIS SE PODE ESCREVER

Presidente da República Popular de Moçambique

Samora Moisés Machel

Can Phumo, Moçambique

Comissário Político Nacional

Armando Emílio Guebuza

Can Phumo, Moçambique

Vice-Presidente da República Popular de Moçambique

Marcelino dos Santos

Can Phumo, Moçambique

Primeiro Ministro da República Popular de Moçambique

Joaquim Chissano

Can Phumo, Moçambique

Ministro do Interior

Caixa Postal 614

Can Phumo, Moçambique

Ministério dos Negócios Estrangeiros

Ac. Antonio Enes

No. 4

Can Phumo, Moçambique

Ministro da Defesa Alberto Chipande

Can Phumo, Moçambique

Ministro da Informação

Jorge Rebelo

Can Phumo, Moçambique

Ministro do Trabalho

Mariano Matsinha

Can Phumo, Moçambique

Ministro da Agricultura

Joaquim de Carvalho

Can Phumo, Moçambique

Ministro das Obras Públicas e Habitação

Julio Carrilho

Can Phumo, Moçambique

Vice-Diretor do Gabinete da Presidência

Luís Bernardo Honwana

Can Phumo, Moçambique

Membros do Comitê Central da Frelimo

Can Phumo, Moçambique

Mariano Matsinha

Deolinda Guesimane

Jonas Namashlua

Olimpio Vaz

Armando Panguene

Membros do Comitê Executivo da Frelimo

Can Phumo, Moçambique

José Oscar Monteiro

Daniel Mbanze

Gideon Ndobe

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