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  • Para mim, a prisão foi uma bênção
  • Despertai! — 1977
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Despertai! — 1977
g77 8/5 p. 15

Para mim, a prisão foi uma bênção

DEPOIS de cursar o ginásio, consegui um emprego no Banco Nacional da Etiópia, e também me tornei diácono na Igreja Ortodoxa (Copta) Grega. Com efeito, jactava-me de meu conhecimento da Bíblia. Daí, em 1972, duas Testemunhas de Jeová vieram ao meu núcleo habitacional conversar comigo e minha esposa, e os convidamos a falar sobre as Escrituras. Colocaram comigo um exemplar do livro A Verdade Que Conduz à Vida Eterna, mas tenho de confessar que não o li.

Ao voltarem, ofereceram iniciar um estudo bíblico comigo e minha família. Declinei da oferta, preferindo considerar certos tópicos de meu interesse, tais como o batismo e a Trindade. Em minha igreja, era costumeiro batizar crianças — os meninos quando tinham quarenta dias de vida; as meninas quando tinham oitenta dias. Pensei que as Testemunhas estivessem erradas em não apoiar o batismo de crianças, mas, apesar de todo meu conhecimento bíblico, não consegui provar que elas estavam erradas.

Quando chegamos ao ensino da Trindade, as Testemunhas me mostraram 1 Coríntios 15:28, onde se diz que Jesus entregará a regência a seu Pai. Eu não tive resposta sobre como isso seria possível, e, ao mesmo tempo, o ensino da Trindade ser verdadeiro. Achando que, talvez, meu entendimento do assunto fosse falho, apresentei este texto e outros ao sacerdote, que era o porta-voz da igreja. Quando fiz isso, ele imediatamente perguntou se eu estivera conversando com as Testemunhas de Jeová.

“Sim, estive”, respondi.

Sua resposta foi que as Testemunhas simplesmente reviviam os ensinos do primitivo antitrinitarista Ário. Quando insisti numa resposta específica para os textos apresentados, ele me disse que era um homem muito ocupado e que eu teria de retornar outra hora naquele dia para uma entrevista. Voltei, apenas para que me dissessem que a entrevista fora transferida para outro dia. Vez após vez cheguei à sala dele sem conseguir avistá-lo.

Ainda esperando a entrevista com o sacerdote, decidi que não havia nenhum mal em assistir às reuniões das Testemunhas de Jeová. Imagine como me senti quando, depois de assistir às reuniões apenas por cerca de um mês, a polícia apareceu em uma reunião, em agosto de 1972, e prendeu a todos nós na assistência! Os líderes religiosos locais instigaram este fustigamento.

Na prisão, onde ficamos por cerca de duas semanas, pude ver, em primeira mão, o amor genuíno que os discípulos de Cristo demonstram, vindo do coração. Todas as Testemunhas partilhavam igualmente suas provisões, e mostravam real consideração umas pelas outras. Nossas cabeças foram raspadas, fazendo-me lembrar o tratamento humilhante que os embaixadores do Rei Davi tiveram da parte dos amonitas. — 2 Sam. 10:1-5.

As duas semanas na prisão me concederam a oportunidade de assimilar mais conhecimento dos propósitos de Jeová Deus. Também refleti no ódio (similar ao suscitado contra Cristo e seus primitivos discípulos) que moveu os líderes religiosos locais a nos mandar prender. Assim, alguns meses depois de ser solto, em maio de 1973, eu e minha esposa fomos batizados como Testemunhas de Jeová. Continuamos a servir alegremente ao nosso Deus aqui na Etiópia. — Contribuído.

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