Ajuda ao Entendimento da Bíblia
[De Aid to Bible Understanding, Edição de 1971, compilou-se a matéria que segue.]
ATITUDES E GESTOS. [Continuação]
Bater palmas podia ser apenas um gesto para atrair atenção, como em Josué 15:18. Na maioria das vezes, porém, era sinal de ira (Num. 24:10), desprezo ou escárnio (Jó 27:23; Lam. 2:15), tristeza (Eze. 6:11), ou hostilidade, alegria com o mal que sobreveio a um rival, a um inimigo odiado ou a um opressor, sendo às vezes acompanhado por se bater com os pés. — Eze. 25:6; Naum 3:19.
DESIGNAÇÃO
Unção. Usavam-se certos gestos para indicar a designação para um cargo ou autoridade. Na inauguração do sacerdócio, Arão foi ungido com óleo de santa unção. (Lev. 8:12) Os reis eram ungidos. (1 Sam. 16:13; 1 Reis 1:39) O Rei Ciro da Pérsia, não foi literalmente ungido por um representante de Deus, mas falava-se dele figurativamente como sendo o ungido de Jeová, por causa de sua designação de conquistar Babilônia e libertar o povo de Deus. (Isa. 45:1) Eliseu foi ‘ungido’ por ser designado, mas nunca foi literalmente ungido com óleo. (1 Reis 19:16, 19) Jesus foi ungido pelo seu Pai Jeová, não com óleo, mas com espírito santo. (Isa. 61:1; Luc. 4:18, 21) Por meio dele, seus irmãos gerados pelo espírito, que constituem a congregação cristã, são ungidos. (2 Cor. 1:21; Atos 2:33) Esta unção os designa, comissiona ou habilita para serem ministros de Deus. — 1 João 2:20; 2 Cor. 3:5, 6; veja UNGIDO, UNÇÃO.
A imposição das mãos era um método de designar alguém para um cargo ou dever, como no caso dos sete homens designados pelos apóstolos para cuidar da distribuição de alimentos na congregação de Jerusalém. (Atos 6:6) Timóteo foi designado para um cargo de superintendência pelo corpo de anciãos da congregação. (1 Tim. 4:14) Ele, por sua vez, foi incumbido pelo apóstolo Paulo para fazer designações de outros, sendo admoestado que devia fazer isso apenas após cuidadosa consideração. — 1 Tim. 5:22.
A imposição das mãos tinha também outros significados, um deles sendo o reconhecimento de alguma coisa, como em Êxodo 29:10, 15, onde Arão e seus filhos reconheciam os sacrifícios como sendo oferecidos a seu favor. Um significado similar é encontrado em Levítico 4:15.
A imposição das mãos foi também usada para designar certos que receberiam benefícios ou poder, como nas curas feitas por Jesus (Luc. 4:40) e na descida do espírito santo sobre aqueles sobre quem Paulo pôs as mãos. (Atos 19:6) Isto não significa que o espírito passasse pelas mãos de Paulo, mas sim que ele, como representante de Cristo, estava autorizado a designar, em harmonia com os requisitos estabelecidos, aquele que receberia os dons do espírito. (Veja também Atos 8:14-19.) Que não era necessário impor as mãos para transmitir os dons do espírito é demonstrado pelo fato de que, no caso de Cornélio e os de sua casa, o apóstolo Pedro apenas estava presente quando receberam espírito santo e o dom de línguas. — Atos 10:44-46.
FAVOR
Ficar em pé diante dum superior. Ficar em pé perante uma autoridade representava favor e reconhecimento, visto que se requeria permissão para comparecer na presença dum rei. (Pro. 22:29; Luc. 1:19; 21:36) Em Revelação, capítulo sete, mostra-se uma grande multidão em pé diante do trono, indicando terem reconhecimento favorável perante Deus. — Rev. 7:9, 15.
Falar-se de levantar a cabeça de outra pessoa, às vezes, era um modo simbólico de indicar que estava sendo erguida ou restabelecida no favor. — Gên. 40:13, 21; Jer. 52:31.
ENCHER AS MÃOS DE PODER
Encher as mãos dos sacerdotes de poder para o cargo sacerdotal foi representado por Moisés quando ele, como mediador, colocou diversos objetos a serem sacrificados nas mãos de Arão e de seus filhos, movendo-os para lá e para cá perante Jeová. O movimento para lá e para cá representava a apresentação constante perante Jeová. — Lev. 8:25-27.
AMIZADE
Dar beijo, lavar os pés, ungir a cabeça. Amizade era expressa por meio dum beijo (Gên. 27:26; 2 Sam. 19:39), e por ocasião de grande emoção, por lançar-se ao pescoço de alguém, num abraço, junto com beijos e lágrimas. (Gên. 33:4; 45:14, 15; 46:29; Luc. 15:20; Atos 20:37) Havia três gestos sempre considerados necessários como sinal de hospitalidade para com um convidado: beijá-lo em cumprimento, lavar-lhe os pés e ungir-lhe a cabeça. — Luc. 7:44-46.
Recostar-se num leito para comer era costume nos dias em que Jesus estava na terra, encostar-se no peito de outro era uma atitude de amizade íntima ou favor, e era conhecido como estando na “posição junto ao seio”. (João 13:23, 25) Este costume foi a base das ilustrações de Lucas 16:22, 23, e João 1:18.
Comer com outro o pão dele era símbolo de amizade e paz para com tal. (Gên. 31:54; Êxo. 2:20; 18:12) Voltar-se depois contra ele para o prejudicar era considerado como sendo a traição mais vil. O traidor Judas era culpado disso. — Sal. 41:9; João 13:18.
INOCÊNCIA, RECUSA DE RESPONSABILIDADE
Lavar as mãos. A inocência numa questão ou o ato de isentar-se de responsabilidade era demonstrado figurativamente por a pessoa lavar as mãos. O salmista proclamou assim a sua inocência no Salmo 73:13; veja também o Salmo 26:6. Pilatos procurou esquivar-se da responsabilidade relacionada com a morte de Jesus, lavando as mãos diante da multidão e dizendo: “Eu sou inocente do sangue deste homem. Isso é convosco.” — Mat. 27:24.
Sacudir a roupa. Isentar-se de responsabilidade adicional foi demonstrado por Paulo quando sacudiu a roupa diante dos judeus em Corinto, aos quais havia pregado e que se opuseram a ele, dizendo: “O vosso sangue caia sobre as vossas cabeças. Eu estou limpo. Doravante irei às pessoas das nações.” (Atos 18:6) Quando Neemias sacudiu a “dobra”, isto é, a dobra da sua veste, indicou total rejeição por Deus. — Nee. 5:13.
Sacudir o pó dos pés. Sacudir a sujeira ou o pó dos pés também indicava a recusa de responsabilidade. Jesus mandou que seus discípulos fizessem isso para com o lugar ou a cidade que não os acolhesse ou ouvisse. — Mat. 10:14; Luc. 10:10, 11; Atos 13:51.
ALEGRIA
Bater palmas. A alegria era demonstrada por se baterem palmas (Sal. 47:1), e pela dança, amiúde acompanhada por música. (Juí. 11:34; 2 Sam. 6:14) Brados e cantos no trabalho, especialmente na vindima, eram expressões de felicidade ou de grata alegria. — Isa. 16:10; Jer. 48:33.
OPOSIÇÃO
Sacudir a mão (ameaçadoramente) contra alguém indicava oposição. (Isa. 10:32; 19:16) Levantar a cabeça era a descrição figurativa duma atitude com o significado de tomar ação, usualmente para se opor, lutar ou oprimir. — Juí. 8:28; Sal. 83:2.
Lamber o pó simboliza derrota e destruição. — Sal. 72:9; Isa. 49:23.
Mão ou pé sobre a nuca ou a cerviz dum inimigo descreve figurativamente a derrota do inimigo, sendo ele desbaratado e posto em fuga, sendo perseguido e apanhado. — Gen. 49:8; Jos. 10:24; 2 Sam. 22:41; Sal. 18:40.
ASSUMIR AUTORIDADE OU TOMAR AÇÃO
Erguer-se ou pôr-se de pé tinha o sentido de assumir autoridade, poder, ou tomar ação. Fala-se de reis como erguendo-se quando assumiam sua autoridade régia ou começavam a exercê-la. (Dan. 8:22, 23; 11:2, 3, 7, 21; 12:1) Jeová é representado como levantando-se para executar o julgamento do povo. (Sal. 76:9; 82:8) Satanás é descrito como pondo-se de pé contra Israel, quando incitou Davi a fazer o censo dele. — 1 Crô. 21:1.
Cingir os Lombos indica preparação para ação. Tinha referência ao costume dos tempos bíblicos de amarrar as vestimentas amplas com um cinto ou uma faixa, para não ser estorvado durante o trabalho, ao correr, e assim por diante. — Jó 40:7; Jer. 1:17; Luc. 12:37; 1 Ped. 1:13, nota marginal “c”, da edição em inglês de 1950.
MISCELÂNEA
Deitar-se aos pés de alguém. Quando Rute quis lembrar a Boaz a sua posição de resgatador, ela veio à noite, descobriu-lhe os pés e deitou-se junto a eles. Quando ele acordou, ela lhe disse: “Sou Rute, tua escrava, e tens de estender a tua aba sobre a tua escrava, visto que és resgatador.” Rute indicou com isso que estava disposta a submeter-se ao casamento levirato ou de cunhado. — Rute 3:6-9.
A aparência durante o jejum. ‘Atribular a alma’ mui provavelmente referia-se ao jejum, e podia representar luto, reconhecimento de pecados, arrependimento ou contrição. (Lev. 16:29, 31; 2 Sam. 1:12; Sal. 35:13; Joel 1:13, 14) Hipócritas, nos dias em que Jesus esteve na terra, andavam de rosto triste, desfigurando a face para fazer ostentação de que se empenhavam em santidade por jejuar, mas Jesus disse aos seus discípulos que, quando jejuassem, deviam untar a cabeça e lavar o rosto, a fim de parecerem normais aos homens, sabendo que o Pai examina o coração. (Mat. 6:16-18) O jejum era às vezes praticado pelos cristãos, para dar indivisa atenção a assuntos espirituais. — Atos 13:2, 3; veja JEJUM.
Deitar a mão sobre os olhos de defuntos. A expressão de Jeová a Jacó: “José deitará a mão sobre os teus olhos” (Gên. 46:4), era um modo de dizer que José seria o favorecido com fechar os olhos de Jacó após a morte deste, o que cabia ao primogênito fazer. Jeová indicou assim a Jacó que o direito da primogenitura seria de José. — 1 Crô. 5:2.
Assobio. ‘Assobiar’ para algo representava assombro ou admiração. Esta foi a atitude dos que viram a espantosa desolação de Judá, e depois, as assombrosas ruínas de Babilônia. — Jer. 25:9; 50:13; 51:37.
Era costume dos reis ou de homens em autoridade apoiar-se no braço dum servo ou de alguém em posição inferior, assim como fez o Rei Jeorão, de Israel. (2 Reis 7:2, 17) O Rei Ben-Hadade apoiou-se na mão do seu servo Naamã ao curvar-se na casa de seu deus Rimom. — 2 Reis 5:18.
COSTUMES ILUSTRATIVOS
Lavar os pés de outro. Jesus usou um dos costumes orientais de maneira ilustrativa, dando aos seus discípulos uma lição de humildade e de servirem uns aos outros, quando lavou os pés dos discípulos. Pedro falou então, pedindo que não lhe lavasse apenas os pés, mas também as mãos e a cabeça. Mas Jesus respondeu: “Quem se banhou, não precisa lavar senão os seus pés, mas está inteiramente limpo.” (João 13:3-10) Jesus referiu-se com isso a que aquele que se banhou, depois de voltar para casa, após o banho, só precisaria lavar a poeira dos pés calçados com sandálias. Ele usou esta limpeza como figurativa da limpeza espiritual.
Andar. Outra expressão ilustrativa é a de “andar”, significando adotar certo proceder, assim como “Noé andou com o verdadeiro Deus”. (Gên. 6:9; 5:22) Os que andavam com Deus seguiam na vida o proceder delineado por Deus e obtinham o Seu favor. As Escrituras Gregas Cristãs, usando a mesma expressão, ilustram os dois procederes contrastantes adotados por alguém antes e depois de se tornar servo de Deus. (Efé. 2:2, 10; 4:17; 5:2) “Correr” usa-se de maneira similar para simbolizar um proceder. (1 Ped. 4:4) Deus disse que os profetas de Judá “correram”, embora não tivessem sido enviados por ele, querendo dizer que adotaram falsamente, sem autorização, a carreira profética. (Jer. 23:21) Paulo descreve a carreira cristã em termos de “correr”. Comparou-a a uma corrida, em que se pode correr bem ou mal, e na qual se tem de correr segundo as regras para ganhar o prêmio. — 1 Cor. 9:24; Gál. 2:2; 5:7.
ADORNO. Aquilo que é usado para adornar, enfeitar, embelezar, aumentar o brilho e tornar a própria pessoa, ou aquilo que ela representa, agradável ou atraente. Pode ser usado com propósito bom ou enganoso.
As Escrituras não condenam o adorno físico, se for usado corretamente, e recomendam altamente o adorno espiritual. O próprio Jeová é descrito como vestido de luz e cercado de beleza. (Sal. 104:1, 2; Eze. 1:1, 4-28; Rev. 4:2, 3) Ele tem ornamentado ricamente sua criação com cores, variedade e majestosa magnificência. — Luc. 12:27, 28; Sal. 139:14; 1 Cor. 15:41.
Nos tempos bíblicos, o noivo e a noiva se adornavam para a festa de casamento. Em preparação, a noiva se trajava da roupa mais fina e do melhor das coisas ornamentais que ela possuía a fim de se apresentar perante o noivo. (Sal. 45:13, 14; Isa. 61:10) Jeová fala a Jerusalém, descrevendo-a figuradamente como jovem a quem trajou com roupa e jóias excelentes e custosas, mas que usou infielmente como prostituta a sua beleza e adorno. (Eze. 16:10-19) O profeta de Jeová, Oséias, condenou Israel por se adornar com a finalidade errada de atrair amantes apaixonados e empenhar-se na adoração falsa. (Osé. 2:13) Por meio de seus profetas, Jeová predisse uma restauração de Israel, quando sairia do cativeiro babilônico e se adornaria novamente para expressar sua alegria e exultação. — Isa. 52:1; Jer. 31:4.
O templo de Salomão e os prédios governamentais de Salomão eram lindamente adornados, o que agradou à rainha de Sabá. (1 Reis caps. 6, 7, 10) O templo construído por Herodes era magnífico edifício adornado de excelentes pedras e coisas dedicadas. Jesus, porém, mostrou que tais adornos materiais não teriam nenhum valor quando o julgamento de Deus viesse sobre Jerusalém devido à infidelidade dela. — Luc. 21:5, 6.
CONSELHOS CRISTÃOS SOBRE ADORNO PESSOAL
Jesus e seus apóstolos deram conselhos constantes quanto a não se confiar nas coisas físicas nem fazer uma falsa exibição de si por meio de adornos materiais. O apóstolo Paulo disse que as mulheres cristãs deveriam ‘se adornar em vestido bem arrumado, com modéstia e bom juízo, não com estilos de trançados dos cabelos, e com ouro, ou pérolas, ou vestimenta muito cara’. (1 Tim. 2:9) Durante os dias dos apóstolos era costume comum entre as mulheres naquele mundo da cultura grega adotar penteados requintados e outros adornos. Isto frisa o conselho de Pedro às mulheres da congregação cristã, para que dêem ênfase, não ao ‘trançado externo dos cabelos e ao uso de ornamentos de ouro ou ao trajar de roupa exterior’, mas para fazer com que seu adorno fosse, como as mulheres fiéis da antiguidade, “a pessoa secreta do coração, na vestimenta incorrutível dum espírito quieto e brando”. — 1 Ped. 3:3-5.
O apóstolo Paulo indica que o cristão pode, pelas obras excelentes da incorrutibilidade de seu ensino, seriedade, linguagem saudável e conduta correta em todos os seus modos de vida, embelezar e tornar os ensinos de Deus atraentes a outros. (Tito 2:10) Deste modo espiritual, a congregação cristã, a noiva de Cristo, surge por fim em toda a sua beleza diante do seu marido, Jesus Cristo, similarmente descrita em Revelação 21:2 como estando “preparada como noiva adornada para seu marido”. Sua beleza espiritual situa-se em contraste direto com o adorno de Babilônia, a Grande, mencionada como adornada de coisas materiais, o salário de suas prostituições. — Rev. 18:16; veja TRAJE; JÓIAS E PEDRAS PRECIOSAS; ORNAMENTOS.
Os Provérbios mostram que, se grande número de pessoas escolheram viver sob a regência dum rei e se deleitarem nela, isso é certa medida de seu Êxito. É um adorno para ele, recomendando-o e aumentando seu brilho como regente. (Pro. 14:28) Jeová é tal regente por meio de seu reino messiânico. — Sal. 22:27-31; Fil. 2:10, 11.
ATOS DOS APÓSTOLOS. Este é o título pelo qual tem sido chamado um dos livros da Bíblia desde o segundo século E. C. Abrange primariamente as atividades de Pedro e Paulo, ao invés de as dos doze apóstolos em geral; e nos fornece uma história muitíssimo fidedigna e pormenorizada do começo espetacular e do rápido desenvolvimento da organização cristã, primeiro entre os judeus, e daí entre as nações gentias. O tema dominante de toda a Bíblia, o reino de Jeová, predomina no livro (Atos 1:3; 8:12; 14:22; 19:8; 20:25; 28:31), e se nos lembra constantemente de como os apóstolos deram “testemunho cabal” a respeito de Cristo e desse reino, e realizaram plenamente seu ministério. (2:40; 5:42; 8:25; 10:42; 20:21, 24; 23:11; 26:22; 28:23) O livro também fornece notável fundo histórico para se considerar as cartas inspiradas das Escrituras Gregas Cristãs.
ESBOÇO DO CONTEÚDO
I. Pentecostes e testemunho intensificado em Jerusalém (1:1 a 6:7)
A. Jesus predisse que discípulos seriam dotados de poder, pelo espírito, para testemunhar (1:1-11)
B. Discípulos recebem espírito santo; testemunham em línguas (1:12 a 2:13)
C. Pedro mostra que concessão do espírito por Cristo cumpre profecia (2:14-41)
1. Insta ao arrependimento e ao batismo em nome de Jesus; cerca de 3.000 judeus e prosélitos são batizados
2. Gozam de união, íntima associação, participação comum e aumento (2:42-47)
D. Curado o coxo; Pedro e João são presos e soltos; crentes aumentam para cerca de 5.000 (3:1 a 4:22)
E. Deus manifesta aprovação do proceder intrépido dos apóstolos (4:23-31)
F. Juntam-se num fundo comum e distribuem-se os recursos; Ananias e Safira morrem por ‘trapacearem o espírito santo’ (4:32 a 5:11)
G. Presos os apóstolos devido ao ministério, libertos por um anjo (5:12-21a)
H. Apóstolos estabelecem precedente, ‘obedecem a Deus antes que aos homens’, onde os dois colidem; discípulos aumentam (5:21b a 6:7)
II. Perseguição resulta na expansão do testemunho (6:8 a 9:31)
A. Estêvão é preso, fornece testemunho intrépido; morre como mártir (6:8 a 7:60)
B. Perseguição espalha todos exceto apóstolos através do país (8:1-4)
1. Abençoado ministério de Filipe em Samaria convertido eunuco etíope (8:5-40)
2. Pedro e João são enviados para que samaritanos possam receber espírito santo (8:14-17)
C. Jesus aparece ao perseguidor Saulo; Saulo convertido, batizado, inicia ministério zeloso (9:1-30)
D. Congregação em Judéia, Galiléia e Samaria; entra num período de paz (9:31-43)
III. Testemunho alcança os não-judeus (10:1 a 12:25)
A. Pedro prega a Cornélio e a outros gentios incircuncisos, que crêem, recebem espírito santo e são batizados (10:1-48)
B. Relatório do apóstolo sobre isso promove expansão entre nações (11:1-30)
C. Herodes mata Tiago, prende Pedro; Pedro é liberto por anjo (12:1-19)
D. Morre Herodes por não dar glória a Deus; espalha-se a palavra de Jeová (12:20-25)
IV. Primeira excursão evangelizadora de Paulo, junto com Barnabé (13:1 a 14:28)
A. De Antioquia, Síria, até Chipre, e cidades da Ásia Menor
1. Judeus perseguem Paulo de cidade em cidade
2. Estabelecidas congregações
B. Outras viagens; volta a Antioquia, Síria
V. Resolvida a disputa sobre necessidade de circuncisão para cristãos (15:1-35)
A. Apóstolos e anciãos em Jerusalém decidem, guiados por espírito santo
B. Crentes devem guardar-se da idolatria, sangue e fornicação
VI. Segunda excursão evangelizadora de Paulo (15:36 a 18:22)
A. Paulo e Silas viajam de Antioquia pela Síria e Ásia Menor (15:36 a 16:8)
B. Acatando uma visão, Paulo visita a Macedônia (16:9 a 17:15)
1. Presos Paulo e Silas em Filipos; carcereiro torna-se crente
2. Paulo e Silas pregam em Tessalônica e Beréia; judeus promovem motins
C. Em Atenas, Paulo fala na Colina de Marte alguns crêem (17:16-34)
D. Paulo prega em Corinto por 18 meses (18:1-17)
E. Retorna, passando por Éfeso e Cesaréia, a Antioquia, Síria (18:18-22)
VII. Terceira excursão de Paulo, chegada a Jerusalém (18:23 a 21:17)
A. Ministério efésio de Paulo é frutífero; cria tumulto (18:23 a 19:41)
B. Visita crentes na Macedônia, Grécia e Trôade (20:1-16)
C. Apóstolo reúne-se e admoesta anciãos efésios em Mileto (20:17-38)
D. Chega a Jerusalém, apesar do perigo ali (21:1-17)
VIII. Paulo testemunha apesar de oposição, encarceramento (21:18 a 28:31)
A. Depois do tumulto em Jerusalém, Paulo comparece diante do Sinédrio (21:18 a 23:10)
B. É levado a Félix; comparece muitas vezes perante ele (23:11 a 24:27)
C. Em defesa perante Festo, Paulo apela para César (25:1-12)
D. Apóstolo apresenta defesa perante rei Agripa (25:13 a 26:32)
E. Viagem para Roma é marcada por naufrágio em Malta (27:1 a 28:16)
F. Prisioneiro em Roma, Paulo prega a Cristo e o Reino (28:17-31)
[Continua]