BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • g80 8/9 pp. 6-8
  • Procuram vencer a morte

Nenhum vídeo disponível para o trecho selecionado.

Desculpe, ocorreu um erro ao carregar o vídeo.

  • Procuram vencer a morte
  • Despertai! — 1980
  • Subtítulos
  • Matéria relacionada
  • Alvos Científicos
  • Reais Consecuções
  • Tradições Que Procuram Vencer a Morte
  • O Preço Pago
  • Necessitam os mortos de sua ajuda?
    É Esta Vida Tudo o Que Há?
  • Há um purgatório?
    A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1960
  • Onde estão nossos antepassados?
    O Caminho para a Vida Eterna — Já o Encontrou?
  • Estão seus entes queridos no purgatório?
    Despertai! — 1974
Veja mais
Despertai! — 1980
g80 8/9 pp. 6-8

Procuram vencer a morte

A MAIORIA das pessoas acha difícil de aceitar que a morte seja a condição final. Muitos preferem crer que a vida consciente prossegue após a morte.

Muitos cientistas talvez não creiam nisto. Todavia, quando confrontados com a realidade da morte, procuram maneiras “científicas” de prolongar a vida do homem. Como a Bíblia diz: “Tempo indefinido [está] no seu coração.” — Ecl. 3:11.

Alvos Científicos

Faz-se considerável pesquisa para descobrir a natureza da vida e a constituição da célula viva. Experiências feitas com células humanas vivas demonstraram que, sob condições favoráveis, poderiam existir indefinidamente. Outras pesquisas mostraram que o DNA (ou ADN) em quase toda célula de qualquer criatura contém os dados da inteira constituição daquela criatura.

À base disto, os biólogos fazem experiências de transplantes de genes, ou “clonagem”. Alguns cientistas acham que a manipulação genética poderá ser usada para curar doenças genéticas, para prolongar a vida, e para fazer mudanças significativas no próprio homem.

Há outras teorias que aventam possibilidades para se vencer a morte. Alguns falam de transplantes de cérebros, animação suspensa, reanimação. Há pessoas que consideram meios de preservar plenamente seu corpo por serem rapidamente congeladas por ocasião da morte. Esperam que os cientistas talvez descubram um modo de reanimá-las no futuro.

Reais Consecuções

Em contraste com as teorias a favor do prolongamento da vida humana, a pesquisa médica produziu alguns resultados tangíveis. A melhor higiene tem contribuído para o prolongamento da expectativa de vida das pessoas em geral. Reduziu-se a mortalidade infantil.

Desenvolveram-se métodos aprimorados de tratamento de doenças, habilitando os pacientes a recuperar-se de moléstias que, não faz muito tempo, teriam sido fatais. Os progressos da tecnologia médica, junto com a melhor compreensão do organismo humano, também produziram consecuções no campo da cirurgia que, há 40 anos atrás, se imaginaria impossíveis.

Assim é que a expectativa de vida de milhões de indivíduos foi estendida. Todavia, a duração da vida da humanidade, em geral, não aumentou. Até mesmo em países com elevado padrão de vida, a expectativa de vida é de cerca de 70 ou 80 anos. Há mais de 3.000 anos, a Bíblia declarava que “nossos anos são em si mesmos setenta anos; e se por motivo de potência especial são oitenta anos, mesmo assim a sua insistência é em desgraça”. Isso ainda se dá hoje em dia. — Sal. 90:10.

Tradições Que Procuram Vencer a Morte

As pessoas, porém, tentam de vários modos amainar o impacto dessa realidade. Muitos pensam em termos duma suposta imortalidade da alma humana, de sobrevivência para um mundo espiritual, e de irem para o céu.

Tais crenças são promovidas pela maioria das religiões. As igrejas da cristandade consideram a doutrina de que a alma sobrevive para uma esfera espiritual como sendo o âmago de sua fé. Ao passo que, em algumas nações industrializadas, tal crença está perdendo terreno, na América Central e do Sul, na África, e no Oriente, tais crenças são fortíssimas.

À guisa de exemplo, o Brasil é nominalmente um pais católico romano, e as pessoas, em geral, têm idéias católicas sobre a vida após a morte, sobre o céu, o purgatório e o inferno. No entanto, existe também a influência das religiões africanas e de um pouco do espiritismo europeu. Imagens nas igrejas são identificadas como “santos” que se imagina terem sobrevivido para o mundo espiritual. Crê-se que médiuns espíritas ou macumbeiros sejam possuídos pelos espíritos dos deuses africanos ou dos ancestrais. E em toda a África, há fetiches, ídolos e encantamentos ligados aos espíritos dos ancestrais.

O Preço Pago

É digno de nota que todos estes esforços de vencer a morte pelo apego às tradições exigem seu preço. Às vezes, é financeiro. Em outros casos, é o temor.

O ensino da cristandade sobre a imortalidade da alma, por exemplo, é acompanhado do temor do inferno de fogo. E os que crêem no purgatório aprendem que é preciso oferecer orações para o livramento das almas de seus entes queridos. Mas, naturalmente, espera-se dinheiro daqueles que desejam tais ofícios.

Quando morre alguém no norte do Transvaal (África), os parentes consultam um curandeiro. Daí, espera-se algum pagamento. O curandeiro é considerado um intermediário entre os vivos e os mortos. Crê-se que a pessoa falecida foi para a terra dos deuses e lhe oferecem honrarias que ela jamais usufruiu antes de morrer. Ela é grandemente temida, visto que se crê que tenha o poder de prejudicar os vivos. Assim, oferecem-lhe um apaziguamento em forma duma festa especial no dia de seu enterro.

Os zulus da África do Sul crêem que os mortos podem proteger e ajudar os vivos. Oferecem-lhes sacrifícios regulares, de modo a reter suas boas graças.

No passado, tais crenças, em partes da África, resultaram na prática de se oferecerem sacrifícios humanos. Quando um rei ou chefe tribal morria, alguns de seus servos eram sepultados junto com ele, para lhe servirem no domínio espiritual. Em Gana, ainda são enterrados dinheiro, roupas, e outros itens, junto com alguns dos mortos, por motivos similares.

No Oratório Católico de S. José, em Montreal, Canadá, os devotos gastam dinheiro para acender velas compridas. Crêem que estas ajudarão as almas dos que estão no purgatório.

Sim, pagam um preço pelos seus esforços de vencer a morte — mas será isso necessário? Para obtermos uma resposta verdadeiramente satisfatória, temos de saber o que a própria Bíblia diz que é a morte.

    Publicações em Português (1950-2026)
    Sair
    Login
    • Português (Brasil)
    • Compartilhar
    • Preferências
    • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
    • Termos de Uso
    • Política de Privacidade
    • Configurações de Privacidade
    • JW.ORG
    • Login
    Compartilhar