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  • Ajuda ao Entendimento da Bíblia
  • Despertai! — 1980
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  • VASSALAGEM À ASSÍRIA, E MORTE
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  • ATIVIDADE CRISTÃ
Despertai! — 1980
g80 22/5 pp. 12-15

Ajuda ao Entendimento da Bíblia

[Prosseguimos, nesta edição, com a matéria compilada e condensada de Aid to Bible Understanding, Edição de 1971.]

ACAZ [Continuação].

Com respeito aos “sessenta e cinco anos” citados em Isaías 7:8, que Isaías profetizou seria o período em que Efraim seria “desbaratado”, o Commentary on the Whole Bible (Comentário Sobre Toda a Bíblia), de Jamieson, Fausset e Brown declara (p. 437): “Uma deportação de Israel ocorreu dentro de um ou dois anos a contar deste tempo [o tempo da profecia de Isaías], sob Tiglate-Pileser (2 Reis 15:29). Outra, no reinado de Oséias, sob Salmaneser (2 Reis 17:1-6), deu-se cerca de vinte anos depois. Mas a última, que ‘despedaçou’ inteiramente Israel de modo a ‘não ser povo’, acompanhada por uma colonização de Samaria por estrangeiros, deu-se sob Esar-Hardom, que levou Manassés, Rei de Judá, também, no vigésimo segundo ano do seu reinado, sessenta e cinco anos a contar do proferimento desta profecia (cf. Esdras 4:2, 3, 10, com 2 Reis 17:24; 2 Crônicas 33:11).”

VASSALAGEM À ASSÍRIA, E MORTE

Ao invés, porém, de ter fé em Jeová, o temor de Acaz de uma conspiração o levou a escolher a diretriz míope de subornar Tiglate-Pileser III, da Assíria, para vir em sua ajuda. Não importa que alívio temporário o ambicioso rei assírio tenha então trazido a Acaz, por esmagar a Síria e Israel, no fim, somente “causou-lhe aflição, e não o fortaleceu” (2 Crô. 28:20), visto que Acaz tinha então colocado o pesado jugo da Assíria sobre Judá. Como rei vassalo, Acaz foi aparentemente convocado a ir a Damasco para render homenagem a Tiglate-Pileser e, enquanto estava naquela cidade, admirou o altar pagão ali, copiou seu projeto e mandou que o sacerdote Urija construísse uma réplica a ser colocada diante do templo em Jerusalém. Acaz então presumiu oferecer sacrifícios neste “grande altar”. O altar de cobre, original, foi colocado a um lado, até o rei poder decidir o que fazer dele. (2 Reis 16:10-16) No ínterim, mutilou grande parte do equipamento de cobre do templo e rearranjou outras modalidades da área do templo, tudo “por causa do rei da Assíria”, talvez para pagar o pesado tributo imposto sobre Judá, ou, possivelmente, para ocultar parte das riquezas do templo dos olhos do cobiçoso assírio. As portas do templo foram fechadas e Acaz “fez para si altares em cada esquina de Jerusalém”. — 2 Reis 16:17, 18; 2 Crô. 28:23-25.

Depois de dezesseis anos de má regência e de crassa apostasia, Acaz morreu e, embora fosse sepultado como seus antepassados foram, “na cidade de Davi” (2 Reis 16:20), seu corpo não foi colocado nas sepulturas reais dos reis. (2 Crô. 28:27) Seu nome se acha alistado nas genealogias reais. — 1 Crô. 3:13; Mat. 1:9.

O nome de Acaz apareceu numa inscrição de Tiglate-Pileser III como Yauhazi, correspondendo à forma plena do nome hebraico Jeoacaz (Jeová tem-se apoderado).

ACAZIAS [Ia(u) se apoderou]. O nome de dois reis, um de Israel, o outro de Judá.

1. O filho de Acabe e Jezabel, e rei de Israel por dois anos (920-9l8 A.E.C.). Acompanhou seus pais idólatras na adoração de Baal (1 Reis 22:51-53) Com a morte do pai de Acazias, Moabe aproveitou a oportunidade para revoltar-se e, destarte, livrar-se do pesado tributo de cem mil cordeiros e igual número de carneiros, com sua lã. (2 Reis 1:1; 3:4, 5) Esta revolta é descrita pelo Rei Mesa, de Moabe, na inscrição da Pedra Moabita. Talvez devido a seu subseqüente acidente e morte prematura, Acazias não fez nenhum esforço de subjugar os moabitas.

Acazias formou uma aliança matrimonial com Jeosafá, de Judá, para uma empresa de construção de navios em Eziom-Géber, no Golfo de Acaba. O projeto foi desaprovado por Deus devido à iniqüidade de Acazias, e os navios naufragaram. (2 Crô. 20:35-37) O relato de 1 Reis 22:48, 49 mostra que Acazias desejava a autorização de Jeosafá para que os marujos israelitas tripulassem os navios junto com os de Judá, solicitação esta recusada por Jeosafá. Caso tal solicitação tenha sido feita antes do naufrágio dos navios, talvez indique simplesmente a falta de confiança de Jeosafá em Acazias, e a precaução de não sofrer usurpação por parte do reino setentrional. Caso tal solicitação tenha sido feita depois do fracasso da frota, bem poderia ser uma insinuação, da parte de Acazias, de que os homens de Jeosafá não eram capazes, e eram responsáveis pelo naufrágio dos navios, daí a sugestão de os navios serem reparados e enviados de novo com marujos israelitas também a bordo. Nesse caso, a recusa de Jeosafá poderia ser em reconhecimento da manifesta desaprovação de Deus sobre tal projeto.

Um acidente doméstico, em que o rei caiu pela gelosia (talvez uma que cobria uma clarabóia) do seu quarto de terraço, deixou-o acamado e gravemente enfermo. (2 Reis 1:2) Como se o Deus verdadeiro não mais existisse, Acazias enviou mensageiros para inquirir a Baal-Zebube (Senhor ou dono das moscas) quanto às suas perspectivas de recuperação. Interceptados pelo profeta Elias, os mensageiros retornaram e proferiram a mensagem ao rei de que seu leito de enfermo se tornaria seu leito de morte. Ao invés de humilhar-se, Acazias mandou uma força de cinqüenta homens, sob seu capitão, para lhe trazer Elias. Tal força, e uma segunda, foram ambas destruídas pelo fogo, ao se aproximarem do monte onde Elias estava e lhe darem a ordem do rei de ‘descer’. Uma terceira força, enviada pelo teimoso rei, só conseguiu escapar em virtude do respeitoso apelo de seu capitão, para que tanto a vida dele como a de seus homens fosse ‘preciosa aos olhos [de Elias]’. Depois disso, Elias desceu e proferiu a mensagem de morte diante da face de Acazias. Este gradualmente morreu e, não tendo filhos, seu irmão Jeorão o sucedeu. — 2 Reis 1:2-17.

2. Filho de Jeorão e Atalia, alistado como rei de Judá por um ano (905 A.E.C.). Durante o reinado de seu pai, os filisteus e os árabes invadiram Judá e levaram cativos todos os filhos de Jeorão, exceto Jeoacaz (Acazias), o mais moço. (2 Crô. 21:16, 17; 22:1) Ele era um rapaz de vinte e dois anos quando ascendeu ao trono, e sua mãe dominadora, Atalia, filha de Acabe e Jezabel, o influenciou para a iniqüidade. (2 Reis 8:25-27; 2 Crô. 22:2-4) Acompanhou o Rei Jeorão de Israel (seu tio materno) numa luta contra a Síria, em Ramote-Gileade, que resultou no ferimento de Jeorão. Mais tarde, Acazias visitou o convalescente Jeorão em Jezreel. (2 Reis 8:28, 29; 9:15; 2 Crô. 22:5, 6) Coordenando-se os dois relatos (2 Reis 9:21-28; 2 Crô. 22:7-9), evidentemente aconteceu o seguinte: Jeú, ao se aproximar de Jezreel, encontrou-se com Jeorão e Acazias. Jeú abateu Jeorão, mas Acazias fugiu. Nessa ocasião, Jeú não perseguiu Acazias, mas continuou até Jezreel, para concluir ali sua obra executora. No ínterim, o fugitivo Acazias tentou retornar a Jerusalém; contudo, só conseguiu chegar a Samaria, onde tentou esconder-se. Os homens de Jeú, perseguindo Acazias, descobriram-no em Samaria e o capturaram, e foi levado até Jeú, que estava perto da cidade de Ibleão, não muito longe de Jezreel. Quando Jeú viu Acazias, ordenou que seus homens o matassem em seu carro. Eles o golpearam e feriram quando subia para Gur, perto de Ibleão; mas permitiram que Acazias escapasse, e ele fugiu para Megido, onde morreu devido a seus ferimentos. Foi então levado para Jerusalém e ali sepultado. Conforme observa O Novo Dicionário da Bíblia de Douglas (p. 28, ed. em português): “Os relatos de sua morte . . . são complementares, não contraditórios.”

2 Crônicas 22:7 indica que a morte de Acazias ocorreu “da parte de Deus”, e, assim, Jeú atuou como executor de Deus ao matar esse homem que tinha companheirismo com a condenada casa de Acabe. Acazias é também mencionado como “Azarias”, em 2 Crônicas 22:6 (embora, aqui, quinze manuscritos hebraicos rezem “Acazias”), e como “Jeoacaz”, em 2 Crônicas 21:17, que é simplesmente o caso de se transpor o nome divino (Já) para servir como prefixo, ao invés de sufixo.

AI [montão de ruínas].

Uma cidade real dos cananeus, a segunda cidade tomada durante a invasão israelita. Uns 470 anos antes, Abraão armara sua tenda “com Betel ao oeste e Ai ao leste”, pouco depois de chegar a Canaã (1943 A.E.C.). Construiu ali um altar e visitou novamente esse lugar depois de sua peregrinação no Egito. (Gên. 12:8; 13:3) Em 1473 A.E.C., depois da vitória sobre Jericó, Ai foi atacada por pequena força de cerca de 3.000 soldados israelitas, visto que os espias disseram sobre os habitantes de Ai: “São poucos.” (Jos. 7:2, 3) Entretanto, devido ao pecado de Acã, Israel sofreu derrota. (Jos. 7:4-15) Depois de este assunto ser corrigido, Josué utilizou um estratagema contra Ai, armando uma emboscada por trás da cidade, de seu lado O. A força principal foi empregada diante da cidade, ao N, onde há um vale ou baixada desértica, e, dali, Josué preparou um ataque frontal contra Ai. Tendo atraído o rei de Ai e um grupo de homens para fora de Ai, a força de Josué fingiu recuar até que os perseguidores estavam longe de sua fortaleza. Daí, fez o sinal para a emboscada, sendo a cidade capturada e incendiada. (Jos. 8:1-27) O rei de Ai foi executado, e a cidade foi reduzida a “um monte de ruínas [Heb., tel] que dura indefinidamente, como desolação até o dia de hoje”. — Jos. 8:28, 29.

Por volta do tempo de Isaías (c. 778-732 A. E. C.), a cidade, ou, talvez, um sítio adjacente, era habitada, e profetizou-se que seria a primeira a ser tomada pelo rei da Assíria em sua marcha contra Jerusalém. (Isa. 10:28) Após o exílio babilônico, benjamitas de Ai voltaram com a caravana de Zorobabel. — Esd. 2:28; Nee. 7:32; 11:31.

Mostra-se que Ai estava localizada “perto de Bete-Áven, ao oriente de Betel”, tendo um vale plano ao N. (Jos. 7:2; 8:11, 12) Micmás, pelo que parece, situava-se ao S. (Isa. 10:28) Ai tem sido geralmente identificada com o sítio et-Tell (“montão, ou monte de ruínas”), que preserva o significado do nome antigo. Dista pouco mais de 3 km a SE de Betel (a moderna Beitin). No entanto, escavações feitas ali em 1933-1935 indicavam que se tratava duma cidade grande, devastada por volta de 2000 A.E.C., e, depois disso, desabitada até por volta de 1050 A.E.C. (segundo os métodos arqueológicos de datação). Por causa disto, os arqueólogos fizeram várias tentativas de alterar o sentido das referências bíblicas a Ai. No entanto, o arqueólogo J. Simons verifica que a identificação com et-Tell é inaceitável à base do tamanho da cidade (Jos. 7:3), de que não existe nenhum vale amplo ao N de et-Tell (Jos. 8:11), e por ainda outras razões. [Archaeological Digest (Sinopse Arqueológica), julho-setembro de 1947, p. 311] Se a datação arqueológica for correta, então o sítio precisa estar localizado em outra parte. O próprio nome não identificaria, necessariamente, esse lugar, visto que, como declara Sir Frederic Kenyon: “A transferência dum nome de um sítio arruinado ou abandonado para outro próximo é fenômeno comum na Palestina.” — The Bible and Archaeology (A Bíblia e a Arqueologia), p. 190.

ALABASTRO. Nome de vasinhos semelhantes a frascos, para perfume, originalmente feitos duma pedra encontrada perto de Alabastrom, Egito. A pedra em si, uma forma de carbonato de cálcio, também veio a ser conhecida pelo mesmo nome. Davi coletou “pedras de alabastro, em grande quantidade” para a edificação do templo de Jeová em Jerusalém. (1 Crô. 29:2) Este “alabastro oriental” ou antigo não deve ser confundido com um moderno alabastro, um sulfato hidratado de cálcio, que é facilmente arranhável. O alabastro original é usualmente branco, e, devido a ser uma formação de estalagmite, às vezes possui traços de várias cores. Aproxima-se da dureza do mármore, mas não pode receber tão grande polimento. O alabastro maciço era perfurado ou escavado com uma broca, para vir a conter até cerca de meio quilo de líquido. (João 12:3) Era usualmente modelado com um gargalo estreito que podia ser vedado eficazmente para impedir que a fragrância evaporasse. Quando se usavam materiais menos custosos, tais como o gipso, para fazer tais frascos, estes também eram chamados de alabastros, simplesmente por causa do uso que se dava a eles. No entanto, frascos feitos de genuíno alabastro eram usados para os ungüentos e perfumes mais custosos, como aqueles com os quais Jesus foi ungido em duas ocasiões — uma vez na casa dum fariseu, na Galiléia (Luc. 7:37) e outra vez na casa de Simão, o leproso, em Betânia. — Mat. 26:6, 7; Mar. 14:3.

ALEXANDRIA. Principal cidade e famosa metrópole do Egito durante o tempo de Jesus e seus apóstolos. A moderna Alexandria (chamada em árabe al-Iscandariijá) ergue-se no sítio antigo e é um porto, mas tem pouco do seu antigo esplendor.

Na Bíblia se faz apenas breve referência a Alexandria. Entre os que discutiam com Estêvão, antes de seu julgamento, havia “alexandrinos”, ou judeus de Alexandria. Alexandria era a cidade natal do eloqüente Apolo. E dois dos navios em que Paulo navegou como prisioneiro conduzido para Roma procediam de Alexandria — Atos 6:9; 18:24; 27:6; 28:11.

A cidade derivou seu nome de Alexandre Magno, que ordenou que fosse edificada em 332 A. E. C. Com o tempo, tornou-se a principal cidade do Egito, e, sob os Ptolomeus, os reis helenísticos do Egito, Alexandria tornou-se a capital do Egito. Permaneceu como tal quando Roma assumiu o controle dele em 30 A. E. C., servindo como centro administrativo do Egito por toda a época romana e bizantina, até à conquista árabe, no sétimo século E. C.

LOCALIZAÇÃO E DESCRIÇÃO

Seu local foi bem escolhido. A O do delta do Nilo, em forma de leque, o lago Mareótis se situa perto do Mediterrâneo, havendo pequeno istmo que o separa do mar. Alexandria foi construída nesta faixa de terra em que, anteriormente, erguia-se o pequeno povoado de Racotis. Visto que o lago Mareótis estava então ligado ao ramo canópico do Nilo (o mais ocidental dos sete estuários do antigo Nilo), isto significava que a cidade podia servir de porto de ambos os lados do istmo, os navios oceânicos aportando ao N e os barcos egípcios do Nilo ao S. Bem ao N da cidade situava-se a ilhota de Faros. Construiu-se um molhe ou quebra-mar do continente até a metade da ilha, sendo chamado Heptastádio (significando “Sete Estádios”, por toda a extensão do quebra-mar [cerca de sete oitavos de uma milha romana ou 1,3 km]). Este quebra-mar também servia para dividir a baía em duas espaçosas bacias. A E da ilha de Faros foi construído um farol de uns 122 m de altura, reputado uma das sete maravilhas do mundo antigo.

Tendo cerca de 24 km de extensão e apenas cerca de 1,5 km de largura, Alexandria era bem delineada, em forma de quarteirões de uma cidade, possuindo ruas amplas, regulares, com locais enfileirados de colunatas. Diz-se que um terço da sua área era ocupada por palácios e locais públicos. Seu esplendor e seus magníficos prédios foram aclamados pelos escritores antigos. Especialmente famosa era sua grande biblioteca, ligada ao “Museu” de Alexandria, uma espécie de universidade patrocinada pelo Estado, onde todos os ramos das artes e ciências eram estudados por peritos de muitos países. A biblioteca tinha sido fundada e ampliada sob os dois primeiros Ptolomeus, e procurava manter cópias de todos os livros escritos em grego e latim. Com o tempo, diz-se que chegou a possuir cerca de 900.000 volumes ou rolos de papiro. No entanto, a biblioteca sofreu sérios danos devido a um incêndio durante o tempo de Júlio César, e foi finalmente destruída pelos árabes no sétimo século E. C.

CENTRO JUDAICO

Foi aqui, em Alexandria, que se fez a primeira tradução das Escrituras Hebraicas: a Versão Septuaginta, ou dos Setenta, grega, produzida pelos judeus alexandrinos, evidentemente a partir do reinado de Ptolomeu Filadelfo (285-246 A. E. C.).

Os judeus há muito constituíam considerável parte da população de Alexandria, que, em seu auge, chegou a atingir 800.000 habitantes. Muitos dos judeus descendiam dos refugiados que fugiram para o Egito após a queda de Jerusalém, em 607 A. E. C. Na época de Tibério, dizia-se constituírem cerca de um terço da população total da cidade. Tendo a sua própria área ou bairro chamado Regio Judaeorum, permitia-se que os judeus vivessem segundo suas próprias leis e tivessem seu próprio governador, ou Alabarca. Desde o início, foram-lhes concedidos os mesmos direitos que os gregos. Sua habilidade comercial contribuiu para a economia de Alexandria que, situada como estava num ponto estratégico para o comércio com três continentes, veio a rivalizar-se com Roma em suas riquezas. Era um grande centro bancário e de suas indústrias e portos fluíam papiro, vidro, perfumes, tecidos, trigo e outros itens.

ATIVIDADE CRISTÃ

Não se sabe em que data ou de que modo o cristianismo foi introduzido em Alexandria. A tradição credita a Marcos, o evangelizador, por este feito, mas inexistem provas. No segundo século E. C., um centro de estudos cristãos era destacado ali, e dois de seus líderes, Clemente, e seu discípulo, Orígenes, forneceram valioso testemunho quanto à canonicidade dos escritos das Escrituras Gregas Cristãs. Evidência similar provém do bispo posterior de Alexandria, Atanásio, do quarto século E. C.

[Mapa na página 14]

(Para o texto formatado, veja a publicação)

ALEXANDRIA ANTIGA

Mediterrâneo

ILHAS FAROS

Farol

Heptastádio

Museu e Biblioteca

Canal

Canal

Lago Mareótis

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