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  • g80 22/11 pp. 7-8
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  • O inimaginável — poderia acontecer?
  • Despertai! — 1980
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Despertai! — 1980
g80 22/11 pp. 7-8

O inimaginável — poderia acontecer?

Devido às pavorosas represálias, considerou-se inimaginável que uma nação desse início à guerra nuclear. No entanto, recentes desenvolvimentos de armas mostraram que este “equilíbrio do terror” ou “dissuasão” não constitui base real para a confiança.

Conforme adrede mencionado, a precisão dos mísseis intercontinentais melhorou dramaticamente nos últimos poucos anos. A revista Nation (Nação) diz-nos por que isto tem atemorizantes implicações:

“Ademais, o tipo de armas que os Estados Unidos agora desenvolvem subentende algo diferente de simples ‘dissuasão’. O míssil Cruise, quando utilizado, cairá num raio de uns 14 a 27,5 metros dum alvo a 3.200 quilômetros de distância. . . . O ponto é que armas assim tão precisas não são necessárias para um ataque retaliatório de ‘segundo golpe’ contra cidades e populações. Uma bomba que possa cair num raio de 800 metros, mais ou menos, de seu alvo, é mais do que adequada para a simples ‘dissuasão’. A precisão, contudo, torna-se importante quando uma nação planeja um ataque inicial de surpresa que prive o adversário de responder a ele. Quanto maior for a precisão, tanto menos bombas são necessárias para demolir os silos de mísseis inimigos, fortalecidos por milhares de toneladas de aço e concreto.” — 27 de maio de 1978.

Também, crescente número de nações desenvolvem armas nucleares. O perigo óbvio é comentado em The Bulletin of the Atomic Scientists (Boletim dos Cientistas Atômicos): “Crê-se de forma ampla que, quanto mais potências dotadas de armas nucleares vierem a existir, tanto maior será a probabilidade duma guerra nuclear. . . . A tecnologia das armas nucleares acha-se agora tão amplamente conhecida que a preocupação atual é a de que até mesmo grupos terroristas construam explosivos nucleares, quanto mais os governos.” — Setembro de 1979.

Quando vê nações, que possuem tais hediondos arsenais, envolverem-se em conflitos em que seus interesses vitais fiquem seriamente em perigo, não tem uma sensação intranqüila de que uma delas utilizará sua potência nuclear de fogo, sem medir as conseqüências? Não é o único que tem esta sensação.

Conferências Alarmantes

Por vários dias, em maio de 1978, 30 cientistas, militares e conselheiros governamentais de 10 nações se reuniram em sessões fechadas em Toronto, Canadá, para considerar seriamente o tema “O Perigo da Guerra Nuclear por Volta do Ano 2000”. “O mais assombroso sobre esta conferência”, declarou o seu presidente John Polanyi, “foi o senso de concordância de que aumenta o perigo duma guerra nuclear”. Desde então, outras reuniões de peritos, inclusive a “primeira conferência sobre a guerra nuclear”, realizada nos Unidos, com mais de 300 participantes, chegaram à mesma conclusão.

Mesmo um “íntimo confidente” do Presidente Breznev, soviético, revelou preocupação com o futuro próximo ao relatar: “A opinião, na União Soviética, é de que existe necessidade de se tomarem medidas urgentes, de outra forma, poderá vir a guerra.” (Ênfase acrescentada.)

De outro setor inteiramente diferente surge um surpreendente número de pessoas religiosas que, de modo similar, crêem que está próxima uma guerra nuclear. No entanto, elas afirmam que suas conclusões se baseiam na Bíblia. À guisa de exemplo, um professor de religião, comentando um versículo bíblico que diz que a ‘terra seria destruída pelo fogo’, declarou: “O presente estoque de artefatos atômicos dá um toque de realismo a este trecho.” — 2 Ped. 3:7.

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