BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • g80 8/11 pp. 21-24
  • Ajuda ao Entendimento da Bíblia

Nenhum vídeo disponível para o trecho selecionado.

Desculpe, ocorreu um erro ao carregar o vídeo.

  • Ajuda ao Entendimento da Bíblia
  • Despertai! — 1980
  • Subtítulos
  • BATISMO EM CRISTO JESUS E NA SUA MORTE
  • BATIZADOS COM O OBJETIVO DE SEREM MORTOS
  • BATISMO COM FOGO
  • CONDENADA NA BÍBLIA
  • PROIBIDA NA CONGREGAÇÃO CRISTÃ
  • REGISTRO DE CERTOS CASOS FOI PRESERVADO COM CERTO OBJETIVO
  • ADORAÇÃO FALSA
  • O “BEIJO SANTO”
  • USO FIGURADO
Despertai! — 1980
g80 8/11 pp. 21-24

Ajuda ao Entendimento da Bíblia

[De Aid to Bible Understanding, Edição de 1971, extraímos e condensamos a matéria abaixo.]

BATISMO. [Continuação]

BATISMO EM CRISTO JESUS E NA SUA MORTE

Jesus sabia, por ocasião de seu batismo no rio Jordão, que ele iniciava um proceder sacrificial. Sabia que seu ‘corpo preparado’ tinha de ser submetido à morte, que tinha de morrer em inocência, como sacrifício humano perfeito, com valor de resgate da humanidade. (Mat. 20:28) Jesus entendia que tinha de mergulhar na morte, mas que seria ressuscitado no terceiro dia. (Mat. 16:21) Assim, assemelhou sua experiência a um batismo na morte. (Luc. 12:50) Explicou a seus discípulos que já estava passando por tal batismo durante seu ministério. (Mar. 10:38, 39) Foi batizado plenamente na morte ao ser mergulhado na morte por ser pendurado na estaca de tortura em 14 de nisã de 33 E.C. Sua ressurreição, feita por seu Pai, Jeová Deus, no terceiro dia, completou tal batismo, que inclui um levantamento. O batismo de Jesus na morte é claramente diferente e separado de seu batismo em água, pois ele já recebera completamente o batismo em água no início de seu ministério, ocasião em que seu batismo na morte apenas começava.

Os fiéis apóstolos de Jesus Cristo foram batizados em água (João 1:35-37; 4:1), todos eles pelo batismo de João. Mas ainda não tinham sido batizados com espírito santo quando Jesus indicou que deveriam também ser batizados com um batismo simbólico semelhante ao dele, um batismo na morte. (Mar. 10:39) Assim, o batismo em Jesus Cristo e na sua morte é algo diferente do batismo em água. Paulo expressou-se em sua carta à congregação cristã em Roma, dizendo: “Não sabeis que todos nós, os que fomos batizados em Cristo Jesus, fomos batizados na sua morte?” — Rom. 6:3.

BATIZADOS COM O OBJETIVO DE SEREM MORTOS

O trecho de 1 Coríntios 15:29 é traduzido de forma variada pelos tradutores: “Por que se batizam eles então pelos mortos?” (Almeida, rev. e corr.); “porque, então, se fazem batizar por eles [os mortos]?” (Novo Testamento, Taizé, Ed. Loyola); “a favor dos mortos?” (New English Bible) Alguns argúem que Paulo se referia ao costume de batismo substituitivo, isto é, batizar substitutos vivos em lugar dos que morreram sem ser batizados. A existência de tal prática quer por parte dos cristãos quer de apóstatas, nos dias de Paulo, não pode ser comprovada, nem estaria de acordo com as exigências bíblicas de crença, fé e decisão pessoais por parte do indivíduo. O versículo todo reza, na Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas: “Senão, que farão os que estão sendo batizados com o objetivo de serem mortos? Se os mortos absolutamente não hão de ser levantados, por que estão sendo também batizados com o objetivo de serem tais?” As palavras de Paulo que seguem a tal declaração podem lançar luz sobre o assunto. Ele prossegue dizendo que ele e seus companheiros estavam em perigo a toda hora, e que ele mesmo encarava diariamente a morte. (1 Cor. 15:30, 31) De novo, isto traz à mente as declarações de Paulo em Romanos 6:3-5 e Filipenses 3:10, 11, quando indica que se submetia a uma morte semelhante à de Cristo, sendo sepultado mediante o batismo em sua morte, com a esperança duma ressurreição como a dele.

BATISMO COM FOGO

João Batista, quando muitos fariseus e saduceus vieram receber seu batismo, chamou-os de “descendência de víboras”. Ele falou do Vindouro e disse: “Este vos batizará com espírito santo e com fogo.” (Mat. 3:7, 11; Luc. 3:16) O batismo com espírito santo ocorreu conforme já foi descrito antes. O batismo fogoso não poderia ser, como alguns afirmam, as línguas de fogo em Pentecostes, pois os discípulos ali não foram imersos no fogo. (Atos 2:3) João disse a seus ouvintes que haveria uma divisão, haveria um ajuntamento do trigo, depois do que a palha seria queimada com um fogo que não podia ser extinguido. (Mat. 3:12) Ele indicou que o fogo seria, não uma bênção ou uma recompensa, mas porque ‘a árvore não produziu fruto excelente’. — Mat. 3:10; Luc. 3:9.

Usando o fogo como símbolo de destruição, Jesus predisse a execução dos iníquos que ocorreria durante sua segunda presença, afirmando: “No dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxofre, e destruiu a todos. Do mesmo modo será naquele dia em que o Filho do homem há de ser revelado.” (Luc. 17:29, 30; Mat. 13:49, 50) Outros casos de o fogo representar, não uma força salvadora, mas uma força destruidora, são encontrados em 2 Tessalonicenses 1:8; Judas 7 e 2 Pedro 3:7, 10.

BEBEDICE. A condição de ficar embriagado devido à ingestão excessiva de bebidas alcoólicas. Um bêbedo é uma pessoa que habitualmente toma demais uma bebida forte a ponto de ficar embriagado.

As bebidas inebriantes das antigas terras bíblicas incluíam o vinho feito de uvas (Deut. 32:14), e bebidas alcoólicas preparadas de outras frutas, tais como a romã (Cân. 8:2), ou de cereais. (Isa. 1:22) O uso moderado do vinho e de outras bebidas fortes é aceitável a Jeová, que provê “vinho que alegra o coração do homem mortal”. — Sal. 104:14, 15.

CONDENADA NA BÍBLIA

A ingestão de bebida forte ao ponto de embriaguez é fortemente censurada na Bíblia. O sábio escritor de Provérbios pinta um quadro vívido e cientificamente exato dos efeitos das bebidas alcoólicas tomadas em excesso. Ele avisa: “Quem tem ais? Quem tem apreensão? Quem tem contendas? Quem tem preocupação? Quem tem ferimentos sem razão alguma? Quem tem embaciamento dos olhos? Os que ficam muito tempo com o vinho, os que entram para descobrir vinho misturado. Não olhes para o vinho quando apresenta uma cor vermelha, quando está cintilando no copo [quando o vinho de qualquer cor faz com que a pessoa veja o vermelho; quando tudo lhe parece vermelho], quando escorre suavemente [quando desce suavemente pela garganta]. No seu fim morde igual a uma serpente, e segrega veneno igual a uma víbora [pode deixar uma pessoa fisicamente doente (por exemplo, provocando cirrose hepática) e mentalmente doente (causando o “delirium tremens” ou delírio alcoólico) e pode realmente matar]. Teus próprios olhos verão coisas estranhas [o álcool atua sobre os centros de controle do cérebro, reprimindo-os; atitudes normalmente reprimidas vêm a lume; surgem alucinações; lapsos de memória são preenchidos por meio de a pessoa contar experiências fantásticas de modo mui plausível; a pessoa demonstra um comportamento desinibido] e teu próprio coração falará coisas perversas [os maus motivos assumirão o controle; compare com Oséias 4:11].”

A experiência pessoal do bêbedo é descrita à medida que o escritor prossegue: “E hás de tornar-te como quem se deita no coração do mar [sentindo a confusão de alguém que se afoga; passando finalmente à perda dos sentidos], sim, como quem se deita no topo de um mastro [assim como o balançar dum navio é o máximo neste ponto, a vida do bêbedo corre perigo de sofrer um acidente, um golpe, uma briga, etc.]. ‘Golpearam-me, mas não adoeci; surraram-me, mas eu não o sabia [afirma o bêbedo, como que falando sozinho; era insensível ao que realmente se passava e ao castigo que tal experiência lhe infligiu]. Quando é que acordarei? Eu o procurarei ainda mais [tem então de dormir até passar os efeitos de ter bebido demais, mas está escravizado à bebida e aguarda a oportunidade de beber mais quando puder].’” Ele se tornará pobre, por gastar quantias excessivas com bebidas alcoólicas e também por se tornar incapacitado para o trabalho e se tornar indigno de confiança. — Pro. 23:20, 21, 29-35.

PROIBIDA NA CONGREGAÇÃO CRISTÃ

O ébrio tende a ser turbulento ou rude, a fazer barulho sem restrições e a agir de modo ridículo, o que lhe trará vitupério. (Pro. 20:1; Sal. 107:27; Isa. 19:14) Por conseguinte, a prática da bebedice não deve ser tolerada na congregação cristã. A atitude de Deus para com a bebedice é revelada em sua lei dada a Israel. Um filho obstinado e rebelde, que fosse glutão e beberrão, devia ser apedrejado até a morte. (Deut. 21:18-21) Similarmente, a Bíblia ordena que os beberrões impenitentes ou habituais sejam expulsos da congregação cristã. (1 Cor. 5:11-13) As “obras da carne” incluem “bebedeiras, festanças”, coisas que as nações, em geral, praticam. O cristão, tendo-se purificado de tais práticas, mas voltando posteriormente a elas, seria impedido de entrar no reino de Deus. (1 Cor. 6:9-11) Ele deve parar de gastar seu tempo praticando a vontade das nações, por empenhar-se em seus excessos com vinho e em suas competições com bebidas. (1 Ped. 4:3) Ele deve devotar-se a produzir os frutos do espírito de Deus. — Gál. 5:19-24.

A moderação e a mente sã, portanto, acham-se entre os requisitos para os superintendentes cristãos (1 Tim. 3:1-3, Tito 1:7); os servos ministeriais (1 Tim. 3:8); os homens e as mulheres idosos (Tito 2:2, 3); os homens e as mulheres jovens (Tito 2:4-8); os filhos (especialmente os dos superintendentes). — Tito 1:6.

Ao considerar a refeição noturna do Senhor, o apóstolo Paulo repreendeu os cristãos coríntios, alguns dos quais faziam sua própria refeição noturna de antemão, no local de reuniões da congregação, “de modo que um está com fome, mas outro está inebriado”. Eles evidentemente consideravam a refeição noturna do Senhor como uma ocasião para comerem e beberem para satisfazer a si mesmos. (1 Cor. 11:20-22) Conforme mostrado na Lei, não é apropriado entregar-se às bebidas alcoólicas pouco antes de empenhar-se num ofício religioso. Ordenou-se aos sacerdotes de Israel que não deviam beber nenhum vinho nem bebida inebriante quando se empenhavam em seus deveres oficiais, senão morreriam. — Lev. 10:8-11.

REGISTRO DE CERTOS CASOS FOI PRESERVADO COM CERTO OBJETIVO

Vários casos de bebedice são mencionados na Bíblia, isto quando tais incidentes lançam luz sobre algum assunto importante. Assim, relata-se que, depois do dilúvio, Noé plantou um vinhedo, “começou a beber do vinho e ficou embriagado”. Este acontecimento acha-se registrado nas Escrituras para mostrar como a maldição de Noé sobre Canaã veio a ser proferida. (Gên. 9:20-27) Em outro caso, em duas noites diferentes, as duas filhas de Ló lhe deram tanto vinho que ele ficou bêbedo, e elas tiveram relações sexuais com ele. (Gên. 19:30-38) Este relato nos esclarece a origem das nações de Moabe e Amom e seu relacionamento com Israel. Ló estava, pelo que parece, bastante bêbedo para perder o controle de seu bom senso, mas não estava “bêbedo de cair morto”, isto é, não estava bêbedo demais a ponto de não poder ter relações sexuais. (Algumas antigas autoridades judaicas afirmam que o texto hebraico original reza, nos Gên. 19 versículos 33 e 35: “ele sabia quando ela se levantou”.) Visto que a Palavra de Deus condena tão fortemente a bebedice, podemos estar seguros de que estes homens justos não tinham por hábito beber em excesso, não eram bêbedos. Mas a candura da Bíblia é ilustrada nisso, não ocultando a verdade quando relata eventos que envolveram personagens da Bíblia, para nosso esclarecimento. Alguns outros casos de bebedice são registrados em 1 Samuel 25:36-38; 2 Samuel 11:13; 1 Reis 20:15-21.

BEEMOTE. A denominação “Beemote”, que aparece em Jó 40:15, tem sido considerada, de forma variada, como (1) um derivado duma palavra egípcia para “búfalo-da-índia”, (2) uma palavra, possivelmente de origem assíria, que significa “monstro” e (3) um plural intensificado da palavra hebraica behemáh (fera, ou animal selvagem) que se entende que denota “grande” ou “enorme animal”. Na Versão Septuaginta, a palavra grega thería (feras, ou animais selvagens) traduz o hebraico behemóhth. (Jó 40:10, versão de Bagster) Evidentemente, porém, tem-se presente um único animal, conforme indicado pelo fato de que a descrição fornecida do beemote não é a de várias criaturas, mas de somente uma, geralmente considerada como sendo o hipopótamo. Com efeito, várias traduções da Bíblia (veja Almeida, atual.; Centro Bíblico Católico, margem, verso 10; Pontifício Instituto Bíblico) usam a palavra “hipopótamo” no texto principal, ou em notas marginais, a fim de identificar a criatura referida por Deus.

O hipopótamo é um mamífero enorme, de couro grosso, quase sem pêlos, que freqüenta os rios, os lagos e os pântanos. Alimenta-se de plantas aquáticas macias, de grama, caniços e arbustos, ingerindo todo dia mais de 90 quilos de plantas verdes em seu estômago com capacidade entre 150 a 190 litros.

Houve época em que o hipopótamo era encontrado na maioria dos grandes lagos e rios da África, mas, como resultado das caçadas feitas pelo homem, desapareceu de muitas regiões, e diz-se ser desconhecido ao N da catarata em Cartum, Sudão. Nos tempos antigos, o hipopótamo bem que pode ter freqüentado o Jordão. Com efeito, relata-se que defesas e ossos desta criatura já foram encontrados em várias partes da Palestina.

A descrição no quadragésimo capítulo do livro de Jó oferece um quadro vívido deste enorme mamífero, o beemote. É descrito precisamente como herbívoro. (V. Jó 40:15) Daí, as fontes de sua tremenda força e energia são comentadas como estando nas ancas, e nos tendões de seu ventre, isto é, os músculos das costas e os do seu ventre. (V. Jó 40:16) A cauda do beemote é como um cedro. Visto que sua cauda é relativamente curta, medindo cerca de uns 45 a 50 cm, é provável que se entenda isto como significando que tal animal pode erguer rigidamente sua cauda grossa, ou girá-la de uma parte para a outra como uma árvore. “Os tendões de suas coxas estão entrelaçados”, de modo que a fibra e os tendões dos músculos de suas coxas são contorcidos juntos e trançados como fortes cabos. (V. Jó 40:17) Os ossos de suas pernas são tão fortes quanto “tubos de cobre”, assim podendo suportar o forte peso do corpo. Os ossos e as costelas dele são como barras de ferro forjado. (V. Jó 40:18) O imenso consumo de alimentos por parte do beemote recebe uma alusão (V. Jó 40:20) e menciona-se sua descontração sob os lódãos espinhosos, ou o esconder-se num lugar pantanoso, sob a sombra dos choupos. (Vs. Jó 40:21, 22) Mesmo quando um rio cobre suas margens, esta criatura não entra em pânico, pois ainda pode manter sua cabeça acima do nível da água e nadar contra a força do dilúvio. (V. Jó 40:23) Visto que o beemote se acha dotado tão poderosa e formidavelmente de mandíbulas e dentes, será que um homem teria a audácia de confrontar tal monstro diante dos olhos dele e tentar furar-lhe o nariz com um gancho? — V. Jó 40:24.

BEIJO. Nos tempos bíblicos, o ato de beijar, ou de alguém tocar com seus lábios os lábios de outrem (Pro. 24:26), a bochecha de outra pessoa, ou, em caso excecional, até mesmo seus pés (Luc. 7:37, 38, 44, 45), servia como sinal de afeto ou de respeito. Beijar era comum, não só entre parentes masculinos e femininos (Gên. 29:11; 31:28), mas também entre parentes masculinos. (Gên. 27:26, 27; 45:15; Êxo. 18:7; 2 Sam. 14:33) Era, semelhantemente, um gesto de afeição entre amigos achegados. — 1 Sam. 20:41, 42; 2 Sam. 19:39.

Beijar podia acompanhar uma bênção. (Gên. 31:55) O idoso Israel ou Jacó beijou e abraçou os filhos de José, Efraim e Manassés, antes de abençoar a seu pai e a eles. (Gên. 48:8-20) Quando o patriarca mais tarde acabou de dar ordens a seus doze filhos, ele expirou, e “José lançou-se então sobre a face de seu pai e rompeu em pranto sobre ele, e beijou-o.” (Gên. 49:33 a 50:1) Samuel beijou Saul quando o ungia como o primeiro rei de Israel. — 1 Sam. 10:1.

Uma saudação afetuosa incluía beijos, talvez acompanhados de choro e abraços. (Gên. 33:4) O pai do filho pródigo, que voltou, da ilustração de Jesus Cristo, lançou-se sobre o pescoço do filho e o “beijou ternamente”. (Luc. 15:10) Beijar também acompanhava uma despedida mui amorosa. (Gên. 31:55; Rute 1:9, 14) Quando o apóstolo Paulo estava prestes a partir de Mileto, os anciãos da congregação de Éfeso ficaram tão comovidos que choraram e “lançaram-se sobre o pescoço de Paulo e o beijaram ternamente”. — Atos 20:17, 37.

A Bíblia faz breve referência a beijos ligados ao amor entre os sexos. (Cân. 1:2; 8:1) Ao dar conselhos para a pessoa se guardar dos artifícios duma mulher iníqua, o livro de Provérbios avisa sobre o beijo sedutor duma prostituta. — Pro. 7:13.

Os beijos poderiam ser fingidos. Absalão, que astutamente buscava o poder, beijava os homens que se aproximavam para curvar-se diante dele. (2 Sam. 15:5, 6) O beijo traiçoeiro de Joabe significou a morte do insuspeitoso Amasa. (2 Sam. 20:9, 10) Também, foi com um beijo enganoso que Judas Iscariotes traiu Jesus Cristo. — Mat. 26:48, 49; Mar. 14:44, 45.

ADORAÇÃO FALSA

Beijar, como ato de adoração para com os deuses falsos, foi proibido por Jeová, que menciona 7.000 homens que não curvaram o joelho a Baal, nem o beijaram. (1 Reis 19:18) Efraim foi repreendido por fazer ídolos e dizer: “Que os sacrificadores que são homens beijem meros bezerros.” (Osé. 13:1-3) Os gregos e os romanos tinham por prática jogar um beijo com a mão para seus ídolos, se estes estavam inacessíveis, e, deste modo, também saudavam o sol nascente. Jó 31:27 talvez aluda a uma prática idólatra similar.

O “BEIJO SANTO”

Entre os primitivos cristãos havia o “beijo santo” (Rom. 16:16; 1 Cor. 16:20; 2 Cor. 13:12; 1 Tes. 5:26), ou “beijo de amor” (1 Ped. 5:14), possivelmente dado a indivíduos do mesmo sexo. Esta forma cristã primitiva de saudação talvez corresponda à antiga prática hebraica de as pessoas se saudarem com um beijo. Embora as Escrituras não forneçam quaisquer pormenores, o “beijo santo” ou “beijo de amor” evidentemente refletia o amor e a união saudáveis que prevaleciam na congregação cristã. — João 13:34, 35.

USO FIGURADO

Beijar, como representando uma demonstração de respeito e de devoção, é mencionado no conselho inspirado de “servi a Jeová com temor” e de “beijai ao filho, para que Ele não se ire e não pereçais no caminho”. (Sal. 2:11, 12) As pessoas que acatam de forma favorável e que se submetem ao rei e ao reino de Deus obterão grandes bênçãos quando se puder dizer: “Justiça e paz — elas se beijaram”, porque a conexão entre as duas será tão evidente a todos como é a íntima associação de amigos mui afeiçoados. — Sal. 85:10.

    Publicações em Português (1950-2026)
    Sair
    Login
    • Português (Brasil)
    • Compartilhar
    • Preferências
    • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
    • Termos de Uso
    • Política de Privacidade
    • Configurações de Privacidade
    • JW.ORG
    • Login
    Compartilhar