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  • Um exame mais de perto
  • Despertai! — 1982
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Despertai! — 1982
g82 8/8 pp. 4-6

Um exame mais de perto

TEM o espírito santo operado no movimento carismático? Os carismáticos precisam avaliar que cada indivíduo desejará ter certeza disso, especialmente porque na Palavra de Deus se instrui aos cristãos: “Meus queridos amigos, não acreditem em todos os que dizem que têm o Espírito de Deus. Experimentem estas pessoas para saber se o espírito que elas têm vem mesmo de Deus.” — 1 João 4:1, A Bíblia na Linguagem de Hoje.

Naturalmente, os carismáticos sinceros acham que as coisas pelas quais passam atestam a favor da operação do espírito santo entre os crentes, reproduzindo aquilo que esse fez com os cristãos no primeiro século. Por outro lado, os não envolvidos esperariam ver no movimento carismático a repetição também de outras evidências da operação do espírito santo no primeiro século.

União Verdadeira?

Por exemplo, o que dizer a respeito da união alcançada? Quão real é esta? A verdade é que os carismáticos usualmente têm permanecido membros da igreja, qualquer que seja ela, com a qual se associavam antes de sua experiência. Para os observadores, porém, isto levanta sérias questões.

Para ilustrar: Será que um pentecostal devoto crê realmente que um presbiteriano carismático que fuma tabaco esteja realmente salvo? Será que um batista carismático crê honestamente que uma anterior aspersão católica ou episcopal subitamente constitui um batismo cristão válido só porque a pessoa se tornou carismática? Será que um luterano carismático agora concordará genuinamente com um carismático católico que os sacerdotes católico-romanos realmente transformam o pão e o vinho no corpo e no sangue de Cristo ao celebrarem a missa? A lista de tais diferenças poderia ser bem maior.

Deveriam essas barreiras divisórias ter qualquer importância? Certamente tinham para os cristãos do primeiro século. O apóstolo Paulo escreveu sob inspiração do espírito santo: “Que todos estejais de pleno acordo e que não haja entre vós divisões. Vivei em boa harmonia, no mesmo espírito, e no mesmo sentimento.” (1 Coríntios 1:10, Centro Bíblico Católico) A desunião, obviamente, não era apropriada para aqueles verdadeiros cristãos. O espírito santo não operava dessa maneira, naquele tempo. Antes, unificou os cristãos por superar anteriores diferenças. A deles era uma união sólida de doutrina, prática e organização e não uma união frouxa baseada numa experiência emocional comum.

Alguns dentre o movimento carismático admitem existir a desunião. Christianity Today publicou: “Alguns líderes disseram que a união que os carismáticos conseguiram até agora tem sido em base emocional. Existem sérias diferenças doutrinais e estas têm sido desconsideradas com muita facilidade, apresentando assim uma ameaça a futuros esforços de união.”

Crise de Liderança

Alguns líderes do movimento de reavivamento carismático se tornaram bem conhecidos. Mas, com o tempo, suas formações diferentes deram origem a opiniões diferentes quanto a como conduzir os assuntos. Ficaram divididos quanto à direção e à liderança.

Reconhecendo a séria ameaça que tais divisões representavam para o reavivamento carismático, os preocupados com isso convocaram uma espécie de reunião de cúpula de líderes. Foi realizada em Dallas, Texas, E.U.A., em 1980. O orador que abriu a reunião disse francamente: “Estamos aqui para admitir o escândalo de nossa divisão.”

Mas, foi ela sanada? Não. Uma facção defendia o desenvolvimento por meio de grupos liderados por um ancião ou um instrutor que zelasse por seus discípulos. Os opositores alegaram que “os anciãos assumem um controle antibíblico sobre a vida dos outros, mesmo a ponto de usurpar a autoridade de Cristo”. Certo líder acusou outro de “roubar ovelhas”, acrescentando: “Eles não estão transformando pecadores em discípulos de Cristo; eles estão transformando membros de outras igrejas em discípulos de si mesmos.” Obviamente, as divisões persistem. — Christianity Today, 4 de abril de 1980.

O colapso da união deve estar ligado a uma causa real. Essa causa é atribuível à rejeição da autoridade da Bíblia.

O Livro de União É Rejeitado

Se for carismático, você talvez ache sinceramente que os líderes carismáticos jamais rejeitariam a Bíblia. Mas, lembre-se, um dos “dons” reivindicados pelo movimento é o de profecia. Crê-se que a palavra escrita “deve sempre ser subserviente à autoridade da palavra viva, ‘dinâmica’”, tornada conhecida pelo profetizar, diz o livro The New Charismatics (Os Novos Carismáticos). Conforme se expressou certo carismático: “O Espírito, como o Deus vivente, move-se através e além dos registros do testemunho no passado.”

Contudo, o apóstolo Paulo disse: “Mesmo que nós ou um anjo do céu vos declarássemos como boas novas algo além [“diferente” (CBC)] daquilo que vos declaramos como boas novas, seja amaldiçoado.” (Gálatas 1:8) Então, se um apóstolo ou um anjo não deve ir além das boas novas registradas na Bíblia, estará alguma personalidade carismática atual autorizada a fazer isso?

A autora e carismática Catherine Marshall diz que “nem toda a verdade e a instrução que Cristo tem a nos dar estão contidas no cânon do Velho e do Novo Testamento”. A própria Bíblia, porém, diz: “Porque toda a Escritura Sagrada é inspirada por Deus e útil para ensinar a verdade, repreender o erro, corrigir as faltas, e ensinar a maneira certa de viver. E isso para que o servo de Deus esteja completamente preparado e pronto para fazer toda espécie de bom trabalho.” (2 Timóteo 3:16, 17; BLH) Visto que este é o papel da Bíblia, por que minimizar seu conteúdo?

De início pode parecer bastante inocente que alguém ponha sua experiência pessoal acima da própria Bíblia. Mas, percebe a que isto pode conduzir? Lembre-se de que na Guiana o líder da tragédia de Jonestown pôs de lado a Bíblia e incutiu em seus seguidores a necessidade de ouvirem a ele e a suas ‘revelações da parte de Deus’. Ele os convencera de que deveriam confiar mais na sua “experiência” com ele do que na Palavra escrita de Deus. Percebe o perigo que advém de tal atitude — quão vulnerável a pessoa se torna? Sem a Bíblia qual guia, que proteção haveria contra a influência da histeria coletiva ou a manipulação das massas?

Ao passo que a pessoa não deve tratar com desprezo o profetizar, ela também é instruída a ‘certificar-se de todas as coisas; apegar-se ao que é excelente’. (1 Tessalonicenses 5:20, 21) Daí a razão da ordem “ponde a prova os espíritos, para ver se vêm de Deus”, em 1 João 4:1. (Pontifício Instituto Bíblico) Este mesmo texto acautela: “Nem todos os espíritos proféticos, irmãos, merecem sua confiança.” (Knox, em inglês) Obviamente nem todos procedem de Deus. Alguns procedem de Satanás, o Diabo.

Como pode a pessoa, então, distinguir entre um espírito e outro? Sua própria experiência não é suficiente para ‘se certificar’. E, certamente, nenhuma Revelação atual feita pelo espírito de Deus iria contradizer as revelações feitas pelo mesmo espírito a Jesus, a seus discípulos e aos escritores bíblicos.

Os carismáticos esperam que as suas diferenças sejam eventualmente resolvidas. Mas, certo pastor admitiu: “O movimento carismático como um todo é doutrinalmente imprevisível.” A razão óbvia para a persistente divisão é que muitos carismáticos não reconhecem a Bíblia qual autoridade final sobre ensino. Assim, a substituição pela experiência pessoal significará que a genuína união jamais será alcançada.

Pessoas que ponderam, dentro e fora do movimento, agora se perguntam: Reflete o movimento carismático realmente o espírito santo de Deus em operação? E para onde caminha o movimento?

[Destaque na página 5]

De início pode parecer bastante inocente que alguém ponha sua experiência pessoal acima da própria Bíblia. Mas, percebe a que isto pode conduzir?

[Destaque na página 6]

Como pode a pessoa distinguir entre um espírito e outro? Sua própria experiência não é suficiente para ‘se certificar’.

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