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  • g86 22/9 pp. 12-13
  • Não é um divertimento inofensivo pregar peças nos outros?

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  • Não é um divertimento inofensivo pregar peças nos outros?
  • Despertai! — 1986
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Despertai! — 1986
g86 22/9 pp. 12-13

Os Jovens Perguntam . . .

Não é um divertimento inofensivo pregar peças nos outros?

ERA apenas uma brincadeira. Os rapazes responsáveis por ela ficaram curvados de tanto rir. Amarraram alguns tambores de óleo, colocaram alhetas numa das pontas, e pintaram o negócio todo de branco. Do lado, puseram as letras “C.C.C.P.”, as iniciais do alfabeto cirílico correspondentes à União Soviética. Colocaram isto perto da casa dum senhor chamado Ted. Na manhã seguinte, em estado de choque, ele chamou a polícia, comunicando que um míssil soviético tinha caído perto de sua casa. Mas, enquanto falava de modo excitado com um dos policiais que vieram investigar o assunto, a brincadeira tornou-se amarga. Ted teve um colapso e foi hospitalizado em condições críticas.

Na verdade, nem toda peça que se pregue nos outros resultará em a pessoa ser hospitalizada, mas imagine só como se sentiria se fosse responsável por tal infortúnio — só por querer divertir-se um pouco. Pregar peças nos outros é algo popular entre muitos jovens, que, na maior parte, não vêem nenhum mal nisso, e consideram-no bastante divertido. Mas, é realmente?

“Como um Demente”

O livro bíblico de Provérbios foi escrito “para se dar argúcia aos inexperientes, conhecimento e raciocínio ao moço”. (Provérbios 1:1-4) Seus dizeres sábios incluem a seguinte passagem, que trata de pregar peças nos outros: “Igual a um louco que atira projéteis ardentes, flechas e morte, assim é o homem que logrou seu próximo e que disse: ‘Não me diverti?’” (Provérbios 26:18, 19) A palavra “louco” se refere a alguém que é insano. “Como um demente”, é como reza a Bíblia Vozes.

Imagine os danos causados à vida e à propriedade por parte duma pessoa mentalmente perturbada que atire flechas — algumas até com pontas ardentes! “Um demente” talvez não discirna plenamente a seriedade de suas ações. Acha-se privado da razão. Similarmente, aqueles que ‘logram’ outros talvez não tencionem realmente causar-lhes dano. Isto, contudo, mal serve de consolo para os feridos, seja física, seja emocionalmente, por tais brincadeiras de mau gosto. Por que, então, alguns pregam tais peças nos outros?

O provérbio disse que a desculpa era: “Não me diverti?” Assim, geralmente alguém faz isso para divertir-se, para acabar com o tédio, ou para captar a atenção de outros. Também, de acordo com o livro Childstress (Stress Infantil), de Mary Susan Miller, pregar peças nos outros é alistado como uma das “Defesas Neuróticas” utilizadas por algumas crianças e adultos em resposta ao stress. Há ainda outros que pregam peças como retaliação por terem sido vítimas das brincadeiras pesadas de outros. Naturalmente, por dar prosseguimento ao ciclo de tolices, o jovem simplesmente se rebaixa ao nível do instigador. O passo esperto é recusar-se a pregar peças nos outros.

Como Parar com Isso

Pergunte a si mesmo: “Será que eu gostaria que alguém fizesse isso comigo?” Jesus disse: “Todas as coisas, portanto, que quereis que os homens vos façam, vós também tendes de fazer do mesmo modo a eles.” (Mateus 7:12) A Bíblia incentiva a empatia e as ternas compaixões, e desencoraja retribuir-se dano com dano. (1 Pedro 3:8, 9) Cultivar tais qualidades bondosas não só o impedirá de pregar peças nos outros, mas também o fará ser querido pelos outros. O pregador de peças talvez provoque boas risadas, mas você granjeará os amigos.

Também, é preciso cuidar do tipo de pessoas com as quais você se associa. “Não me sentei no meio do grupo íntimo dos que fazem pilhérias”, disse o profeta Jeremias. (Jeremias 15:17) É fácil ser influenciado pelos colegas. Evite os que gozam da reputação de pregar peças nos outros.

“Eu queria muitíssimo ser aceita pelo meu grupinho na escola, de modo que tivesse alguém com quem me divertir”, admitiu Débora, ao refletir sobre sua vida repleta de problemas, quando adolescente. Explicou por que fez algumas coisas bem tolas: “Porque eram divertidas. Tudo tinha de ser divertido. Não pensava sobre como isto influiria no meu futuro, ou que, certo dia, eu contemplaria o passado e pensaria nas feridas.” Tais palhaçadas constantes não a tornaram realmente feliz. Foi como Provérbios 14:13 disse que seria: “Mesmo no riso o coração talvez sinta dor.” Por fim, ela viu a tolice de seu proceder e decidiu viver segundo os princípios da Bíblia. A genuína felicidade que ela agora sente é muito superior às risadas passageiras resultantes das peças que ela pregava nos outros.

Assim, é um divertimento inofensivo pregar peças nos outros? A Bíblia, bem como incontáveis experiências tristes, respondem que não! Não deixe que tal ânsia de “divertimentos” o desvie de alcançar excelentes alvos na vida. “Um homem que se alegra com coisas sem valor mostra que é um tolo, porque os sábios se alegram em praticar a justiça.” — Provérbios 15:21, A Bíblia Viva.

[Foto na página 13]

O pregador de peças talvez provoque boas risadas, mas quem granjeará amigos?

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