De Nossos Leitores
Esperança Para os Doentes Mentais
Meus agradecimentos pelo artigo “Esperança Para os Doentes Mentais”. (8 de setembro de 1986) Há 6 anos sofro de esquizofrenia e não sabia, e cheguei a ser internada em hospícios, mas felizmente descobriram qual era o meu problema. Agora, sob medicamentos, sinto-me quase que normal, graças a Jeová. Antes de ler o artigo, meu conhecimento da esquizofrenia e de seus sintomas era limitado. Agora, contudo, com melhor entendimento desta doença, sinto-me muito feliz de saber que, apesar de ainda não existir cura, há meios de controlar a doença e que, muito em breve, Jeová, por meio de Cristo Jesus, porá fim a todas as doenças. Com toda essa valiosa informação, Despertai! enriquece nossa mente.
A. M. S., Mato Grosso do Sul, Brasil.
Sobre Gorjetas
Fiquei muitíssimo perturbado com seus artigos sobre dar gorjetas. (22 de junho de 1986) Sempre pensei que a gorjeta era opcional, caso o freguês achasse que o serviço prestado fora excepcional. Sentir que ela é exigida me faz não querer nunca mais comer fora. Os preços do cardápio deveriam incluir os serviços do garçom.
J. C., Estados Unidos.
A pessoa talvez ache que os preços cobrados pelos restaurantes, e os preços de outros serviços, deveriam incluir o custo pleno da mão-de-obra das pessoas que prestam tais serviços, mas isto geralmente não acontece. Garçons e garçonetes de restaurantes, e muitos que prestam outras formas de serviços, dependem de gorjetas como parte de seus salários, e amiúde pagam impostos sobre tais gorjetas, em alguns países, quer sejam recebidas, quer não. Espera-se que todos que recebem alguma forma de serviço paguem, naturalmente, por tais serviços, quer a importância esteja lançada na conta, quer seja costumeiramente paga como gorjeta separada. — RED.
Muito obrigado pelos artigos sobre dar gorjetas. Os artigos me ajudaram a avaliar os motivos, bem como a importância de fazer isso, não só neste país, mas também em outros. Tais artigos modificaram meu conceito sobre dar gorjetas.
E. B. M., Estados Unidos.
Incentivo ao Estupro?
Em “Observando o Mundo” (22 de julho de 1986) os senhores se referiram a um juiz que deixou um estuprador em liberdade condicional por considerar que, ao violar uma moça, ele mostrava uma “reação normal” para com a roupa sugestiva e as ações dela. Talvez o juiz não atinasse que o homicídio também é uma reação normal da parte de quem está sendo violada, e será que ele seria tão leniente se a mulher que estava sendo violada matasse o estuprador?
E. B., Estados Unidos.
O item em “Observando o Mundo” sugeria que as mulheres incentivam o estupro e que os senhores concordam com isso. Afirmar que as mulheres incentivam o estupro por causa de sua roupa e de suas ações é o mesmo que dizer que alguém deixou outrem com tanta raiva que este teve de matá-lo. Obviamente isto é ridículo!
J. D., Estados Unidos.
Positivamente não concordamos que o estupro seja uma reação normal para com a conduta sugestiva duma mulher, assim como qualquer outro ato de violência não é uma reação normal diante de certa situação. Nem concordamos que se permita que tal justificativa, de que a mulher, por sua roupa ou suas ações, “incentivou o estupro”, seja usada como defesa dum violador sexual. Mas cremos deveras que as roupas, o modo de falar e de agir com modéstia por parte de uma mulher podem muitas vezes agir como proteção para ela. O homem que continuamente mostra um grande maço de notas de Cz$ 50,00 atrairá a atenção de assaltantes, e um homem que provoca a ira de outros ceifará violência. Também a mulher que chama indevidamente a atenção para si por suas roupas sugestivas, por sua linguagem ou ações insinuantes, tem maior probabilidade de tornar-se vítima da violência sexual do que aquela que se veste e age modestamente. — RED.