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  • Os extraterrestres — o sonho bem antigo

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  • Os extraterrestres — o sonho bem antigo
  • Despertai! — 1990
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Despertai! — 1990
g90 8/4 pp. 4-5

Os extraterrestres — o sonho bem antigo

NÃO foram os modernos escritores de ficção científica que inventaram a idéia de extraterrestres. Há cerca de 23 séculos, um filósofo grego chamado Metrodoro ensinava que um universo que contivesse apenas um mundo habitado seria tão improvável como um grande campo que produzisse apenas uma espiga de milho. Lucrécio, poeta romano do primeiro século AEC, escreveu que “em outras partes do espaço existem outras Terras e várias raças de homens”.

Este ensino, chamado de pluralidade de mundos, esteve no desfavor da cristandade durante muitos séculos. Mas, desde cerca de 1700 até a parte inicial do nosso próprio século, a maioria das pessoas bem instruídas, inclusive alguns dos maiores cientistas da História, acreditavam firmemente na vida em outros mundos. Com efeito, um educador de meados dos anos 1800 foi amplamente atacado quando ousou escrever um documento negando tal doutrina.

As pessoas pareciam ansiosas de acreditar em extraterrestres, mesmo com base na mais tênue das evidências. Em 1835, um repórter de jornal escreveu que os astrônomos tinham descoberto vida na lua. Escreveu que animais estranhos, plantas exóticas e até mesmo criaturinhas com asas, que pairavam no ar e gesticulavam visivelmente, foram vistos através dum telescópio! A circulação desse jornal aumentou tremendamente. Muitos continuaram a crer nessa lenda, mesmo depois de ela ter sido exposta como fraude.

Os cientistas também se mostravam otimistas. Em fins dos anos 1800, o astrônomo Percival Lowell estava convicto de que conseguira ver um complexo sistema de canais na superfície do planeta Marte. Ele os mapeou em pormenores e escreveu vários livros sobre a civilização que os havia construído. Na França, a Academia de Ciências estava tão segura de que havia vida em Marte que ofereceu uma recompensa à primeira pessoa que se comunicasse com quaisquer extraterrestres que não fossem marcianos.

Alguns propuseram projetos exóticos de comunicação com seres em mundos próximos, que iam de acender enormes fogueiras no deserto do Saara às plantações de florestas com desenhos geométricos por toda a Sibéria. Em 1899, um inventor americano erigiu um mastro encimado por uma bola de cobre, e emitiu poderosos impulsos elétricos através dele para enviar sinais aos marcianos. Os cabelos das pessoas ficaram eriçados, e as luzes brilharam por uns 50 quilômetros ao redor, mas não houve nenhuma resposta de Marte.

Cheios de Esperança

Ao passo que a tecnologia que respalda a pesquisa atual em busca de vida em outros mundos talvez seja nova, uma coisa permanece inalterada: Os cientistas ainda estão confiantes de que a humanidade não está só no cosmo. Como o astrônomo Otto Wöhrbach escreveu no jornal alemão Nürnberger Nachrichten: “Dificilmente existe um cientista naturalista que não diria sim, se lhe perguntassem se existe vida extraterrestre.” Gene Bylinsky, autor de Life in Darwin’s Universe (A Vida no Universo de Darwin), expressou-se da seguinte forma: “Qualquer dia desses, se havemos de crer nos radioastrônomos, um sinal proveniente das estrelas reluzirá através do golfo inimaginável do espaço para pôr fim à nossa solidão cósmica.”

Por que alguns cientistas se sentem tão seguros de que existe vida em outros mundos? Seu otimismo começa com as estrelas. Existem tantas delas — bilhões em nossa galáxia. Daí começam as suposições. Por certo, muitas dessas estrelas devem também possuir planetas que giram em torno delas, e a vida deve ter-se desenvolvido em alguns destes mundos. Seguindo esta linha de raciocínio, alguns astrônomos especulam que existem algo em torno de milhares a milhões de civilizações aqui mesmo, em nossa própria galáxia!

Faz Diferença?

Que diferença faz se existe ou não vida além da que há na Terra? Bem, os cientistas acham que seja qual for a resposta, ela terá tremendo impacto sobre a família humana. Afirmam que saber que estamos sozinhos no universo ensinaria a humanidade a dar valor à vida aqui, em vista de sua condição ímpar. Por outro lado, um respeitado cientista arrazoa que civilizações alienígenas provavelmente estariam muitos milhões de anos mais adiantadas do que a nossa, e poderiam partilhar conosco a sua vastíssima sabedoria. Poderiam ensinar-nos a curar nossas doenças, a pôr fim à poluição, às guerras e à inanição. Poderiam até mostrar-nos como sobrepujar a própria morte!

O fim das doenças, da guerra e da morte — esse tipo de esperança significa muito para as pessoas, em nossos tempos atribulados. Sem dúvida, também significa para o leitor ou leitora. Provavelmente concordará, contudo, que é melhor não nutrir esperança alguma do que confiar numa esperança falsa. É mister que descubramos, então, se os cientistas têm uma base sólida ao asseverarem que o universo pulula de mundos povoados.

[Destaque na página 5]

Têm os cientistas uma base sólida ao asseverarem que o universo pulula de mundos povoados?

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