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  • A Oliveira – Literal e Espiritual

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  • A Oliveira – Literal e Espiritual
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w59 15/11 p. 699

A Oliveira — Literal e Espiritual

DENTRE todas as árvores mencionadas na Bíblia, pode-se dizer que a oliveira é de maior interesse. A primeira referência a ela é feita quando Noé identificou a folha trazida de volta por uma das suas pombas como sendo de oliveira. — Gên. 2:9; 8:11.

As folhas da oliveira crescem em pares e tem uma aparência esbranquiçada ou de cor cinza esverdeada. No tempo da floração, a oliveira esta sobrecarregada de milhões de flores, embora menos de 1 por cento delas resulte por fim em frutos. A oliveira é peculiar no sentido de ser tanto uma árvore de folhagem como uma sempre-verde. Atinge muitas vezes “enorme idade”, algumas delas vivendo século apos século. A oliveira tem “poderes quase inesgotáveis de regeneração, novos troncos surgindo das raízes quando os velhos troncos pereceram”. — Cyclopedia de McClintock e Strong.

De interesse especial é a peculiaridade da oliveira quanto à enxertia. Os ramos de oliveira silvestre, quando enxertados numa oliveira cultivada, produzem excelentes frutos. Com outras árvores dá-se exatamente o oposto, os ramos silvestres enxertados numa árvore cultivada produzem somente frutos silvestres. — Schaaf-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge.

Na Palestina, a oliveira sempre verde era muito apreciada por sua sombra e achava-se entre as árvores cujos ramos eram usados para fazer tabernáculos durante a festa dos tabernáculos. Seu fruto, a azeitona, era comido ou espremido por causa do seu óleo. Seu azeite era o alimento básico em tempos bíblicos, tendo a viúva Sarepta vivido só de farinha e de azeite. (1 Reis 17:8-16) O óleo servia também como medicamento, conforme mencionado tanto por Davi como por Jesus. (Sal. 23:5; Luc. 10:34) As lâmpadas no santo do tabernáculo e do templo eram abastecidas de óleo de oliveira. (Êxo. 27:20) Era também um dos ingredientes do óleo sagrado de unção. — Êxo. 30:24.

Davi, depois de falar do fim dos iníquos, exalta: “Mas quanto a mim, eu sou qual verde oliveira na casa de Deus; confio na benignidade de Deus para todo o sempre.” Um salmista desconhecido promete a “todo aquele que teme a Jehovah“ que “teus filhos [serão] como plantas de oliveira, à roda da tua mesa“. O profeta Oséias usou uma ilustração similar para predizer a prosperidade do Israel espiritual: “Extender-se-ão os seus ramos, e a sua formosura será como a oliveira.“ Tanto em Zacarias 4:3, 11-14, como em Apocalipse 11:4, os seguidores ungidos das pisadas de Cristo, que dão testemunho em toda a terra, são comparados a duas oliveiras. — Sal. 52:8; 128:1-3; Osé. 14:6.

O óleo de unção usado para ungir os reis e sumos sacerdotes de Israel, e que tinha diversos ingredientes, tendo por base o azeite de oliva, representa o espírito santo ou a força ativa de Deus com que se ungiram Jesus Cristo e os membros do seu corpo. Lemos também repetidas vêzes a respeito do ‘óleo de alegria ou regozijo’. — Isa. 61:3, Heb. 1:9; Atos 2:33; 10:38.

Talvez o uso mais familiar da oliveira como símbolo seja o feito por Paulo em Romanos 11:17-24 (Al). Ganha em força e significado em vista do precedente. Assim, Jeová Deus, ‘raiz e seiva da oliveira’, é certamente de “enorme idade” e tem ‘poderes inesgotáveis de regeneração’. Jesus Cristo, como tronco daquela Árvore, morreu certa vez, mas a Raiz fez que voltasse outra vez a vida. E assim como se dá com a literal oliveira brava — em contraste com outras árvores frutíferas — o enxerto dos ramos gentios de oliveira brava não tem por fim beneficiar a árvore, mas fazer que dê mais fruto aceitável a Jeová Deus, o que não poderiam fazer de outro modo.

Poder-se-iam fazer também analogias entre a utilidade da oliveira natural e da oliveira espiritual. Assim como a primeira fornece sombra natural agradável, assim também a última fornece sombra espiritual agradável. (Isa. 32:2) Assim como uma tornou possível a luz natural, assim a outra é luz espiritual. (Mat. 5:14) Assim como a primeira dá frutos naturais, assim a segunda dá frutos espirituais. (2 Ped. 1:8) E assim como a primeira torna possível a cura física, assim a outra torna possível a cura espiritual. — Tia. 5:14-16; Apo 22:2.

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