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  • Resistindo ao Envolvimento nos Interêsses Dêste Mundo
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1959
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1959
w59 15/12 pp. 750-755

Resistindo ao Envolvimento nos Interêsses Dêste Mundo

1. Que três obstáculos há à amizade com Deus?

CUIDAR primeiro dos interêsses do Reino exige mais do que apenas atos positivos de obediência. Exige também refrear-se do proceder errado. A Palavra de Deus torna claro que ter amizade com o mundo é ter inimizade com Deus. “Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo, constitua-se inimigo de Deus.” (Tia. 4:4) Isto significa que o cristão que está interessado em fazer a vontade divina tem de aprender a reconhecer os três obstáculos principais à amizade com Deus, e que precisa evitá-los. Estes são Satanás, o Diabo, e seus demônios, a imperfeição carnal do próprio homem e o mundo do qual Satanás é Deus. — 2 Cor.4:4; Efé. 6:12; Mat. 26:41.

2. Como resistiu Jesus ao desejo da carne, ao desejo dos olhos e à exibição ostentosa dos meios de vida?

2 O próprio Jesus reconheceu que “tudo o que há no mundo — o desejo da carne, e o desejo dos olhos, e a exibição ostentosa dos meios de vida da pessoa — não se origina do Pai, mas se origina do mundo”. (1 João 2:16, NM) Seu exemplo de resistência às tentações é um modêlo que devemos seguir. Depois de passar quarenta dias e noites no deserto, estudando a Palavra de Deus, êle foi tentado por Satanás para saciar os desejos da carne por um milagre a seu próprio favor, transformando as pedras do deserto em pão que pudesse comer. Jesus repeliu a Satanás por recorrer à Palavra de Deus, à base da qual êle deu ênfase à qualidade superior do alimento espiritual em comparação com o alimento para a carne. A seguir foi tentado no sentido de que se exibisse, cedendo assim aos desejos dos olhos, por se lançar do pináculo do templo. Quando Satanás torceu sutilmente as Escrituras ao sugerir que o poder de Deus o protegeria, êle replicou: “Não deves pôr Jeová, teu Deus, à prova.” Por fim, ofereceu-se a Jesus grande poder e o pôsto de governante dos governos dêste mundo, em troca dum ato de adoração perante Satanás. Mas, êle recusou deixar-se envolver nisso, dizendo: “Está escrito: ‘É a Jeová, teu Deus, que precisas adorar, e somente a êle precisas prestar serviço sagrado’. ” — Mat. 4:1-11, NM.

3. Que conselho é dado em Tiago 4:7 e como se vencem as barreiras?

3 Assim como Satanás se retirou temporáriamente de Jesus, por causa da atitude fiel dêste, assim se dá em nosso caso. “Sujeitae-vos, pois, a Deus; mas resisti ao Diabo, e ele fugirá de vós.” (Tia. 4:7) A maioria das pessoas tem problemas que são bastante sérios para elas, e a única maneira em que muitos sabem solucioná-los é ficar ainda mais envolvido nos interêsses dêste mundo. Se estas barreiras hão de ser vencidas e substituídas por um interêsse na única esperança verdadeira da humanidade, então é preciso libertar-se da forte influência que êste mundo tem sôbre os interêsses do homem.

4. De que se queixava Marta a Jesus, e quais foram as circunstâncias envolvidas?

4 Esta experiência de Jesus e o conselho que êle deu ilustram quão sutilmente os deveres corriqueiros da vida podem roubar-nos as oportunidades para o progresso espiritual e envolver-nos em pormenores desnecessários. “Indo eles de caminho, entrou Jesus num povoado. E uma mulher, chamada Marta, hospedou-o na sua casa. Tinha ela uma irmã, chamada Maria, e esta quedava-se assentada aos pés do Senhor a ouvir-lhe os ensinamentos. Marta agitava-se de um lado para outro, ocupada em muitos serviços. Então se aproximou de Jesus e disse: Senhor, não te importas que minha irmã tivesse deixado que eu fique a servir sozinha? Ordena-lhe, pois, que venha ajudar-me. Respondeu-lhe o Senhor: Marta! Marta! andas inquieta e te preocupas com muitas coisas. Entretanto, pouco é necessário, ou mesmo uma só coisa; Maria, pois, escolheu a boa parte e esta não lhe será tirada.” — Luc. 10:38-42, ARA.

5. (a) Em que respeito mostrou Marta falta de apreciação e de que modo escolheu Maria a parte melhor? (b) Como se pode seguir hoje o exemplo de Maria?

5 Segundo o costume de então, e mesmo o de agora em muitos lares, a hospitalidade de Marta impeliu-a a preparar uma refeição bastante elaborada para o seu distinto hóspede e a cuidar de muitos outros pormenores para fazer a estada dele no seu lar mais agradável e mais confortável. O resultado foi, porém, que ela, por causa da sincera atenção que dava a estes pormenores, deixou de tirar proveito pessoal da visita de Jesus. Jesus não a repreendeu pela sua hospitalidade. Nem disse ele a Marta que ela também devia assentar-se e não fazer absolutamente nada para as necessidades físicas deles. Note que ele disse: “Pouco é necessário, ou mesmo uma só coisa.” Sua admoestação a Marta foi que, visto aquele ser o lar dela e ela ter um hóspede, era correto que preparasse alguma comida para ele e para a sua família, mas não havia necessidade de preparativos elaborados para esta ocasião. Maria tinha por isso escolhido a parte melhor, porque ela reconheceu o valor da presença de Jesus. Se Marta tivesse tido a mesma apreciação, ela se teria contentado com preparar apenas as coisas essenciais, deixando os pormenores desnecessários para outra ocasião, quando não tivesse a oportunidade de ouvir as palavras de Jesus. A atitude de Maria, quanto a buscar informações sôbre o Reino, é um bom exemplo a ser seguido pelos que estão neste mundo espiritualmente faminto. Quando alguém visita um lar com informação espiritual nutritiva, os da casa fariam bem em deixar de lado, pelo menos por um momento, as coisas não-essenciais que podem ser feitas em outra ocasião, e em aproveitar-se de todo o benefício da visita daquele que representa o governo teocrático de Deus.

6. Que interesses egoístas devem ser evitados na prática da religião? Como avisou Jesus contra tais, e quando são corretos os interesses pessoais?

6 Não fazer isso, pode significar tornar-se como semente lançada entre espinhos. “Êste é o que ouve a palavra, mas as ansiedades deste sistema de coisas e o poder enganador da riqueza sufocam a palavra, e ele torna-se infrutífero.” (Mat. 13:22, NM) Por outro lado, os cristãos não devem praticar a sua religião simplesmente por lucro pessoal. Alguns dos que professam ser seguidores de Jesus Cristo tornam-se membros de uma determinada igreja por causa das vantagens que tiram disso. Outros creem que podem usar a sua religião para ganhar certa posição diante de Deus ou por outras vantagens pessoais. Tal interesse na religião é egoísta e deve ser evitado, assim como Jesus avisou aqueles a quem tinha alimentado milagrosamente com pães e peixes, quando estes o vieram procurar no dia seguinte. “Em verdade vos digo: Vós me buscais, não porque vistes sinais, mas porque comestes dos pães e vos fartastes. Trabalhai, não pelo alimento que perece, mas pelo alimento que permanece para a vida eterna, o qual o Filho do homem vos dará, pois foi neste que o Pai, sim, Deus, imprimiu seu selo de aprovação.” (João 6:26, 27, NM) Os interesses pessoais são necessários e próprios somente quando controlados e orientados para promover os interesses do reino de Deus.

7. Como pode causar sério dano o interesse mal orientado quanto à saúde? E a que situação pode levar os incautos?

7 O interesse pessoal na saúde, quando é mal orientado, pode acabar com o desejo de verdadeira cura espiritual. Se este interesse controlar de tal modo os pensamentos, que a pessoa se empenha nele com a exclusão da verdade da Palavra de Deus, então causa muito mais dano à pessoa do que a sua doença física. Por causa deste desejo de ter saúde, muitas pessoas deixam hoje de atender ao aviso de Jesus contra os que fazem grandes afirmações de ter poderes milagrosos: “Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então lhes direi explicitamente: Nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade.” (Mat. 7:22, 23, ARA) Estas palavras devem criar sérias dúvidas quanto aos que supostamente curam pela fé, e devem fazer que aquele que sinceramente busca a saúde avalie o seu próprio interesse pessoal em tais afirmações em comparação com a verdade da Palavra de Deus, antes de ficar irremediavelmente envolvido neste sutil e enganoso “desejo da carne”.

8. Como foi usado o dom milagroso da cura nos tempos bíblicos, e de que modo expõe isso os que supostamente curam pela fé, nos tempos modernos?

8 Um exame cuidadoso da Palavra de Deus revela que os atos de cura, nos tempos antigos, não foram aplicados aos que já estavam na congregação. Embora o apóstolo Paulo tivesse o dom de curar, ele disse a Timóteo: “Não bebas mais agua só, mas usa de um pouco de vinho por causa do teu estomago e das tuas frequentes indisposições.” (1 Tim. 5:23) Ele não realizou uma cura neste caso. Numa outra carta a Timóteo ele disse: “Quanto a Trófimo, deixei-o doente em Mileto.” (2 Tim. 4:20, ARA) Temos aqui novamente o seu testemunho de que ele não realizara uma cura milagrosa. Nem se dava isto apenas na congregação cristã. Como evidência de que tais curas eram realizadas como sinal para os de fora, mesmo antes dos dias de Jesus, note as seguintes palavras dele: “Havia também muitos leprosos em Israel no tempo do profeta Eliseu; e nenhum deles ficou limpo, senão Naaman, o sírio.” (Luc. 4:27) Outrossim, contrário ao costume geral prevalecente entre os “curandeiros” atuais, admoestou-se aos cristãos que não aceitassem dinheiro pelo exercício de seus dons milagrosos, Jesus disse aos seus discípulos, quando os enviou: “Curae os enfermos, resuscitae os mortos, limpai os leprosos, expeli os demonios; de graça recebestes, de graça dai.” — Mat. 10:8. Veja-se também o relato em 2 Reis 5:15-27.

9. Que revelou Paulo a respeito dos dons milagrosos do espírito e que conceito equilibrado deve o cristão ter em questões de saúde?

9 Uma vez atingido o objetivo de demonstrar o poder de Deus sôbre o seu representante, Jesus, e sôbre os seus discípulos, como os primeiros membros da congregação cristã, não havia mais necessidade destes dons milagrosos, e eles foram tirados. Foi disso que Paulo falou quando disse: “O amor jamais falha. Mas, quer haja dons de profetizar, serão eliminados; quer haja línguas, cessarão; quer haja conhecimento, será eliminado.” (1 Cor. 13:8, NM) O maior dom do espírito, hoje em dia, é o dom da pregação, que Deus achou próprio oferecer a tôdas as pessoas sinceras, não importa de que idade, nacionalidade, raça ou condição social. (Atos 2:17, 18) A base disto se pode ver que mesmo tais interesses pessoais como a saúde ou o treinamento físico precisam ocupar o segundo plano com respeito aos interesses do Reino. O exercício e o cuidado normal com a própria pessoa são importantes, mas, conforme indicado por Paulo: “O exercício corporal é benéfico para pouco, mas a devoção piedosa é benéfica para tôdas as coisas, visto que tem a promessa da vida presente e da que há de vir”. (1 Tim. 4:8, NM) Isto exige um conceito equilibrado da parte do cristão, que não deve reconhecer que a fé se baseia em negligenciar a si próprio, mas que certamente não deve negligenciar as responsabilidades decorrentes de seu ministério cristão por causa deste interesse pessoal.

10. Que conceito imaturo têm algumas pessoas da obra das testemunhas de Jeová? Qual é às vezes a causa de tal atitude?

10 O equilíbrio errado entre os interesses desvirtua o conceito da pessoa. “São os teus olhos a lâmpada do teu corpo; se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo será luminoso; mas se forem maus, o teu corpo ficará em trevas. Repara, pois, que a luz que há em ti não sejam trevas.” (Luc. 11:34, 35, ARA) Alguns olham para a obra feita pelas testemunhas de Jeová e, temendo dano físico ou a crítica, concluem que não poderiam fazer esta obra. Tal “desejo dos olhos” os conduz diretamente aos laços enrededores do deus deste mundo. (Pro. 29:25; Mat. 10:28) Isto dá ênfase à necessidade de haver madureza de conhecimento e entendimento da Palavra de Deus. Significa que a fé da pessoa precisa ser fortalecida pela alimentação espiritual regular. Alguém que não tem esta fé talvez se convença de que há para ele mais vantagem pessoal em não se sujeitar ao batismo do que em aderir estritamente à vontade de Deus e ser imerso em água. Esta pessoa crê talvez que não pode ser testemunha de Jeová porque não tem bastante fé para isso. Talvez deixe de reconhecer que a fé se baseia em conhecimento e que não fez nenhum esfôrço para adquirir tal conhecimento quanto ao significado e a razão do batismo. Primeiro precisa-se lançar o alicerce para o conhecimento, e depois, com o uso deste conhecimento resultará a fé.

11. Por que é o conhecimento uma base necessária para se resistir ao envolvimento neste mundo?

11 O mesmo se aplica à participação na obra de testemunho. Algumas pessoas não querem resistir ao envolvimento neste mundo nem mesmo o bastante para adquirirem o conhecimento que tem de constituir a base necessária. Este conhecimento da Palavra de Deus resulta em fé, e a fé vem acompanhada da capacidade e do desejo de pregar. “Pois com o coração se exerce fé para a justiça, mas com a bôca se faz declaração pública para a salvação. Porque a Escritura diz: ‘Ninguém que deposita a sua fé nele ficará desapontado’ . . . Pois ‘qualquer que invocar o nome de Jeová será salvo’. Entretanto, como invocarão aquele em quem não depositaram fé? Como, por sua vez, depositarão fé naquele de quem não ouviram? Como, por sua vez, ouvirão sem que alguém pregue? Como, por sua vez, pregarão a menos que sejam enviados?” (Rom. 10:10-15, NM) Fortalecida por esta nova fé, tal pessoa reconhecerá que a sua pregação tem uma dupla qualidade salvadora, conforme foi indicado por Paulo: “Presta constante atenção a ti mesmo e ao teu ensino. Persevera nestas coisas, porque, por fazer isto salvarás tanto a ti mesmo como aos que te ouvem.” — 1 Tim. 4:16, NM.

12. Que serviço têm as testemunhas de Jeová a responsabilidade de prestar a pessoas de boa vontade, e com que atitude mental precisa ser realizado tal serviço?

12 É para habilitar pessoas sinceras a ganhar o equilíbrio certo entre interesses e a pôr tudo de lado a favor do Reino, que Jeová Deus envia suas testemunhas até os confins da terra. Ele lhes ordenou há séculos por meio de Isaías, o profeta: “Saí, saí pelos portões, vós, homens. Limpai o caminho do povo. Aterrai, aterrai a estrada. Tirai-lhe as pedras. Arvorai um sinal para os povos.” (Isa. 62:10, NM) O trabalho de tirarmos as pedras de tropeço do caminho das pessoas sinceramente interessadas no serviço de Deus não é feito para prejudicar a tais pessoas ou para zombar de suas crenças. Para que o ministro do Reino possa reconhecer estas pedras no caminho, precisa ter um conhecimento acurado da Palavra de Deus; e, se há de tirar estas pedras, precisa ter confiança na sua posição, e precisa usar de tato e manter o equilíbrio ao se empenhar na sua obra. O ministro supõe que seu ouvinte tem um desejo honesto de coisas melhores e um amor sincero pela justiça. Apelará, por isso, à sua razão, em vez de tentar amedrontá-lo. Assim não perderá a sua animação se a pessoa a que se dirige não reconhece imediatamente o verdadeiro objetivo de sua visita. Não é o propósito nem a intenção das testemunhas de Jeová vencer num argumento. Seu interesse é demonstrar o amor sincero que Deus tem pelas suas ovelhas. Seu objetivo é apresentar a verdade da Palavra de tal modo, que seus ouvintes a aceitem, ou pelo menos sejam induzidos a investigar mais as animadoras boas novas do Reino. Isto lhes oferecerá uma verdadeira visão dêste reino e quão importante é servir aos interesses dele. Ajudará as pessoas de boa vontade a se achegarem à sociedade do Novo Mundo das testemunhas de Jeová, a fim de aprenderem mais da esperança vitalizadora do novo mundo de Deus, equipando-as assim a cuidarem primeiro dos interesses do Reino.

13. Que modelo de proceder forneceu Jesus e como é este seguido pelas testemunhas de Jeová?

13 Este é o proceder que Jesus Cristo nos deu por modêlo. Paulo o citou como dizendo: “Eis aqui venho (no ról do livro está escrito de mim) para fazer, ó Deus, a tua vontade.” (Heb. 10:7) Durante todo o seu ministério, Jesus fêz dos interesses de Deus os seus próprios interêsses. Estando plenamente dedicado a seu Pai e tendo sido batizado em água em símbolo disso, forneceu o modelo para todos os que querem cuidar primeiro dos interêsses do Reino. A dedicação completa a Deus, seguida do batismo em água, é o início necessário para se fazer a vontade divina. Assim como Jesus pregou, êles pregam em cumprimento das palavras de Jesus: “E estas boas novas do reino serão pregadas em tôda a terra habitada, com o propósito de dar testemunho a tôdas as nações, e então virá o fim consumado.” (Mat. 24:14, NM) Nem se deixarão desviar pelas objeções, pelas zombarias ou pela perseguição. Persistirão na sua pregação, até que venha o fim.

14. Por que continuam as testemunhas de Jeová a visitar muitos dos lares, e por quanto tempo continuará a obra?

14 Ao passo que aumentem em número e suas visitas aos lares do povo se tornem mais freqüentes, continuarão a visitá-los, porque reconhecem que significa vida para os seus ouvintes reconhecerem e aceitarem este o reino de Deus como a sua esperança. Sabem que todos precisam receber a oportunidade de ouvir e de aceitar as boas novas. Reconhecem, também, que nem todos na mesma casa pensam de modo igual sôbre as suas visitas: Enquanto uma pessoa talvez objete e proíba que as Testemunhas voltem, outra, na mesma família, acolhe bem a revisita. Por causa desta possibilidade, as testemunhas de Jeová persistem no seu trabalho de amor a favor dos que verdadeiramente são ovelhas de Deus. É necessário achar tôdas as ovelhas, e isso não se fará simplesmente por uma ou duas visitas. A persistência dos métodos divinos de busca é descrita na profecia de Jeremias. “Eis que mandarei vir muitos pescadores, diz Jehovah, e eles os pescarão; depois mandarei vir muitos caçadores, e eles os caçarão de todos os montes e de todos os outeiros, e das fendas dos penhascos.” (Jer. 16:16) Que o trabalho precisa continuar até que tôdas as ovelhas estejam fora deste velho mundo é claramente discernível na resposta dada à pergunta de Isaías, há séculos atrás. “Então disse eu: Até quando, Senhor [Jeová]? Ele respondeu: Até que sejam desoladas as cidades e fiquem sem habitadores e as casas sem homens, e a terra seja de todo desolada, e Jehovah tenha removido para longe os homens e sejam muitos os lugares abandonados no meio da terra.” — Isa. 6:11, 12.

15. Como se ficará certamente envolvido nos interesses deste mundo, e como pode isso ser evitado?

15 Os que têm inclinações para a mentalidade, os costumes e os ideais dêste presente mundo, ficarão certamente envolvidos nas ansiedades e nos cuidados deste mundo e perderão a sua posição diante de Deus, bem como qualquer capacidade que porventura tenham para ajudar os que estão grandemente necessitados. Ninguém deve deixar-se enganar ou compelir a adotar o conceito fatalista deste mundo, de que os homens podem sobreviver e sobreviverão somente pelos seus próprios esforços, que, se os homens não acharem a solução para estes problemas, simplesmente não haverá solução. A verdade da Palavra de Deus fala claramente que este é um tempo de provação por fogo e que as obras de cada homem ficarão manifestas pelas provas esquadrinhadoras deste tempo do fim. Somente por manter estrito equilíbrio e cuidar primeiro dos interesses do Reino poderá o cristão resistir ao envolvimento nos interesses deste mundo e erguer-se firme como baluarte contra a crescente onda do ímpio materialismo que agora inunda a terra.

16. De que modo adicional ganha-se eficiência na pregação, e que conceito precisa sempre ser mantido?

16 Se o cristão há de falar com palavras convincentes, precisa viver de acôrdo com a expressão de sua crença. Precisa aplicar constantemente à sua vida os princípios aprendidos da Palavra de Deus, e daí buscar continuamente aumentar este conhecimento. Deve tentar fazer cada dia valer a favor do progresso teocrático, não deixando sem fazer coisas necessárias, não perdendo nenhuma oportunidade de derrubar o muro de mal-entendidos que o deus deste sistema de coisas ergueu em volta dos propósitos de Jeová. Se ele cuidar primeiro dos interesses do Reino, não andará de modo descuidado, apenas gastando tempo no seu ministério porque sente a obrigação de fazer isso. Reconhecerá que o fim completo deste sistema está próximo e que os que permanecerem nele perecerão. Reconhecerá que há necessidade de esforço diligente e maior eficiência para se acabar o trabalho de avisar as pessoas de boa vontade para se livrarem do envolvimento neste mundo e fugirem para o lugar de segurança que Jeová provou tão amorosamente. Fazendo isso, assegurará o seu próprio lugar naquele novo mundo justo e terá o indizível privilégio e a alegria de ser usado por Jeová para engrandecer o Seu nome e para dar às pessoas de boa vontade o único exemplo correto, o de cuidar primeiro dos interesses do reino de Jeová Deus nas suas vidas.

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