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  • Por que não impede Deus o choque?

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  • Por que não impede Deus o choque?
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1972
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1972
w72 15/4 pp. 241-242

Por que não impede Deus o choque?

PARA a pessoa de reflexão é evidente que a terra é uma coisa muito pequena para o Criador do universo. Portanto, as nações da terra são insignificantes em comparação com ele. Não poderia ele fazê-las desviar-se do choque ou não poderia ele mesmo afastar-se para evitar a colisão? Age ele, com seu poder superior, como tirano para causar o choque?

Não. Deus não pode impedir o choque dentro dos requisitos de sua própria dignidade e justiça. Concedeu às nações tempo para experimentarem toda sorte de regência humana. Deixou-as agir, acumulando durante milhares de anos da história evidência de que as nações não podem governar a terra em paz. Não obstante, elas querem seguir o caminho que tomaram, e Deus se refreia de intervir na sua liberdade de ação, até chegar seu momento exato.

Não obstante, as próprias nações poderiam ter voluntariamente evitado o caminho mau e desastroso. Já tiveram esta oportunidade. Deus mostrou às nações o caminho a tomar. Até mesmo os governantes pagãos têm alguma medida de consciência dada por Deus, conforme explicou um dos apóstolos de Cristo:

“Pois, sempre que pessoas das nações, que não tem lei, fazem por natureza as coisas da lei, tais pessoas, embora não tenham lei, são uma lei para si mesmas. Elas é que são quem demonstra que a matéria da lei está escrita nos seus corações, ao passo que a sua consciência lhes dá testemunho e nos seus próprios pensamentos são acusadas ou até mesmo desculpadas.” — Rom. 2:14, 15.

Agora, no que se refere às nações chamadas cristãs, são ainda menos desculpáveis, porque têm diante de si, na Palavra de Deus, a Bíblia, os princípios de governo correto e de justiça claramente especificados, e elas professam estar sujeitas às suas leis. Mas, em grande parte, elas têm rejeitado os princípios bíblicos.

Em vista destes fatos, Deus não lida com as nações de modo arbitrário ou precipitado. Ninguém pode acusá-lo de agir contra uma nação justa. Antes, ele sempre tem seguido o princípio que declarou em Jeremias 18:7, 8:

“Em qualquer momento em que eu falar contra uma nação e contra um reino, para a desarraigar, e para a demolir, e para a destruir, e esta nação realmente recuar da sua maldade contra a qual falei, também eu vou deplorar a calamidade que pensei em executar sobre ela.”

Deus tem mostrado às nações que ele é o Dono legítimo da terra. Ele diz: “Minha é toda a terra.” (Êxo. 19:5) O homem não estaria na terra se Deus não o tivesse colocado nela. As próprias nações reconhecem seu direito de propriedade, protegendo zelosamente o território que tomaram por compra, descoberta ou conquista. Mas elas se negam a reconhecer os direitos de propriedade de Deus. Negam-lhe a autoridade de estabelecer normas segundo as quais as nações deviam agir.

Mas, Deus deixou as nações saber que existe um limite de tempo para a autoridade delas, e que a regência da terra será exercida pelo Seu Rei messiânico. (Sal. 2:6-8) As nações, ao contrário, preferem que a terra continue dividida em centenas de governos em conflito, com desassossego, ciúmes nacionais, lutas e guerras. Em vez de voluntariamente reconhecerem que seus governos não trouxeram felicidade aos seus povos e assim pedirem que Deus assuma a regência da terra, elas persistem nos mesmos velhos métodos políticos para se apoiarem à sua própria regência. Poderiam evitar o choque com Deus, se estivessem dispostas a se sujeitarem, assim como ele advertiu bondosamente:

“E agora, ó reis, usa de perspicácia; deixai-vos corrigir, ó juízes da terra. Servi a Jeová com temor e jubilai com tremor. Beijai ao filho, para que Ele não se ire e não pereçais no caminho.” — Sal. 2:10-12.

DEUS AGE EM BENEFÍCIO DA TERRA E DO HOMEM

Entrementes, os governos da terra mostram realmente uma falta condenável de preocupação com a arruinação da terra, a qual se torna de dia em dia cada vez menos própria para a habitação humana. Admitem que perderam o controle sobre o crime, a poluição, a ameaça de fome mundial e muitas outras situações más. Muitos acham que a qualquer momento poderia ocorrer uma terceira guerra mundial, praticamente despovoando a terra. No entanto, apesar destas coisas, seus princípios e métodos de operação continuem basicamente iguais. Ainda se empenham em intrigas políticas, em mentiras diplomáticas e em espionagem internacional.

Assim como faria qualquer proprietário que se interessa na sua propriedade, Deus não ficará ocioso, presenciando a destruição da terra e ser ela tornada inabitável. Seria realmente faltoso se permitisse tal coisa. Não agiria de modo fiel para com os que odeiam a corrução e as coisas repugnantes que acontecem na terra, querendo uma vida melhor e correta. Sabendo que caminho as nações tomariam, ele predisse que viria o tempo para se por um paradeiro nisso, dizendo:

“As nações ficaram furiosas, e veio teu próprio furor e o tempo designado para os mortos serem julgados, e para dar a recompensa aos teus escravos, os profetas, e aos santos e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e para arruinar os que arruínem a terra.” — Rev. 11:18.

Na realidade, Deus, por meio de sua ação firme a favor de princípios retos, adota um rumo positivo que é oposto ao das nações, de modo que haverá um choque frontal, como única maneira de impedir que as nações levem toda a humanidade ao completo extermínio próprio. Faz isso principalmente para resolver a seu próprio favor a questão da soberania. Mas ele se lembra também dos que querem a justiça e o juízo, e que querem aceitar a soberania dele.

Em conseqüência, podemos sentir-nos felizes de que Deus tem à sua disposição sua onipotência e que, embora a terra seja muito pequena em comparação com o universo, ele se interessa nos homens sobre ela. Podemos alegrar-nos de que Deus está disposto a dar atenção a este pequeno planeta e usar seu grande poder para com ele, para o bem-estar eterno dos seus habitantes.

Mas, é a regência política corruta das nações o único motivo do desagrado de Deus? Não. Há motivos ainda mais fortes, conforme mostrará o artigo que segue.

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