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  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1979
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1979
w79 15/4 p. 24

Por dentro das notícias

“Cristãos” da Grécia Que Andam Sobre Brasas

● “Dança frenética sobre um tapete de brasas incandescentes, no centro da aldeia”, é a maneira em que um despacho da Associated Press descrevia a cena. Tratava-se de ritos pagãos em algum país asiático ? Não, eram homens gregos que andavam sobre brasas, em celebração do dia santificado da Igreja Ortodoxa Grega de Santa Helena e São Constantino. Diz-se que esses que andam sobre brasas, depois de abraçarem as imagens dos dois “santos”, entram num “estado de transe”. Este costume se iniciou no século 13, quando um incêndio grassou numa aldeia búlgara, inclusive numa igreja dedicada aos dois “santos”. Quando alguns homens supostamente ouviram as imagens “gemer”, enfrentaram o fogo para resgatá-las, e, conforme se diz, saíram ilesos.

As autoridades ortodoxas gregas taxaram o costume de “idólatra” e “pagão”. Contudo, será que a Igreja está sem culpa quando, em primeiro lugar, incentiva o uso de imagens? É evidente que Deus conhecia a mentalidade dos homens, quando ordenou ao seu povo não fazer nenhuma imagem esculpida, dizendo: “Não te deves curvar diante delas, nem ser induzido a servi-las.” — Êxo. 20:4, 5.

Surpresa Duma Experiência de Primeira Mão

● Amiúde, as pessoas baseiam suas opiniões sobre outros ou sobre grupos de pessoas no que ouviram falar ou no que leram, sem jamais ter tido um contato pessoal. Um ministro da Igreja Metodista Unida admitiu recentemente que isto se deu no seu caso, com respeito as Testemunhas de Jeová. “Eu até mesmo lecionava num pequeno curso comparando os ensinos das Testemunhas com os de nossa Igreja Metodista Unida” escreveu no periódico metodista “The Circuit Rider”. “Mas, até o ano em curso, nunca tinha entrado num de seus salões.” De modo que ele e sua esposa assistiram a uma reunião num Salão do Reino, para verem por si mesmos.

“Não estávamos preparados para o que sentíamos ser um interesse genuíno por parte desta gente. Nunca, porém, sentimos qualquer pressão por parte deles. . . . sentimo-nos realmente mais bem-vindos por parte deles do que em quaisquer das 20 congregações de outros, que visitamos durante o nosso ano sabático . . .

“O quadro original que havia formado da Testemunha era o dum autômato compulsivo, recitando sua lista de textos de prova. Este quadro foi desfeito por esta congregação de pessoas cordiais, sorridentes e à vontade, que obviamente se importavam profundamente umas com as outras e com os estranhos, assim como se importavam intensamente em entender a Palavra de Deus.

“Havia uma terceira surpresa. Eu havia tido a impressão de que as Testemunhas de Jeová estavam tão preocupadas com as suas datas e profecias das últimas coisas, que davam pouca atenção a outros ensinos bíblicos e ao espírito de nosso próprio Senhor. A palestra realizada na manhã de nossa primeira visita mostrou que a minha suposição não se baseava em fatos, realmente, dava-se mais ênfase em se ter a mentalidade de Jesus, do que amiúde se evidencia nas nossas aulas. . . . Nossa experiência sugere que pode haver mais envolvido no atrativo das Testemunhas de Jeová do que seu esmerado pacote de doutrinas.” — Setembro de 1978, p. 9.

Evolucionistas Ludibriados

● Surgiram novos pormenores sobre a fraude da evolução já há muito exposta, do chamado Homem de Piltdown. A culpa pela mistificação, que durante décadas enganou a muitos cientistas, havia sido atribuída exclusivamente a um advogado, Arthur Dawson. No entanto, novas informações indicam que também estava envolvido um choque decididamente anticientífico entre dois cientistas.

Um professor, que havia trabalhado intimamente com o Professor William Sollas, na Universidade de Oxford, revelou recentemente que este tinha ódio a Sir Arthur Smith Woodward, Curador de Geologia do Museu Britânico. Woodward havia feito pouco duma invenção de Sollas, o qual evidentemente decidiu retaliar com “uma armadilha montada por um eminente geólogo para fazer outro de palhaço”, conforme o descreveu o jornal “Times” de Nova Iorque.

Diz-se que Sollas fez a falsificação, que mais tarde foi “encontrada” por Dawson. Woodward foi enganado e apoiou o achado com toda a sua autoridade no museu. Milhares de evolucionistas aceitaram o Homem de Piltdown como fato evolucionário, de 1912 até meados da década de 1950, quando foi finalmente exposto. Se os cientistas podem ser tão crédulos na aceitação de tal “evidência”, para apoiar suas teorias prediletas, devemos nós ser tão crédulos, a ponto de aceitar tudo o que a ciência diz em contradição da Bíblia?

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