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  • Da tradição índia para a verdade bíblica

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  • Da tradição índia para a verdade bíblica
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1984
  • Subtítulos
  • ACEITAÇÃO DA VERDADE BÍBLICA
  • RUMO ÀS ILHAS
  • DAR TESTEMUNHO AOS CUNAS
A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1984
w84 15/3 pp. 3-4

Da tradição índia para a verdade bíblica

GOSTARIA de acompanhar um superintendente viajante cristão e sua esposa enquanto visitam o arquipélago de San Blas? Este grupo dumas 300 ilhotas, com cintilantes praias de areia branca banhadas pelo mar do Caribe, situa-se ao largo da costa norte do istmo do Panamá. Virtualmente cobertas de palmeiras, tais ilhas tropicais são habitadas pelos índios cunas — que na maioria são um povo muito amistoso e hospitaleiro.

Os cunas possuem suas próprias tradições religiosas. Além disso, representantes de muitas religiões os têm visitado, oferecendo-lhes diversos conceitos e filosofias. Portanto, os índios cunas estão propensos a perguntar: “Quem são os verdadeiros cristãos?” As Testemunhas de Jeová têm dado a resposta bíblica e alguns dos cunas reagiram favoravelmente à verdade bíblica.

ACEITAÇÃO DA VERDADE BÍBLICA

Por exemplo, há o caso de Ramón, que conheceu a verdade bíblica quando estudava na escola. Um de seus amigos lhe deu um exemplar do livro “Coisas em Que É Impossível que Deus Minta”, publicado pela Sociedade Torre de Vigia. Ele leu o livro, gostou e quis obter mais informações. Assim, Ramón escreveu à filial da Sociedade Torre de Vigia no Panamá, encomendando outras publicações. Passado um mês, recebeu-se dele outro pedido de publicações. Após o terceiro pedido, a filial providenciou que um superintendente de circuito visitasse a ele e a seu sobrinho, Rogelio. Foram convidados a assistir a uma assembléia de circuito na Cidade do Panamá e ficaram contentíssimos diante do que viram e ouviram. Até mesmo descobriram que Julio, um primo que morava na cidade, era Testemunha de Jeová. Todos os três são agora cristãos batizados e servem como pioneiros especiais, ou proclamadores do Reino por tempo integral. — Mateus 24:14.

RUMO ÀS ILHAS

Agora, acompanhe-nos ao passo que levamos as boas novas às ilhas. Após algum tempo, deixamos nossa pequena lancha na praia e nos dirigimos ao centro comunitário. Ali, conversamos com o zahila (chefe), pois sem sua permissão não podemos visitar os índios em seus lares. Depois de trocar algumas palavras em cuna, Ramón nos diz que estamos prontos para visitar os aldeões.

Talvez, a primeira coisa que nos chama a atenção seja o vestuário colorido das mulheres e das meninas cunas. Os toucados e as vestes multicoloridos são deveras atraentes. Com bastante freqüência, a blusa é uma mola (camisa), fascinante obra de arte em tecido feita em aplicação invertida que representa animais, aves, peixes, borboletas, e assim por diante. Muitas vezes, os adornos incluem argolas de ouro para o nariz e as orelhas, bem como colares de ouro e de prata. Em volta das pernas e dos pulsos levam pérolas e contas.

As mulheres trabalham principalmente em casa, embora tenham prática em transportar água do continente para as ilhas em pequenas canoas. Em geral, os homens cultivam iúca e frutas em suas fincas (pequenas fazendas) no continente; mas sua ocupação principal é a pesca.

DAR TESTEMUNHO AOS CUNAS

Passemos agora para a nossa obra de pregação. Resolvi dar testemunho acompanhado por Rogelio, que traduz para mim do espanhol para o dialeto cuna, ao passo que minha esposa acompanha Ramón ou Julio. Os hospitaleiros cunas convidam-nos a sentar e oferecem prontamente a cada um de nós uma grande xícara de café, seguida duma segunda xícara com água para levarmos a boca. Depois disso podemos conversar com eles. Mas, pode imaginar como nos sentimos depois de dar testemunho a 10 famílias? Simplesmente temos de recusar a oferta de mais café, agradecendo a bondade de nossos anfitriões.

Curiosos como são, desejam saber de onde somos, se somos casados, e, neste caso, se temos filhos. Depois de dizer-lhes que sou da Alemanha, geralmente apresentam suas filhas que estão em idade de se casar. Quando digo que sou casado e que eu e minha esposa não temos filhos, sentem pena de nós. Ora, até nos oferecem bebês, para que possamos ter uma família! Naturalmente, temos de recusar suas generosas ofertas.

É realmente um prazer visitar essas pessoas. Oferecemo-lhes publicações bíblicas em espanhol que falam sobre um Paraíso terrestre. Depois de vários minutos, muitos deles se reúnem para buscar seus exemplares.

Numa revisita a uma das ilhas, certo homem se aproximou e pediu que o ajudássemos a estudar sua Bíblia, o que tivemos prazer em fazer. Em certas ilhas onde não conseguimos obter a permissão do chefe para visitar as pessoas, pudemos dar testemunho a alguns que pediram em particular Bíblias e publicações relacionadas. Sim, muitos estão demonstrando interesse sincero nas Escrituras.

Ao anoitecer, temos de partir para a ilha de Nurtupo, onde moram Ramón, Rogelio e Julio. À medida que as ondas batem suavemente contra a nossa lancha, Nora e eu refletimos nas muitas experiências enriquecedoras que temos tido no serviço de Deus. Reconhecemos ainda mais a necessidade de contribuir para que ‘as muitas ilhas se alegrem’ em resultado da verdade da Bíblia. — Salmo 97:1.

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