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  • A melhor amizade perdura num mundo inamistoso

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  • A melhor amizade perdura num mundo inamistoso
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1985
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1985
w85 15/5 pp. 13-18

A melhor amizade perdura num mundo inamistoso

“Fazei para vós amigos por meio das riquezas injustas, para que, quando estas vos falharem, vos recebam nas moradias eternas.” — LUCAS 16:9.

1. Por que não se aplicava Provérbios 14:20 a Jesus Cristo quando estava na terra?

“AQUELE que é de poucos meios é objeto de ódio mesmo para o seu próximo, porém, muitos são os amigos do rico.” (Provérbios 14:20) Este provérbio do Rei Salomão, de Israel, não se aplicava ao maior homem que já andou na terra, Jesus Cristo, que é maior do que Salomão. Jesus não achegou os israelitas a uma associação íntima consigo mesmo por meio de riquezas materiais; tampouco reconhecia a riqueza terrena como base para uma amizade verdadeira e duradoura.

2. Jesus disse aos seus discípulos que deviam travar que amizades, e por que motivo?

2 É verdade que Jesus disse em certa ocasião: “Fazei para vós amigos por meio das riquezas injustas, para que, quando estas vos falharem, vos recebam nas moradias eternas.” (Lucas 16:9) Mas os “amigos” a que Jesus se referia eram Jeová Deus, a Fonte de todos os bens de valor, e ele mesmo, como Filho de seu infinitamente rico Pai. Se hoje acatarmos o mesmo conselho, seremos introduzidos na melhor amizade que se pode usufruir na terra, a de Jeová Deus, por meio de seu abnegado Filho, Jesus Cristo.

3. Em que “moradias” podem estes Amigos celestiais introduzir-nos?

3 Estes Celestiais, por causa de sua vida imortal, podem permanecer nossos Amigos constantes e podem introduzir-nos nas “moradias eternas”. Isto é assim quer essas “moradias eternas” estejam no céu acima, com todos os santos anjos, quer aqui nesta terra, no Paraíso restabelecido. — Lucas 23:43.

Inclusão na Melhor Amizade

4. (a) Que exemplos bíblicos mostram se é possível comprar a amizade de Deus? (b) De que modo correto podemos usar os nossos bens?

4 A amizade do Deus Altíssimo e de seu Filho unigênito, Jesus Cristo, não pode ser comprada com dinheiro. Este fato foi salientado no caso de Ananias e Safira, na congregação cristã do primeiro século. Sem buscar fama e reputação, como eles fizeram, nós podemos usar nossos bens terrenos dum modo aprovado por Jeová Deus e Jesus Cristo. (Atos 5:1-11) Isto era o que Jesus Cristo queria dizer quando disse: “Façam amigos com as riquezas deste mundo, para que, quando estas faltarem, eles recebam vocês no lar eterno.” — Lucas 16:9, A Bíblia na Linguagem de Hoje.

5. Que proceder adotou Zaqueu, e com que resultado?

5 Quando Jesus proferiu essas palavras, ele não estava procurando granjear o favor dos cobradores de impostos do Império Romano e de outros pecadores. Não estava interessado em obter para si riqueza material na terra, porque dissera aos seus discípulos que armazenassem para si tesouros nos céus acima. Zaqueu, cobrador de impostos, judeu, a serviço do governo romano, decidiu acatar este conselho do Messias Jesus e declarou abertamente sua intenção de fazer isso. Em vista desta ação em apoio dos interesses do Reino, o convidado mais notável de Zaqueu declarou: “Neste dia entrou a salvação nesta casa, porque ele também é filho de Abraão. Pois o Filho do homem veio buscar e salvar o que estava perdido.” (Lucas 19:1-10) “O que estava perdido” incluía o próprio cobrador de impostos, Zaqueu.

6. A que foi admitido Zaqueu, mas o proceder errado de quem serve de advertência?

6 Zaqueu foi aceito na melhor amizade de todo o universo, a do Deus e Pai do convidado especial de quem era anfitrião. O registro bíblico não diz se Zaqueu viu Jesus depois de Sua ressurreição dentre os mortos e se era um dos cerca de 120 discípulos reunidos num sobrado em Jerusalém, no dia momentoso de Pentecostes de 33 EC. Sem dúvida, porém, Zaqueu encontrava-se entre os 5.000 discípulos gerados pelo espírito e ungidos de que se fala pouco depois. (Atos, capítulos 2 e 4; 1 Coríntios 15:1-6) Mas, que contraste isso apresentava com Ananias e Safira, já mencionados antes! Essas duas pessoas, associadas com a congregação de Jerusalém, procuravam melhorar sua reputação entre os discípulos por falsificar a quantia da contribuição que haviam feito. A punição que lhes sobreveio pela sua desonestidade custou-lhes a melhor amizade e serve como aviso para todos os cristãos de hoje. — Atos 4:34-5:11.

7. Apesar da inamistosidade deste mundo, que raridade usufruem as Testemunhas de Jeová?

7 Apesar da inamistosidade do mundo deste século 20, as Testemunhas de Jeová continuam a usufruir a melhor amizade existente. Mas, por que usufruiriam esta raridade, enquanto os mais de mil sistemas religiosos diversos não a usufruem? A evidência mostra que isso se dá porque as Testemunhas de Jeová fizeram algo de vital, que os religionários da cristandade não fizeram. Em primeiro lugar, as Testemunhas saíram dos sistemas religiosos falsos, porque reconhecem que esses constituem o império mundial da religião falsa, chamado na Bíblia de Babilônia, a Grande. Naturalmente, sair de alguma religião falsa não coloca a pessoa automaticamente na organização de Jeová, porque a pessoa poderia ingressar em outro sistema religioso do império mundial da religião falsa.

8. A quem se dá hoje diretamente a ordem de sair de Babilônia, a Grande?

8 Devemos notar que a ordem divina de sair de Babilônia, a Grande, é dirigida ao “povo meu”. (Revelação 18:4) De acordo com as Escrituras Hebraicas, esta convocação divina é similar à ordem dada por Deus aos exilados de Israel na terra de Babilônia. (Isaías 52:11) Portanto, a especificação “povo meu” aplica-se diretamente ao restante dos discípulos gerados pelo espírito e ungidos de Jesus Cristo ainda na terra. Durante a Primeira Guerra Mundial de 1914-1918, Babilônia, a Grande, cativara estes ungidos por meio dos elementos políticos, militares e judiciais deste mundo, a fim de tornar inativo este restante espiritual. Em sentido figurativo, o restante passou a estar numa condição cativa, perdendo a liberdade de atuação no serviço de Jeová.

9. Até que ponto tiveram de ir as Testemunhas de Jeová para sair de Babilônia, a Grande?

9 Em Revelação, capítulo 17, Babilônia, a Grande, é retratada como meretriz que cavalga numa fera de sete cabeças e dez chifres. Esta fera simbólica, que desce ao abismo e sobe de novo, retrata a atual organização em prol da paz mundial, a saber, as Nações Unidas, sucessora da Liga das Nações que desceu ao abismo ao irromper a Segunda Guerra Mundial. Portanto, quando os do povo de Jeová, que ele chama de “povo meu”, obedeceram à sua chamada de sair de Babilônia, a Grande, o que fizeram? Não só saíram de debaixo do domínio e poder desse império mundial da religião falsa, mas também de debaixo do domínio dos associados políticos dele, os elementos políticos agora englobados na ONU.

10. As Testemunhas de Jeová não têm nada que ver com que atual organização internacional, e por que não?

10 Os do restante ungido têm adotado e mantido estrita neutralidade com respeito aos assuntos políticos e militares deste sistema de coisas. (João 15:19) Tomam sua posição indivisa a favor do Reino de Deus por Jesus Cristo, estabelecido nos céus no fim dos Tempos dos Gentios em 1914. A Liga das Nações foi estabelecida e endossada por Babilônia, a Grande, após o fim da Primeira Guerra Mundial em 1918, em desafio ao Reino. Por isso, esta organização internacional, feita pelo homem, é abominável e repugnante para Jeová Deus e também para o restante fiel dos israelitas espirituais na terra. Estes confiam no próprio Reino de Jeová e não em qualquer suposto substituto dele. (Mateus 24:15, 16) E assim faz também a hodierna “grande multidão”, simbolizada pelos netineus e pelos “filhos dos servos de Salomão”. — Revelação 7:9-17; Esdras 2:43-58.

11. (a) Por que seria errado os discípulos de Jesus serem amigos deste mundo? (b) Que atitude adota este mundo para com as Testemunhas de Jeová, mas o que continuam estas a usufruir?

11 Quando a vida de Jesus estava em jogo no julgamento perante o governador romano Pôncio Pilatos, ele disse: “Meu reino não faz parte deste mundo. Se o meu reino fizesse parte deste mundo, meus assistentes teriam lutado para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas, assim como é, o meu reino não é desta fonte.” (João 18:36) De modo que seria totalmente errado se os “assistentes” ou discípulos de Jesus fossem amigos deste mundo. Anteriormente, Jesus dissera aos primeiros dos seus “assistentes”, os 11 apóstolos fiéis, que eles ‘não faziam parte do mundo’ do qual Satanás, o Diabo, é “o governante”. (João 14:30; 15:19; veja 2 Coríntios 4:4) Era por isso que o mundo os odiava ou era inamistoso para com eles. Do mesmo modo, os discípulos de Jesus neste século 20 encontram-se num mundo inamistoso. Apesar disso, continuam a usufruir a melhor amizade de todo o universo, a do Deus do vindouro mundo justo, com seus “novos céus e uma nova terra”. — 2 Pedro 3:13.

12. Quando alguém sai de Babilônia, a Grande, e se afasta dos amantes mundanos dela, que único lugar sobra para ele tomar posição, e o que está envolvido nisso?

12 Quando alguém sai de Babilônia, a Grande, e se afasta dos parceiros mundanos dela, o Comercialismo, a Política e o Militarismo, só há um lugar aonde ir. Este é o lado da organização universal do único Deus vivente e verdadeiro, Jeová. Não há meio-termo. Requer que a pessoa suporte a inamistosidade deste mundo, fator que torna tão difícil para alguns se decidirem a abandonar Babilônia, a Grande, e o mundo do qual ela é uma parte vital.

“Novo Nome” Dado Pelo Melhor Amigo

13. Como foram chamados providencialmente os discípulos de Jesus no primeiro século EC?

13 Nossa prezada amizade com Deus faz com que nos sintamos felizes de ser chamados Testemunhas de Jeová. É verdade que os discípulos de Cristo no primeiro século não adotaram o nome “Testemunhas de Jeová”. Mas, queira considerar a relação deles com o melhor Amigo de todos. Atos 11:26 relata: “Foi primeiro em Antioquia [da Síria] que os discípulos, por providência divina, foram chamados cristãos.” Notará que a Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas diz que, “por providência divina, foram chamados cristãos”. A palavra grega traduzida aqui “por providência divina . . . chamados” subentende algo mais do que apenas um apelido a esmo. O melhor Amigo no universo aprovara esse nome “cristãos”.

14. O que se pode dizer a respeito do termo “cristandade”, e que perguntas requerem consideração?

14 Do termo “cristão” desenvolveu-se o nome “cristandade”, que é aplicado a todo o domínio dos professos cristãos, com sua multiplicidade de seitas e denominações religiosas. De modo que o título “Cristandade” não foi concedido “por providência divina”, nem por meio dos apóstolos, nem ‘providencialmente’ pela vontade de Deus. Assim, a situação atual é bem diferente daquela do primeiro século. Somente os genuínos cristãos podem usufruir a melhor amizade neste mundo inamistoso. Portanto, a grande questão hoje em dia é: Quem são os verdadeiros cristãos genuínos em harmonia com as Escrituras inspiradas? Outra pergunta significativa é: São as Testemunhas de Jeová verdadeiros cristãos que têm a Jeová Deus e a Jesus Cristo por Amigos? Neste respeito, está em jogo o nome que Deus escolheu para si, Jeová.

15. Em vista de que circunstâncias já chegou o tempo de Jeová fazer um nome para si, e que papel desempenha neste respeito o “povo para o seu nome”?

15 Como é que a cristandade, com suas muitas religiões, poderia usufruir a amizade de Jeová? A cristandade tem destacado o nome de Jesus Cristo, quase que excluindo o nome do Pai celestial dele, Jeová. Entretanto, em harmonia com as profecias bíblicas, chegou o tempo para Jeová fazer um nome para si mesmo. De modo que seu nome tem de ser destacado. Neste respeito, ele usa suas verdadeiras testemunhas, seu povo escolhido, os que usufruem a sua amizade. Numa reunião especial do primeiro século, realizada pelos apóstolos e por outros principais seguidores de Jesus Cristo, o discípulo Tiago disse: “Simeão tem relatado cabalmente como Deus, pela primeira vez, voltou a sua atenção para as nações, a fim de tirar delas um povo para o seu nome.” — Atos 15:14.

16, 17. O que se fez quanto ao nome de Deus nas traduções da Bíblia feitas pela cristandade, mas o que se dá neste respeito com a Tradução do Novo Mundo?

16 É de esperar que ‘um povo para o nome de Deus’ seja constituído por seus amigos e defenda o nome divino. Mas o que tem acontecido na cristandade? Nas suas traduções populares da Bíblia, o nome Jeová foi ofuscado por um título. Ora, na versão inglesa mais popular da atualidade, o nome dele ocorre apenas quatro vezes! (Êxodo 6:3; Salmo 83:18; Isaías 12:2; 26:4, Versão Rei Jaime) Outrossim, até mesmo em traduções judaicas das Escrituras Hebraicas verteu-se o nome de Deus por “o Senhor”. Tal tentativa de suprimir o nome de Jeová não é obra de amigos dele.

17 No ano de 1950, porém, surgiu no cenário religioso a Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas (primeiro em inglês), e ela reproduz o nome divino cada vez que ocorre no texto original hebraico da Bíblia. A Tradução do Novo Mundo restabeleceu também o nome divino no seu lugar legítimo no texto principal das Escrituras Gregas Cristãs, o chamado Novo Testamento — sim, 237 vezes. Esta é a obra de amigos de Jeová.

18. No espírito de Isaías 62:2, que medidas, adotou o povo de Deus em 1931, e que responsabilidade tem cumprido?

18 As palavras de Isaías 62:2 são de interesse para os amigos de Jeová. Este versículo, dirigido à organização visível dos discípulos do Messias, dedicados, batizados e gerados pelo espírito, pertencentes a Deus, reza: “E as nações hão de ver a tua justiça, ó mulher, e todos os reis a tua glória. E serás realmente chamada por um novo nome, que a própria boca de Jeová determinará.” Este “nome” refere-se à condição bendita à qual esses hodiernos discípulos ungidos foram ajuntados. Além disso, para serem um ‘povo para o nome de Deus’, o restante dos membros desta organização visível deveriam legitimamente ser chamados pelo nome dele, deveriam levar o Seu nome. Isto se realizou no tempo devido. Assim, no espírito de Isaías 62:2, a organização de Deus, gerada pelo espírito, reunida em congresso em Columbus, Ohio, EUA, em 1931, adotou alegremente o nome “testemunhas de Jeová”. Seguindo tal exemplo, todas as congregações do povo dedicado de Jeová adotaram este nome. E o nome pegou, apesar de predições mundanas ao contrário. Em Revelação 3:14, o glorificado Jesus Cristo chamou-se de “testemunha fiel e verdadeira”. Portanto, de modo apropriado, a partir daquele ano memorável de 1931, as congregações de seus discípulos na terra adotaram providencialmente esse nome. Desde então esforçam-se a cumprir com sua responsabilidade de viver à altura desse nome e de divulgá-lo. Por conseguinte, o nome de Jeová — o nome inigualável de seu melhor Amigo — recebeu destaque em toda a terra. E Jeová tem dado evidência notável de que sua amizade para com suas testemunhas perdura até esta data avançada.

19. (a) Por que não temem as testemunhas dedicadas de Jeová a inamistosidade deste mundo, e com que privilégio serão recompensados no Har-Magedon aqueles que mantêm a integridade? (b) Todos os nossos agradecimentos e louvores são dados a Jeová por causa de quê?

19 Visto que Jeová Deus é a favor de nós, suas testemunhas dedicadas, quem é que pode ser bem sucedido em ser contra nós? (Romanos 8:31-34) De modo que não tememos a inamistosidade deste mundo inimigo. Por isso, prosseguimos atuando como embaixadores ou como enviados do Reino messiânico, exortando pessoas semelhantes a ovelhas a se reconciliarem com Jeová Deus por meio de seu régio Sumo Sacerdote, Jesus Cristo. (2 Coríntios 5:20) Embora esta seja a razão pela qual a animosidade deste mundo continua a aumentar contra o restante ungido e seus companheiros da “grande multidão”, a melhor amizade de todo o universo, a de Jeová Deus, continua a perdurar lealmente. (Revelação 7:9) Nunca será rompida para com nós, mantenedores da integridade a ele. De fato, dentro em breve, como nunca antes esta amizade será demonstrada durante a guerra de todas as guerras, “a guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”, no Har-Magedon. (Revelação 16:14, 16) Então, face a face com Satanás, o Diabo, e suas hostes de demônios, e toda a sua visível organização terrestre, Jeová vindicará a Sua soberania universal por meio de Sua mais tremenda vitória de todos os tempos. Nós, para com quem a bela amizade de Jeová tem perdurado até agora, seremos então favorecidos com a preservação e com a honra de ser testemunhas oculares de seu superlativo triunfo por meio do Rei vencedor, Jesus Cristo. (Salmo 110:1, 2; Isaías 66:23, 24) Todos os nossos agradecimentos e todo o louvor de coração cabem a Jeová Deus pela sua perdurante amizade! — Salmo 136:1-26.

Como Responderia?

◻ Jesus exortou seus discípulos a travar que amizades, e em que “moradias” podem assim ser introduzidos?

◻ Que atitude adota o mundo para com as Testemunhas de Jeová, mas a amizade de quem continuam elas a usufruir?

◻ Que responsabilidade têm cumprido os do ‘povo para o nome de Deus’ para com o nome dele?

◻ Por que não temem as testemunhas dedicadas de Jeová a inamistosidade deste mundo?

[Foto na página 15]

Zaqueu foi aceito na melhor amizade de todo o universo. Deu-se o mesmo com você?

[Foto na página 18]

As Testemunhas de Jeová, deleitadas por terem a Deus como seu melhor Amigo, em 1931 resolveram ser conhecidas pelo inigualável nome dele.

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