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  • Alto Volta
  • Anuário das Testemunhas de Jeová de 1982
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  • PLANTADA A SEMENTE DO REINO
  • A SEMENTE PRODUZ FRUTOS
  • A CHEGADA DE AJUDA
  • ALICERCES DE UMA CONGREGAÇÃO
  • CHEGAM OS FORMADOS EM GILEADE
  • EXPANSÃO DA PREGAÇÃO DO REINO
  • O PAPEL DESEMPENHADO PELOS MISSIONÁRIOS NA PREGAÇÃO
  • O PRIMEIRO SALÃO DO REINO
  • PARTICIPAÇÃO NA ASSEMBLÉIA “FÉ VITORIOSA”
Anuário das Testemunhas de Jeová de 1982
yb82 pp. 193-206

Alto Volta

O Alto Volta era também um dos oito territórios da África Ocidental que formavam a federação chamada de África Ocidental Francesa. Em 1960, o país ganhou sua independência depois de ser governado pela França por mais de 60 anos.

A maior parte do país é irrigada pelos afluentes superiores do rio Volta, daí o nome Alto Volta. O país é um vasto planalto no interior do continente — de uns 200 a mais de 700 metros acima do nível do mar — e é coberto, na maior parte, de um prado arborizado. O Alto Volta é cercado de terra, limita-se ao sul com a Costa do Marfim, Gana, Togo e Benin, e ao oeste, norte e leste com o Máli e Níger.

O Alto Volta é um tanto menor do que a Costa do Marfim, tendo uma área de cerca de 274.000 quilômetros quadrados. A população é proporcionalmente menor, havendo uns 6.000.000 de habitantes. Calcula-se que mais de 10 por cento dos voltenses trabalham na vizinha Costa do Marfim.

Aproximadamente 95 por cento da população do Alto Volta vivem em cerca de 7.000 aldeias. A maioria subsiste da agricultura e da pecuária. A capital, Ouagadugu, é a maior cidade, tendo mais de 100.000 habitantes. Outras cidades principais são Bobo-Dioulasso, Koudougo e Ouahigouya.

Por séculos o povo mossi dominou essa área. A partir do século XII, desenvolveu uma poderosa organização e suplantou os primitivos habitantes, os nyonyose e os gurunsi. Atualmente, cerca de metade da população do Alto Volta é mossi, e fala a língua moré. O francês, porém, é a língua oficial, embora o diúla seja a língua comercial.

As religiões da cristandade não têm sido tão ativas nesta área remota como o têm sido na Costa do Marfim. Cerca de 5 por cento do povo são católicos nominais, ao passo que apenas poucos são protestantes. A maioria da população é da religião animista, que dá grande importância à adoração de antepassados. Só recentemente, em junho de 1963, as Testemunhas de Jeová se tornaram ativas pela primeira vez no país do Alto Volta.

PLANTADA A SEMENTE DO REINO

A obra de pregação iniciou-se quando sete irmãos, originalmente do Togo, Benin e do Congo-Brazzaville se mudaram para Ouagadugu. Procuraram emprego aqui, a fim de que pudessem servir onde a necessidade é realmente grande. Trouxeram um pequeno suprimento de literatura consigo e logo o distribuíram entre o povo. Algumas das publicações foram como semente lançada em terra fértil.

Emmanuel Johnson, um residente togiense do Alto Volta, trabalhava como assistente de médico para uma grande empresa em Ouagadugu. Certo dia, em 1963, um amigo o visitou, entregou-lhe dois livros e disse: “São seus, você que adora livros. Não são caros.” Passou a explicar que os adquirira de pessoas que apareceram recentemente na cidade. “Eles têm também outros bons”, acrescentou.

Um dos livros era Do Paraíso Perdido ao Paraíso Recuperado. Emmanuel começou a lê-lo imediatamente. Quanto mais o lia, tanto mais desejava encontrar as pessoas que distribuíam esses livros. Daí, certo dia, visitaram a sua casa! O irmão e a irmã Dinga lhe mostraram como se estuda o livro, e iniciaram um estudo bíblico regular.

“Eu sempre procurava estar preparado para o estudo”, explicou Emmanuel. “Eu absorvia realmente a verdade. Com efeito, eles até mesmo disseram que nunca estudaram com alguém que mostrasse tanto interesse. Eles me visitavam muitas vezes além do estudo regular da Bíblia que fazíamos.” Mas, depois, os irmãos foram presos. Por quê?

O clero católico romano representou falsamente as Testemunhas perante as autoridades e publicou impressos contra a obra cristã feita por elas. Assim, em fevereiro de 1964, todos os publicadores foram presos e detidos por 13 dias sem alimento. Sob a influência do clero, as autoridades os expulsaram do país, porque, conforme disseram, “o governo não gosta da religião das Testemunhas de Jeová no Alto Volta”.

Antes de o irmão Dinga partir de trem, Emmanuel pôde entrar em contato com ele. Fez-se arranjo para continuarem seu estudo por correspondência. Portanto, lago que o irmão Dinga chegou a Abidjã, ele enviou a primeira lista de perguntas, às quais Emmanuel respondeu e devolveu. O irmão Dinga as corrigiu e enviou-lhe mais perguntas. E assim foi nos cinco anos que se seguiram.

A SEMENTE PRODUZ FRUTOS

“Após a expulsão dos irmãos”, Emmanuel escreveu, “compreendi o papel que a Igreja Católica desempenhara na questão. Por conseguinte, ajuntei todos os meus livros, folhetos, revistas e até mesmo alguns discos de vitrola com gravações de hinos cantados, da religião católica. Fiz um monte, embebi-os com bastante querosene e os queimei. Orei a Jeová pedindo ajuda para o servir. Dois dias depois, recebi pelo correio meu primeiro exemplar da Sentinela em francês. Senti que isso era realmente uma resposta à minha oração.”

Por alguns meses, em 1968, um irmão da França veio morar em Ouagadugu. Ele foi de verdadeira ajuda para Emmanuel, mas logo teve de ir embora. Portanto, Emmanuel empenhou-se sozinho em pregar a mensagem do Reino. Ele se sentiu fortalecido pelas cartas de irmãos e irmãs de diversos países que haviam visto no Anuário que o Alto Volta só tinha um publicador, e escreveram-lhe para o encorajar. Em dezembro de 1969, Emmanuel viajou para Abidjã para a assembléia “Paz na Terra”, onde foi batizado.

A CHEGADA DE AJUDA

Quando Herbert Jennings, o servo da filial de Gana, visitou Abidjã em 1969, ele perguntou se havia voluntários para servirem como pioneiros especiais no Alto Volta. “Eu levantei a mão”, relembra James Kwakye. “Mas eu fui o único!” Mais tarde, em maio de 1970, outro pioneiro também se apresentou como voluntário. Portanto, os dois se encontraram, e, em 1.º de julho de 1970, partiram de trem para Ouagadugu. Emmanuel estava na estação de trem para recebê-los, e já havia aprontado um quarto para os acomodar. Mas uma surpresa aguardava os recém-chegados, conforme explica o irmão Kwakye:

“Na manhã seguinte, quando estávamos a caminho do Departamento de Segurança Nacional, fomos detidos pela polícia. Naquela mesma manhã, havia noticiários no jornal dizendo que a obra das Testemunhas de Jeová em Camarões havia sido banida. Perguntaram-nos se as Testemunhas de Jeová não pagavam impostos, conforme noticiava erroneamente o jornal. Tirei logo da pasta um exemplar do livro Verdade e mostrei ao delegado o capítulo ‘Obediência Cristã à Lei’. Estudei todos os parágrafos apropriados com ele naquele mesmo instante, e ele logo compreendeu que a reportagem da imprensa sobre nós era inexata. Entretanto, ele nos disse que não pregássemos de casa em casa até segunda ordem. Portanto, só demos testemunho informal. Quão contentes estávamos de que as publicações eram de tamanho de bolso! Saíamos com os bolsos um tanto bojudos, para contatar as pessoas informalmente e lhes falar das boas novas do Reino.

“Três semanas depois, fomos chamados novamente ao Departamento de Segurança Nacional. Disseram-nos: ‘Está bem, podem continuar a pregar agora!’ Fizemos pedido para permanência no país, e recebemos permanência por dez anos. Como maneira de agradecer isto, decidimos dar testemunho a todos os ministros do governo e outras altas autoridades, o que fizemos a partir de janeiro de 1971. Entre os que contatamos estava um chefe de polícia. Ele se interessou muito pela verdade e fez assinatura da revista Despertai!

“Em maio de 1971, viajamos de volta para a Costa do Marfim para assistir a uma excelente assembléia de circuito em Dimbokro. Ao regressarmos a Ouagadugu, fomos novamente detidos, desta vez por um guarda-civil. Fui levado de carro à Delegacia de Polícia, e, ao chegar, fui levado perante cinco funcionários de alta patente. Para a surpresa do guarda que me prendera, um dentre esses funcionários de alta patente me cumprimentou: ‘Olá, James. Estou certo de que estes colegas meus aqui gostariam também de assinar para a sua revista.’

“Tive uma excelente oportunidade de dar testemunho a todos eles e pude colocar dois livros e cinco revistas. Um dentre esses funcionários disse ao guarda que me prendera para me levar de volta para casa de carro, porque, conforme disse ele: ‘Está muito quente lá fora e, além do mais, não temos nada contra ele!’”

ALICERCES DE UMA CONGREGAÇÃO

O irmão Kwakye entrou logo depois em contato com o diretor de uma escola, que mostrou especial interesse pela verdade. Iniciou-se um estudo e sua família inteira aceitou a verdade. Este novo irmão, Jean-Baptiste Yago, foi uma das três pessoas que o irmão Kwakye contatou, as quais logo se tornaram Testemunhas.

As reuniões começaram a ser realizadas na casa de Emmanuel Johnson. Alguns meninos atiravam pedras na casa toda vez que se realizavam reuniões. Mas James tinha suficientes amigos na polícia para desencorajar logo esses jovens arruaceiros!

CHEGAM OS FORMADOS EM GILEADE

Em março de 1972, Joseph Crawford e sua esposa chegaram de Abidjã a Ouagadugu. Sua finalidade era encontrar um lar missionário. Não para si mesmos, mas para os seis formados em Gileade que foram designados para o Alto Volta. Os Crawford estavam presentes para dar boas-vindas a Wayne e Paula Almost, Bob e Fern Hurd e Jay e Gloria Martin. Foram feitos arranjos para o irmão Crawford dar aulas de língua, por seis semanas, a estes novos missionários, e ajudá-los a se estabelecerem na sua nova designação.

O irmão Martin foi designado superintendente do lar. Foi-lhes concedida permanência no país, e os missionários estavam bem estabelecidos em Ouagadugu. Por algum tempo, a obra continuou apenas na capital. Mas logo foram enviados pioneiros especiais a Bobo-Dioulasso , e, depois, em 1973, estabeleceu-se um lar missionário ali. Robert e Lana Oliver e Brian e Jacqueline Pearce, que haviam servido antes no Quênia, foram designados para Bobo-Dioulasso. Depois de estarem na área verde, fértil e exuberante do lago Vitória, no Quênia, foi um verdadeiro contraste virem para a savana do Alto Volta, com a sua sequidão durante a maior parte do ano.

EXPANSÃO DA PREGAÇÃO DO REINO

Pouco tempo depois, em dezembro de 1973, os irmãos do Alto Volta foram convidados a assistir à assembléia “Vitória Divina” em Abidjã. Havia no grupo dos que fizeram a longa viagem para o sul diversos voltenses que aprenderam a verdade com os pioneiros especiais. Três destes eram Bernard Bakoi, Norbert Ouedrago e Jules Tapsoba, que simbolizaram sua dedicação na assembléia pelo batismo em água. Ao retornarem para o Alto Volta, sua alegria de terem assistido ao grande ajuntamento do povo de Jeová se manifestou no zelo pela pregação das boas novas.

Mais tarde, Bernard Bakoi serviu como pioneiro especial. Sua designação foi a cidade de Ouahigouya, no norte do país, na região de Sahel. Há agora uma pequena congregação ali. Os pioneiros especiais foram também designados para iniciar o trabalho na terceira maior cidade do país, Koudougou.

Wayne Almost serviu como superintendente de circuito até 1978, fazendo visitas às congregações e grupos isolados do Alto Volta. Ele viu realmente o início da obra. Atualmente, o testemunho é dado em cinco cidades maiores, Ouagadugu, Bobo-Dioulasso, Koudougou, Ouahigouya e Banfora. E o governo nos concedeu permissão de nos mudarmos para mais duas cidades, Kaya e Fada N’Gourma. Temos atualmente cinco congregações no país.

O PAPEL DESEMPENHADO PELOS MISSIONÁRIOS NA PREGAÇÃO

Com o término de cada turma da Escola de Gileade, ficamos alegres de receber notícias de que mais trabalhadores foram designados para o Alto Volta. Atualmente, há 25 missionários no país, e tiveram parte proeminente na expansão da pregação do Reino aqui. Muitos deles tiveram de aprender primeiro, porém, o francês. E um dos melhores modos de aprender é fazer uso da língua. Isto resultou em diversas experiências engraçadas, especialmente num país onde os recém-chegados nem sempre estão familiarizados com os costumes locais.

Renée e Philip Alderson são formados em Gileade, procedentes dos Estados Unidos. Logo depois de sua chegada, em 1974, Renée e a irmã Almost saíram para pregar. Renée, que ainda estava fazendo o curso de língua, estava preparada para proferir sua apresentação em francês. Ela criou coragem e se aproximou do chefe da família e falou-lhe com bravura. Durante a apresentação que ela fez da mensagem do Reino, ele ficou olhando para ela extasiado.

Terminado o ‘sermão’, o homem perguntou se podia comprar Renée como esposa e perguntou sobre o dote. Renée pensou que finalmente estava começando a entender o que as pessoas lhe diziam. Ela decidiu dar-lhe ela mesma a resposta. Entretanto, entendera errado a pergunta e pensou que o homem lhe tivesse perguntado há quanto tempo era casada. Portanto, ela replicou: “Sou casada por cinco ânes (asnos)”, pronunciando incorretamente a palavra para “anos” que é ans. A que o homem desanimadamente replicou: “As esposas custam caro lá de onde você vem!”

O PRIMEIRO SALÃO DO REINO

Philip Alderson, junto com os missionários Roy Makin e Wayne Almost, tomaram a iniciativa de construir um novo Salão do Reino em Ouagadugu. Philip fala sobre o projeto:

“No começo, realizávamos nossas reuniões na sala de estar do lar missionário, mas logo ficou pequena, visto que a assistência cresceu rapidamente. Portanto, pensamos em fazer uma ala ou puxado com telhado de meia-água para fora no terreno do lar missionário. Eventualmente, porém, decidimos fazer uma construção separada, mas dentro do terreno da casa.

“Os irmãos locais foram muito entusiásticos. Asseguraram-nos de que tinham muita experiência em construir casas segundo o estilo local, e estavam confiantes de que poderíamos construir um Salão do Reino adequado. Decidiu-se fazer uma construção grande, retangular, com três lados abertos e com telhado de colmo apoiado por vigas e estacas.

“Começamos em novembro de 1975. Mas o que não percebemos e os irmãos locais não mencionaram, foi que todas as construções que eles haviam feito eram pequenas choças redondas. Diante de uma construção retangular, nessa ocasião, surgiram diversos problemas. Contudo, o trabalho sendo feito em colaboração, estes problemas foram solucionados. Com efeito, o projeto inteiro teve um excelente efeito unificador na congregação.”

Nos fins-de-semana, especialmente, o terreno inteiro era palco de grande atividade. Os irmãos, acocorados no chão, trançavam a palha para fazer esteiras e a cobertura do telhado. As irmãs preparavam as refeições. Que emoção era ver esse grupo de pessoas não só de várias origens raciais, mais especialmente, porém, de várias origens tribais, todas juntas ali realizando um trabalho que resultou num Salão do Reino para o louvor do nome de Jeová!

Donde veio o dinheiro para a compra de tijolos, cimento e outras coisas essenciais para este projeto? Grande parte foram donativos dos irmãos locais. Entretanto, quando os missionários foram à sua terra, estando de licença, puderam mostrar slides do projeto nas congregações em sua terra, e muitos irmãos ofereceram voluntariamente contribuir para ajudar nas despesas.

Por exemplo, quando Margarita Königer voltou à Alemanha em visita, ela falou sobre a construção do Salão do Reino. Nessa época, o salão já estava em bom andamento, e achou-se que um telhado de zinco seria mais prático e mais durável. Um irmão na Alemanha, ao saber disso, assinou um cheque para cobrir o montante inteiro da despesa para a compra de folhas de zinco.

Uma irmã de 80 anos de idade, na Califórnia, embora internada numa casa de repouso, enviou US$ 5 (cerca de Cr$ 500,00). O aparelho de som foi feito especialmente por um irmão alemão e doado para a congregação. O projeto foi completado, a bem dizer, com a ajuda da família mundial do povo de Jeová.

Com os corações transbordando de agradecimentos a Jeová e a seus irmãos no mundo inteiro, 94 pessoas se reuniram no recém-completado Salão do Reino, no sábado, 1.º de maio de 1976, para dedicar a construção a Jeová. Sam Gilman, da filial de Abidjã, deu o discurso de dedicação e Wayne Almost projetou slides, mostrando a expansão da obra do Reino através do Alto Volta.

PARTICIPAÇÃO NA ASSEMBLÉIA “FÉ VITORIOSA”

Que experiência grandiosa foi os irmãos do Alto Volta, em dezembro de 1978, viajarem para o sul para assistir à Assembléia Internacional “Fé Vitoriosa”! Jean-Baptiste Yago e sua inteira família economizaram dinheiro durante mais de um ano para fazerem a viagem de trem, em vagão especial, de Ouagadugu a Abidjã. O filho mais velho do irmão Yago é pioneiro especial. Seu segundo filho, Matthias, de 12 anos de idade, disse que nunca esquecerá esta assembléia, porque foi batizado ali, no sábado de manhã.

Os irmãos do Alto Volta deleitaram a assistência da assembléia com suas experiências. Matthias fez uma demonstração sobre a maneira em que ele dá testemunho, seu irmão menor servindo de morador: Os missionários contaram como os filhos do irmão Yago os acompanham cada semana no serviço.

Embora o próprio irmão Yago fosse pioneiro auxiliar, não podia devotar tanto tempo quanto Matthias devotava ao serviço de campo. O entusiasmo juvenil de Matthias tem servido de excelente testemunho. Até mesmo os adultos que o escarneciam ficaram pasmados. Um homem perguntou zombeteiramente a Matthias: “O que é fé?” Para a surpresa do homem, a resposta foi dada imediatamente, quando Matthias folheou as páginas de sua Bíblia e leu para ele a definição dada em Hebreus 11:1.

Este zelo cristão, tanto entre os jovens como entre os mais velhos, está produzindo resultados maravilhosos no Alto Volta. De apenas um publicador, Emmanuel Johnson, em 1969, houve, em dezembro de 1979, um auge de 137 publicadores ativos do Reino. Depois, em março de 1980, uma multidão de 691 pessoas se reuniu nas sete congregações do país para a Comemoração. Que potencial de aumento adicional no número dos louvadores de Jeová! Os irmãos e as irmãs no Alto Volta estão decididos a trabalhar arduamente para ajudar a estes muitos novos no caminho que conduz à vida eterna.

[Foto na página 197]

Emmanuel Johnson, a única Testemunha de Jeová no Alto Volta por muitos anos.

[Foto na página 199]

James Kwakye (à esquerda) contatou Jean-Baptiste Yago, diretor de uma escola. Ele e a família inteira se tornaram Testemunhas.

[Foto na página 202]

Construção do primeiro Salão do Reino em Ouagadugu.

[Mapa na página 196]

(Para o texto formatado, veja a publicação)

Alto Volta

MÁLI

NÍGER

BENIN

TOGO

GANA

COSTA DO MARFIM

Ouahigouya

Kaya

OUAGADUGU

Fada N’Gourma

Koudougou

Bobo-Dioulasso

Banfora

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