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  • A adoração do eu

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  • A adoração do eu
  • Despertai! — 1979
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Despertai! — 1979
g79 8/10 p. 3

A adoração do eu

“ADORAR a mim mesmo? Isso é ridículo!” Para o leitor, talvez seja “ridículo”. Mas para crescente número de outros, talvez não seja. Efetivamente, a tendência neste sentido é tão acentuada que muitos chamam esta de a “Geração do Eu”. A evidência em apoio de tal descrição é considerável.

“Bem, talvez o egoísmo esteja fugindo um pouco do controle. Mas adorar a si mesmo? Não é isso ir ao extremo do assunto?” À primeira vista, talvez pareça assim, mas o quadro poderá alterar-se ao se examinar mais de perto o movimento da tomada de consciência de si próprio.

Na verdade, a tomada de consciência é importante. Precisamos estar cônscios do que acontece ao redor de nós. Precisamos estar cônscios das pessoas com as quais nos associamos — membros da família, vizinhos, pessoas de nossa comunidade, até mesmo todos os que habitam a terra, em vista de nosso mundo, em que as distâncias se encurtam cada vez mais. E, sim, nossa consciência precisa, certamente, abranger a nós mesmos, nossos pensamentos e ações, nossas necessidades e responsabilidades.

No entanto, a tomada de consciência de si mesmo que agora está sendo pregada pelos gurus-psicólogos se estreita ao ponto que a doutrina orientadora parece ser: ‘Primeiro eu; você em segundo ou sexto lugar, ou seja lá onde for — não importa realmente diante do Eu Imperial.’ Nem todos os envolvidos no movimento chegam a tal ponto, mas muitos o fazem, quer o declarem explicitamente quer não.

Por Que o Surto do EUismo?

Há razões para o surto do movimento da tomada de consciência de si mesmo nesta época. Os antigos valores foram questionados, e muitas das religiões ortodoxas deixam de apoiá-los. Os novos códigos que muitos psicólogos e psiquiatras advogam são insatisfatórios para o espírito humano, e não raro são contraditórios. Espiritualmente, milhões de pessoas derivam em mares agitados, procurando lemes fidedignos e âncoras fortes.

Desiludidas, constituem solo fértil para ensinos que colocam o eu num pedestal. Acolhem “mestres para satisfazer seus caprichos e deliciar seus gostos, e se desviam de ouvir a verdade e ficam à cata de ficções”. São exploradas “por meio das pretensões de filosofia, guiadas pela tradição humana, seguindo meios materiais de encarar as coisas”. — 2 Tim. 4:3, 4; Col. 2:8, An American Translation.

Acharam Alguns as Soluções?

No entanto, muitos acham ter encontrado respostas genuínas nos movimentos de conscientização de si mesmos. Acham que encontraram os lemes e as âncoras necessários para enfrentar os mares tempestuosos. Acharam mesmo? Sentem-se felizes, contentes, não mais tateando, não mais procurando algo?

Há motivos para termos dúvidas razoáveis. A seguinte série de artigos sonda mais profundamente os prós e os contras dos movimentos de tomada de consciência de si.

[Quadro na página 3]

O MOVIMENTO DA TOMADA DE CONSCIÊNCIA DE SI MESMO

Por que este surto atual de ‘EUismo’? É uma moda passageira? Tem valor prático? Quais são seus frutos?

Satisfaz as necessidades emocionais? Pode eliminar os sentimentos de culpa? E que dizer do pecado? Está ultrapassado?

Se a tomada de consciência de si mesmo não é a solução para nossos anseios emocionais, qual é então?

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