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  • A felicidade — como é buscada

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  • A felicidade — como é buscada
  • Despertai! — 1985
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Despertai! — 1985
g85 8/7 pp. 9-10

A felicidade — como é buscada

A DECLARAÇÃO de Independência dos Estados Unidos proclama o direito ‘à vida, à liberdade, e à busca da felicidade’. Para muitos, hoje, a palavra-chave é busca. Empreendem-na com avidez, enchendo cada minuto de frenética atividade. Lotam estádios para assistir a eventos esportivos, debruçam-se diante de telas de computadores para participar em jogos eletrônicos, ficam grudados aos programas de TV para preencher as horas da noite, planejam fins-de-semana cheios de excitação, percorrem o mundo em excursões aéreas, e, de outros modos, envolvem-se a fundo em ciclópicos eventos sociais. Muitos chegam a recorrer aos tóxicos prejudiciais para ficarem emocionalmente “altos”. Apelam para qualquer coisa e para tudo a fim de evitar momentos vazios em que talvez tenham de sentar-se quietamente e encarar a si mesmos — e ao tédio. Esta busca frenética da felicidade, contudo, jamais os leva à genuína felicidade.

Alguns perseguem novos estilos de vida em sua busca da felicidade. O casamento não mais é considerado um vínculo permanente — desfaz-se com a mesma facilidade com que é contraído, com o divórcio em qualquer base ou sem base alguma, os filhos passando continuamente de um genitor para o outro. Indivíduos solteiros praticam promiscuamente o sexo livre. Os pares vivem juntos sem ser casados — sem nenhum compromisso, nenhum laço, livres para separar-se e ir embora quando lhes der na telha. Pares vivem juntos em relacionamentos homossexuais, ou, individualmente, procuram satisfazer suas próprias perversões. Em todas essas experiências de ensaio e erro, as pessoas apenas se meiam visando a carne, e, por fim, colhem angústia mental, sentimentos de culpa, ciúmes, rompimentos traumáticos e doenças — não raro incuráveis. A “nova moral” ceifa ainda maiores misérias do que a velha imoralidade.

Muitos outros equiparam a felicidade com os bens materiais, mas seu acúmulo dos mesmos somente acentua uma coceira adquisitiva que aumenta cada vez mais. As agências de publicidade ficam felizes de coçar um pouco, oferecendo glamorosas imagens para tais pessoas se projetarem — imagens a serem sustentadas unicamente pela griffe certa de roupas a usar, dos vinhos a beber, dos carros a dirigir, das casas a adquirir, além de infindável gama de outras coisas externas, das quais cercar-se.

A ciência engrossa o dilúvio materialista, como se queixou o biólogo René Dubos: “Com demasiada freqüência, a ciência está sendo agora usada para aplicações tecnológicas que nada têm que ver com as necessidades humanas, e que só visam a criação de novos desejos artificiais.” Tais desejos, afirma, uma vez satisfeitos, “não contribuíram muito para a felicidade ou para o significado da vida”. Nas nações afluentes, a tecnologia está sendo utilizada para a produção sandia do consumo insensato. Para muitos, o espalhafatoso consumismo chega às raias da compulsão. Os valores espirituais quase que ficam sufocados sob a avalancha materialista.

Quando Stewart Udall era Ministro do Interior dos EUA, ele disse: “Temos o maior número de carros que qualquer país do mundo — e os piores ferros-velhos. Somos o povo que mais se movimenta da Terra — e enfrentamos a maioria dos congestionamentos. Produzimos a maior quantidade de energia, e temos o ar mais contaminado.” Ele disse isso há alguns anos, e chamou-o de “catástrofe de proporções continentais”. Agora, anos depois, trata-se de uma catástrofe de proporções globais. Há alguns anos, o prefeito de uma grande cidade estadunidense gracejou que “se não tivermos cuidado, seremos lembrados como a geração que pôs um homem na lua enquanto estava enfiada até os joelhos em lixo”. Agora, anos depois, muitos cientistas avisam que podemos ser a última geração — ponto final.

Se nossos sentimentos de auto-estima forem alimentados somente pelos bens exteriores, em vez de por valores interiores, tais sentimentos logo se desvanecerão e nos deixarão mergulhados em torturante descontentamento. O materialismo, com seus enfeites superficiais, nada contribui para a satisfação das mais íntimas necessidades do espírito humano, e jamais nos levará à felicidade. “A satisfação irrestrita de todos os desejos”, disse o psicanalista Erich Fromm, “não conduz ao bem-estar, nem é o caminho para a felicidade, ou mesmo para o prazer máximo”. Mas, muito antes de Fromm, um sábio inspirado disse mais diretamente: “Também vim a saber por que as pessoas trabalham tão arduamente para ser bem-sucedidas: é porque invejam as coisas que seus vizinhos têm.” — Eclesiastes 4:4, Today’s English Version (Versão no Inglês de Hoje).

Alguns, desanimados e desiludidos, procuram a satisfação por mergulharem em preocupações sem sentido com eles próprios. Sobre este empenho, The Culture of Narcissism (A Cultura do Narcisismo) afirma: “Não nutrindo esperança alguma de aprimorar sua vida em qualquer dos modos que importe, as pessoas convencem-se de que o que importa é o auto-aprimoramento psíquico: tomar consciência de seus sentimentos, ingerir alimentos naturais, tomar lições de balé ou de dança do ventre, imergirem na sabedoria oriental . . . Cultivam experiências mais vívidas, procuram reanimar a carne indolente à vida, tentam reviver apetites exauridos.” — Páginas 29, 39, 40.

Buscar a felicidade através de intensas atividades, ou novos estilos de vida, ou buscas materiais, ou a preocupação consigo mesmo — nada disso jamais o levará à felicidade real e duradoura.

O que é realmente preciso, então, para fazê-lo feliz?

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