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  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1979
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1979
w79 15/7 pp. 30-31

Perguntas dos Leitores

● É verdade que as Testemunhas de Jeová, por motivos religiosos, não se podem tornar membros da YMCA (Young Men’s Christian Association) ou ACM (Associação Cristã de Moços)?

Sim, é verdade. Já por muito tempo reconhecemos que as ACM, embora não sendo uma igreja como tal, definitivamente estão alinhadas com as organizações religiosas da cristandade, no empenho de promover o ecumenismo.

O número de setembro de 1885 da Sentinela em inglês adotou esta posição:

“Ai da educação bíblica promovida nas Associações [Cristãs de Moços]! Estão completamente sob o controle de sectários, pelos quais são apoiadas. Embora professem não ser sectárias, afirmando não ser controladas por nenhum credo, exceto pela Bíblia, estão mais presas a credos do que as outras, visto que estão presas a todos os credos populares.” — P. 6.

Mais tarde, o objetivo religioso fundamental e os empenhos ecumênicos das ACM foram mencionados no número (em inglês) de setembro de 1964 do Ministério do Reino, que é usado pelas Testemunhas de Jeová em uma de suas reuniões.

Muitos acham que as “ACM” simplesmente são uma organização social que oferece diversos serviços, tais como piscinas, ginásios para treinamento atlético e um lugar para reuniões de clubes. Elogiáveis como sejam algumas destas provisões, é importante lembrar-se de que as ACM foram fundadas numa base nitidamente religiosa. Isto foi determinado numa Aliança Mundial, em Paris, em 1855. A parte principal desta declaração oficial (chamada de Base de Paris) reza:

“As Associações Cristãs de Moços procuram unir os jovens que, considerando a Jesus Cristo como seu Deus e Salvador, segundo as Sagradas Escrituras, desejam ser Seus discípulos na sua fé e vida, e trabalhar juntos para estender entre os moços o Reino do Mestre.” (O grifo é nosso.)

Embora em alguns países as igrejas talvez não sejam a fonte principal de renda das ACM e a condição de membro seja franqueada a pessoas de todas as raças, nacionalidades e religiões, não se pode desconsiderar os objetivos religiosos, fundamentais, das ACM.

‘Mas’, dirá alguém sinceramente, ‘será que a religião ou o ecumenismo é realmente um aspecto das ACM?’ A resposta tem de ser “sim”. Embora alguns aspectos religiosos talvez sejam minimizados em certos ramos das ACM, ainda assim se espera que todas as ACM locais acatem a Base de Paris. Além disso, note os comentários da publicação da ACM para 1975, Christian and Open:

Anza A. Lema, associado do comitê executivo da Aliança Mundial das ACM, escreveu:

“Desde a sua fundação, sempre recorreu à Bíblia em busca de inspiração e orientação. De muitas maneiras, seu papel no mundo tendeu a complementar o da igreja, sem afirmar ser em si mesma uma congregação.

“Mas, ela é mais do que apenas um instrumento por meio do qual os cristãos praticam seus ideais morais e seus ensinos, ao servirem à sociedade. A maioria dos apoiadores da ACM consideram-na como lugar onde se usufrui de verdadeira associação mútua por meio de Jesus Cristo. . . .

“Humilhando-se e procurando relacionar suas estruturas e serviços de maneira mais direta com a comunidade, desempenhará com maior eficiência seu papel de serviço e sacerdócio para os seus vizinhos. . . . . ”

Matthias Dannenmann, secretário-geral do Conselho Nacional das ACM da Alemanha, disse:

“Desde o seu começo, a ACM, sem dúvida, destinava-se a ter apenas cristãos por membros, e, por outro lado, havia a obrigação missionária para com os membros que ainda não podiam professar a Jesus Cristo. . . .

“A ACM é uma grande oferta, mas apenas no que se refere a Jesus Cristo operar nela como Salvador Vivo. Devemos fazer o máximo para não expulsar este Senhor, mas, ao passo que o levamos no nosso nome, devemos pessoalmente aproveitar toda oportunidade de encontrá-lo na ACM e de continuamente oferecer esta possibilidade a outros.”

Autoridades desta organização têm salientado que acham que se precisa dar mais atenção à orientação religiosa das ACM. O Dr. Paul M. Limbert, que de 1952 a 1962 foi secretário-geral da Aliança Mundial da ACM em Genebra, na Suíça, escreveu:

“Pode-se admitir prontamente que são muito poucas as A. C. M. que aproveitam plenamente a oportunidade de prover a educação ecumênica inerente nestes contatos informais entre os cristãos . . .

“Quando entre jovens e adultos surgem perguntas sobre as formas e crenças diferentes, o líder sábio aproveita a ocasião para levar a palestra duma argumentação superficial para um diálogo mais profundo.

“Os líderes, tanto das igrejas como das A. C. M. precisam reconhecer de modo mais claro a natureza essencial dum movimento ecumênico, cristão. Uma Associação Cristã de Moços não é igreja, nem substituto para a igreja. . . . Todavia, a comissão de Fé e Ordem, do Conselho Britânico de Igrejas, expressou numa declaração cuidadosamente fraseada, em 1959, que as Associações Cristãs são ‘auxiliares valiosas’ das igrejas, órgãos de sua própria atividade missionária.” — The Christian Century, 10 de junho de 1964.

E o periódico The Christian Century, de 29 de agosto de 1969, no seu artigo “Feliz Aniversário, A. C. M.!”, declarou:

“Reconhecendo que a identidade cristã das ‘ACM’ foi muitas vezes afogada nas piscinas, seus líderes estão empenhados em restabelecer a percepção teológica e o vigor ecumênico. . . . Isto pode ser o maior desafio para a A. C. M., recuperar sua herdade religiosa para a firme asserção dum novo ecumenismo entre os leigos na comunidade local. A A. C. M. possivelmente consiga fazer coisas para as igrejas cristãs que, na sua rigidez paroquial, elas parecem incapazes de fazer por si mesmas.”

Por conseguinte, há ampla evidência de que as ACM se originaram com objetivos religiosos e continuam a tê-los até o dia de hoje.

Ingressar alguém numa ACM como membro significa que ele aceita ou endossa os objetivos gerais e os princípios desta organização. Não paga meramente por algo que recebe, assim como quando se compram artigos vendidos ao público, numa loja. (Veja 1 Coríntios 8:10; 10:25.) Nem é sua qualidade de membro apenas um ingresso, como quando se compra uma entrada para o teatro. Ser membro significa ter-se tornado parte integrante desta organização fundada com objetivos religiosos, específicos, inclusive a promoção do ecumenismo. Portanto, tornar-se uma Testemunha de Jeová membro de tal associação chamada “cristã” significaria apostasia.

Alguns, ocasionalmente, não se tornaram membros, mas pagaram um único ingresso, considerando isso simplesmente como pagamento dum serviço comercial disponível. Mesmo neste respeito é sábio tomar em consideração se este proceder não afetará adversamente a consciência de outros. — 1 Cor. 8:11-13.

As Testemunhas de Jeová, naturalmente, apreciam uma proporção equilibrada de exercícios salutares. A Bíblia diz que “o treinamento corporal é proveitoso para pouca coisa”. Mas, ela acrescenta que “a devoção piedosa é proveitosa para todas as coisas”. (1 Tim. 4:8) Isto não significa devoção a um deus trino. A Bíblia não ensina que Jesus é “Deus” numa trindade, conforme é ensinado por muitas das igrejas da cristandade e ainda consta da “Base de Paris” das ACM. — 1 Cor. 11:3; João 17:3.

Embora hoje sejam populares os movimentos ecumênicos, eles não são apoiados pelo verdadeiro Deus, que disse aos seus servos: “Não vos ponhais em jugo desigual com incrédulos. . . . ‘Portanto, saí do meio deles e separai-vos.’” (2 Cor. 6:14-17) Também, Jesus disse explicitamente que o Todo-poderoso precisa ser adorado “com espírito e verdade”. (João 4:24) Isto, definitivamente, não significa participar duma causa religiosa com pessoas que têm crenças contrárias ao que as Escrituras ensinam. (Rev. 18:4, 5) Assim, é por entenderem o que Deus espera dos verdadeiros adoradores, bem como os objetivos e a orientação das ACM, que as Testemunhas de Jeová não se podem tornar membros desta organização.

Além disso, convém refletir no fato de que, praticamente em todos os anos da existência das ACM, elas não têm atuado em harmonia com o espírito de Isaías 2:24, conforme se pode observar dos seguintes fatos históricos:

“Os serviços da ACM para as forças armadas começaram nos Estados Unidos com a Guerra Civil, e ela continuou a prestar serviços em todas as guerras desde então.” — Encyclopœdia Britannica, Micropædia, Vol. X, p. 835, ed. 1976.

“Na Guerra Civil, apenas dez anos após o seu começo em Boston, e antes de haver edifícios, secretarias e recursos financeiros, o total de 4.859 ‘delegados’ foram recrutados e empregados, e mais de seis milhões em fundos doados foram usados para as necessidades temporais e espirituais dos soldados. . . . Na Primeira Guerra Mundial, a A. C. M. estadunidense assumiu a enorme responsabilidade pelos serviços domésticos e estrangeiros, para os quais se necessitou de um pessoal de 25.926, com despesas de mais de 167 milhões de dólares. Na Segunda Guerra Mundial, a A. C. M. tornou-se uma das organizações que fundou as Organizações dos Serviços Unidos [USO], participando como grupo de organizações religiosas das crenças protestantes, católicas e judaica, em harmonia com o governo federal, para prover recreação civil e social, e serviços religiosos, aos homens em uniforme e aos trabalhadores em indústrias de guerra, nas localidades adjacentes aos estabelecimentos militares.” — The New Funk & Wagnalls Encyclopedia, Vol. 36, pp. 13.467, 13.468, ed. 1952.

“As atividades da ACM para os membros das forças armadas começou durante a Guerra Civil (1861-1865). Estes serviços aumentaram com cada guerra posterior e atingiram seu desenvolvimento mais pleno durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). A ACM mantinha mais de 450 clubes para as forças armadas aliadas.” — The World Book Encyclopedia, Vol. 21, p. 477, ed. 1978.

Esta espécie de serviço, sob o nome “cristão”, certamente não é cumprimento de Miquéias 4:3.

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