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  • Quando o Oriente se encontra com o Ocidente
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1994
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1994
w94 1/1 pp. 3-4

Quando o Oriente se encontra com o Ocidente

“ORA! O Oriente é o Oriente, e o Ocidente é o Ocidente, e nunca os dois vão encontrar-se.” Estas palavras do poeta britânico Rudyard Kipling fazem-nos lembrar as profundas diferenças culturais que separam a humanidade, contribuindo para os ódios tribais, raciais e nacionalísticos que explodem em volta de nós hoje em dia. Muitos perguntam: não pode Deus fazer alguma coisa a respeito desta situação? Sim, ele pode! E até mesmo já faz alguma coisa! A próxima linha do poema de Kipling menciona isso. Quanto tempo ficariam o Oriente e o Ocidente separados? O poeta disse: “Até que a Terra e o Céu em breve estejam diante do grande Trono de Julgamento de Deus.”

Deus delegou a responsabilidade do julgamento ao seu Filho, Jesus Cristo. (João 5:22-24, 30) Mas quando começa esse tempo de julgamento? Quem é julgado, e com que resultado? Foi Jesus quem descreveu numa profecia as guerras mundiais e as acompanhantes aflições que começaram a sobrevir à humanidade no ano de 1914. Ele declarou que isto seria “o sinal” da sua invisível “presença e da terminação do sistema de coisas”. — Mateus 24:3-8.

No clímax desta grande profecia, Jesus identifica a época atual como de julgamento, dizendo a respeito de si mesmo: “Quando o Filho do homem chegar na sua glória, e com ele todos os anjos, então se assentará no seu trono glorioso. E diante dele serão ajuntadas todas as nações, e ele separará uns dos outros assim como o pastor separa as ovelhas dos cabritos. E porá as ovelhas à sua direita, mas os cabritos à sua esquerda.” Em sentido figurado, todos os povos da Terra estão agora ajuntados diante do Juiz e têm de prestar contas pelo modo como reagem à Sua mensagem de salvação. Dentro em breve, quando se executar o julgamento na grande tribulação, os desobedientes que são semelhantes a cabritos “partirão para o decepamento eterno, mas os justos [os obedientes semelhantes a ovelhas], para a vida eterna”. — Mateus 25:31-33, 46; Revelação (Apocalipse) 16:14-16.

‘Do nascente e do poente’

O julgamento deste mundo realmente começou nos anos tempestuosos da Primeira Guerra Mundial. Naquele tempo, os clérigos da cristandade deram todo o seu apoio às facções em guerra. Isto os identificou como parte dum mundo corrupto que merece “o furor de Deus”. (João 3:36) Mas o que dizer dos cristãos amantes da paz, que exerciam fé em Deus? A partir do ano de 1919, começaram a ser ajuntados para o lado do Rei, Cristo Jesus.

Têm vindo de todas as partes do globo, primeiro os remanescentes dos 144.000 ungidos, escolhidos no decorrer dos séculos da Era Cristã. Estes hão de ser “co-herdeiros de Cristo” no Seu Reino celestial. (Romanos 8:17) A estes, o profeta de Deus diz: “Não tenhas medo, porque eu estou contigo. Do nascente trarei a tua descendência e do poente te reunirei. Direi ao norte: ‘Entrega!’ e ao sul: ‘Não retenhas. Traze meus filhos de longe, e minhas filhas, da extremidade da terra, todo aquele que for chamado pelo meu nome e que eu criei para a minha glória, que eu formei, sim, que eu fiz.’” — Isaías 43:5-7.

Mas isto não é tudo! Especialmente a partir dos anos 30, começou a ser ajuntada uma grande multidão, que agora já ascende a milhões. Estes são “as ovelhas” mencionadas por Jesus em Mateus 25:31-46. Iguais aos do restante ungido antes deles, passam a ‘ter fé’ Naquele que declara: ‘Vós sois as minhas testemunhas, e eu sou Deus.’ (Isaías 43:10-12) O ajuntamento desta grande multidão também é feito ‘do nascente ao poente, do norte ao sul, e das extremidades da terra’.

Os que são dessas ovelhas amantes da paz estão sendo amalgamados numa única fraternidade internacional. Falam as muitas línguas diferentes das 231 terras em que vivem. No entanto, estão espiritualmente unidos em aprender a “língua pura” da mensagem bíblica do Reino, “para que todos eles invoquem o nome de Jeová, a fim de servi-lo ombro a ombro”. (Sofonias 3:9) Sua união de crença, objetivo e ação fornece um testemunho maravilhoso de que o Oriente deveras se encontrou com o Ocidente, e com povos de todos os outros quadrantes, para o serviço e o louvor do Soberano Senhor Jeová.

Em alguns países, este ajuntamento ocorre sob as mais notáveis circunstâncias, conforme mostrarão os relatórios que seguem.

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