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  • Petúnia — a alegre porquinha
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g83 22/9 p. 16

Petúnia — a alegre porquinha

APÓS ANOS mudando duma cidade a outra praticamente cada semana, acostumamo-nos a esperar encontrar pessoas e lugares incomuns. Nunca ficamos tão surpresos, contudo, como quando dirigimos o nosso trailer para dentro do quintal de uma casa em Alpine, Texas, EUA. Em vez de sermos saudados por criancinhas e cães amistosos, como de costume, veio ao nosso encontro um pequeno e saltitante animal de quatro patas. Poderia ser . . . sim, era realmente um porquinho! Mas não um porco comum cor-de-rosa. Este tinha pêlo cinza eriçado e costas arqueadas. Era um porquinho de 2 semanas de idade que, quando cresce, se torna o feroz porco selvagem, que põe as pessoas a correr de medo.

Davis Turmin, nosso hospedeiro naquela semana, trabalha no Serviço de Vida Selvagem dos Estados Unidos. Na inóspita região de Big Bend, no Texas ele encontrou uma porca selvagem e dois filhotes. Ele capturou um dos filhotes, uma fêmea, e a levou para casa como animalzinho de estimação. E que nome melhor do que Petúnia para um filhotinho de porco selvagem?

‘Apaixonamo-nos’ por Petúnia. Ela vinha diariamente ao nosso trailer à procura de seu prato preferido, fatias de maçã. Ao tentarmos apanhá-la ela se contorcia toda, mas, finalmente permitia que a levantássemos do chão. Lentamente passávamos a segurá-la nos braços, como se fosse um bebê. Quando coçávamos sua barriga, ela se deitava de costas com todas as quatro patas esticadas, suavemente grunhindo leves “oincs”. Petúnia gostava de atenção e, a fim de obtê-la, esfregava suas costas ou seu focinho em nossas pernas.

Ela ainda conservava muito de sua disposição selvagem. Certa manhã, deixando de lado o lento e paciente processo de apanhá-la, tentei agarrá-la. Ela mordeu meu braço, que sangrou — um forte lembrete de que ela podia ser domesticada, mas ainda retinha sua disposição selvagem natural.

Nos arredores em que Petúnia circulava livremente — animais selvagens não podem ser legalmente enjaulados sem permissão do governo — havia uma porção de cachorros grandes. Poderia essa porquinha sobreviver em meio a tais poderosos predadores? Absolutamente nenhum problema. Ela os punha facilmente em debandada, apesar de que Turmin tivesse antes removido os dentes incisivos dela de modo que não matasse os cães. No ambiente natural, os porcos como Petúnia andam em manadas e matam pumas e outros animais selvagens, mas, em geral, comem cactos, glandes, e as plantas de regiões semi-áridas.

Petúnia logo se tornou grande demais para animal de estimação, entrando e saindo na casa. Os visitantes se assustavam com a pesada porca selvagem, agora de uns 90 quilos, que apenas queria ser afagada. Eventualmente ela foi transferida para um novo ‘lar’ junto a uma família de amigos na zona rural, num lugar muito mais parecido ao seu habitat natural.

Mas, não são os porcos sujos, glutões e estúpidos, o último dentre os animais que as pessoas escolheriam para bicho de estimação? Essa pode ser sua reputação, mas o contrário é verdade. O porco escolhe como ‘banheiro’ um canto no cercado o mais afastado possível de onde ele come e dorme. Os porcos se deitam na lama por um bom motivo: para se manterem refrescados, visto que não têm glândulas sudoríparas. E são também facilmente amestrados. . . . E embora não haja nada de delicado nos hábitos de comer do porco, ele é ainda um dos poucos animais que não come demais, a ponto de adoecer, como fazem os bois, cavalos, cães e alguns outros animais.

Estamos aprendendo que muitos animais, que antes se pensava servirem apenas para ser comidos, quer selvagens, quer domésticos, podem-se transformar em bons animais de estimação. Quando se lhes mostra consideração e bondade, o instinto natural de estar submisso ao homem se manifesta. Quão satisfatório é apreciar e divertir-se com muitos desses animais hoje! Que bênção será encontrar diariamente satisfação com todos os animais no futuro próximo, quando a terra, que pertence a Deus, se tornar um paraíso!

No ínterim, uma de nossas mais gratas recordações será Petúnia, a saltitante porquinha “selvagem” com sua disposição afetuosa. — Contribuído.

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