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  • Harã
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    • Assur, Babilônia e Tiro, bem como com a terra do Egito. (Compare com Ezequiel 27:23.) O nome da antiga cidade acha-se preservado na moderna Harã (Harrã), situada junto ao rio Balique, c. 110 km ao N de sua junção com o Eufrates. Mas alguns crêem que o próprio sítio antigo situa-se ao N da moderna Harã (Harrã). Há peritos que vêem certa evidência da morada dos patriarcas (conforme descrita na Bíblia) na correspondência existente entre os nomes-locais antigos nesta área e os nomes pessoais tais como Serugue, Naor é Tera. — Gên. 11:22-26.

  • Har–magedon
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    • HAR–MAGEDON

      [Gr., Har Magedón; heb., Har Meghidãóhn, “Monte de Megido”; “monte de encontro”; “monte de reunião de tropas”].

      Este termo, que só aparece uma vez na Bíblia, no livro de Revelação (Apocalipse), é traduzido “Armagedom” em várias versões. (Rev. 16:16, Al; ALA; BLH; IBB) Este nome está diretamente ligado com “a guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”. — Rev. 16:14.

      Não parece ter existido um lugar literal chamado “Monte de Megido”, quer dentro quer fora da Terra Prometida, antes ou durante os dias do apóstolo João, que registrou esta visão. Por isso, o significado dele talvez resida, até certo ponto, na definição do nome, “monte de reunião de tropas”, embora Har-Magedon também derive seu significado dos eventos associados com a antiga cidade de Megido.

      Megido situava-se a alguns km a SE do monte Carmelo, dando para a planície de Esdrelom, e dominando-a, e controlando as principais rotas comerciais e militares N-S e E-O. Josué foi quem primeiramente conquistou esta cidade cananéia. (Jos. 12:7, 8, 21) Próximo deste local, o exército de Jabim, sob o comando de Sísera, foi mais tarde destruído. Jeová empregou ali forças naturais para auxiliar o exército israelita sob Baraque. O relato reza: “Baraque foi descer do monte Tabor com dez mil homens atrás de si. E Jeová começou a lançar em confusão tanto a Sísera como a todos os seus carros de guerra e todo o acampamento pelo fio da espada, diante de Baraque.” — Juí. 4:14-16; 5:19-22.

      Por causa de sua posição dominante, muitas outras nações, segundo a história secular, lutaram na área de Megido. ‘Judeus, gentios, sarracenos, cruzados, egípcios, persas, drusos, turcos e árabes, todos armaram suas tendas na planície de Esdrelom’. — Word Studies in the New Testament (Estudos das Palavras no Novo Testamento), M. R. Vincent, 1957, Vol. II, p. 542.

      O relato de Revelação representa as forças coligadas dos reis da terra como ajuntando-se “ao lugar [Gr., forma de tópos] que em hebraico se chama Har-Magedon”. (Rev. 16:16) Na Bíblia, tópos pode referir-se a um local literal (Mat. 14:13, 15, 35), à oportunidade ou “chance” duma pessoa (Atos 25:16), ou a um domínio, condição ou situação figurada. (Rev. 12:6, 14) Em vista do contexto, é ao “lugar” no último sentido mencionado que as forças militares coligadas da terra estão marchando.

      A “guerra do grande dia de Deus, o Todo- poderoso”, no Har-Magedon, não era algum evento passado, mas é representada em Revelação como sendo futura, em relação ao tempo da visão de João. O ajuntamento dos reis ao Har-Magedon é descrito como sendo resultado do derramamento da sexta das sete tigelas que contêm as “últimas” pragas que levam a termo a ira de Deus. (Rev. 15:1; 16:1, 12) Também, comprovando que a guerra no Har-Magedon está intimamente ligada à presença de Cristo, há o aviso entremeado entre os versículos 14 e 16, de Revelação, capítulo 16, da vinda dele como a de um ladrão.

      O aspecto global da guerra é sublinhado no contexto, no qual os opositores a Jeová são identificados como “os reis de toda a terra habitada” que são mobilizados pelas “expressões inspiradas por demônios”. — Rev. 16:14.

      Mais adiante, João afirma: “E eu vi a fera e os reis da terra, e os seus exércitos, ajuntados para travar guerra com aquele que está sentado no cavalo e com o seu exército.” (Rev. 19:19) Este capítulo identifica o líder dos exércitos celestes, montado num cavalo branco, como aquele que é chamado “Fiel e Verdadeiro” e “A Palavra de Deus”. (Rev. 19:11-13) Por conseguinte, é Jesus Cristo, A Palavra, que atua como comandante dos exércitos celestes de Deus. (João 1:1; Rev. 3:14) Mostrando adicionalmente que Cristo lidera as forças celestes há a declaração de que as forças terrestres “batalharão contra o Cordeiro [que é Jesus Cristo (João 1:29)], mas, porque ele é Senhor dos senhores e Rei dos reis, o Cordeiro os vencerá. Também o farão com ele os chamados, e escolhidos, e fiéis”. — Rev. 17:13, 14.

      Visto que a visão em Revelação, capítulo 19, mostra que apenas os exércitos no céu participam na guerra como apoiadores de Jesus Cristo, A Palavra de Deus, isso indica que nenhum dos servos cristãos de Jeová na terra terá algo que ver com a luta. Isto se harmoniza com a declaração do apóstolo Paulo em  2 Coríntios 10:3, 4, de que as armas que ele e seus companheiros empregavam não eram carnais. (Compare com  2 Crônicas 20:15, 17, 22, 23; Salmo 2:4-9.) As aves que voam no meio do céu consumirão os cadáveres daqueles que forem mortos. — Rev. 19:11-21.

      Vê-se assim que o Har-Magedon é uma luta, não apenas entre os homens, não uma simples “guerra mundial”, mas uma guerra em que os exércitos invisíveis de Deus tomam parte. A sua vinda é certa, e ela ocorrerá na época fixada por Jeová Deus, que “age segundo a sua própria vontade entre o exército dos céus e os habitantes da terra”. — Dan. 4:35; veja também Mateus 24:36.

  • Harode
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    • HARODE

      [possivelmente, o tremer].

      Um poço (manancial ou fonte, visto ser este o significado usual da palavra hebraica, embora as palavras hebraicas para “poço” e “fonte” sejam, às vezes, usadas de forma intercambiável; compare com Gênesis 16:7, 14; 24: 11, 13), na vizinhança do qual acampou o exército israelita sob a liderança de Gideão, e onde, mais tarde, a força reduzida de 10.000 foi submetida à prova. Subseqüentemente, 300 homens foram escolhidos para desarraigar os midianitas. A partida logo cedo de 22.000 israelitas, por serem ‘medrosos e trêmulos’, pode ter sido o motivo de se dar tal nome a esse poço. — Jui. 7:1-7.

      O poço de Harode tem sido tradicionalmente identificado com Ain Jalud, uma fonte que nasce no contraforte NO do monte Gilboa. A respeito de Ain Jalud, o famoso perito G. A. Smith [The Historical Geography of the Holy Land (Geografia Histórica da Terra Santa), Biblioteca Fontana, ed. 1966, p. 258], observou: “Brota com cerca de 4, 60 metros de largura, e 60 centímetros de profundidade, do sopé do Gilboa, e mormente dali, mas é alimentada também por outras duas fontes [Ain el-Meiyiteh e Ain Tuba‘un], flui com força suficiente para operar seis ou sete moinhos. O leito fundo e as margens moles desta corrente constituem formidável trincheira em frente da posição de Gilboa, e fazem com que seja possível que os defensores deste detenham a fonte a seus pés em face do inimigo na planície: e a fonte é indispensável para eles, pois nem à esquerda, nem à direita, nem na retaguarda existe outra água viva. . . . A corrente, que torna possível que os ocupantes da colina retenham também o poço contra o inimigo na planície, proíbe-lhes de ser descuidados na utilização da água; pois eles bebem dela encarando tal inimigo, e os juncos e os arbustos que assinalam seu curso os abrigam de emboscadas inimigas.”

  • Harpa
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    • HARPA

      Assim se traduz o vocábulo hebraico kinnóhr, o nome do primeiro instrumento musical mencionado na Escritura. (Gên. 4:21, Al; ALA; IBB; NM) Em vinte e uma das quarenta e duas ocorrências de kinnóhr na Bíblia, os tradutores da Septuaginta a verteram pela palavra grega kithára. A kithára era um instrumento semelhante à lira (Gr., ly’ra), mas possuía uma caixa de ressonância mais rasa. As traduções modernas geralmente vertem kithára nas Escrituras Gregas Cristãs como “harpa”. ( 1 Cor. 14:7; Rev. 5:8) Representações pictóricas que constam de monumentos egípcios indicam que as antigas harpas possuíam muitos estilos e formatos, tendo número variável de cordas.

      Davi, perito em tocar a kinnóhr “com a sua mão” ( 1 Sam. 16:16, 23), atribuiu a este instrumento um lugar de destaque, junto com o ‘instrumento de corda’ (nével) na orquestra que mais tarde tocava no templo de Salomão. ( 1 Crô. 25:1;  2 Crô. 29:25) Quando Neemias inaugurou o muro de Jerusalém, a kinnóhr aumentou a alegria dessa ocasião. (Nee. 12:27) Visto que a kinnóhr era essencialmente um instrumento “agradável“ de “exultação”, seu som cessava em épocas de julgamento ou de punição. (Sal. 81:2; Eze. 26:13; Isa. 24:8, 9) Entristecidos pelo seu cativeiro em Babilônia, os israelitas exilados não sentiam inclinação de tocar suas harpas, mas penduravam-nas nos choupos. — Sal. 137:1, 2.

      Devido à incerteza que cerca a identidade precisa da kinnóhr, e especialmente o nével (instrumento de corda), qualquer tentativa de comparar os dois instrumentos é especulativa. Primeiro Crônicas 15:20, 21 menciona “instrumentos de corda [nevalím (plural)] afinados segundo Alamote, . . . harpas [kinnoróhth (plural)] afinadas segundo Seminite”. Se “Alamote“ se refere a um tom musical mais alto e “Seminite” a uma escala tonal mais baixa, isto poderia subentender que a kinnóhr era o instrumento maior, de registro mais baixo. Por outro lado, o inverso podia ser verdadeiro (que é o consenso geral), se, deveras, Alamote e Seminite foram especificamente mencionados aqui por serem tons excepcionais de afinação desses instrumentos. Em qualquer dos casos, ambos os instrumentos eram portáteis.

      Em Daniel 3:5, 7, 10, 15, a palavra aramaica sabbekhá’ parece referir-se a uma “harpa triangular” (NM), também traduzida “trígono” (An American Translation; Revised Standard Version) e “sambuca” (Al; BJ; PIB). A sabbekhá’ é descrita por alguns como sendo pequena harpa triangular, de quatro cordas, estridente, descrição

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