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    Despertai! — 1986 | 22 de novembro
    • Os pesquisadores acreditam que a força nuclear em potencial da bomba era de mais de dez megatons, ou dez milhões de toneladas de TNT, mais de 600 vezes o poder destrutivo da bomba atômica lançada sobre Hiroxima na II Guerra Mundial.

      Novo Carro Para Deficientes

      Foi recentemente desenvolvido no Japão um novo carro para as pessoas que sofrem de graves deficiências físicas. “O novo carro pode ser controlado por aqueles que possuem graves deficiências de todos . . . os quatro membros, incluindo as pessoas agora [confinadas] a cadeiras de rodas movidas a eletricidade”, noticia o jornal Asahi Evening News. Sendo um remodelado carro comum de passageiros, o motorista utiliza uma barra de 30 centímetros, em vez do volante, do acelerador e dos pedais de freio. Empurrar a barra para a frente acelera o carro, para trás o freia, e para os lados efetua as manobras. Botões colocados perto da barra cuidam das demais operações, tais como luzes, limpadores de pára-brisas, e a marcha à ré. Remodelar um carro custa cerca de 900.000 ienes (cerca de Cz$ 80.000,00).

      Nova Relíquia?

      Um barco antigo, encontrado no fundo do mar da Galiléia, quando a seca fez baixar o nível da água, está-se tornando rapidamente uma relíquia religiosa. Os arqueólogos o dataram de por volta do tempo de Cristo, e dizem que o barco de madeira sobreviveu por ter sido coberto por uma camada de limo isento de oxigênio, que sustentou pouca atividade bacteriológica. Segundo noticiado pela revista Discover, o barco foi envolto em poliuretano e levado para a margem, onde será embalsamado por meio de cera sintética. “A última coisa que queremos é que isto se transforme numa relíquia sagrada”, diz o arqueólogo Shelly Wachsman, do Departamento de Antiguidades de Israel. No entanto, peregrinos têm afluído para vê-lo, crendo tratar-se do barco em que Jesus cruzou o mar da Galiléia logo depois de ter alimentado miraculosamente 5.000 pessoas. Quando alguns verificam que não podem tocar no barco, por causa de sua fragilidade, eles pedem para tocar nas mãos de Wachsman, uma vez que ele tocou no barco!

  • “Sabe” — uma muleta verbal
    Despertai! — 1986 | 22 de novembro
    • “Sabe” — uma muleta verbal

      Milhões de pessoas, muitas vezes sem se darem conta disso, utilizam diariamente “muletas” verbais. Estas podem ser palavras, frases, ou até mesmo grunhidos, que nada contribuem para o significado do que é dito. Então, por que elas os empregam? Trata-se duma reafirmação da pessoa que fala, ajudando-a a atravessar um momento embaraçoso da conversa, ou é apenas uma questão de hábito inconsciente.

      Uma das muletas que penetrou no português é a expressão muito usada “Sabe” (ou, “Como sabe”), correspondente ao inglês You know, às vezes sob a forma da corruptela Y’know. Edwin Newman, escritor e radialista, levantou a seguinte pergunta em seu livro Strictly Speaking (Estritamente Falando): “Pode-se anular uma frase? Tenho presente Y’know. A prevalência de Y’know é um dos acontecimentos mais amplos e deprimentes de nossos tempos, desfigurando a conversa, onde quer que se vá. . . . Uma vez tome conta da pessoa, é difícil abandonar o Y’know. . . . Não é incomum ouvir-se Y’know uma dúzia de vezes por minuto.”

      Por que vale a pena prestar atenção à qualidade de nossas expressões? Newman comenta: “A linguagem direta e precisa, se pudéssemos persuadir as pessoas a experimentá-la, tornaria mais interessantes as conversas, o que não é algo insignificante; ajudaria a substituir fanfarronices por fatos, o que também não é pouca coisa; e promoveria o hábito do pensamento organizado, e até do ocasional silêncio, o que seria imensurável bênção.”

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