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    Despertai! — 1977 | 22 de agosto
    • MINISTROS CRISTÃOS

      Em sua obra ministerial, Jesus se associava com muitos outros, os apóstolos e os discípulos, aos quais treinava para continuarem a mesma obra ministerial. Ele enviou primeiro os doze, daí outros setenta. A força ativa de Deus também estava sobre eles, habilitando-os a realizar muitos milagres. (Mat. 10:1, 5-15, 27, 40; Luc. 10:1-12, 16) Mas, a obra principal que deviam realizar era pregar e ensinar as boas novas do reino de Deus. Com efeito, os milagres visavam primariamente dar evidência pública de sua designação e aprovação por parte de Jeová. — Heb. 2:3, 4.

      Jesus treinou seus discípulos, tanto por palavras como pelo exemplo. Dos relatos fornecidos pelos escritores dos Evangelhos, torna-se evidente que os discípulos de Jesus estavam presentes em muitas ocasiões em que ele dava testemunho a vários tipos de pessoas, pois essas próprias conversações foram registradas. Ele disse a seus discípulos o que era um verdadeiro ministro de Deus, afirmando: “Os reis das nações dominam sobre elas, e os que têm autoridade sobre elas são chamados de Benfeitores. Vós, porém, não deveis ser assim. Mas, que o maior entre vós se torne como o mais jovem, e o que age como principal, como aquele que ministra. Pois, quem é o maior, aquele que se recosta à mesa ou aquele que ministra? Não é aquele que se recosta à mesa?” Daí, usando seu próprio proceder e sua própria conduta como exemplo, prosseguiu dizendo: “Mas eu estou no vosso meio como quem ministra.” (Luc. 22:25-27) Nessa ocasião, demonstrou vigorosamente tais princípios, inclusive o de humildade, por lavar os pés dos discípulos. — João 13:5.

      Jesus indicou ainda mais a seus discípulos que os verdadeiros ministros de Deus não aceitam para si, nem concedem a outros, títulos religiosos lisonjeiros: “Vós, não sejais chamados Rabi, pois um só é o vosso instrutor, ao passo que todos vós sois irmãos. Além disso, não chameis a ninguém na terra de vosso pai, pois um só é o vosso Pai, o Celestial. Tampouco sejais chamados ‘líderes’, pois o vosso Líder é um só o Cristo. Mas o maior dentre vós tem de ser o vosso ministro. Quem se enaltecer, será humilhado, e quem se humilhar, será enaltecido.” — Mat. 23:8-12.

      Os seguidores ungidos do Senhor Jesus Cristo são mencionados como sendo ‘ministros das boas novas’ como Paulo era (Col. 1:23); são também “ministros dum novo pacto”, estando em relação pactuada com Jeová Deus, tendo a Cristo qual Mediador. (2 Cor. 3:6; Heb. 9:14, 15) Desta forma, são ministros de Deus e de Cristo. (2 Cor. 6:4; 11:23) Sua habilitação provém de Deus, mediante Jesus Cristo, e não de nenhum homem ou organização. A evidência de seu ministério não é algum papel ou atestado, como uma carta de recomendação ou de autorização. Sua “carta” de recomendação se acha nas pessoas a quem ensinaram e a quem treinaram para ser, como eles mesmos, ministros de Cristo. Sobre tal assunto, diz o apóstolo Paulo: “Necessitamos talvez, como alguns homens, de cartas de recomendação para vós ou de vós? Vós mesmos sois a nossa carta, inscrita nos nossos corações, e conhecida e lida por toda a humanidade. Porque vós sois demonstrados ser carta de Cristo, escrita por nós como ministros, inscrita, não com tinta, mas com espírito dum Deus vivente, não em tábuas de pedra mas em tábuas carnais, nos corações.” (2 Cor. 3:1-3) Aqui o apóstolo mostra o amor e a intimidade, a calorosa afeição e preocupação do ministro cristão por aqueles a quem ele ministra, estando eles ‘inscritos nos corações do ministro’.

      Assim, depois da ascensão de Cristo ao céu, ele deu “dádivas em homens” à congregação cristã. Entre estas achavam-se apóstolos, profetas, evangelizadores, pastores e instrutores, dados “visando o reajustamento dos santos para a obra ministerial, para a edificação do corpo do Cristo”. (Efé. 4:7, 12, NM, ed. 1971) Deste modo, tais ministros são habilitados por Deus. — 2 Cor. 3:4-6.

      A Revelação fornecida ao apóstolo João representou “uma grande multidão, que nenhum homem podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas”. Estes não são mencionados como estando no novo pacto e, portanto, sendo ministros dele, como é o caso dos irmãos ungidos de Jesus Cristo; entretanto, mostra-se que têm uma posição limpa perante Deus e “prestam-lhe serviço sagrado dia e noite, no seu templo”. Portanto, ministram a Ele e podem ser chamados corretamente de ministros de Deus. Conforme tanto a visão de Revelação como o próprio Jesus mostraram (por ilustração), na ocasião da presença de Cristo em seu trono glorioso, haveria pessoas que amorosamente ministrariam aos irmãos de Jesus Cristo, dando-lhes ajuda, atenção e assistência. — Rev. 7:9-15; Mat. 25:31-40.

      (Continua)

  • Uma forma de habitação com longa história
    Despertai! — 1977 | 22 de agosto
    • Uma forma de habitação com longa história

      ■ Nos últimos quinze anos, mais ou menos, o condomínio se tornou muito comum nos Estados Unidos. Para a pessoa que escolhe este tipo de habitação, ela basicamente significa ser proprietária de uma ou mais unidades residenciais numa estrutura de múltiplas unidades, havendo a posse comum dos corredores, das escadas, dos elevadores, dos vestíbulos, das entradas e de coisas semelhantes.

      O conceito de condomínio é muito mais antigo na América Latina e na Europa do que nos Estados Unidos. Mas parece que a idéia se originou com os primitivos babilônios. Registros de seus condomínios remontam a 2.000 A. E. C. Estes documentos falam da venda do pavimento térreo de uma casa, o dono retendo a escritura de propriedade do segundo pavimento. Julga-se que o Papiro N.º 4721891, no Museu de Brooklyn, EUA, é a mais antiga escritura de condomínio que existe hoje. É considerado como datando de 434 A. E. C.

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