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    Despertai! — 1979 | 8 de julho
    • (João 16:7-14) O derramamento desse espírito por parte de Jesus, no dia de Pentecostes, era para os discípulos uma demonstração evidente de que Jesus chegara à presença de Deus e apresentara seu sacrifício resgatador a Ele. (Atos 2:33, 38) Esta apresentação do valor do seu sangue vitalício também tornava vital tal ascensão, pois não deveria ser feita na terra, no Santíssimo do templo em Jerusalém, mas somente no “próprio céu . . . perante a pessoa de Deus”. (Heb. 9:24) Também tornou se necessário por Jesus ter sido designado e glorificado como o “grande sumo sacerdote que passou pelos céus”. (Heb. 4:14; 5:1-6) Paulo explica que “então, se ele estivesse na terra, não seria sacerdote”, mas que, uma vez que “se assentou à direita do trono da Majestade nos céus”, Jesus “obteve agora um serviço público mais excelente, de modo que ele é também o mediador dum pacto correspondentemente melhor”. (Heb. 8:16) Por causa disto, os cristãos sujeitos ao pecado herdado são confortados em saber que “temos um ajudador junto ao Pai, Jesus Cristo, um justo”. — 1 João 2:1; Rom. 8:34; Heb. 7:25.

      Por fim, a ascensão era necessária para a administração do Reino por parte de Jesus, reino este do qual se tornou herdeiro, ficando-lhe “sujeitos anjos, autoridades, e poderes”. (1 Ped. 3:22; Fil. 2:6-11; 1 Cor. 15:25; Heb. 10:12, 13; confronte com Daniel 7:14.) Tendo “vencido o mundo” (João 16:33), Jesus tomou parte em cumprir a profecia do Salmo 68:18, ‘ascendendo ao alto e levando consigo cativos’, o significado do que Paulo explica em Efésios 4:8-12.

      ÁSIA. Nas Escrituras Gregas Cristãs, o termo Ásia é usado para se referir, não ao continente da Ásia, nem à península chamada Ásia Menor, mas à província romana que ocupava a parte ocidental daquela península.

      HISTÓRIA PRIMITIVA

      Os romanos obtiveram o controle da Ásia Menor de Antíoco, o Grande, por sua vitória em Magnésia (perto de Éfeso) em 190 A. E. C., e o território a O das Montanhas Tauro foi dado como recompensa ao aliado de Roma, o rei de Pérgamo. Em 133 A. E. C., quando morreu o rei Átalo III, de Pérgamo, ele legou seu reino a Roma. A província romana da Ásia, foi, depois disso, formada deste reino e incluía países mais antigos de Mísia, Lídia, Cária, e, às vezes, parte da Frígia, bem como as ilhas adjacentes. Era assim limitada pelo mar Egeu e as províncias de Bitínia, Galácia (que abrangia parte da Frígia) e Lícia. As fronteiras precisas, contudo, são difíceis de definir, devido a repetidas alterações.

      Inicialmente, a capital se localizava em Pérgamo, na Mísia, mas, durante o reinado de Augusto, foi transferida para Éfeso, mais para o S. No ano 27 A. E. C. a província veio a ser senatorial e, depois disso, foi governada por um procônsul. (Atos 19:38) Foi também dividida em nove distritos judiciais e subdividida em quarenta e quatro distritos-cidades.

      [Continua]

  • Peixe com “lanternas”
    Despertai! — 1979 | 8 de julho
    • Peixe com “lanternas”

      ◆ No golfo de Elate, em Israel, há um peixinho de uns 7,5 centímetros tecnicamente denominado Photablepharon palpebratus. Melhor conhecido como peixe-lanterna, ilumina seu caminho sob a água. Qual é a fonte de tais raios? Bactérias luminosas habitam órgãos por baixo dos seus olhos. O peixe lanterna utiliza tais raios para localizar pequenos crustáceos, para banquetear-se deles. Mas quando confrontado com um possível atacante, tal peixe primeiramente se movimenta com suas luzes acesas, daí, encerra pálpebras opacas sobre elas. Com as luzes desligadas tenta escapar por afastar-se rapidamente nadando numa direção diferente.

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