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    Despertai! — 1977 | 8 de novembro
    • por Jeová, mediante seu Filho primogênito, “o princípio da criação de Deus”. (Mat. 22:30; Rev. 3:14) “Mediante ele [este Filho primogênito, a Palavra] foram criadas todas as outras coisas nos céus . . . as coisas invisíveis . . . Também, ele é antes de todas as outras coisas e todas as outras coisas vieram a existir por meio dele.” (Col. 1:15-17; João 1:1-3) Os anjos foram criados muito antes do aparecimento do homem, pois, com a ‘fundação da terra’, “as estrelas da manhã juntas gritavam de júbilo e todos os filhos de Deus começaram a bradar em aplauso”. — Jó 38:4-7.

      Quanto ao número das hostes angélicas do céu, Daniel disse que vira que “mil vezes mil . . . ministravam [a Deus] e dez mil vezes dez mil ficavam em pé logo diante dele”. — Dan. 7:10; Heb. 12:22; Jud. 14.

      ORDEM E CATEGORIA

      Como se dá com a criação visível, assim também no domínio invisível existe ordem e categoria entre os anjos. O anjo mais destacado, tanto em poder como em autoridade, é Miguel, o arcanjo. (Dan. 10:13, 21; 12:1; Jud. 9; Rev. 12:7; veja ARCANJO; MIGUEL.) Por causa de sua proeminência, e devido a ser “o grande príncipe que está de pé a favor dos filhos do povo [de Deus]”, presume-se que seja o anjo que conduziu Israel através do deserto. (Êxo. 23:20-23) Tendo elevadíssima categoria entre os anjos, quanto a privilégios e honras, há os serafins. (Isa. 6:2, 6; veja SERAFINS.) Com mais freqüência (cerca de noventa vezes), as Escrituras mencionam os querubins, e, pela descrição de seus deveres e responsabilidades, torna-se evidente que também mantêm uma posição especial entre os anjos. (Gên. 3:24; Eze. 10:1-22; veja QUERUBIM N.º 1.) Daí, há um grande corpo de mensageiros angélicos que servem qual meio de comunicação entre Deus e o homem. No entanto, fazem mais do que simplesmente transmitir mensagens. Como agentes e representantes do Deus Altíssimo, servem quais executores responsáveis do propósito divino, seja para proteger seja para livrar o povo de Deus, ou para destruir os iníquos. — Gên. 19:1-26.

      PERSONALIDADE

      Alguns talvez neguem aos anjos, individualmente, uma personalidade distinta, afirmando que são forças impessoais de energia, enviadas para realizar a vontade de Deus, mas a Bíblia ensina de outra forma. Nomes individuais subentendem individualidade. O fato de que dois de seus nomes, Miguel e Gabriel, são fornecidos, comprova suficientemente esse ponto. (Dan. 12:1; Luc. 1:26) A falta de outros nomes era uma salvaguarda para que não se desse honra e adoração indevidas a tais criaturas. Foram enviadas por Deus como agentes para atuar em Seu nome, não no próprio nome deles. Por isso, quando Jacó perguntou o nome do anjo, este se recusou a dá-lo. (Gên. 32:29) O anjo que se aproximou de Josué, quando este lhe pediu que se identificasse, respondeu apenas que era “príncipe do exército de Jeová”. (Jos. 5:14) Quando os pais de Sansão solicitaram o nome do anjo, este se recusou a dá-lo, dizendo: “Por que é que me perguntarias assim pelo meu nome, quando ele é maravilhoso?” (Juí. 13:17, 18) O apóstolo João tentou adorar anjos e foi duas vezes censurado: “Toma cuidado! Não faças isso! . . . Adora a Deus.” — Rev. 19:10; 22:8, 9.

      Como personalidades, os anjos têm o poder de comunicar-se uns com os outros (1 Cor. 13:1), a habilidade de falar várias línguas dos homens (Núm. 22:32-35; Dan. 4:23; Atos 10:3-7), a faculdade de raciocínio com a qual podem glorificar e louvar a Jeová. (Sal. 148:2; Luc. 2:13) É verdade que os anjos são assexuados, porque Jeová os fez assim, não porque são simples forças impessoais. Os anjos são geralmente representados como varões, e, quando se materializavam era sempre em forma masculina, porque Deus e seu Filho são mencionados como varões. No entanto, quando certos anjos materializados entregaram-se ao prazer sexual nos dias de Noé, foram expulsos das cortes celestes de Jeová. Eis aqui uma demonstração da individualidade dos anjos, pois, semelhantes à humanidade, eles também têm livre arbítrio, tendo o poder de fazer uma escolha pessoal entre o certo e o errado. (Gên. 6:2, 4; 2 Ped. 2:4) Por escolha pessoal, hordas de anjos juntaram-se a Satanás em sua rebelião. — Rev. 12:7-9; Mat. 25:41.

      [Continua]

  • “Chás” para dar presentes?
    Despertai! — 1977 | 8 de novembro
    • Qual É o Conceito da Bíblia?

      “Chás” para dar presentes?

      QUEM é que não aprecia receber um presente, especialmente algo necessitado? Todavia, não é uma alegria ainda maior dar um presente necessário e bem recebido? Como Jesus disse: “Há mais felicidade em dar do que há em receber.” — Atos 20:35.

      Às vezes, contudo, surgem questões ou problemas a respeito de se dar presentes, em especial quando um costume local está envolvido.

      Como exemplo dum costume local de dar presentes, na Austrália algumas pessoas têm por costume realizar um “chá-de-panela” para uma moça pouco antes de seu casamento. Na América do Norte isto é chamado de “wedding shower” (festa para dar presentes) e há também os “chás-de-cegonha”. Amigos e parentes se reúnem numa noitinha para usufruir a associação mútua e um lanche e para obsequiar a mulher ou o casal, presentes estes que ajudarão a enfrentar as novas circunstâncias de constituir família ou a chegada dum novo bebê.

      Talvez, onde more, não seja costumeiro realizar tais “chás”, mas é possível que seja habitual trazer flores ou frutas quando visita um amigo num hospital, ou quando é convidado a jantar na casa de alguém. O que pensa sobre o presentear em tais situações?

      Sábio Conselho de Deus

      A Bíblia contém muito encorajamento em favor da generosidade. Lemos: “Far-se-á que a própria alma generosa engorde, e aquele que rega liberalmente os outros também será regado liberalmente.” “Quem é bondoso de olho será abençoado, porque deu do seu alimento ao de condição humilde.” (Pro. 11:25; 22:9) João Batista aconselhou: “Quem tiver duas peças de roupa interior partilhe com aquele que não tiver nenhuma.” E Jesus instou: “Praticai o dar, e dar-vos-ão . . . Pois, com a medida com que medis, medirão a vós em troca.” — Luc. 3:11; 6:38.

      Não é biblicamente errado identificar-se, de modo modesto, como dador dum presente, se a pessoa preferir fazê-lo, talvez por meio de um cartãozinho acompanhante. (Compare com Tiago 1:17.) Mas, com respeito a dar presentes, Jeová nos fornece conselhos que levam em conta a imperfeição humana. Por exemplo, há o perigo de se dar presentes de modo a trazer glória ao dador. Jesus aconselhou assim: “Quando fizeres dádivas de misericórdia, não toques a trombeta diante de ti, . . . não deixes a tua esquerda saber o que a tua direita está fazendo, para que as tuas dádivas de misericórdia fiquem em secreto; então o teu Pai, que está olhando em secreto, te pagará de volta.” (Mat. 6:2-4) Quão sábio e bondoso isto é! Se a identidade do doador for anunciada de público, talvez a pessoa se sinta tentada a dar além de seus recursos, talvez a fim de igualar o valor dos presentes dos outros. Quão verídico é o provérbio: “Há aquele que pretende ser rico, no entanto, não tem absolutamente nada.” — Pro. 13:7.

      Também, a Bíblia não recomenda a generosidade ou o presentear que incentive a preguiça. Ela diz: “Tomeis por vosso alvo . . . trabalhar com as vossas mãos”, pois “se alguém não quiser trabalhar, tampouco coma”. O apóstolo Paulo explicou que ele, pessoalmente, labutava ‘para evitar impor um fardo dispendioso a outros’. — 1 Tes. 4:11; 2 Tes. 3:8-12; Efé. 4:28.

      “Chás” e Outros Meios de Presentear

      Caso uma gestante ou um par que logo se casará estejam definitivamente padecendo necessidade, pode avaliar como seria bondoso e considerado oferecer-lhes presentes que tornem mais fácil o ajuste. É triste dizer que, às vezes, as pessoas organizam um “chá” com objetivo bem diferente. À guisa de exemplo, certa senhora escreveu a uma colunista a respeito dum “chá” programado a favor de sua irmã carnal. Quanto a uma das vinte convidadas que compareceram, ela disse:

      “Verificamos e conferimos cada presente e cartão, e não conseguimos achar nada por parte desta senhora. Ela veio deliberadamente de mãos abanando, . . . Ficamos todas muito abaladas.”

      A colunista respondeu, em parte:

      “Tenho recebido centenas de cartas de senhoras que dizem que já foram convidadas a até quatro ou cinco chás-de-panela para a mesma noiva. Consideram todo o chá-de-panela como gigantesca exploração financeira, e, devo dizê-lo, sua carta aumenta muito a validez de suas queixas.”

      Sim, embora um “chá” possa ser excelente oportunidade de associação mútua, de um lanche e de dar presentes, pode também tornar-se um simulacro do espírito cristão da dádiva generosa. Que pena

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