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Sri Lanka — através dos olhos dum turistaDespertai! — 1977 | 22 de junho
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a uma boa cerveja. Mais amiúde, porém, é destilada para se fazer a araca, bebida tão forte quanto o vodca e que freqüentemente é chamada de ‘uísque dos pobres’.
Os laboriosos habitantes desta ilha resplandecente não só fabricam açúcar do coqueiro; eles também produzem sal, por métodos antigos. Ao longo da costa, notamos que se permite que a água oceânica penetre em lagoinhas rasas. Daí, estas são fechadas por pequenas barragens. Por meio do calor do sol e do vento, a água evapora e permanecem os cristais do sal. Este processo é repetido até que a camada de sal seja suficientemente grossa para ser colhida.
Para o visitante de Sri Lanka, o paraíso parece mais perto do que nunca. Trata-se deveras duma ilha esmeraldina. Suas praias ensolaradas, suas campinas, suas selvas verde-cinzentas, seus reluzentes lagos artificiais, seus arrozais verde-amarelados, suas plantações de chá verdes-oliva e sua abundante vida selvagem, combinam-se todos para fazer de Sri Lanka uma ilha resplandecente.
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Ajuda ao Entendimento da BíbliaDespertai! — 1977 | 22 de junho
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Ajuda ao Entendimento da Bíblia
[Matéria selecionada de Aid to Bible Understanding Edição de 1971.]
AMOR. Certo dicionário define assim o amor: Uma sensação de caloroso apego pessoal ou profunda afeição, como por um amigo, um parente ou um filho, e assim por diante; calorosa afeição por outrem ou gostar de outrem; também, a benévola afeição de Deus por suas criaturas ou a afeição reverente devida por elas a Deus, também, a bondosa afeição corretamente expressa pelas criaturas de Deus, umas para com as outras; a forte ou apaixonada afeição por uma pessoa do sexo oposto, que constitui o incentivo emocional para a união conjugal. Um dos sinônimos de amor é “devoção”.
As Escrituras usam “amor” com todos os significados precedentes, e, também, ampliam o significado da palavra Além de tais significados, as Escrituras falam também do amor guiado por princípios, como o amor à justiça, ou até mesmo o amor aos inimigos da pessoa, aos quais talvez não sinta afeição. Esta faceta ou expressão do amor é uma devoção altruísta à justiça e sincero interesse no bem-estar duradouro de outros, junto com uma expressão ativa disto, para o bem deles.
As palavras ‘aháv e ‘ahév (“amar”) e ‘ahaváh (“amor”) são as palavras usadas primariamente em hebraico para denotar o amor nos sentidos precedentes o contexto determinando o sentido e o grau pretendidos.
As Escrituras Gregas Cristãs empregam mormente formas das palavras agápe, philía, e duas palavras provindas de storgé (não sendo usada éros, amor entre os sexos), agápe aparecendo com maior freqüência que os outros termos.
Sobre o substantivo agápe e a forma verbal agapáo, An Expository Dictionary of New Testament Words (Dicionário Expositivo de Palavras do Novo Testamento) de W. E. Vine, diz (Vol. III, p. 21): “O amor só pode ser conhecido pela ação que promove. Vê-se o amor de Deus na dádiva de Seu Filho, 1 João 4:9, 10. Mas, obviamente, este não é o amor da complacência ou da afeição, isto é, não foi motivado por qualquer excelência em seus objetos, Rom. 5:8. Tratava-se dum exercício da vontade Divina em escolha deliberada feita sem causa atribuível, exceto a que existe na natureza do Próprio Deus, cp. Deu. 7:7, 8.
A respeito do verbo philéo, comenta Vine: “[Ele] deve ser diferençado de [agapáo] no sentido de que philéo representa mais de perto a terna afeição. . .. Novamente, amar [philéo] a vida, proveniente do desejo indevido de preservá-la, esquecido do real objetivo de se viver, recebe a repreensão do Senhor, João 12:25. Pelo contrário, amar a vida [agapáo], conforme usado em 1 Ped. 3:10, é levar em conta os verdadeiros interesses de se viver. Aqui a palavra [philéo] seria muitíssimo inapropriada.” (Págs. 21, 22).
O “Dicionário Grego do Novo Testamento” de James Strong, em inglês, comenta sob philéo: “Ser amigo de (gostar de [uma pessoa ou um objeto]), i. e., ter afeição por (denotando apego pessoal, como questão de sentimento ou de sensação); ao passo que [agapáo] é mais amplo, abrangendo espec. o critério e a aquiescência deliberada da vontade como questão de princípios, de dever e de correção.”
Por conseguinte, agápe tem o significado de amor guiado ou governado por princípios. Pode incluir ou não a afeição ou o gostar. Que agápe pode incluir afeição e calor pessoal é evidente em muitos trechos. Em João 3:35, Jesus disse: “O Pai ama [agapaí] o Filho.” Em João 5:20, ele disse: “O Pai tem afeição pelo [phileí] Filho.” Por certo, o amor de Deus por Jesus Cristo é acompanhado de grande afeição. Ele também explicou: “Quem me ama [agapón], será amado [agapethésetai] por meu Pai, e eu o amarei [agapéso].” (João 14:21) Este amor do Pai e do Filho é acompanhado de terna afeição por tais pessoas que amam. Os adoradores de Jeová têm de amá-lo, e a seu Filho, bem como uns aos outros, do mesmo modo. — João 21:15-17.
Assim, embora diferençado pelo respeito aos princípios, agápe não é insensível, de outra forma, não diferiria da fria justiça. Mas, não é governado pela sensação ou sentimento; jamais ignora princípios. Os cristãos mostram corretamente agápe para outros, aos quais talvez não sintam afeição e de quem talvez nem gostem, fazendo isso para o bem-estar deles. (Gál. 6:10) Todavia, embora não sintam afeição, deveras sentem compaixão e sincero interesse por tais concriaturas humanas, até os limites e do modo que os princípios justos permitam e orientem.
No entanto, ao passo que agápe se refere ao amor governado por princípios, há princípios bons e maus. Uma espécie errada de agápe poderia ser expressa,
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