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  • Como o álcool atua sobre seu corpo
    Despertai! — 1980 | 22 de agosto
    • reação desfavorável com o álcool. Pelo menos uma jovem, Karen Quinlan, nos Estados Unidos, acha-se em coma durante muitos anos por ter misturado o álcool com tranqüilizantes.

      Não se dá que novo elemento tóxico se desenvolva quando se misturam dois ingredientes tóxicos, mas, em muitos casos, um ingrediente ou o outro aumenta de potência muitas vezes quando se usa a combinação errada. O fígado já debilitado se vê confrontado com uma potência bem superior à que pode lidar seguramente sem que hajam maiores danos para si mesmo.

      Como Enfrentar o Abuso do Álcool

      O modo de enfrentar o abuso do Álcool não é por recorrer a coisas tais como comer batatinhas fritas ou ovos para reduzir a taxa de absorção. Tomar creme de leite antes duma bebedeira não é a solução. É verdade que reduzir a taxa de absorção poderá impedir que se sinta tonto, mas talvez ainda esteja bebendo demais.

      A solução não reside em tomar um banho frio de chuveiro, beber café puro, sair para respirar ar fresco, fazer exercícios ou ir nadar, para “espairecer”. Tais atividades talvez mudem o modo como se sente, mas não alteram o teor alcoólico no sangue do corpo nem reduzem os danos celulares.

      O que precisa realmente é ser moderado na sua utilização das bebidas alcoólicas, caso as tome de algum modo. O que poderá ajudá-lo nesse sentido?

  • Como controlar os problemas causados pelo álcool
    Despertai! — 1980 | 22 de agosto
    • Como controlar os problemas causados pelo álcool

      O ABUSO do álcool é um problema que pode influir profundamente na vida de toda a família. Assim, é proveitoso considerar o assunto como família, para ajudar a todos na casa a entendê-lo, e para cooperarem em evitar situações que possam tender a fazer com que um de seus membros tente afogar seus problemas na bebida.

      Não espere até que o alcoolismo já tenha estragado sua vida familiar para fazer algo a respeito. Tome medidas preventivas.

      Em muitas famílias, infelizmente, o problema já surgiu. O que podem fazer?

      Quando já Existe o Problema

      Primeiro de tudo, há necessidade de enfrentar o fato de que existe um problema com o álcool. O alcoólico talvez não creia que tem tal problema. Outros membros de sua família, bem como amigos que não pertencem à casa, talvez achem que tem. Por quê? Não podem ver se há danos causados aos seus órgãos internos. Mas podem ver a deterioração de seu comportamento.

      A pessoa que se está tornando dependente do álcool tende a procurar a bebida quando está só ou deprimida. Talvez fique desconcertada com seu modo de beber ou irada com a crítica dos outros, de modo que tenta esconder a quantidade que consome. Quando quer um trago, talvez fique um tanto irritadiça até consegui-lo. Em resultado de seus hábitos de beber, talvez se torne impulsiva, menos razoável e até mesmo recorra à violência física contra seu cônjuge. Mesmo que não beba todo dia, uma vez comece, toma bastante. Com o tempo, talvez tenha perdas temporárias da visão, causadas pelo álcool, ou talvez acessos de retraimento, quando deixa de conseguir um trago.

      A pessoa que tem dificuldades com o álcool talvez reconheça que sua vida familiar se degenera. Talvez compreenda que está tendo dificuldades no emprego. Mas se alguém sugerir que importante razão disso é que está ficando dependente demais do álcool, não é incomum que tal pessoa tome a defensiva. Caso um médico lhe dissesse que era alérgica a certa comida e que sua saúde melhoraria caso a cortasse de sua dieta, ela provavelmente o faria. É o álcool um tanto diferente? Sim, pode atuar como droga que altera o humor, e a pessoa pode tornar-se dependente dela, tanto em sentido psicológico como físico.

      Se estiver disposta a encarar a realidade de que tem uma fraqueza quanto ao álcool e que isso pode arruinar sua vida, mas que é possível controlá-la e que vale a pena tentar fazê-lo, existem esperanças de recuperação. Esta exigirá firme determinação e um programa definido a ser seguido.

      Romper as Algemas da Dependência Alcoólica

      O problema não é solucionado por se beber apenas nos fins-de-semana. Nem uma pessoa elimina sua dependência do álcool por passar a beber vinho ou cerveja ao invés de bebidas fortes. Considerável proporção dos que são alcoólicos bebem quase que exclusivamente cerveja.

      Há mister de limpar totalmente o sistema e permitir que as células se restaurem ao nível que isto for possível. Exige-se a abstinência total. Alguns médicos afirmam que precisará conceder pelo menos quatro dias para que o corpo elimine totalmente seu último drinque alcoólico. No entanto, a restauração das células prejudicadas por insensatos hábitos de beber talvez exija seis meses ou mais, durante os quais se precisa dar atenção especial à boa nutrição.

      Os sintomas da abstenção nem sempre ocorrem, mas são comuns nos beberrões inveterados e nos alcoólicos. À medida que baixa o teor de álcool no sangue, e o sistema nervoso se ajusta à mudança, a pessoa talvez sinta inquietação, irritabilidade, depressão, insônia, confusão mental, palpitações, suor abundante, tremedeiras e náusea. Tais sintomas usualmente começam de oito a 24 horas depois que pára de beber. Caso sua condição como alcoólico já seja prolongada, ou suas condições físicas sejam bem ruins, talvez haja outras graves reações que exijam cuidados médicos.

      A medida em que o corpo conseguirá restaurar os órgãos prejudicados dependerá da quantidade de “reserva funcional” que foi extirpada, a duração de tempo em que tal condição existe, e os cuidados que foram dados ao corpo, visando restabelecê-lo. Para os verdadeiramente viciados em bebidas alcoólicas, na maioria dos casos, é improvável que consigam alguma vez voltar ao uso normal de tais bebidas alcoólicas. Não importa quanto tempo se tenha passado, um trago poderá ser demais. É como se um vulcão lá dentro esperasse a oportunidade de entrar em erupção. Em tal caso, o único meio de alguém poder continuar a levar uma vida normal é abster-se por completo.

      A Família Pode Ajudar

      A cooperação da família é importante para se romper o domínio da dependência do álcool, e, na maioria dos casos, a família está muito disposta a ajudar. Para minimizar as tentações, seria sábio remover todas as bebidas alcoólicas da casa. E seria mais fácil para a pessoa que tem tal fraqueza se os outros membros da família se refreassem de beber em sua presença.

      Naturalmente, existem ocasiões em que a pessoa visita outras pessoas na casa delas. Quer por não saberem de suas condições, quer por irreflexão, talvez lhe ofereçam uma bebida alcoólica. O que fará? É algo em que deve pensar antes dessa ocasião. Não precisa entrar em longas explicações, mas sua recusa deve ser firme. “Não, obrigado. Mas apreciaria um copo de refrigerante [ou de água].”

      O que a Bíblia diz é muito encorajador para quem deseja livrar-se do abuso do álcool. Fala de pessoas que tiveram êxito em dominá-lo (1 Cor. 6:9-11), e dos que, por razões pessoais, abstiveram-se por completo dele. (Núm. 6:2, 3) Também relata os eventos que envolveram famílias inteiras que se abstiveram dele, por obediência ao chefe de família, a fim de preservarem a dignidade do nome da família. As famílias recabitas receberam menção especial neste sentido. Abstiveram-se, por gerações sucessivas, embora vivessem na vizinhança de outras famílias que tomavam vinho regularmente. Deus não pediu aos recabitas que se abstivessem do vinho, e nem sua Palavra exige a abstinência total, hoje em dia, mas Ele considerou favoravelmente o que eles fizeram em obediência ao seu chefe de família. — Jer. 35:5, 6, 8, 18, 19.

      Obter Vigor Espiritual

      O conhecimento exato da Palavra de Deus fará muito no sentido de dar à pessoa o vigor espiritual para que vença suas fraquezas. A Bíblia lhe mostrará como ter êxito em enfrentar os problemas, ao invés de tentar apagar a realidade por beber muito.

      Considere, por exemplo, um rapaz na Austrália que tinha grave problema alcoólico. Amiúde, ao sair do bar, a fim de chegar em casa, colocava seu carro em primeira marcha, mantinha a porta aberta e pendurava a cabeça do lado de fora, para ver a faixa branca que dividia as mãos de direção, levando até duas horas para percorrer os 11 quilômetros até sua casa. Ele gastava até uns Cr$ 2.000,00 em bebidas alcoólicas, num fim-de-semana. Até sofria de alucinações, de modo que jurou parar de beber. Mas não conseguiu.

      Por volta desse tempo, começou a estudar a Bíblia com a ajuda das Testemunhas de Jeová. Ele mencionou o assunto do álcool e lhe foi mostrado que Deus não aprovava os bêbedos, mas que a vida eterna num paraíso terrestre restaurado é possível para os que vivem segundo as normas da Bíblia. — Gál. 5:21; João 17:3.

      Não foi fácil ele fazer mudanças, visto ser o ‘animador’ de suas festinhas. Quando começou a ficar mais sossegado, seus colegas de bebida pensaram que ele arranjara uma namorada, e que logo a influência dela passasse, ele retornaria às festinhas. Mas o poder das promessas de Deus teve um efeito maior sobre ele do que seus amigos se davam conta, e ele jamais voltou às suas bebedeiras. Afirma ele: “Agora, já se passaram 10 anos desde que consegui dominar meu problema com a bebida. Sinto-me uma pessoa muito mais feliz e saudável, graças à bondade de Jeová.”

      Tal mudança não ocorreu da noite para o dia. Foi gradual, à medida que aumentava seu conhecimento e seu entendimento. O que ele antes não conseguia fazer sozinho, teve êxito em fazê-lo com a ajuda do espírito de Deus. — 1 Cor. 6:11.

      O conhecimento da Bíblia contribui para casamentos mais felizes, para famílias mais felizes. Ajuda a reduzir problemas por auxiliar a pessoa a fazer decisões mais sábias na vida. Ajuda a pessoa a absorver abalos, e a compreender por que existem condições ruins, e ocorrem calamidades. Descreve um novo sistema, que está em reserva para os que amam a vida e que fazem a vontade de Deus, e ajuda uma pessoa a desenvolver a motivação necessária para mudar seu padrão de vida, de modo a ser aceitável a Deus. — Rom. 12:1, 2; 2 Ped. 3:13.

      As bebidas alcoólicas podem trazer satisfação, caso sejam usadas de modo correto. Mas, se tiver um problema causado pelo álcool, não deixe que arruine sua vida. Enfrente-o. Faça isso agora mesmo.

  • Vidas transformadas na África
    Despertai! — 1980 | 22 de agosto
    • Vidas transformadas na África

      UM ESTUDO sociológico da sociedade matrilinear (uma forma de sociedade matriarcal), feito na Província de Luapula em Zâmbia foi publicado no American Ethnologist (Etnólogo Estadunidense). A pesquisadora Karla O. Poewe, da Universidade de Lethbridge, Alberta, Canadá, considera o efeito que as denominações religiosas exercem sobre os meios tradicionais dos luapulanenses Depois de 18 meses passados junto a tais pessoas, Poewe conclui que apenas as “Testemunhas de Jeová têm êxito” em conseguir “a mudança de comportamento entre seus membros vis-à-vis parentesco família e atividades econômicas”, ao passo que outros têm “sofrível registro de êxito em fornecer orientação para a conduta prática e para fazer com que o indivíduo mantenha tal conduta”. Seu estudo inclui as seguintes observações:

      “Nos povoados, as atividades das [Testemunhas de Jeová] aproximam-se do que seria de esperar dos melhores movimentos redentores, não revolucionários. Os membros, quase que imperceptivelmente, reestruturam sua vida e, assim, indiretamente, suas comunidades, visando tornarem-se plenos participantes do vindouro reino de Deus. . . .

      “As Testemunhas de Jeová, cujos ensinos constituem um processo de aprendizagem destinado a edificar servos maduros, . . . têm granjeado a reputação, entre seus concidadãos, de serem escrupulosamente honestas e, assim, são preferidas para os empregos em que se lida com dinheiro.”

      Descrevendo as tradições familiares luapulanenses, a pesquisadora Poewe explica que, visto que a herança em sua sociedade segue a linha materna, “a matrilinhagem luapulanense habilita as mulheres a controlar a terra, juntar remessas feitas pelos filhos, e divorciar-se de maridos ‘inúteis’”. Ela também comenta: “As mulheres acham que divórcios fáceis são vitais sob condições em que os homens não são ‘treinados’ para ser provedores básicos da esposa e da prole.” Quão bem têm as Testemunhas lidado com tal conduta marital tradicional?

      Poewe responde: “As Testemunhas de Jeová gozam de maior êxito do que os membros de outras denominações em manter uniões maritais estáveis. Como se dá com patrões e servos, seu êxito representa um relacionamento modificado de troca entre marido e mulher, que, nos seus recentes esforços cooperativos, não ameaçadores, tornaram-se responsáveis no seu tratamento mútuo perante novo chefe nominal Deus. Em troca da confiança, que é tão arriscado que uma mulher conceda a um homem que não seja seu irmão (na sociedade matrilinear de Luapula), o marido que é Testemunha de Jeová aprende a se tornar maduro em assumir responsabilidades para o bem-estar de sua esposa e de seus filhos. Mas, além de participar numa troca entre confiança e responsabilidade, o marido e a esposa são encorajados a ser pessoas íntegras (abantu abacishinka). Esta exigência dominante de integridade cimenta o casamento.”

      Ao que este estudo sociológico atribui o crédito por tal grande ajuste nos modos tradicionais de agir dos luapulanenses? A escritora observa que entre as Testemunhas de Jeová “a Bíblia é tratada como ‘modelo’ para a vida social”. Como ela se expressa: “As Testemunhas de Jeová de Luapula utilizam a Bíblia para criar indivíduos dignos de participar num novo mundo.”

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