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  • “Guardiães da moral” soam apelo vago

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  • “Guardiães da moral” soam apelo vago
  • Despertai! — 1981
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g81 8/5 p. 32

“Guardiães da moral” soam apelo vago

Quão firme é o pulso das igrejas no seu papel tradicional de “guardiães da moral” do povo? Em algumas denominações maiores, os acontecimentos recentes indicam que as normas bíblicas de moralidade estão sob crescente ataque, não apenas de fora, mas de dentro. A seguir alguns exemplos:

● Um Grupo de Trabalho Sobre Sexualidade, da Igreja Unida do Canadá, divulgou um relatório, em meados do 1.º semestre de 1980, pleiteando que a igreja faça uma abordagem de “contextura” quanto à moralidade. Entre outras coisas, o relatório de 100 páginas sugere que as relações sexuais entre pessoas não-casadas podem ser corretas, em certas circunstâncias, que uma “honesta e firme intenção de ser fiel” no casamento deveria ser enfatizada em vez da “exclusividade sexual” que a fidelidade conjugal agora demanda e que deveria ser permitido que “homossexuais maduros, assumidos”, se tornassem ministros.

O que, então, faz com que uma relação sexual seja correta? Segundo o grupo de trabalho precisa ser ‘criativa e liberalizante, gozar de apoio mútuo, ser socialmente responsável e agradável’ — coisas que, na mente dos participantes, são conseguidas durante quase qualquer ato sexual. Um porta-voz do relatório argumentou que “a moralidade sexual deve-se manter em dia com as ciências sociais”, porque “Deus nos fala através delas, bem como através da Bíblia”. Muitos membros da Igreja Unida sentiram-se traídos. Em cartas ao grupo de trabalho, alguns membros da Igreja escreveram dizendo que estão “grandemente perturbados”, “desgostosos”, ou “desolados e envergonhados”. Uma mulher escreveu: “O Diabo deve estar rindo. Eu, de minha parte, vou abandonar a igreja.”

● De modo similar, a Igreja Anglicana do Canadá, que autorizara a ordenação de homossexuais quais sacerdotes, em 1979, também publicou um relatório sugerindo que a “coisa ‘certinha’, convencional”, quanto a casais solteiros que vivem juntos deveria ser abandonado. O relatório diz que, se o relacionamento envolve “livre consentimento e realização sexual” num contexto de compromisso de vida, o casamento, neste caso, já existe “em substância”. Pleiteando o reconhecimento da igreja desta disposição, o relatório diz: “Precisamos estar preparados para nos maravilhar em silêncio quando vemos que [Deus] pode fazer com que um ‘casamento por contrato’ [sem cerimônia civil ou religiosa] seja, ocasionalmente, um instrumento de graças.”

Quando este relatório foi recentemente considerado no sínodo geral da Igreja, os defensores instaram os clérigos reunidos a “encarar esta realidade”. E o clérigo Garry Patterson disse: “Nos últimos três anos, não preparei ninguém para o casamento que já não estivesse vivendo junto.” Por outro lado, Donald Masters da Universidade de Guelph, declarou: “Considero absolutamente inacreditável que, numa época em que a moral anda solta, a igreja deva aprovar algo que boa porção de incrédulos, de boa moral, não aceitariam.”

● Lá na Grã-Bretanha, um painel da Igreja Anglicana publicou um relatório de 34.000 palavras, dizendo que, em certas circunstâncias “um relacionamento homossexual envolvendo a expressão física de amor livre” pode ser justificado. O relatório recomenda, também, que os homossexuais não devem ser impedidos de entrar no sacerdócio.

● Um painel formado pela Igreja Metodista da Inglaterra publicou um relatório dizendo que as relações homossexuais não são erradas e que isto “obviamente remove os motivos para se negar a qualquer pessoa a qualidade de membro da Igreja ou deixá-la como tal unicamente à base da orientação sexual dele ou dela.”

Embora tais relatórios não sejam sempre aceitos como sendo política oficial da igreja, a tendência é clara: Em vez de soar um alto e claro apelo em favor da justiça piedosa, as principais igrejas passam a dar apoio à tendência moral de sua época. Isto se choca com o que o inspirado apóstolo Paulo claramente declarou em 1 Coríntios 6:9, 10. Não revela o espírito de Ló, que se sentia afligido pelos sodomitas. — 2 Ped. 2:6, 7.

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