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  • Causará a humanidade sua própria destruição?
    Despertai! — 1980 | 22 de novembro
    • “para fins militares destrutivos”. Teme-se que um país possa provocar enchentes, secas, terremotos, tufões, até mesmo furacões, no território inimigo. Quando se considera que um furacão contém a energia de 1 bilhão de toneladas de TNT, 16 vezes mais potente do que a maior bomba nuclear, tal guerra meteorológica pode ser tremendamente destrutiva.

      Obviamente, o homem já tem, à sua disposição, os meios de destruir-se e deixar esta terra como um monturo radiativo. Todavia, desde 1945, as armas nucleares não têm sido usadas em guerras. Por este motivo, muitos se sentem seguros, imaginando que o mundo jamais verá uma guerra atômica total, que, segundo alguém que ajudou a desenvolver tal bomba, Albert Einstein, significaria “o aniquilamento de toda a vida na terra”.

  • O inimaginável — poderia acontecer?
    Despertai! — 1980 | 22 de novembro
    • O inimaginável — poderia acontecer?

      Devido às pavorosas represálias, considerou-se inimaginável que uma nação desse início à guerra nuclear. No entanto, recentes desenvolvimentos de armas mostraram que este “equilíbrio do terror” ou “dissuasão” não constitui base real para a confiança.

      Conforme adrede mencionado, a precisão dos mísseis intercontinentais melhorou dramaticamente nos últimos poucos anos. A revista Nation (Nação) diz-nos por que isto tem atemorizantes implicações:

      “Ademais, o tipo de armas que os Estados Unidos agora desenvolvem subentende algo diferente de simples ‘dissuasão’. O míssil Cruise, quando utilizado, cairá num raio de uns 14 a 27,5 metros dum alvo a 3.200 quilômetros de distância. . . . O ponto é que armas assim tão precisas não são necessárias para um ataque retaliatório de ‘segundo golpe’ contra cidades e populações. Uma bomba que possa cair num raio de 800 metros, mais ou menos, de seu alvo, é mais do que adequada para a simples ‘dissuasão’. A precisão, contudo, torna-se importante quando uma nação planeja um ataque inicial de surpresa que prive o adversário de responder a ele. Quanto maior for a precisão, tanto menos bombas são necessárias para demolir os silos de mísseis inimigos, fortalecidos por milhares de toneladas de aço e concreto.” — 27 de maio de 1978.

      Também, crescente número de nações desenvolvem armas nucleares. O perigo óbvio é comentado em The Bulletin of the Atomic Scientists (Boletim dos Cientistas Atômicos): “Crê-se de forma ampla que, quanto mais potências dotadas de armas nucleares vierem a existir, tanto maior será a probabilidade duma guerra nuclear. . . . A tecnologia das armas nucleares acha-se agora tão amplamente conhecida que a preocupação atual é a de que até mesmo grupos terroristas construam explosivos nucleares, quanto mais os governos.” — Setembro de 1979.

      Quando vê nações, que possuem tais hediondos arsenais, envolverem-se em conflitos em que seus interesses vitais fiquem seriamente em perigo, não tem uma sensação intranqüila de que uma delas utilizará sua potência nuclear de fogo, sem medir as conseqüências? Não é o único que tem esta sensação.

      Conferências Alarmantes

      Por vários dias, em maio de 1978, 30 cientistas, militares e conselheiros governamentais de 10 nações se reuniram em sessões fechadas em Toronto, Canadá, para considerar seriamente o tema “O Perigo da Guerra Nuclear por Volta do Ano 2000”. “O mais assombroso sobre esta conferência”, declarou o seu presidente John Polanyi, “foi o senso de concordância de que aumenta o perigo duma guerra nuclear”. Desde então, outras reuniões de peritos,

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