De Nossos Leitores
Divórcio
Acabo de reler seu artigo “É Necessário Este Divórcio?” (8 de dezembro de 1982). Meu marido adulterou e estou esperando sair o meu divórcio. Seu artigo descreve exatamente como as crianças e eu nos sentimos. Darei esse artigo a meu marido para que o leia, na esperança de que volte ao lar. Tem sido um bom marido até agora. O problema básico era a falta de comunicação. Obrigada por todo seu bom trabalho.
P. F., Inglaterra
Cuidar de Bebê
Nosso bebê tinha três dias de idade quando li seu artigo “Por Favor, Joãozinho, Acalme-se!” (8 de março de 1983). Nenhum melhor “alimento” poderia ter sido recebido numa época mais apropriada. Já li o artigo quatro vezes e mantenho-o ao alcance para poder consultá-lo de novo. É especialmente animador relê-lo às duas da madrugada quando nossa menininha não quer dormir. Meus agradecimentos por um belo artigo.
R. D., Carolina do Sul, EUA
Sou-lhes muito grata por seu artigo recente a respeito de bebês chorões. Temos meninos gêmeos, agora com um ano e três meses de idade, que choraram constantemente por seis meses. Havíamos lido conselho similar e tentado segui-lo tanto quanto possível. Agora vocês confirmaram que fizemos o melhor por nossos bebês. Embora eu desejasse ter lido essa revista 15 meses atrás, não é menos apreciada agora. Continuem publicando informação útil para nós pais, de modo que possamos criar nossos filhos de maneira certa.
J. F., Flórida, EUA
Realmente apreciei o artigo “Por Favor, Joãozinho, Acalme-se!”. Gostei especialmente da parte que diz que a mãe de Jesus envolveu seu recém-nascido em panos, para fazê-lo sentir-se confortável. Tive um bebê poucas semanas atrás. A primeira noite em casa foi cansativa, o bebê não dormia. Como último recurso envolvi-a numa coberta e ela dormiu como um cordeiro. E dorme bem desde então. Também gostei da idéia de que o choro do bebê é sua comunicação com seus pais.
Y. G., Flórida, EUA
No artigo “Por Favor, Joãozinho, Acalme-se!” mencionou-se mostrar afeição à criança. Entre outras expressões de afeição aceitáveis sugeriu-se “cócegas agradáveis”. Tempos atrás falei com um pediatra sobre o assunto de fazer cócegas em crianças. Ele declarou enfaticamente: “Fazer cócegas em crianças é abusar de crianças.” Pesquisas adicionais talvez lançarão mais luz sobre o assunto.
M. J., Ohio, EUA
Concordamos que fazer cócegas intensas e excessivas numa criança de modo a superexcitá-la, e mesmo atormentá-la, seria abuso de crianças. Não é o caso, porém, de um pouco de leve carinho e cócegas agradáveis, como mencionado no artigo. Seria divertido para a criança, dando-lhe um sentimento de ser amada. — Red.