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  • Temos de praticar a devoção piedosa em casa
  • Unidos na Adoração do Único Deus Verdadeiro
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Unidos na Adoração do Único Deus Verdadeiro
uw cap. 18 pp. 139-145

Capítulo 18

Temos de praticar a devoção piedosa em casa

1. (a) Depois de aprenderem as normas de Jeová para o casamento, que mudanças fizeram muitas pessoas? (b) No entanto, que mais está envolvido na vida familiar cristã?

ENTRE as animadoras verdades que aprendemos durante os nossos anteriores estudos bíblicos encontravam-se as relacionadas com o casamento e a vida familiar. Chegamos a reconhecer a Jeová como o Originador do casamento e vimos que ele provera na Bíblia a melhor orientação para a família. Em resultado desta orientação, muitos abandonaram elogiavelmente uma vida de imoralidade sexual e registraram corretamente o seu casamento. Mas a vida familiar cristã envolve muito mais do que isso. Envolve também nossa atitude para com a permanência da união marital, o cumprimento das nossas responsabilidades na família e a maneira de lidarmos com os outros membros da família. — Efé. 5:33-6:4.

2. (a) Aplicam todos no lar o que sabem da Bíblia? (b) Como salientaram Jesus e Paulo a importância de que se faça isso?

2 Milhões de pessoas sabem o que a Bíblia diz sobre esses assuntos. Mas quando confrontadas com problemas na sua própria casa, não aplicam isso. Que dizer de nós mesmos? Certamente, nenhum de nós quer ser igual àqueles que Jesus condenou por se esquivarem do mandamento de Deus, de que os filhos devem honrar os pais, argumentando que bastava fingir ter devoção religiosa. (Mat. 15:4-9) Não queremos ser pessoas que têm uma forma de devoção piedosa, mas que deixam de praticá-la “na sua própria família”. Antes, devemos querer demonstrar ter verdadeira devoção piedosa, que é “meio de grande ganho”. — 1 Tim. 5:4; 6:6; 2 Tim. 3:5.

QUANTO TEMPO DURARÁ O CASAMENTO?

3. (a) O que está acontecendo com muitos casamentos, mas qual deve ser a nossa determinação? (b) Use a sua Bíblia para responder às perguntas alistadas acima sobre a permanência do casamento.

3 É com freqüência cada vez maior que os laços maritais se mostram muito frágeis. Alguns cônjuges, que conviveram por 20, 30 ou 40 anos, agora decidem iniciar uma “nova vida” com outra pessoa. Também, não é mais incomum ouvir que casais jovens se separaram depois de apenas poucos meses de casamento. Não importa o que outros estejam fazendo, nós, como adoradores de Jeová, devemos ter o desejo de agradar a Deus. O que diz sobre isso a Palavra dele?

Quando um homem e uma mulher se casam, quanto tempo devem esperar ficar juntos? (Rom. 7:2, 3; Mar. 10:6-9)

Qual é o único motivo válido de divórcio perante Deus? (Mat. 19:3-9; 5:31, 32)

Que conceito forte tem Deus sobre o divórcio não autorizado pela sua Palavra? (Mal. 2:13-16)

Advoga a Bíblia a separação como meio de solucionar os problemas maritais? (1 Cor. 7:10-13)

4. Apesar da tendência moderna, por que duram alguns casamentos?

4 Por que duram alguns casamentos, ao passo que outros — mesmo entre professos cristãos — se rompem? Um fator-chave muitas vezes é esperar até que ambos sejam maduros. Encontrar um cônjuge que tem os mesmos interesses e com quem se possa tratar de assuntos francamente também é importante. De importância maior, porém, é ser alguém que pratica a genuína devoção piedosa. Se alguém realmente amar a Jeová e estiver convencido de que os modos Dele são corretos, então haverá uma base sólida para lidar com os problemas que surgem. (Sal. 119:97, 104; Pro. 22:19) O casamento de tal pessoa não será minado pela atitude de que, se não funcionar, ela sempre poderá obter uma separação ou um divórcio. Não se aproveitará das falhas do cônjuge como desculpa para esquivar-se de suas próprias responsabilidades. Em vez disso, aprenderá a enfrentar os problemas da vida e encontrar soluções funcionais.

5. (a) Como está envolvida nisso a lealdade a Jeová? (b) Mesmo quando surgem grandes dificuldades, que benefícios podem ser derivados do firme apego às normas de Jeová?

5 Estamos bem apercebidos de que o Diabo afirma que, quando passarmos por sofrimentos pessoais, desconsideraremos os modos de proceder de Jeová e concluiremos ser melhor decidir por nós mesmos o que é bom e o que é mau. Mas os que permanecem leais a Jeová não são assim. (Jó 2:4, 5; Pro. 27:11) A vasta maioria das Testemunhas de Jeová que têm sofrido perseguição da parte de cônjuges incrédulos não renunciou aos seus votos maritais. (Mat. 5:37) Alguns, depois de um período de anos, até mesmo tiveram a alegria de ver seu cônjuge se juntar a eles em servir a Jeová. (1 Cor. 7:16; 1 Ped. 3:1, 2) No caso de outras pessoas, cujo cônjuge não deu evidência de querer mudar ou que as abandonou por se apegarem firmemente à sua fé — estas também sabem que foram ricamente abençoadas por se apegarem às normas de Jeová. De que modo? Sua situação lhes ensinou achegar-se mais a Jeová. Aprenderam a refletir qualidades piedosas mesmo sob adversidade. São pessoas cuja vida evidencia o poder da devoção piedosa. — Sal. 55:22; Tia. 1:2-4; 2 Ped. 1:5, 6.

CADA UM DESEMPENHA O SEU PAPEL

6. Para que o casamento seja bem sucedido, que arranjo precisa ser respeitado?

6 Naturalmente, requer mais do que apenas os dois ficarem juntos para haver um casamento realmente bem sucedido. Uma necessidade básica é o respeito pelo arranjo de chefia instituído por Jeová, por parte de cada membro da família. Isto contribui para uma boa ordem e para o senso de segurança no lar. — 1 Cor. 11:3; Tito 2:4, 5; Pro. 1:8, 9; 31:10, 28.

7. Como deve ser exercida a chefia na família?

7 Como deve ser exercida esta chefia? Da maneira que reflita as qualidades de Jesus Cristo. Jesus defende firmemente os modos de proceder de Jeová; ele ama a justiça e odeia o que é contra a lei (Heb. 1:8, 9) Ama também profundamente a sua congregação, fornecendo-lhe a necessária orientação e cuidando dela. Não é orgulhoso, nem tem falta de consideração, mas, antes, é “de temperamento brando e humilde de coração”, e os que vêm sob a sua chefia ‘acham revigoramento para a sua alma’. (Mat. 11:28, 29; Efé. 5:25-33) Quando o marido e pai lida assim com a sua família, torna-se evidente que ele se sujeita a Cristo, que deu o perfeito exemplo de devoção piedosa. As mães cristãs, naturalmente, devem refletir essas mesmas qualidades no trato com os seus filhos.

8. (a) Em alguns lares, por que pode parecer que os métodos cristãos não obtêm os resultados desejados? (b) O que devemos fazer quando confrontados com tal situação?

8 No entanto, por causa da imperfeição humana, talvez surjam problemas. Certo ressentimento para com a orientação de outros talvez já se tenha aprofundado bastante em alguns, antes que alguém da família passasse a aplicar princípios bíblicos. Solicitações bondosas e modos amorosos talvez não parecem obter resultados. Sabemos que a Bíblia manda eliminar “ira, e furor, e brado, e linguagem ultrajante”. (Efé. 4:31) Mas, o que se deve fazer quando certas pessoas não parecem entender outra coisa? Ora, como reagiu Jesus quando sofreu severa pressão? Não imitou os que o ameaçavam e ultrajavam. Antes, encomendou-se a seu Pai, confiando nele. (1 Ped. 2:22, 23) Do mesmo modo, quando surgem situações provadoras no lar, mostramos ter devoção piedosa se nos voltamos para Jeová, orando por sua ajuda, em vez de adotar os modos do mundo. — Pro. 3:5-7.

9. Em vez de criticar, que métodos aprenderam muitos maridos cristãos a usar?

9 As mudanças não ocorrem sempre depressa, mas o conselho bíblico funciona mesmo. Muitos maridos, que costumavam queixar-se amargamente dos defeitos de sua esposa, verificaram que começou a haver melhora quando eles mesmos passaram a reconhecer mais plenamente os tratos de Cristo com a congregação dele. Esta congregação não é composta de humanos perfeitos. No entanto, Jesus ama a congregação, deu-lhe o exemplo correto, deu até mesmo sua vida em favor dela e usa as Escrituras como meio para ajudá-la a melhorar, para que lhe seja totalmente agradável. (Efé. 5:25-27; 1 Ped. 2:21) Seu exemplo incentivou muitos maridos cristãos a se empenharem em prover um bom exemplo e em oferecer amorosa ajuda pessoal para haver melhora. Tais métodos produzem resultados muito melhores do que as críticas amargas ou a simples recusa de conversar.

10. (a) De que modo poderá o marido e pai — mesmo alguém que professa ser cristão — tornar a vida difícil para os outros na sua casa? (b) O que se poderá fazer para melhorar tal situação?

10 Naturalmente, pode ser que as faltas que causam problemas no lar sejam do marido e pai. Mas o que se dá se ele não for sensível às necessidades emocionais de sua família, ou realmente nem tomar a dianteira em providenciar palestras sobre a Bíblia em família, bem como outras atividades? Algumas famílias obtiveram bons resultados depois duma conversa franca e respeitosa sobre o problema. (Pro. 15:22; 16:23; 31:26) Todavia, mesmo que os resultados não sejam assim como se esperava, cada um poderá fazer uma contribuição valiosa para um ambiente melhorado no lar por ele mesmo cultivar os frutos do espírito, mostrando interesse amoroso e consideração para com os outros membros da família. Haverá progresso, não por esperarmos que o outro faça alguma coisa, mas por nós fazermos bem a nossa parte, mostrando assim que nós mesmos praticamos a devoção piedosa em casa. — Col. 3:18-20, 23, 24.

ONDE OBTER RESPOSTAS

11, 12. (a) Que provisões fez Jeová para nos ajudar com problemas na vida familiar? (b) Para que tiremos pleno proveito disso, o que se recomenda que façamos?

11 Há muitas fontes a que as pessoas recorrem para obter conselho sobre os seus assuntos familiares. Mas sabemos que a Palavra de Deus contém o melhor dos conselhos, e somos gratos de que ele nos ajuda a aplicá-lo, por meio de sua organização visível. Tira você pleno proveito desta ajuda? — Sal. 119:129, 130; Miq. 4:2.

12 Além de assistir às reuniões congregacionais, reserva ocasiões regulares para um estudo bíblico em família? As famílias que fazem isso regularmente, cada semana, tornam-se unidas na sua adoração. Sua vida familiar fica enriquecida ao conversarem sobre a aplicação da Palavra de Deus à sua própria situação. — Veja Deuteronômio 11:18-21.

13. (a) Se tivermos perguntas sobre assuntos maritais ou familiares específicos, onde podemos amiúde encontrar a necessária ajuda? (b) O que se deve refletir em todas as decisões que tomamos?

13 Talvez haja perguntas sobre assuntos maritais ou familiares específicos que preocupam você. Por exemplo, que dizer do controle da natalidade? É a esterilização correta para os cristãos? Justifica-se o aborto, quando parece provável que o bebê nasça deformado? Existem algumas limitações quanto ao tipo de relações sexuais corretas entre marido e mulher? Se um jovem adolescente mostra pouco interesse em assuntos espirituais, até que ponto se deve exigir que ele participe com a família na adoração? Sem dúvida, você tem uma opinião sobre cada um destes pontos. Mas, sabe responder a essas perguntas à base de princípios bíblicos? Cada uma destas perguntas foi tratada na revista A Sentinela. Aprenda a usar os índices disponíveis para achar tal matéria. Se não possuir as publicações mais antigas a que algum índice se refere, consulte a biblioteca no Salão do Reino. Não espere um Sim ou um Não para cada pergunta. Às vezes a decisão cabe a você — individualmente ou como casal. Mas aprenda a fazer decisões que reflitam seu amor a Jeová e aos membros de sua família. Tome decisões que evidenciem seu sincero desejo de agradar bem a Deus. Se fizer isso, será evidente tanto a Jeová como a outros que o conhecem bem que você realmente pratica a devoção piedosa não só em público, mas também na sua própria casa. — Efé. 5:10; Rom. 14:19.

RECAPITULAÇÃO

● De que modo está a lealdade a Jeová envolvida na fidelidade aos votos maritais?

● Quando sofremos pressões por causa de problemas familiares, o que nos ajudará a fazer o que agrada a Deus?

● Mesmo que outros da família falhem, o que podemos nós fazer para melhorar a situação?

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