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Nossas ações influem na congregaçãoA Sentinela — 1980 | 1.° de agosto
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Nossas ações influem na congregação
Lemos em Provérbios 11:11: “Por causa da bênção dos retos, a vila fica enaltecida, mas por causa da boca dos iníquos ela é derrubada.”
Os cidadãos que seguem um proceder reto promovem a paz e o bem-estar, e edificam os outros, e a cidade prospera. Os que falam coisas caluniosas, prejudiciais e erradas causam desassossego, infelicidade, desunião e dificuldades. Isto se dá especialmente quando tais pessoas ocupam posições de influência. Tal cidade sofre desordens, corrução, e degeneração moral e econômica.
O princípio declarado aí aplica-se entre as testemunhas cristãs de Jeová, ao passo que “moram” em suas congregações quais vilas. A congregação influenciada por pessoas espirituais e orientadas pela Bíblia é feliz, ativa, prestimosa aos seus membros e dá honra a Deus. Deus agrada-se disso e dá prosperidade espiritual à congregação. Mas os descontentes e dessatisfeitos, que criticam e falam amargamente contra a maneira em que as coisas são feitas são como “raiz venenosa” que se pode espalhar, envenenando outros inicialmente não afetados. (Heb. 12:15) Os que causam dificuldades amiúde querem mais autoridade e destaque. Causam divisões por suscitar rumores de que há descaso, injustiça, preconceito étnico, e assim por diante, na congregação ou por parte dos anciãos.
Outro provérbio trata deste princípio de modo individual, dizendo: “A calma da língua é árvore de vida, mas a deturpação nela significa quebrantamento do espírito.” (Pro. 15:4) A língua que fala bem e com veracidade, em brandura, bondade e humildade, exerce um bom efeito sobre o ouvinte. Soergue-o e edifica-o espiritualmente, e, em conseqüência, contribui para a saúde espiritual de toda a congregação. Mas a língua deturpada fere e quebranta o espírito de seus ouvintes, não lhes dando nenhuns pensamentos bons e estimulantes para ajudá-los no caminho da vida. De fato, a má língua tende a causar ruína e morte espirituais aos outros.
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As diversões nos tempos bíblicosA Sentinela — 1980 | 1.° de agosto
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As diversões nos tempos bíblicos
O ESCRITOR de Eclesiastes declarou: “Para tudo há um tempo determinado, . . . tempo para chorar e tempo para rir; tempo para lamentar e tempo para saltitar.” (Ecl. 3:1, 4) Aqui, a palavra “rir” traduz a palavra hebraica sahháq. Embora seu significado básico seja “rir” ou “riso”, sahháq e as palavras relacionadas sehhóq e tsahháq também são traduzidas por expressões tais como “festejar”, ‘divertir-se’, ‘divertir’ e “servir de diversão”. — 2 Sam. 6:21; Jó 41:5; Juí. 16:25; Êxo. 32-6; Gên. 26:8.
Uma forma do verbo sahháq é usada em Provérbios 8:30, 31, com referência ao “mestre-de-obras [sabedoria]” como “regozijando-se [mesahhéqeth]” perante Jeová após a criação da terra, e também para descrever o “brincar” ou ‘divertir-se’ da criação animal no mar e nos campos. — Sal. 104:26; Jó 40:20.
MANEIRAS E OCASIÕES DE EXPRESSAR ALEGRIA E PRAZER
As diversões e os divertimentos dos israelitas não são muito destacados no registro bíblico. Não obstante, ele mostra que eram encarados como corretos e desejáveis quando em harmonia com os princípios religiosos da nação. As formas principais
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