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  • Observando o Mundo
  • Despertai! — 1985
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  • Mercadores da Morte
  • Casamentos Felizes
  • Plantas do Fundo do Mar
  • Aumento da Violência
  • Humanizar o Trote?
  • Arcebispo Militar
  • Melhores Cuidados com os Filhos
  • “Crimes Infrutíferos”
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Despertai! — 1985
g85 22/7 pp. 30-31

Observando o Mundo

Mercadores da Morte

“O incremento das armas convencionais tem sido tão contínuo, tão amplo e tão maciço que talvez tenha passado do ponto em que os argumentos racionais e a conduta responsável possam pôr termo a ele”, afirma a revista National Catholic Reporter (Repórter Nacional Católico), na crítica literária de um novo livro intitulado American Arms Supermarket (Supermercado Americano de Armas), de Michael T. Klare. De acordo com Klare, os Estados Unidos vendem 34 por cento do total mundial de armas, e a União Soviética, 29 por cento. Afirma a crítica: “Os Estados Unidos continuam apresentando razões altruístas e estratégicas para explicar seu papel como o fornecedor N.º 1 de armas do mundo”, raciocinando que a venda de armas faz amigos e que, se não vendessem tais armas, do Terceiro Mundo bem que poderia adquiri-las da União Soviética”. Mas, “tem-se dado muito pouca atenção aos perigos para a paz mundial representados pela própria presença destes amplos arsenais em nações politicamente instáveis”.

Casamentos Felizes

“A capacidade de discutir abertamente os problemas é mais importante do que quão apaixonado está o casal, ou quão feliz era o casal antes do casamento”, veicula o jornal The New York Times, ao resumir os resultados de estudos recentes sobre os casamentos duráveis. “Todos os casais experimentam altos e baixos no casamento’, afirma o psicólogo Howard Markman, da universidade de Denver, EUA. “Mas é o casamento dos casais que não se comunicam bem que tem mais probabilidade de ser vítima de tal período difícil.” George Levinger, da universidade de Massachusetts, EUA, acrescenta: “O que é responsável para tornar um casamento feliz não é tanto quão compatíveis são os dois, mas como enfrentam a incompatibilidade”.

Plantas do Fundo do Mar

Visto que a luz solar raramente penetra a mais de 180 metros na água, foi uma grande surpresa quando dois botânicos encontraram plantas que viviam a 268 metros abaixo da superfície do oceano, ao largo da costa das Baamas, comunica a revista Newscience (Notícias da Ciência), do Centro de Ciências de Ontário, Canadá. Uma das variedades, as algas vermelhas de casca dura: é cem vezes mais eficaz na captação e utilização da luz do que suas parentas de águas rasas. Uma das razões disto é a estrutura ímpar da alga. Suas paredes celulares são excepcionalmente finas e as células se superpõem em colunas, uma em cima da outra, de modo que qualquer luz que atinja as células de cima possa penetrar até as células de baixo.

Aumento da Violência

O presidente José Sarney, quando atuava como presidente em exercício, recomendou a mobilização de todos os níveis sociais num maciço esforço coletivo para frear a violência urbana. “A campanha deve ser repressiva, mas também preventiva declarou ele. Neste sentido, O Estado de S.Paulo, sob o artigo “A beira do caos absoluto”, comentou que esta era a preocupação de praticamente todos os brasileiros que convivem diariamente com o aumento da violência. As residências, edifícios, escritórios, consultórios, tornaram-se verdadeiras fortalezas, as empresas de segurança triplicaram seu atendimento. . . . Os ladrões não respeitam suas vítimas, não respeitam os policiais, e atiram ante qualquer reação. Receosas diante das ameaças dos assaltantes de atacá-las de novo se informarem a polícia, muitas pessoas preferem sofrer as perdas e permanecer em silêncio. Em novembro de 1984, um levantamento do Instituto Gallup apontou que 27 por cento das residências nas capitais brasileiras já tinham sido assaltadas, tornando o Brasil o vice-campeão mundial em violência e assaltos, perdendo apenas para a Colômbia.

Humanizar o Trote?

As autoridades educacionais sentem-se perplexas diante do problema de como acabar com o costume humilhante de submeter ao trote os calouros de faculdades e outras escolas, ou, pelo menos, de “humanizá-lo”, nesta era de violência e de sadismo. Desde que morreu, em 1980, um estudante da univ. de Mogi das Cruzes devido a pesados golpes na cabeça recebidos de veteranos, este assunto merece grande atenção. Em vista das tendências sádicas e de completo desrespeito pela dignidade humana manifestas nestes trotes realizam-se debates e campanhas, e oferecem-se sugestões de alternativas para a iniciação dos calouros na vida universitária. O “trote cultural”, em forma de confraternização, de gincanas e de brincadeiras saudáveis, sob a direção dos mestres, como alguns sugeriram, teve pouca acolhida. Disse o escritor Clauco Mattoso: “Ou ele é válvula de escape do sadismo do veterano ou não existe. Segundo veiculado pelo jornal O Estado de S.Paulo, o ano letivo de 1985 começou com o costumeiro fustigamento dos calouros. Em certa cidade, 20 deles, apesar dos protestos, foram colocados sob um jato de um lava-rápido de carros. Nada dispostos a quebrar essa tradição, e envolvidos num redemoinho de desconsideração pelos sentimentos dos outros, os estudantes “veteranos” parecem ansiosos de manter tal costume de submeter os “calouros” ou “louraças” a um tratamento desamoroso, tão típico dos tempos em que vivemos. — Mateus 24:12; 2 Timóteo 3:3.

Arcebispo Militar

O primeiro arcebispo para os 2,1 milhões de católicos-romanos e suas famílias, nas forças militares, embaixadas, e, nos hospitais da Administração de Veteranos dos Estados Unidos foi designado em março último pelo papa João Paulo II. “Pela primeira vez, haverá um Bispo cuja única responsabilidade será supervisionar as necessidades espirituais dos estadunidenses que servem a seu país aqui e no exterior”, disse uma autoridade católica a The New York Times. O Vicariato Militar dos EUA não só é o maior dos 30 vicariatos militares católicos ao redor do mundo, mas também se acha entre as maiores dioceses do mundo.

Melhores Cuidados com os Filhos

“Não existe tal coisa como uma creche que possa fazer um trabalho tão bom quanto um genitor”, afirma Burton L. White, autor de The First Three Years of Life (Os Primeiros Três Anos de Vida). White sustenta que os pais deviam adiar suas carreiras e até mesmo viver mais pobres financeiramente a bem de ficar junto dos filhos nos primeiros três anos de vida. Ao passo que admite que existem exceções a esta recomendação, acha ele que, em geral, os pais naturais são os que melhor satisfazem às necessidades dum filho, elogiam as suas consecuções e moldam seu desenvolvimento. Acrescenta ele: “As probabilidades de obterem alguém melhor do que vocês para criarem seu filho não são, de jeito nenhum, tão boas”.

“Crimes Infrutíferos”

Aproximadamente de 70 a 80 por cento dos assaltos a bancos são solucionados, em comparação com 25 por cento de outros assaltos, afirma The Wall Street Journal numa notícia sobre “Crimes Infrutíferos”. Entretanto, os assaltos a bancos aumentaram 71 por cento entre 1976 e 1980. Isto se compara com um aumento de 45 por cento em assaltos nas ruas, 47 por cento de assaltos a pequenas mercearias, 17 por cento a residências, e 5 por cento a postos de gasolina. “Em meados da década de 70, os consumidores de narcóticos começaram a surgir nas estatísticas [de assaltos a bancos]”, afirma Nicholas V. O’Hara, do Departamento Federal de Investigações (FBI). “Nos velhos tempos, eles (os criminosos) iam ganhando experiência até chegarem aos bancos. Agora, voltam-se para coisas bem maiores.” Mas uma “limpeza” de banco só rendia em média US$ 6.327 em 1983. Afirma um assaltante de banco de 44 anos, que atualmente cumpre sentença: “Sete mil dólares [uns Cr$ 42 milhões] podem ser muito dinheiro para um jovem de 19 anos, mas para um homem com responsabilidades nas costas, US$ 7.000 não é dinheiro. É trocadinho de criança”.

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