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    Despertai! — 1980 | 22 de maio
    • ao N e os barcos egípcios do Nilo ao S. Bem ao N da cidade situava-se a ilhota de Faros. Construiu-se um molhe ou quebra-mar do continente até a metade da ilha, sendo chamado Heptastádio (significando “Sete Estádios”, por toda a extensão do quebra-mar [cerca de sete oitavos de uma milha romana ou 1,3 km]). Este quebra-mar também servia para dividir a baía em duas espaçosas bacias. A E da ilha de Faros foi construído um farol de uns 122 m de altura, reputado uma das sete maravilhas do mundo antigo.

      Tendo cerca de 24 km de extensão e apenas cerca de 1,5 km de largura, Alexandria era bem delineada, em forma de quarteirões de uma cidade, possuindo ruas amplas, regulares, com locais enfileirados de colunatas. Diz-se que um terço da sua área era ocupada por palácios e locais públicos. Seu esplendor e seus magníficos prédios foram aclamados pelos escritores antigos. Especialmente famosa era sua grande biblioteca, ligada ao “Museu” de Alexandria, uma espécie de universidade patrocinada pelo Estado, onde todos os ramos das artes e ciências eram estudados por peritos de muitos países. A biblioteca tinha sido fundada e ampliada sob os dois primeiros Ptolomeus, e procurava manter cópias de todos os livros escritos em grego e latim. Com o tempo, diz-se que chegou a possuir cerca de 900.000 volumes ou rolos de papiro. No entanto, a biblioteca sofreu sérios danos devido a um incêndio durante o tempo de Júlio César, e foi finalmente destruída pelos árabes no sétimo século E. C.

      CENTRO JUDAICO

      Foi aqui, em Alexandria, que se fez a primeira tradução das Escrituras Hebraicas: a Versão Septuaginta, ou dos Setenta, grega, produzida pelos judeus alexandrinos, evidentemente a partir do reinado de Ptolomeu Filadelfo (285-246 A. E. C.).

      Os judeus há muito constituíam considerável parte da população de Alexandria, que, em seu auge, chegou a atingir 800.000 habitantes. Muitos dos judeus descendiam dos refugiados que fugiram para o Egito após a queda de Jerusalém, em 607 A. E. C. Na época de Tibério, dizia-se constituírem cerca de um terço da população total da cidade. Tendo a sua própria área ou bairro chamado Regio Judaeorum, permitia-se que os judeus vivessem segundo suas próprias leis e tivessem seu próprio governador, ou Alabarca. Desde o início, foram-lhes concedidos os mesmos direitos que os gregos. Sua habilidade comercial contribuiu para a economia de Alexandria que, situada como estava num ponto estratégico para o comércio com três continentes, veio a rivalizar-se com Roma em suas riquezas. Era um grande centro bancário e de suas indústrias e portos fluíam papiro, vidro, perfumes, tecidos, trigo e outros itens.

      ATIVIDADE CRISTÃ

      Não se sabe em que data ou de que modo o cristianismo foi introduzido em Alexandria. A tradição credita a Marcos, o evangelizador, por este feito, mas inexistem provas. No segundo século E. C., um centro de estudos cristãos era destacado ali, e dois de seus líderes, Clemente, e seu discípulo, Orígenes, forneceram valioso testemunho quanto à canonicidade dos escritos das Escrituras Gregas Cristãs. Evidência similar provém do bispo posterior de Alexandria, Atanásio, do quarto século E. C.

  • ‘Atitude dos primitivos cristãos’
    Despertai! — 1980 | 22 de maio
    • ‘Atitude dos primitivos cristãos’

      Em seu livro The Ancient World (O Mundo Antigo), Willis Mason West escreveu: “A atitude dos cristãos para com a sociedade contribuiu para a impopularidade deles. Visto que Cristo pregava a paz, muitos deles se recusavam a alistar-se nas legiões, ou a lutar, se fossem recrutados. Isto parecia traição uma vez que um dever primário do império romano era repelir o barbarismo. Além disso, os cristãos não eram sociais, abstinham-se da maioria das diversões públicas, por serem estas imorais, e se recusavam a iluminar suas casas ou ornar com grinaldas seus portais em honra aos triunfos nacionais.”

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