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  • ‘Seja Feita Tua Vontade na Terra’ — Parte 18 da série
    A Sentinela — 1960 | 1.° de janeiro
    • embora sem sufrágios ou votos. Ocorre em Atos 14:23.”

      36. Conforme provado pelas Antiguidades Judaicas de Josefo, que significado tinha este verbo grego nos dias dos apóstolos?

      36 Em prova deste último significado de nomeação sem os votos de outros na congregação, Josefo, o historiador judeu, escreveu as suas Antiguidades Judaicas na língua grega comum dos dias dos apóstolos de Cristo, na última metade do primeiro século. No Livro 6 e nos Capítulos 4 e 13, Josefo usou o verbo grego kheirotoneîn quando ele diz que o Rei Saul de Israel foi ordenado por Deus. A Bíblia não mostra que a congregação de Israel estendeu as mãos e votou o Rei Saul para o cargo. Foi o profeta Samuel quem ungiu Saul como rei e este tornou-se o ungido, ordenado (kheirotoneîn) por Jeová Deus.d Portanto, nos dias dos apóstolos, o verbo grego usado em Atos 14:23 e em 2 Coríntios 8:19 chegara a ter o significado de ordenar ou nomear, mesmo por uma só pessoa, sem o apoio ou o voto orientador de outros por levantarem a mão.

      37. Com relação ao significado de Atos 14:23, que mandou Paulo certa pessoa fazer, em Tito 1:5, e por que método? Portanto, como pode ser corretamente interpretado o texto de Atos 14:23?

      37 Ao passo que Atos 14:23 (NM) diz que “nomearam homens mais idosos para oficiar por eles na congregação”, usando o verbo grego kheirotoneîn, o apóstolo Paulo deu instruções a uma só pessoa, a Tito, o superintendente, para fazer “nomeações de homens mais idosos em cidade após cidade, como já te dei ordens”. Não se elegiam estes homens mais idosos para o cargo por Tito obter o voto majoritário de qualquer congregação estendendo-se a mão pró ou contra os candidatos. este era o método democrático. Mas a nomeação feita segundo as ordens de Paulo, que era membro inspirado do corpo governante dos cristãos, era o método teocrático. (Tito 1:5, NM) Por isso não se pode interpretar corretamente o texto grego de Atos 14:23 como apoiando o método democrático ou congregacional em oposição ás nomeações teocráticas.

      38. Por que não é correto o método democrático para o santuário vivo de Jeová na terra? Mas, como serão recompensados os santos por servirem fielmente na terra?

      38 Os israelitas espirituais, que estão no novo pacto para ser um povo para o nome de Jeová, são os seus “santos”. Formam um santuário vivo para ele habitar ali pelo seu espírito. Precisam estar organizados sobre Jesus Cristo, a “rocha”, e seus doze apóstolos, em harmonia com o arranjo teocrático e não com o método democrático. O modo democrático exige que a organização seja governada do povo para cima, sendo este a fonte de poderes e de autoridade. A maneira teocrática exige que a organização seja governada de cima para baixo, do Ser Supremo para baixo. Este é um método puro, pacífico e eficiente para o “santuário” vivo de Jeová, constituído por seus santos. É a maneira abençoada de eles estarem organizados para servir na terra como testemunhas de Jeová. Servindo fielmente até a morte, reinarão e governarão com Jesus Cristo no céu. Assim se cumprirá o pacto para o Reino para o qual foram ungidos por Deus.

      CAPÍTULO 8

      O “CHIFRE PEQUENO” EM OPOSIÇÃO

      1. Por que foi oportuno que a visão que Daniel teve no primeiro ano do Rei Belsazar fosse dada naquele ano, e como afetou ela a Daniel?

      SEREM impiedosamente esgotados até finalmente receberem o reino eterno sobre toda esta terra verdejante — este é o resumo da notável experiência dos santos do Deus Altíssimo, conforme observada em visão pelo profeta Daniel. A glória dourada da potência mundial babilônica estava prestes a perder o seu brilho. O último de sua dinastia de reis caldeus ocupava o trono do governo mundial. Era o primeiro ano de Belsazar, rei de Babilônia. O sonho e as visões da própria cabeça de Daniel, naquele ano do tempo do fim de Babilônia como terceira potência mundial, referiam-se parcialmente àquela potência mundial desvanecente. Por isso era oportuno e próprio que o sonho fosse enviado a Daniel antes da queda de Babilônia de seu trono elevado. Os restantes dos santos de Jeová, tais como Daniel, Zorobabel e Jesua, o sumo sacerdote, ainda eram cativos e escravos em Babilônia. O sonho e a sua breve interpretação angélica alarmaram grandemente a Daniel. Êle mudou de cor. Mas nós, vendo hoje a sua interpretação quase completada, pelo desenrolar dos fatos da história durante os últimos dois milênios e meio, faltando ainda o cumprimento de algumas particularidades altamente dramáticas, podemos compreender bem por que Daniel ficou tão alarmado.

      2, 3. Que descrição deu Daniel do sonho terrível?

      2 Segue-se aqui a descrição que Daniel deu do seu sonho terrível:

      3 “Eu estava olhando na minha visão noturna, e eis que os quatro ventos do céu agitavam o grande mar. E subiam do mar quatro animais grandes, diferentes uns dos outros. O primeiro era semelhante a um leão e tinha asas de águia. Depois enquanto eu olhava, arrancaram-se-lhe as asas, e ele foi levantado do chão e pôsto em dois pés como um homem; e foi-lhe dado a mente de homem. E eis outro animal, um segundo, semelhante a um urso. Estava levantado de um dos lados; tinha na boca três costelas entre os dentes; e foi-lhe dito: ‘Levanta-te, devora muita carne: Depois disso olhei, e eis aqui outro; semelhante a um leopardo, com quatro asas de aves nas costas; e o animal tinha quatro cabeças; e foi-lhe dado domínio. Depois disso olhei, nas visões noturnas, e eis aqui um quarto animal, terrível e horrendo, e excessivamente forte; e ele tinha grandes dentes de ferro; e devorava e quebrava em pedaços, e pisava aos pés o que sobrava. Era diferente de todos os animais que vieram antes dele; e tinha dez chifres. Estando eu considerando os chifres, eis que saiu dentre eles outro chifre, um pequeno, diante do qual três dos primeiros chifres foram arrancados pela raiz; e eis que neste chifre havia olhos semelhantes aos olhos de homem, e uma boca que falava grandes coisas.” — Dan. 7:2-8, NR.

      (Continua)

  • “Temos glorificado a guerra”
    A Sentinela — 1960 | 1.° de janeiro
    • “Temos glorificado a guerra”

      Falando sobre as religiões mundanas da cristandade e o uso que fazem da Bíblia, o clérigo Harry Emerson Fosdick escreveu no livro O Uso Moderno da Bíblia, publicado em inglês: “Nossa história ocidental tem sido a de uma guerra após outra. Temos criado os homens para a guerra, temos treinado os homens para a guerra; temos glorificado a guerra; temos feito os guerreiros nossos heróis e até mesmo nossas igrejas têm hasteado as bandeiras de guerra. . . . Com um canto da boca temos louvado o Príncipe da Paz e com o outro temos glorificado a guerra. Fomos tão bem sucedidos em misturar Cristo com a carnificina, o Evangelho com a matança organizada, que, há pouco tempo, um missionário num pais oriental, depois dum discurso sobre a boa vontade cristã, foi levado a um canto por um nativo, o qual lhe disse: “O senhor precisa saber que as pessoas educadas neste pais consideram o cristianismo como religião guerreira e sangrenta.’”

      A Bíblia mostra que o falso cristianismo pode ser reconhecido pelos seus frutos: “Confessam que conhecem a Deus, mas pelas suas obras o negam.” — Tito 1:16.

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