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A verdadeira solução para a população da terraDespertai! — 1974 | 22 de dezembro
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pouco mais de um décimo da área terrestre da terra é cultivada para a obtenção de alimentos. Outro quinto acha-se nas campinas e nas pastagens. “O restante”, mais de dois terços da área terrestre da terra, “consiste em florestas ou não está sendo usado para fins produtivos”, afirma The Encyclopœdia Britannica.
Pense só no potencial para se tornar produtiva grande parte desse solo! E a humanidade se empenhará nisso sob a orientação de Jesus Cristo, aquele a quem Deus usou como “mestre-de-obras” lá no tempo da criação da terra. Como “mestre-de-obras”, em especial ‘regozijava-se com o solo produtivo da terra’ de Deus, e “gostava” da humanidade. (Pro. 8:22-31; compare com Colossenses 1:16, 17.) Podemos estar seguros de que a humanidade sentirá este seu gosto em plena medida quando ele amorosamente regular o ‘encher’ da terra até sua capacidade razoável.
Mesmo agora, os cristãos que decidem ter filhos têm a obrigação bíblica de não ter famílias maiores do que possam devidamente “sustentar”. (1 Tim. 5:8, New American Bible, católica) Assim, naquele tempo, a população da terra só terá permissão de crescer até à medida tanto da comunidade e/ou da vida rural que não provoque a ruína do meio-ambiente ou a fome da prole.
Então os humanos verão a plena capacidade da terra de produzir para sua população. Reflita sobre o que tem sido feito em certas áreas desoladas por se usarem métodos modernos de irrigação e cultivo. Daí, pense no que a terra poderia produzir quando, com a bênção de seu Criador, florescer, conforme ilustrado pelas palavras de Isaías: “O ermo e a região árida exultarão, e a planície desértica jubilará e florescerá como o açafrão. . . . Pois no ermo terão arrebentado águas, e torrentes na planície desértica.” Isa. 35:1-6.
Daí, como durante o reinado pacífico do Rei Salomão, “virá a haver bastante cereal na terra; no cume dos montes haverá superabundância”. (Sal. 72:16; compare com Isaías 65:17, 20-24; 25:6.) Esta é a única solução verdadeira.
Há cerca de dois milhões de cristãos, em todas as nações da terra hoje, que aprendem agora a viver em harmonia com esta solução que logo se materializará. Certo professor de ciências biológicas da Universidade de Colúmbia, David W. Ehrenfeld, observou isto em seu livro recente Conserving Life on Earth (Preservar a Vida na Terra): “Entre os grupos religiosos judeu-cristãos contemporâneos, poucos, além de as Testemunhas de Jeová, parecem ter formulado uma filosofia de estruturação total [crença de que a natureza viva é um todo irredutível] e equilibrada do homem em relação a seu ambiente (veja Despertai! de 8 de outubro de 1971).” Não deram origem a ela. Acha-se na Bíblia. Ficarão contentes de ajudá-lo a aprendê-la também. — Isa. 2:2-4.
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Alimentos “civilizados”Despertai! — 1974 | 22 de dezembro
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Alimentos “civilizados”
◆ Diz-se que as modernas técnicas de moagem removeram até uns nove décimos da fibra dura dos cereais usados nas dietas das nações ocidentais desde 1870. Cientistas médicos, escrevendo no Journal of the American Medical Association (Revista da Associação Médica Estadunidense), afirmam que isto poderá explicar o fato de que os africanos que vivem em condições tribais usualmente não têm as doenças “civilizadas”: doenças cardíacas, veias varicosas, cálculos biliares, tumores e outras. Sua pesquisa indica que a fibra no cereal rudimentarmente processado dos africanos assegura freqüente e regular eliminação. Isto, em sua opinião, evita a retenção de matéria fecal que poderia transtornar o metabolismo correto. Sugerem a volta aos alimentos não-refinados, a fim de pôr a fibra de volta nas dietas “civilizadas”.
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