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  • g86 8/8 pp. 10-12
  • Tem dúvidas sobre a existência de Deus? Sabe por quê?

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  • Tem dúvidas sobre a existência de Deus? Sabe por quê?
  • Despertai! — 1986
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  • Por Que Rejeitaram a Crença em Deus
  • A Necessidade de Respostas Satisfatórias
  • “Só creio no que vejo, e jamais vi a Deus.”
  • “Tudo veio a existir acidentalmente, sem Deus.”
  • A Sabedoria de se Chegar a Uma Decisão
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Despertai! — 1986
g86 8/8 pp. 10-12

Tem dúvidas sobre a existência de Deus? Sabe por quê?

ALGUNS respondem com um cético dar de ombros. Outros, com cândida negativa. Esta é a reação de muitos, hoje, diante da questão da existência de Deus. É uma dessas pessoas? Caso seja, não é nada surpreendente, visto que cresce o número dos que duvidam da existência de Deus.

Por Que Rejeitaram a Crença em Deus

Uma jovem alemã explica do seguinte modo a sua situação: “Meus pais não criam em Deus, e não eram religiosos, de modo que cresci sem religião e sem Deus. A menção de religião me fazia sorrir, e eu não entendia como era possível alguém crer em Deus. Ao mesmo tempo, não podia fornecer nenhum motivo válido para minha incapacidade de crer.”

Um belga, de 32 anos, explicando sua falta de fé, afirma: “Quando ainda cursava a escola, meus pais me incentivaram a ganhar dinheiro e a me empenhar pelas coisas materiais. As idéias materialistas substituíram quaisquer reflexões sobre religião e fé.”

Tem dúvidas sobre a existência de Deus? Sabe por quê? Poderia ser por estar simplesmente acompanhando as massas em geral? Se assim for, está realmente a par das “provas” que as massas têm a oferecer? Será que, com toda honestidade e seriedade, submeteu à prova de fidedignidade a explicação deles?

A Necessidade de Respostas Satisfatórias

Chegar-se a uma conclusão definida sobre a existência de Deus é mais do que uma simples questão de decidir quem está certo e quem está errado. Trata-se duma decisão que pode ter profundo efeito sobre a vida do indivíduo. É um fator-chave em obtermos respostas satisfatórias para aquelas indagações sobre o significado da vida.

Examinemos duas “provas” freqüentemente fornecidas pelas pessoas para explicar por que rejeitam a existência de Deus.

“Só creio no que vejo, e jamais vi a Deus.”

Bem no início da era espacial, há mais de duas décadas, o jornal The New York Times veiculou a seguinte declaração, feita num programa da rádio de Moscou: “O fato de que os satélites e os foguetes não descobriram o Altíssimo, os anjos, e assim por diante, dá testemunho contra as convicções religiosas e fortalece a descrença em Deus.”

Considera isto uma prova? Se considera, está disposto a aceitar todas as conseqüências que tal linha de raciocínio envolveria?

O alcance da audição e da visão do homem foi ampliado bem fundo no universo, graças a gigantescos telescópios. Reduzamos isto a dimensões compreensíveis. Suponhamos que a Terra fosse do tamanho duma maçã. Nessa escala, o universo visível teria uns 4,7 bilhões de quilômetros de diâmetro. E exatamente até que ponto têm podido afastar-se desta “maçã” as sondas e espaçonaves tripuladas e não-tripuladas (automáticas)? Em seu afastamento, ainda estão dentro da caixa de maçãs!

Ademais, não importa quão longe as espaçonaves se aventurem no espaço, os humanos jamais poderiam esperar ver a Deus, quer com seus olhos literais, quer por meio de câmeras fabricadas pelos homens. Eles falam como se Deus fosse um homem, feito de carne e sangue, mas a Bíblia diz: “Deus é Espírito.” — João 4:24.

Na realidade, a toda hora acontecem ao nosso redor coisas resultantes de forças não vistas pelo olho humano. Enquanto reflete no que lê nesse instante, ocorrem processos complexos de reflexão nas mais de 10.000.000.000 de células nervosas de seu cérebro. A tecnologia avançada pode medir as ondas cerebrais, até mesmo representá-las diante do olho humano por projeções numa tela ou numa tira de papel. Mas AQUILO em que está pensando não pode tornar-se visível. Cada palavra que profere, cada movimento consciente que faz, resulta dum processo invisível ao olho humano. À base desta observação, quais seriam as conseqüências lógicas de apegar-se ao princípio: “Só creio no que vejo”?

Mas muitos declaram confiantemente o seguinte:

“Tudo veio a existir acidentalmente, sem Deus.”

O Schweizerische Akademiker- und Studentenzeitung (Jornal Acadêmico e Estudantil Suíço) continha um artigo que fazia as pessoas refletirem, e que falava da teoria da evolução. Sob a manchete “Pode a Ordem Ser Obra do Acaso?”, dizia: “Para se pôr em ordem uma biblioteca ou uma coleção de selos é preciso um plano, certa medida de inteligência, e certa dose de esforço. Caso simplesmente jogássemos tudo na dependência, com os olhos fechados, esperando que o acaso ‘pusesse as coisas em ordem’ para nós, logo descobriríamos que esta não era a forma como vem a existir a ordem. Com efeito, sem nossa constante atenção, as coisas podem facilmente ficar de novo em desordem, como no caso em que as crianças tiram as coisas do lugar e as colocam nos lugares errados, ou quando súbita rajada de vento ‘põe em ordem’ nossa coleção de selos. A experiência diária nos ensina que a ordem não acontece por acaso. . . . Por outro lado, à base da existência de ordem, podemos deduzir que alguma inteligência esteja operando. Uma biblioteca bem organizada, por exemplo, dá testemunho de que existe uma boa bibliotecária. Em princípio, a mesma coisa se aplica a toda espécie de ordem.”

Como exemplo, considere o cérebro. Pense nas coisas surpreendentes que o cérebro humano pode realizar com a linguagem. Com a ajuda de apenas 20 a 30 letras diferentes (das quais se compõe a maioria dos alfabetos não-pictográficos) nosso cérebro é capaz de formar infindável número de palavras e expressões, e de entender as diferentes idéias que elas visam transmitir. Alguns idiomas possuem centenas de milhares de palavras. Ademais, constantemente se formam novas palavras e combinações de palavras. Tudo isto apenas com essas poucas letras do alfabeto. O cérebro treinado no mecanismo da composição musical pode fazer algo similar. Quem pode contar o número de diferentes melodias já compostas à base apenas dos sete tons básicos do alfabeto musical?

Quanto a outras funções maravilhosas do cérebro humano, certa obra de referência menciona seus “10 bilhões de células nervosas, qualquer das quais poderá conectar-se com até 25.000 outras células nervosas. O número de interligações a que isto atinge seria de assombrar até mesmo um astrônomo — e os astrônomos estão acostumados a lidar com números astronômicos”. A publicação alemã Architektur der Schöpfung (Arquitetura da Criação) adiciona: “Pesquisadores da capacidade do cérebro humano o têm assemelhado à atividade de milhares de centros telefônicos de grandes cidades, no máximo da sua capacidade. . . . Tem-se calculado que, no decorrer de uma vida de 70 anos, a memória humana pode estocar até 15.000.000.000.000 de experiências individuais.”

Será que estes fatos concordam com a afirmação de que “tudo veio a existir acidentalmente, sem Deus”? Ou se enquadram melhor na argumentação bíblica de que “cada casa . . . é construída por alguém, mas quem construiu todas as coisas é Deus”? — Hebreus 3:4.

A Sabedoria de se Chegar a Uma Decisão

Em 1981, Hans-Jochen Vogel, o líder da oposição no parlamento da R. F. da Alemanha, disse: “Penso que cada vez mais pessoas estão ficando temerosas de que as atuais condições possam subitamente vir a piorar, sim, que até mesmo catástrofes de intensidade previamente desconhecida não mais sejam impossíveis. E não são poucos os que consideram uma evolução das coisas nesta direção como inevitável e o inarredável como uma avalancha que já irrompeu e que está ganhando ímpeto em seu mergulho no vale.” Será apenas isto que o futuro lhe reserva?

As pessoas convictas da existência de Deus, e que estudam meticulosamente a sua Palavra, estão persuadidas de que Deus está influenciando ativamente as coisas, de modo positivo. Com base na Bíblia, vêem um futuro bem brilhante em reserva para a humanidade crente, apesar das atuais condições mundiais.

Por causa do que isto significa em sua própria vida, se não crê na existência de Deus, incentivamo-lo a perguntar a si mesmo: ‘Quais são minhas razões? Tente anotá-las no papel. Quantas possui? Quão satisfatórias são elas?

Não poderia ser esta uma ocasião bem apropriada de começar a considerar a pergunta inversa: Que evidência há de que Deus existe?

[Destaque na página 10]

“Só creio no que vejo, e jamais vi a Deus.”

[Destaque na página 11]

“Tudo veio a existir acidentalmente, sem Deus.”

[Fotos na página 12]

A ordem exige inteligência, como mostra uma biblioteca bem organizada.

Pense na variedade de música que se pode compor com base em apenas algumas notas básicas.

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