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  • Onde o rio e a floresta são amigos do homem
    Despertai! — 1977 | 22 de novembro
    • cabais para assegurar o desenvolvimento progressivo desta região.

      As autoridades governamentais já estão contemplando os promissores benefícios econômicos advindos desse projeto. Por utilizar as estradas de acesso aos locais das barragens, poder-se-iam estabelecer grandes indústrias madeireiras. Acha-se prontamente disponível a madeira de lei, possibilitando a fabricação de compensados, folheados, madeira industrializada e polpa de madeira, para se mencionar apenas alguns produtos produzidos por tais indústrias. A indústria madeireira de Papua Nova Guiné dispõe de excitantes possibilidades, e já se acha nos umbrais de rápido crescimento e de diversificada expansão. Os descendentes dos habitantes das florestas, de antanho, emergem rapidamente como operários treinados e capazes. Existem amplas áreas bem apropriadas para irrigação. Por isso, é de esperar-se o desenvolvimento de indústrias agrícolas e criação de gado. Com a eletrificação rural e o desenvolvimento da energia hidrelétrica, o potencial para o desenvolvimento industrial parece ser grande.

      Não se deve esquecer o comércio turístico cada vez mais popular. O turismo já teve bom início neste país. Além dos lindos cenários, há variadas atrações nativas e de vida selvagem. O artesanato bem organizado também contribui para a ímpar atmosfera tropical deste país.

      No passado, o rio Purari era “amigo” dos habitantes de Papua Nova Guiné. Luxuriantes florestas de seu lar ilhéu também lhes serviam bem. Mas, apenas o tempo dirá até que ponto o homem moderno achará que as águas e florestas deste país são seus “amigos”.

  • Como se faz um deus
    Despertai! — 1977 | 22 de novembro
    • Como se faz um deus

      ● A idolatria recebeu, há muitos séculos, um golpe digno de nota da parte de Horácio, famoso satirista e poeta romano do primeiro século antes da era Comum. Segundo traduzido do latim, o escritor antigo anotou as seguintes palavras “Anteriormente eu era o cepo duma figueira, um lenho inútil; quando o carpinteiro, depois de hesitar se me transformava num deus ou num escabelo, por fim determinou transformar-me num deus. Assim, tornei-me um deus!” — Clark’s Commentary, Vol. IV, p. 170.

      ● Mas, a completa absurdez das imagens foi ainda mais dramaticamente demonstrada muito antes, pelo profeta Isaías, que representava o Deus verdadeiro, Jeová, durante o oitavo século antes da era Comum. Ele escreveu, em parte: “Há um cujo negócio é cortar cedros, e ele toma certa espécie de árvore, . . . De modo que toma parte dele para se aquecer. De fato, faz um fogo e realmente coze pão. Também trabalha num deus diante do qual se possa curvar. Fez dele uma imagem esculpida e se prostra diante dele. Metade realmente queima no fogo. Sobre metade assa bem a carne que come e fica satisfeito. Também se aquece e diz: ‘Ah! Aqueci-me. Vi a luz do fogo.’ Mas do restante é que faz mesmo um deus, sua imagem esculpida. Prostra-se diante dele e curva-se, e ora para ele e diz: ‘Livra-me, pois tu és o meu deus.’ . . . E ninguém revoca ao coração, ou tem conhecimento ou entendimento, dizendo: ‘Metade queimei no fogo e também cozi pão sobre as suas brasas; assei carne e comi. Mas, farei do resto apenas uma coisa detestável? Prostrar-me-ei diante da madeira ressequida duma árvore?’ Ele se alimenta de cinzas. Seu próprio coração ludibriado o desencaminhou. E ele não livra a sua alma, nem diz: ‘Não há falsidade na minha direita?’” — Isa. 44:14-20.

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