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Anseia a volta dos “bons tempos” antigos?A Sentinela — 1978 | 15 de junho
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Anseia a volta dos “bons tempos” antigos?
“HOJE não se fazem mais os carros como antigamente.” “A geladeira da mamãe durou vinte anos, mas esta já é a terceira vez que a nossa pifou nestes últimos dois anos.” “Os tempos antigos pareciam muito melhores, e mais tranqüilos.”
Já ouviu expressões assim? É provável que já tenha ouvido outros expressar-se assim, e é possível que você mesmo, leitor, já tenha dito tais coisas. Muitos anseiam a volta do que chamam de “bons tempos” antigos. Lembram-se com prazer de como as coisas costumavam ser e prefeririam que fossem assim, em vez de como são hoje.
Mas, será que os “bons tempos” antigos eram realmente melhores em todos os aspectos do que os de hoje? O que torna esta pergunta ainda mais interessante é que a Bíblia aconselha: “Não digas: ‘Por que aconteceu que os dias anteriores mostraram ser melhores do que estes?’ pois não é por sabedoria que perguntas sobre isso.” (Ecl. 7:10) Qual é a intenção deste conselho? Significa que devemos desconsiderar que o crime está aumentando, e que há mais colapso de famílias e mais poluição do que no passado? Qual é o conceito equilibrado sobre isso, e como pode tal maneira de encarar as coisas contribuir para aumentar nosso contentamento agora?
Há diversos motivos pelos quais as pessoas falam com saudade dos “bons tempos” antigos. Às vezes pensam no fato de que produtos tais como carros, aparelhos, roupa e casas pareciam ter sido melhores no passado. Outros talvez pensem mais no modo de vida em geral ou no ambiente que havia em anos passados. Será interessante examinar ambos estes aspectos.
ERAM TODAS AS COISAS MELHORES?
Quanto aos produtos manufaturados, há pouca dúvida de que o artesanato costumava ser melhor, nos tempos passados. Os trabalhadores costumavam orgulhar-se mais do que faziam. Isso era discernível nos produtos acabados. Anos atrás, não era provável encontrar pintura descuidada, ou parafusos soltos num novo fogão, automóvel ou bicicleta. O marceneiro que lhe construía um armário provavelmente era verdadeiro artesão, e ele se dava conta de que trabalhava na própria comunidade em que morava; em resultado, provavelmente fazia um serviço respeitável.
Entretanto, fora do artesanato, será que os produtos atuais são inferiores? Em muitos casos, não. Do ponto de vista técnico ou prático, a maioria deles tem melhorado. Por exemplo, lembre-se do trabalhão que mamãe costumava ter ao degelar a geladeira, a qual nem mesmo gelava bem as coisas. Mas agora, se possuir um dos modelos mais novos, talvez tenha um congelador separado e também uma unidade de descongelamento automático. É verdade que e mais complicado, tendo mais peças que podem deixar de funcionar. Mas, não gosta dessas novidades? Será que a maioria das pessoas gostaria de voltar para o tipo de geladeira que mamãe costumava ter ou para o refrigerador simples da vovó?
Poder-se-iam apresentar pontos similares quanto às novas casas ou aos novos automóveis. Alguém talvez ache que o seu carro antigo era mais resistente do que o atual. Mas, será que andar nele era tão agradável e seguro como nos modelos mais novos? Provavelmente era mais trabalhoso dar partida e mais difícil de dirigir, e exigia mais esforço de fazê-lo parar, do que os modelos atuais, com melhor sistema de ignição, melhor direção hidráulica e melhores freios. Talvez achasse normal trocar o óleo, no carro, a cada 3.200 quilômetros, e trocar de velas após cada 24.000 quilômetros. Em vista do atual avanço da engenharia, você pode percorrer uns 14.500 quilômetros antes de trocar de óleo, e suas velas de ignição podem durar uns 48.000 quilômetros.
Quanto aos materiais, os plásticos ou o poliéster podem não ter o mesmo “toque” natural ou agradável da madeira, do couro, do algodão ou da lã nos produtos, como costumavam ter antigamente. Entretanto, eles têm suas próprias vantagens, que talvez despercebamos. Pergunte a uma mulher, que cada semana costumava ter de “anilar” e engomar camisas, se ela sente falta dessas tarefas. As modernas camisas e blusas, fabricadas com fibras mistas, naturais e sintéticas, usualmente não precisam ser muito passadas e resistem mais a manchas. E talvez custem bastante menos do que os produtos inteiramente naturais.
Sem dúvida, há certos aspectos bens nos produtos atuais. Eles costumam durar mais, exigem menos manutenção e têm particularidades que poupam trabalho, valiosas no sistema de ritmo acelerado em que vivemos. Então, por que será que tantas pessoas lembram-se com nostalgia dos “bons tempos” antigos? O que havia de diferente naqueles tempos?
Em primeiro lugar, parece que grande parte do progresso técnico foi feito às custas de condições mais agradáveis de vida. Para produzir em massa produtos técnicos mais complexos, construíram-se cidades industriais, com muitas fábricas, e estas são reconhecidas como principais contribuidores para o atual problema da poluirão O modo industrializado de vida também exerce efeito nos operários Estes se vêem forçados a levar uma vida mais agitada, nervosa, morando em ambiente mais sujo e menos saudável. Isto tem cobrado tributo das emoções e da estabilidade das pessoas. Deveras, a Bíblia diz que o Criador da humanidade desaprova ‘os que arruínam a terra’, e Ele intencional eliminá-los da terra. (Rev. 11:18) Mas, no presente, os problemas aflitivos, associados com a atual industrialização, ainda existem, tornando as pessoas desassossegadas e almejantes dos “bons tempos” antigos.
MAIS DO QUE “COISAS”
No entanto, há mais envolvido no amplo anseio pelos “bons tempos” antigos do que apenas desconsiderar o progresso técnico feito pela humanidade. Conforme já mencionado, alguns têm especialmente saudade do modo de vida ou do ambiente que costumava haver. Talvez admitam que os atuais bens manufaturados são em certos sentidos superiores aos produtos de antigamente, mas, isto, por si só não lhes dá contentamento. Talvez sintam pessoalmente que não se lhes satisfaz alguma necessidade fundamental assim como antigamente. Outrossim, alguns talvez se perguntem se esta falta básica de satisfação não pode ser atribuída ao colapso geral da moral, que vemos prevalecer, apesar do progresso material do homem. — 2 Tim. 3:1-5.
Examinemos, então, por que parece hoje existir um espírito ou ambiente diferente, e o que podemos fazer a respeito disso.
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Compreensão do espírito dos “bons tempos” antigosA Sentinela — 1978 | 15 de junho
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Compreensão do espírito dos “bons tempos” antigos
JULIUS ERVING, jogador estadunidense de basquete, foi entrevistado depois de ter assinado um contrato de três milhões e meio de dólares para jogar. Noticiou-se que, quando se perguntou a Erving: “Há alguma coisa que queira e que ainda não possa comprar?” ele respondeu: “Talvez haja coisas emocionais ou espirituais que ninguém pode comprar, mas nada de material.”
O comentário deste jogador milionário de basquete talvez tenha tocado num motivo básico pelo qual tantas pessoas, hoje, falam com saudade dos “bons tempos” antigos. Ao passo que, em muitas partes da terra, as pessoas têm um progresso material ou tecnológico sem precedentes, muitos ainda assim não estão contentes. Acontece que a satisfação de nossas necessidades emocionais e espirituais não necessariamente se relaciona com os bens materiais que possuímos. Nem podemos comprar a satisfação emocional e espiritual. De fato, os esforços que muitos fazem para obter mais dinheiro, para comprar coisas técnicas mais avançadas, hoje amiúde interferem na satisfação de suas necessidades espirituais e emocionais básicas.
O próprio Jesus trouxe atenção ao fato de que os homens não são meros materialistas. Certa vez, quando Jesus tinha fome e o diabo instou com ele para que abusasse de seu poder milagroso para transformar pedras em pão, Jesus respondeu: “Está escrito: ‘O homem tem de viver, não somente de pão, mas de cada pronunciação procedente da boca de Jeová.’” (Mat. 4:14) Jesus trouxe assim à atenção o fato de que não somos meros animais, com necessidades físicas, de modo que sejamos automaticamente mais felizes quanto mais elas são supridas. Antes, os homens têm também necessidades espirituais e emocionais. E se estas não forem satisfeitas, não seremos realmente felizes ou não acharemos verdadeira alegria no viver.
As observações de alguns pesquisadores da Universidade de Connecticut, E. U. A., ilustram isso parcialmente. Eles estudaram setenta e cinco homens, que haviam renunciado a cargos executivos em favor de posições de remuneração inferior, as quais significariam menos pressão sobre eles. E o resultado? Embora esses homens não mais podiam ter tanto, em sentido material, “muitas vezes tinham vida mais feliz e casamento melhor”. Outro estudo recente de especuladores bem sucedidos no mercado de ações indicou que eles tendiam a ter insucesso no romance. Por quê? Parece que seu envolvimento em ganhar dinheiro ‘impedia que se tornassem íntimos de alguém’.
Assim, embora muitos verifiquem que agora têm mais dinheiro e mais bens materiais do que em anos anteriores, ainda assim se lembram com saudade dos “bons tempos” de antanho. É verdade que, nos anos passados, a maioria tinha de trabalhar arduamente para ganhar a vida, amiúde por mais horas do que é comum hoje em dia. Mas, normalmente, tratava-se de trabalharem para obter as necessidades básicas da vida e depois usufruí-las. Por outro lado, hoje em dia, muitos procuram desesperadamente produtos técnicos cada vez mais avançados; mas o fato é que sua adquirição parece dar-lhes menos satisfação real. O conselho do sábio é assim ainda mais apropriado hoje:
“Pois, o que é que o homem vem a ter de todo o seu trabalho árduo e do esforço de seu coração com que trabalha arduamente debaixo do sol? Porque todos os seus dias sua ocupação significa dores e vexame, também durante a noite seu coração simplesmente não se deita. Também isto é mera vaidade. Para o homem não há nada melhor do que comer, e deveras beber, e fazer sua alma ver o que é bom por causa do seu trabalho árduo.” — Ecl. 2:22-24.
Sim, o espírito prevalecente parece ser diferente hoje. Visto que muitos, no nosso tempo, vêem menos do ‘que é bom por todo o seu trabalho árduo’, eles tendem a ansiar a volta dos “bens tempos” antigos.
AMIGOS E FAMÍLIA
Outra coisa que agradava antigamente a muitos era que as pessoas pareciam mais amigáveis. Chegava-se a conhecer outros como amigos. Os vizinhos não eram simplesmente pessoas que moravam por perto — eram também amigos. Havia menos atenção às coisas materiais e mais às relações pessoais.
Sobre isso, quando se perguntou ao jogador milionário de basquete, Julins Erving: “Há algumas desvantagens em se ter muito dinheiro?” ele respondeu:
“Você fica sendo um alvo, em muitos sentidos. É difícil manter uma relação genuinamente franca. A gente precisa saber avaliar as pessoas, ter suspeitas. A grande maioria vão ser os conhecidos. Talvez se possa dizer ‘amigo’, mas, na realidade, significa conhecido.”
Erving simplesmente confirmou os provérbios bíblicos: “A abastança é a que acrescenta muitos companheiros, mas quem é de condição humilde é separado até mesmo do seu companheiro. . . . Toda a gente é companheiro do homem que distribui dádivas.” (Pro. 19:4, 6) Esta costumava ser a situação nos dias do Rei Salomão. E muitas vezes se dá hoje, quando ‘aquilo que se tem’ ou ‘aquilo que se pode ter’ parece ser tão importante para muitos. E é evidente que a escassez de verdadeiros amigos não é um problema restrito apenas aos ricos. A atual ênfase exagerada que se dá aos bens, em vez de às relações, faz com que pessoas de todos os níveis sociais tenham falta de verdadeiros amigos. Por isso, estão inclinados a ansiar a volta dos “bons tempos” antigos.
A situação da família também está relacionada com o “espírito” daquele tempo passado. Há anos atrás, os membros da família não se “isolavam” constantemente um do outro diante dum televisor ou duma tela de cinema. Tampouco tinham meios sofisticados de transporte que habilitam os hodiernos pais e jovens a sair “voando” em alta velocidade em direções diferentes. A família fazia as coisas mais em conjunto. Os membros eram mais unidos. Muitas vezes, famílias inteiras juntavam-se para lerem juntas a Bíblia, em resposta à necessidade espiritual que o Criador implantou nos homens. Isto contribuía também para mais conversação em família.
O QUE FAZER?
Mas, de que valor é aperceber-se destes bons aspectos ou do “espírito” que prevalecia mais nos “bons tempos” antigos? Podemos mudar as coisas de como são agora?
Acontece que nós, pessoalmente, não podemos desfazer todo o progresso técnico feito. Tampouco necessariamente queremos fazer isso, como que para tentar viver assim como nossos bisavós viviam. Hoje é hoje. Temos de encarar este fato. Que adiantaria remoer demais o que já é passado?
Em certo sentido, isso corresponde ao significado do conselho inspirado: “Não digas: ‘Por que aconteceu que os dias anteriores mostraram ser melhores do que estes?’ pois não é por sabedoria que perguntas sobre isso.” (Ecl. 7:10) Não é sábio remoer de modo irrealístico o passado, como se tudo tivesse sido bom naquele tempo, mas nada agora.
Hoje, também podemos tomar isso a peito. Certamente é verdade que, apesar do progresso técnico do homem, alguns ainda passam fome. Outros recorrem ao crime, como meio de vida, e o clima moral, em geral, de fato está piorando. Mas, não é necessário que a perspectiva da pessoa seja predominantemente negativa.
Isto é bem ilustrado pelo espírito positivo, otimista, das Testemunhas de Jeová, que não se preocupam com lembranças nostálgicas dos “bons tempos” antigos. As Testemunhas de Jeová verificaram que o estudo da Bíblia as habilita a satisfazer agora suas necessidades espirituais e emocionais dum modo que é até superior ao que muitos dos mais idosos recordam com saudade sobre os “bons tempos” antigos.
Realmente, não é o que se deveria esperar, que o estudo da Bíblia ajudasse a satisfazer as necessidades espirituais e emocionais? Jeová Deus proveu a Bíblia. Ele não somente é nosso Criador, Aquele que conhece melhor as nossas mais profundas necessidades emocionais, e como satisfazê-las, mas que também nos fez de modo que pudéssemos reconhecer nossa necessidade espiritual, nossa necessidade de adorá-lo. O salmista escreveu verazmente:
“A lei de Jeová é perfeita, fazendo retornar a alma. . . . As ordens de Jeová são retas, fazendo o coração alegrar-se; o mandamento de Jeová é limpo, fazendo os olhos brilhar. O temor de Jeová e puro, permanecendo de pé para todo o sempre. As decisões Judiciais de Jeová são verdadeiras; mostraram-se inteiramente justas. . . . Há grande recompensa em guardá-las.” — Sal. 19:7-11.
Por estudar e aplicar a Palavra de Deus, você, leitor, poderá tirar intensa satisfação emocional e espiritual. Quando se faz isso como família, assim como o próprio Jeová recomenda, todos os membros dela se achegam mais um ao outro e também mais ao seu Pai no céu. Portanto, embora não se renuncie às realizações e aos benefícios do progresso material do homem, não se fica sendo frustrado materialista ou sonhador com o passado.
Há também a bênção resultante de se tornar parte dum grupo de pessoas que têm verdadeira amizade entre si. No seu livro Movimentos Religiosos na América Contemporânea (1974; em inglês), Lee R. Cooper apresenta suas observações sobre Testemunhas de Jeová, negras, vivendo numa grande cidade. Ele chegou a ver que, “na sua própria vida congregacional, as Testemunhas constituem uma comunidade genuína de confiança e aceitação”. E ele chegou à conclusão de que “as Testemunhas de Jeová oferecem [à pessoa] uma estratégia alternativa da vida, que dá aos seus aderentes um modo de encontrar uma identidade e amor-próprio, uma comunidade de aceitação e uma esperança para o futuro”. Esta esperança gira em torno da promessa de Deus, de eliminar não só os aspectos indesejáveis do progresso tecnológico do homem, mas também os efeitos da imperfeição humana. É verdade que o tempo atual é corretamente descrito na Bíblia como os “últimos dias”, que se destacam por muitos serem ‘amantes de si mesmos, amantes do dinheiro, pretensiosos, soberbos, desobedientes aos pais, ingratos, sem afeição natural, não dispostos a acordos, sem autodomínio, obstinados, mais amantes dos prazeres do que amantes de Deus’. (2 Tim. 3:1-4) Mas, Deus assegura-nos que ele mudará as coisas dentro em breve.
Realizará isso por eliminar a iniqüidade da face da terra e por estabelecer uma nova ordem de justiça. Descrevendo este tempo, que a evidência mostra ser iminente, Revelação 21:4 diz: “E [Deus] enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor. As coisas anteriores já passaram.” Uma profecia similar, em Isaías 65:17, declara: “Pois eis que crio novos céus e uma nova terra; e não haverá recordação das coisas anteriores, nem subirão ao coração.” As condições que Deus proverá serão tão cabalmente melhores, em todos os sentidos, em comparação com o que anteriormente existia, que não haverá motivos para ter saudade. Sim, naquele tempo, não haverá nenhum impulso para se ansiar a volta dos “bons tempos” antigos.
Se quiser saber mais sobre os bons tempos vindouros, as Testemunhas de Jeová terão prazer em ajudá-lo a estudar a Bíblia, para que também possa achar grande satisfação na vida atual e ter a assegurada “esperança para o futuro”, que é um aspecto reconhecido da vida que elas levam.
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Cerveja na antiguidadeA Sentinela — 1978 | 15 de junho
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Cerveja na antiguidade
● A referência à cerveja, na Bíblia, é a uma bebida de teor alcoólico bastante reduzido, produzida à base de trigo ou outros cereais, com baixa fermentação.
Tabuinhas cuneiformes revelam que a arte da fabricação da cerveja à base de cereais já era praticada na antiga Mesopotâmia no terceiro milênio A. E. C. Quando Abraão chegou ao Egito pela primeira vez, ele provavelmente encontrou a cerveja ali já como bebida comum. Diz-se que Ramés III, numa data posterior, tanto prezava a cerveja, que oferecia por ano 113.560 litros dela aos seus deuses. Foram encontradas muitas canecas de cerveja com bico coador, dos filisteus. Pelo que parece, aquelas diversas nações tinham uma grande variedade de cervejas, para todo paladar — cerveja doce, cerveja preta cerveja perfumada, cerveja espumante, cerveja temperada — servida quente ou fria diluída ou grossa e pegajosa. — Isa 1:22; Osé. 4:18; Naum 1:10; Ajuda ao Entendimento da Bíblia, em inglês, p. 206.
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