De Nossos Leitores
Epilepsia. Estou escrevendo para expressar minha grande preocupação relativa ao seu artigo sobre epilepsia. (22 de junho de 1990) Este declara que para impedir que Sandra mordesse a língua ou a boca durante uma crise, seu marido colocava-lhe um livro na boca! Isto contraria todas as práticas médicas neste país. Como epilética, eu certamente não desejo que ninguém faça isso comigo, visto que poderia resultar em dentes quebrados.
L. M., Inglaterra.
O artigo não estava fazendo recomendações médicas, mas relatava um caso da vida real. A maioria das autoridades recomenda ao público, em geral, não inserir objetos duros, ou os dedos, na boca duma pessoa que esteja em convulsões, nem tentar forçar a abertura dos maxilares. Isso poderia causar mais dano do que bem, ferindo tanto a vítima como a pessoa que presta socorro. Todavia, o diretor executivo do Instituto de Epilepsia de Nova Iorque assegurou a “Despertai!” que colocar algo relativamente macio (tal como um lenço dobrado) na boca já aberta duma vítima pode evitar ferimentos na boca. — RED.
Sogras e Noras. Acabo de ler o assunto sobre “Sogras e Noras”. (22 de fevereiro de 1990) Ao receber vários números das revistas, deixei este por último, pois achei que seria meio enfadonho. Quão enganado eu estava! Foi um dos artigos mais bem elaborados que já li. Não me lembro de ter lido algo tão proveitoso sobre este assunto em toda a minha vida. . . . Sinceramente, lamento que tais artigos não sejam reproduzidos pelos principais jornais do mundo. Deviam passar (tais artigos) em série na TV, em vez de tanta coisa insípida.
A. P. S., Brasil.
Resistir ao Impulso de Soltar Palavrões. Gostei muito do artigo “Como Resistir ao Impulso de Soltar Palavrões?”. (8 de setembro de 1989) Na minha classe é comum os alunos soltarem palavrões. Foi o melhor assunto já publicado para me ajudar a resistir ao hábito de soltar palavrões. Obrigado por terem publicado este assunto.
E. O., Brasil.
Gravidez de Adolescentes. Foi frustrador ler em seu artigo sobre a gravidez de adolescentes (8 de maio de 1990) que, ao passo que pais adotivos podem dar mais a uma criança em sentido material, o amor e a afeição são mais bem supridos por seus pais verdadeiros. Como mãe adotiva, considero maravilhoso o privilégio que tenho de criar nosso filhinho nos caminhos de Jeová.
C. R., República Federal da Alemanha.
Sentimos muito se o artigo causou algum mal-entendido. Muitos pais adotivos fazem um magnífico trabalho ao darem aos filhos o apoio e o amor necessários. Entretanto, o artigo considerava a possibilidade de uma criança entregue para adoção não ser criada segundo as normas cristãs. Sendo esse o caso, uma moça solteira não devia concluir que não tem nada para oferecer ao seu filho. Ela poderá criá-lo segundo as normas da Bíblia e mostrar-lhe genuíno amor — algo muito mais importante do que vantagens econômicas. — RED.
Garantias. Seu artigo “Vale a Pena Conhecer a Sua Garantia” (8 de junho de 1990) contém boas sugestões. Outro fator a lembrar é que algumas garantias só são válidas no país onde o objeto é comprado, mesmo que o fabricante possua uma rede de serviços espalhada pelo mundo inteiro. Comprei uma câmera fotográfica de marca famosa em outro país, e, quando descobri que tinha um defeito, os representantes locais da empresa negaram-se a consertá-la.
J. K., Espanha.
Agradecemos o lembrete. Leia com cuidado todas as garantias! — RED.
Cinco Falácias Comuns. Muito obrigado por seu artigo. (22 de maio de 1990) Estimulou minha reflexão e foi muito útil para ajudar outros a distinguir entre um raciocínio sólido e um engano infundado.
R. C., Itália.
Dinossauros. O artigo sobre dinossauros (8 de fevereiro de 1990) foi muito prático para o nosso país, onde muitos crêem na evolução. Despertai! começou a ser distribuída no nosso país este ano. Lemos com entusiasmo todas as edições.
F. C., Tchecoslováquia.