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  • Despertai! — 1981
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g81 22/1 pp. 5-7

O uso de tóxicos — as atitudes estão mudando

Do correspondente de “Despertai!” no Canadá

ESTES são tempos de mudança. Novos pontos de vista estão substituindo os antigos. Uma área em que isto é bem óbvio é nas atitudes das gerações mais novas e mais antigas quanto ao uso de tóxicos.

O desafio que muitos pais têm de enfrentar sobre o crescente uso de tóxicos, por parte de seus filhos, é demonstrado pelo filho adolescente que protesta: “O álcool e o café são a escolha feita por sua geração; os tóxicos são a escolha feita pela minha geração. Cada um de nós os toma pelo que achamos serem boas razões. A única diferença é que seus tóxicos são legais e os meus foram declarados ilegais pela sua geração.”

Quem está certo? Estão as pessoas reagindo de modo exagerado quanto ao abuso de tóxicos? Será que tal uso não-médico em expansão e a crescente aceitação dos tóxicos constitui real ameaça para o leitor e sua família? Será que o uso “recreacional” de tóxicos constitui uma situação verdadeiramente perigosa para a sociedade?

Não resta dúvida de que o uso não-médico de tóxicos está crescendo. Talvez tenha pensado que, com a passagem da geração “hippie”, o uso de tóxicos diminuiu, que atingiu seu auge nos anos 60, e que os anos 70 foram diferentes. Todavia, a pesquisa sobre os anos 70 mostra que 70 por cento dos universitários norte-americanos provaram a maconha. Seu uso por estudantes do 2.º grau, no Canadá, pulou de 6,7 por cento, em 1968, para 22,9 por cento, em 1974. Agora, provavelmente três milhões de canadenses e cerca de 24 a 36 milhões de estadunidenses consomem maconha. Em algumas cidades canadenses, crianças de somente nove anos estão “tomando picadas” (tomando injeções de anfetaminas), e meninos de seis anos estão começando a consumir drogas “leves”.

Quanto à Europa, certa notícia de jornal afirma: “Quase toda cidade da Europa ocidental se torna um centro da heroinomania.” Na maioria das partes do mundo, especialmente entre os abastados, aumenta o consumo da cocaína, de altos preços.

Um reflexo do crescimento do consumo de tóxicos nos Estados Unidos é observado num relatório feito por um anterior conselheiro da Casa Branca para questões de saúde, o Dr. Peter Bourne. Disse que o contrabando de maconha é agora a terceira maior indústria daquele país. Apenas a Exxon e a General Motors fazem maiores negócios nos Estados Unidos. Na Flórida, EUA, ultrapassa até mesmo a indústria de turismo, afirmou ele, sendo agora o principal meio de se ganhar dinheiro. Sabia de tais coisas?

Tal crescimento no uso de tóxicos certamente causará preocupação nos pais e em outros. Ficam preocupados quanto aos efeitos precoces e de longo alcance da toxicomania sobre crianças e adultos, e sobre a sociedade como um todo.

Há aqueles que propõem que o uso legalizado dos tóxicos arrebataria o tráfico de tóxicos das mãos dos criminosos, e permitiria que houvesse melhor controle por parte das agências governamentais. Argúem, especialmente, em favor disto, à base da suposta condição inofensiva dos tóxicos, se usados com moderação. Talvez citem então relatórios como o publicado no Star News and Review, de Montreal, de 31 de março de 1979, que dizia: “Nos últimos 80 anos, 13 comissões principais, nacionais e internacionais, investigaram a cannabis [maconha] e cada uma chegou, em sentido amplo, às mesmas conclusões: que seus perigos têm sido grandemente exagerados.”

Todavia, na mesma cidade, apenas uns dias antes, outro jornal, The Gazette (22 de março de 1979), noticiou sobre um Simpósio Sobre a Maconha, realizado em Rheims, França, e disse: “Mais de 40 cientistas, de 13 países, apresentaram as mais recentes descobertas sobre a maconha — e elas são alarmantes.” [Grifo acrescentado.] Os relatórios conflitantes deixam muitas pessoas perplexas.

No caso de tóxicos diferentes da maconha, os defensores do uso legalizado de tóxicos apontarão uma notícia como a publicada no Sun de Vancouver, que falava do médico duma prisão, Robert Schulze, que gostaria de ver legalizada a heroína. O Dr. Schulze afirmava que, depois de realizar muitas autópsias em anteriores heroinômanos, não tinha visto nenhum dano causado pela heroína. Ele adicionava que a heroína, consumida durante longo período, provavelmente seria menos prejudicial que balas ou aspirina utilizadas no mesmo período de tempo. Disse ele: “É algo totalmente inofensivo, a se dispor livremente na comunidade.”

Sente-se confuso?

As afirmações feitas de cada um dos lados são conflitantes, é o mínimo que se pode dizer. No entanto, visto que as decisões que envolvem sua atitude para com o uso de tóxicos são de tão amplo alcance, é necessária uma análise cuidadosa do assunto. À guisa de exemplo, um argumento dos seus defensores é que o uso de tóxicos se torna cada vez mais aceitável e, por conseguinte, é só uma questão de tempo e de condicionamento até que outros tóxicos tenham a mesma condição popular que o café, o fumo e o álcool. Mas, será que a aceitação geral por parte do público argumenta que certa substância seja necessariamente inofensiva? Não realmente. Por certo, não provou sê-lo no caso do fumo.

Apesar das contradições observadas nos vários estudos e comunicações sobre tóxicos, especialmente quando se trata do consumo da maconha, os especialistas médicos em geral, e muitos cientistas, ainda não se dispuseram a fornecer a todos os tóxicos “populares” sua total aprovação. Ainda nutrem sérias reservas sobre os efeitos a longo prazo, até mesmo dos chamados tóxicos “leves”. Há crescente preocupação sobre os seus efeitos nos nascituros.

A revista Maclean’s veiculou que, devido a muita pressão sobre o governo canadense para a legalização da maconha, em março de 1979, “cada membro do Parlamento recebeu uma carta de uma dúzia de médicos canadenses de alta categoria, instando a que tivessem extrema cautela nesta matéria controversial”. Por quê? A pessoa seria sábia se investigasse isso. Também deveria investigar por que, se isso fosse tão inofensivo como alguns afirmam, são tantos os toxicômanos que tentam desesperada e repetidamente livrar-se da toxicomania.

Por conseguinte, é importante que respondamos à pergunta: São os tóxicos realmente perigosos? Como poderá saber com certeza? Existe suficiente evidência que lhe garanta o ponto de vista correto sobre o que seria melhor para a saúde e a vida, tanto a sua como a de seus entes queridos? Devemos examinar mais de perto a nossa própria utilização de drogas medicamentosas? As informações que seguem devem ajudá-lo a responder a estas perguntas.

[Destaque na página 6]

O contrabando de maconha nos Estados Unidos é a terceira maior indústria naquela nação.

[Destaque na página 6]

Será verdade que o uso de alguns tóxicos não constitui maior perigo para a sua saúde do que o uso moderado de cafeína, álcool ou nicotina?

[Destaque na página 6]

Muitos cientistas ainda não se dispuseram a fornecer aos tóxicos “populares” sua total aprovação.

[Destaque na página 7]

Será que a aceitação geral por parte do público argumenta que certa substância seja necessariamente inofensiva?

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