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Israel põe Jeová à prova no ErmoA Sentinela — 1978 | 15 de março
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destruiu vinte e quatro mil deles, antes de Finéias, filho do sumo sacerdote Eleazar, parar a praga por executar um homem israelita junto com a mulher midianita com que estava tendo relações. — Num 25:1-18.
Depois de fazer outro censo dos homens de Israel e estabelecer um precedente quanto aos direitos de herança de filhas, Moisés teve o privilégio de ver a Terra da Promessa de cima do monte Abarim. Daí, às ordens de Deus, Moisés comissionou Josué como seu sucessor. (Núm. 27:1-23) Depois de apresentar muitos pormenores a respeito da espécie de ofertas que Jeová exigia, diária, semanal, mensal e anualmente, e dar instruções sobre fazer votos, Moisés registra a vingança que Israel tomou de Midiã, por sua participação em fazer Israel pecar contra Jeová. — Núm. 28:1 a 31:54.
Aproximava-se o tempo de Israel cruzar o Jordão e tomar posse da Terra da Promessa. No entanto, as tribos de Rubem, Gade e metade da tribo de Manassés pediram permissão para se estabelecer na margem oriental do Jordão. Por quê? Porque tinham grandes manadas, e esta terra era ideal para pastagens. Isto lhes foi concedido, sob a condição de que ajudassem as outras nove tribos e meia a conquistar a terra no lado ocidental do Jordão.
Quantas vezes mudou-se Israel de um lugar para outro, durante aqueles quarenta anos? Cerca de quarenta vezes. (Núm. 33:1-49) Chegando ao fim, o livro fala sobre as ordens de Jeová, de eliminar toda adoração falsa na terra de Canaã; também, fixar ele as fronteiras da Terra da Promessa e designar um maioral de cada tribo para ajudar Josué e Eleazar, o sumo sacerdote, em dividir proporcionalmente a terra entre as diversas tribos. Além disso, dão-se instruções sobre as quarenta e duas cidades a serem dadas aos levitas, visto que não tinham herança no país, e as seis cidades levitas que haviam de ser cidades de refúgio para o homicida inintencional. Especificam-se as leis de Jeová a respeito do homicídio doloso e o homicídio inintencional. O livro termina com regras sobre o casamento duma herdeira.
Deveras, o livro de Números destaca a seriedade de se pôr Jeová à prova. Embora a nação de Israel entrasse na Terra da Promessa, em cumprimento da promessa de Jeová, nenhum daqueles que saíram do Egito e se rebelaram o fez. Bem que o apóstolo Paulo adverte os cristãos contra seguirem o exemplo daqueles israelitas (1 Cor. 10:8-11) Assim como uma “mistura de gente” se juntou aos israelitas ao partirem do Egito e por fim entrou na Terra da Promessa, assim é hoje. Uma “grande multidão”, com esperança terrena, tem saído do hodierno Egito, o mundo atual, e se tem ajuntado aos israelitas espirituais, os seguidores ungidos das pisadas de Jesus Cristo, na sua migração para o novo sistema de coisas. (Rev. 7:9-14; 11:8; João 15:19) Se queremos esperar sobreviver a destruição do atual sistema iníquo de coisas na vindoura grande tribulação, temos de ter cuidado de que nunca, nunca, sem fé, ponhamos Jeová à prova. — Sof. 2:3.
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Abibe ou nisã?A Sentinela — 1978 | 15 de março
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Abibe ou nisã?
■ Abibe era o nome original do primeiro mês lunar do calendário sagrado, judaico, e o sétimo mês do calendário secular. (Êxo. 13:4; 23:15; 34:18; Deu. 16:1) Corresponde, em geral, a parte de março e parte de abril. Entende-se que o nome significa “cereal amadurecente” ou “espiga verde”, e era durante este mês que se fazia a colheita da cevada, à qual se seguia, algumas semanas mais tarde, a colheita do trigo. Também começavam as chuvas posteriores ou primaveris, e estas faziam com que o rio Jordão atingisse a sua cheia. (Jos. 3:15) Foi designado por Jeová como o mês inicial do ano sagrado, por ocasião do êxodo do Egito. (Êxo. 12:1, 2; 13:4) Depois do exílio babilônico, este nome foi substituído pelo nome “nisã”. — Ajuda ao Entendimento da Bíblia, em inglês, p. 15.
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