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  • Alimentaremos nossos vizinhos — ou os deixaremos passar fome?
    A Sentinela — 1975 | 1.° de outubro
    • dizem que as nações mais pobres precisam fazer esforços maiores para reduzir o aumento da população. Mas, em tais países, muitas crianças morrem logo cedo na vida. De modo que os pais realmente querem grande família, esperando que alguns filhos sobrevivam para cuidar deles na sua velhice. As nações mais pobres dizem às nações mais “adiantadas”: ‘Por que é que compram nossas matérias-primas a preços baixos e depois nos vendem seus produtos por preços elevados? Por que não vivem e comem de modo mais modesto, para que a abundância de seus países possa beneficiar mais pessoas da humanidade?’

      Confrontado com tal situação, o que pode fazer alguém, como por exemplo você, leitor, para ajudar? É evidente que apenas comer menos não colocará alimentos nos pratos das pessoas em outro país. Poderá confiar em governos nacionais ou outras organizações para cuidar de que quaisquer esforços que faça para contribuir para um suprimento maior de alimentos leve alívio aos famintos do mundo?

      Infelizmente, há muita coisa para desestimular os esforços das pessoas. Elas vêem que, apesar da enorme quantidade de ajuda financeira fornecida, as condições pioram. Há agora mais pessoas famintas do que em qualquer tempo anterior. Os governos que recebem ajuda talvez a usem para comprar dispendiosos equipamentos militares em vez de alimentos. A corrução, as explorações do mercado negro e o desperdício reduzem drasticamente os suprimentos de alimentos enviados, muitas vezes reduzindo-os a meras migalhas quando finalmente chegam aos necessitados.

      Um artigo na revista BioScience disse:

      “O governo sábio e competente economiza parte da produção de anos bons na expectativa de anos maus, que certamente hão de vir. Esta idéia não é nova. A Bíblia nos conta que José ensinou este plano de ação ao Faraó do Egito, há mais de 2.000 anos atrás. No entanto, é literalmente verdade que a vasta maioria dos governos do mundo atual não têm tal plano de ação. Falta-lhes a sabedoria ou a competência, ou ambas.”

      Há evidência de que as nações “adiantadas” muitas vezes nem mesmo querem que os alimentos atinjam o ponto de abundância. Por que não? Porque então os preços caem e os lucros ficam reduzidos. A produção é sincronizada para manter os preços elevados no mercado mundial. Os alimentos são até mesmo usados para obter vantagens políticas.

      Por outro lado, porém, ouvimos muitas vezes os líderes do mundo afirmar que consideram todos os homens como irmãos, e eles falam em “fraternidade dos homens”. Mas, quando grandes partes da humanidade começam a padecer necessidades, vez após vez colocam-se em primeiro lugar os interesses nacionalistas e comerciais, à frente das necessidades de outros homens.

      Há muito tempo atrás, o apóstolo inspirado escreveu: “Eu vos pergunto, como pode o amor de Deus sobreviver num homem que tem o bastante dos bens deste mundo, mas fecha o coração a seu irmão quando o vê passar necessidade? . . . amemos em ação e em verdade, e não fiquemos apenas falando sobre isso.” (1 João 3:17, 18, New American Bible) O que se aplica aos homens, aplica-se às nações. Apesar de suas afirmações religiosas, as nações do mundo mostram que lhes falta amor a Deus.

      É evidente que precisa haver todo um sistema novo para a humanidade, um sistema que elimine o nacionalismo e a impiedosa competição comercial, substituindo-os por sistemas que tratem todos por igual e que fomentem a cooperação, a generosidade sem hipocrisia e o amor ao próximo. O livro que predisse a atual falta de víveres, a Bíblia, também predisse a vinda desse novo sistema. Mostra que o reino de Deus, mediante seu Filho, assumirá em breve a plena direção dos assuntos da terra e livrará a terra de todos os sistemas que agora contribuem para o sofrimento humano. — Mat. 6:9, 10; Dan. 2:44.

      Nós, individualmente, não podemos mudar as condições atuais. Mas isto não desculpa qualquer indiferença da nossa parte para com o sofrimento dos outros. Fazemos uso das oportunidades que temos para prestar ajuda aos outros? Provérbios 22:9 nos assegura: “O homem generoso será abençoado, porque repartiu o seu pão com o pobre.” — Pontifício Instituto Bíblico.

      As testemunhas de Jeová empenham-se hoje em provar seu amor a Deus por ajudar seus irmãos necessitados em todos os países, sem consideração de nacionalidade, raça, cor ou posição social. E o que é mais importante, procuram ajudar a todos os outros, em toda a parte, a obter a esperança da nova ordem vindoura, livre de fome, que a Palavra de Deus promete.

  • Modo de lidar com o acanhamento
    A Sentinela — 1975 | 1.° de outubro
    • Modo de lidar com o acanhamento

      Fatos úteis que os jovens desejam saber.

      ACHA difícil iniciar uma conversa, especialmente com estranhos? Demora em travar novas relações? Hesita em participar em atividades em grupo? Então está evidentemente confrontado com o problema do acanhamento.

      O acanhamento pode ser atraente. Pelo menos em criancinhas — pimpolhos que olham a gente com olhos arregalados ou escondem o rosto na mínima atenção que se lhes dê. Mesmo no caso de tais, porém, não gostamos de vê-los vencer a timidez e começar a confiar em nós, demonstrando até mesmo alguma exuberância infantil?

      Você não é mais criança. E quando ficamos mais velhos, os outros esperam corretamente algo mais de nós. Conforme o expressou o apóstolo Paulo: “Quando eu era pequenino, costumava falar como pequenino, pensar como pequenino, raciocinar como pequenino; mas agora que me tornei homem, eliminei as caraterísticas de pequenino.” (1 Cor. 13:11) É verdade que certo grau de acanhamento às vezes pode ser atraente até mesmo em adultos. Avizinha-se à modéstia, à atitude humilde quanto à própria pessoa, e a modéstia sempre atrai, não importa qual a idade da pessoa.

      Mas o efeito restritivo do acanhamento vai além do da modéstia. E se for longe demais, poderá seriamente impedi-lo de tirar da vida todo o proveito que puder. Poderá ser igual a uma corda ou corrente que o prende, impedindo-lhe a liberdade de movimento. Poderá diminuir seu progresso em ser homem, ou mulher, plenamente adulto, fazendo com que, de fato, perca tempo precioso nos seus anos de desenvolvimento. Poderá fazer que até mesmo algo tão simples como tomar uma

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