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  • Programa da Escola do Ministério Teocrático para 1989

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  • Programa da Escola do Ministério Teocrático para 1989
  • Nosso Ministério do Reino — 1988
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Nosso Ministério do Reino — 1988
km 10/88 pp. 3-6

Programa da Escola do Ministério Teocrático para 1989

INSTRUÇÕES

Durante 1989, a Escola do Ministério Teocrático será dirigida de acordo com os seguintes arranjos:

COMPÊNDIOS: A Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas [bi12], “Toda a Escritura É Inspirada por Deus e Proveitosa” [si], Raciocínios à Base das Escrituras [rs] e Poderá Viver Para Sempre no Paraíso na Terra [pe] serão a base das designações.

A escola se iniciará com Cântico, oração, e observações de boas-vindas, e prosseguirá então como segue:

DESIGNAÇÃO N.º 1: 15 minutos. Esta parte deve ser apresentada por um ancião ou por um servo ministerial habilitado. Terá por base “Toda a Escritura É Inspirada por Deus e Proveitosa”. Esta designação deve ser apresentada como um discurso de instrução de 10 a 12 minutos, seguido por uma recapitulação oral de 3 a 5 minutos, usando-se as perguntas impressas referentes a esta seção. Seu objetivo não deve ser o de apenas abranger a matéria, mas sim de focalizar a atenção no valor prático das informações apresentadas, sublinhando o que for mais útil para a congregação. Se necessário, deve-se escolher um tema. Incentivamos todos a se prepararem cuidadosamente de antemão, a fim de tirarem pleno proveito desta matéria.

Os irmãos que receberem esta designação devem ter o cuidado de não ultrapassar o limite de tempo. Se necessário, podem-se-lhes dar conselho em particular.

DESTAQUES DA LEITURA DA BÍBLIA: 6 minutos. Esta parte deve ser apresentada pelo superintendente da escola, ou por outro ancião habilitado, ou por um servo ministerial designado pelo superintendente da escola. Não deve ser apenas um resumo da leitura programada. Depois de apresentar breve visão geral dos capítulos designados, ajude a assistência a avaliar por que e como tais informações são de valor para nós. Pesquise edições de A Sentinela para obter matéria adicional de destaque. O superintendente da escola pedirá então que os estudantes se dirijam para as várias salas de aula.

DISCURSO N.º 2: 5 minutos. Trata-se da leitura bíblica da matéria designada feita por um irmão. Isto se aplicará tanto à escola principal como aos grupos auxiliares. As designações de leitura são geralmente bastante curtas para permitir que o estudante apresente breves informações explicativas, em suas observações iniciais e finais, e até em pontos intermediários. Poderá incluir o fundo histórico, o significado profético ou doutrinal, e a aplicação de princípios. Todos os versículos designados devem realmente ser lidos.

DISCURSO N.º 3: 5 minutos. Este discurso será designado a irmãs. A matéria deste discurso se alternará entre os livros Raciocínios e Viver Para Sempre, este último sendo designado principalmente a estudantes jovens ou novas. A estudante designada deve saber ler. Ao proferir o discurso a estudante poderá ficar sentada ou em pé. O superintendente da escola escalará uma ajudante, mas podem ser utilizadas ajudantes adicionais. É preferível que os cenários envolvam o serviço de campo ou o testemunho informal. Quem profere o discurso poderá iniciar a palestra, a fim de fixar o cenário, ou pedir que sua(s) ajudante(s) o faça(m). Não é o cenário, e sim a matéria, que deve receber a atenção primária. A estudante deve utilizar o tema indicado.

DISCURSO N.º 4: 5 minutos. Designado a um irmão ou a uma irmã. Quando designado a um irmão, deve ser um discurso para toda a assistência. Em geral, será melhor que o irmão prepare seu discurso tendo presente a assistência do Salão do Reino, de modo a ser deveras informativo e proveitoso para os que realmente o ouvem. No entanto, caso a matéria se preste melhor a outro cenário prático e apropriado em que se fala perante uma assistência, o irmão poderá decidir elaborar seu discurso concordemente. O estudante deverá usar o tema indicado.

A matéria, quando designada a uma irmã, deverá ser apresentada como delineado para o Discurso N.º 3.

CONSELHO E OBSERVAÇÕES: Depois de cada discurso de estudante, o superintendente da escola dará um conselho específico, não seguindo necessariamente o programa de conselhos progressivos delineado na folha de Conselhos Sobre Discursos. Em vez disso, deve concentrar-se nos aspectos em que o estudante precisa aprimorar. Caso o estudante mereça apenas um “B”, e não exista outra qualidade oratória marcada com um “M” ou um “A”, então o conselheiro deve fazer um círculo em torno do quadrículo em que o “B”, o “M” ou o “A” normalmente são colocados referente à qualidade oratória a ser cultivada em seguida. Ele avisará o estudante sobre isso, naquela noite, bem como indicará esta qualidade oratória na próxima folha de Designação da Escola do Ministério Teocrático (S-89). Os que proferirão os discursos devem sentar-se nas cadeiras da frente do salão. Isto poupará tempo e também habilitará o superintendente da escola a dar seu conselho diretamente a cada estudante. Conforme o tempo permitir, depois de dar o necessário conselho oral, o conselheiro poderá comentar sobre alguns pontos informativos e práticos não abrangidos pelos estudantes. O superintendente da escola deve ter cuidado de não gastar mais de dois minutos com o conselho e as observações depois de cada discurso de estudante. Caso a apresentação dos destaques da Bíblia tenha deixado a desejar, pode-se dar conselho em particular.

PREPARAÇÃO DE DISCURSOS: Os irmãos que proferem a Designação N.º 1 devem escolher um tema, quando necessário. Os estudantes designados ao segundo discurso devem escolher um tema que permita a melhor cobertura da matéria. Os estudantes designados ao terceiro e ao quarto discursos devem usar o tema indicado. Antes de proferirem seu discurso, os estudantes desejarão ler a matéria do Manual da Escola que trata da qualidade oratória que está sendo cultivada.

CONTROLE DO TEMPO: Nenhum discurso deve passar da hora. Tampouco devem o conselho e as observações do conselheiro passar da hora. Pedir-se-á, com jeito, que os discursos de N.º 2 a 4 parem, ao se esgotar o tempo. O irmão designado a dar o “sinal para parar” deve fazê-lo de imediato. Quando os irmãos que apresentam a Designação N.º 1 passam da hora, devem receber conselho em particular. Todos devem observar cuidadosamente o tempo. Programa total: 45 minutos, fora o Cântico e a oração.

RECAPITULAÇÃO ESCRITA: Periodicamente será realizada uma recapitulação escrita. Em preparação, recapitule a matéria designada e termine a leitura bíblica programada. Apenas a Bíblia pode ser usada nesta recapitulação de 25 minutos. Todo o tempo que sobrar será devotado a uma consideração das perguntas e respostas. Cada estudante verificará sua própria folha. O superintendente da escola lerá todas as respostas, e se concentrará nas perguntas mais difíceis, ajudando todos a entender com clareza as respostas. Se, por algum motivo, as circunstâncias locais assim o exigirem, a recapitulação escrita poderá ser feita uma semana depois da data indicada no programa.

CONGREGAÇÕES GRANDES E PEQUENAS: As congregações com 50 ou mais estudantes matriculados na escola talvez queiram organizar grupos adicionais de estudantes para proferirem os discursos programados perante outros conselheiros. Naturalmente, pessoas não-batizadas, cuja vida se ajuste aos princípios cristãos, também podem matricular-se na escola e receber designações.

AUSENTES: Todos na congregação podem demonstrar que apreciam esta escola por se esforçar a estar presentes em cada sessão semanal, por preparar bem suas designações, e por comentar nas partes de perguntas. Espera-se que todos os estudantes considerem suas designações de forma conscienciosa. Caso um estudante não compareça quando designado, um voluntário poderá cumprir tal designação, fazendo a melhor aplicação que se sinta habilitado a fazer, com tão pouco tempo de aviso. Ou o superintendente da escola poderá abranger a matéria com apropriada participação da assistência.

PROGRAMA

2 de jan. Leitura da Bíblia: Ezequiel 38 e 39

Cântico N.º 94

N.º 1: Introdução a Lamentações (si pp. 124-5, pars. 1-7)

N.º 2: Ezequiel 39:1-13

N.º 3: Os Profetas Verdadeiros nem Sempre Entendiam Como e Quando as Coisas Preditas Sucederiam (rs p. 160)

N.º 4: As Declarações de um Profeta Verdadeiro Promovem a Adoração Verdadeira (rs p. 161, primeiro subtópico)

9 de jan. Leitura da Bíblia: Ezequiel 40 a 44

Cântico N.º 140

N.º 1: Lamentações 1:1 a 5:22 (si pp. 125-6, pars. 8-12)

N.º 2: Ezequiel 44:1-16

N.º 3: Por Que Jesus Não Poderia Voltar Qual Humano (pe cap. 17, pars. 1-5)

N.º 4: Os Profetas Verdadeiros São Identificados Pelos Frutos Produzidos (rs p. 161, segundo subtópico, a rs p. 163, par. 1)

16 de jan. Leitura da Bíblia: Ezequiel 45 a 48

Cântico N.º 111

N.º 1: Introdução a Ezequiel (si pp. 127-8, pars. 1-6)

N.º 2: Ezequiel 47:1-12

N.º 3: Por Que Erros Cometidos Pelas Testemunhas de Jeová Não as Desqualificam Como Profetas Verdadeiros (rs p. 163, pars. 2-4)

N.º 4: Deus Não Predestina a Data da Morte de Cada Pessoa (rs p. 113)

23 de jan. Leitura da Bíblia: Daniel 1 e 2

Cântico N.º 195

N.º 1: Ezequiel 1:1 a 7:27 (si p. 128, pars. 7-11)

N.º 2: Daniel 2:36-46

N.º 3: O Corpo Carnal de Jesus Não Foi Levado ao Céu (pe cap. 17, pars. 6-12)

N.º 4: Nem Tudo o Que Acontece é a Vontade de Deus (rs p. 114 a rs p. 115, primeiro subtópico)

30 de jan. Leitura da Bíblia: Daniel 3 e 4

Cântico N.º 143

N.º 1: Ezequiel 8:1 a 11:25 (si pp. 128-9, pars. 12-14)

N.º 2: Daniel 3:19-30

N.º 3: Deus Não Prevê e Predestina Todas as Coisas (rs p. 115, segundo subtópico)

N.º 4: A Capacidade Que Deus Tem de Prever e de Predeterminar Eventos (rs p. 116)

6 de fev. Leitura da Bíblia: Daniel 5 e 6

Cântico N.º 61

N.º 1: Ezequiel 12:1 a 23:49 (si p. 129, pars. 15-19)

N.º 2: Daniel 5:17-31

N.º 3: Como Cristo Retorna e Como É Reconhecido o Seu Retorno (pe cap. 17, pars. 13-17)

N.º 4: Por Que Deus Não Usou Sua Presciência com Respeito a Adão (rs p. 117, primeiro subtópico)

13 de fev. Leitura da Bíblia: Daniel 7 e 8

Cântico N.º 180

N.º 1: Ezequiel 24:1 a 32:32 (si p. 130, pars. 20-23)

N.º 2: Daniel 8:15-27

N.º 3: Deus Não Predestinou Jacó, Esaú e Judas (rs p. 117, segundo subtópico, a rs p. 118, primeiro subtópico)

N.º 4: Em Que Sentido Foi a congregação Cristã Predestinada? (rs p. 118, segundo subtópico)

20 de fev. Leitura da Bíblia: Daniel 9 e 10

Cântico N.º 187

N.º 1: Ezequiel 33:1 a 39:29 (si p. 130, pars. 24-26)

N.º 2: Daniel 9:20-27

N.º 3: A Que se Referem a “Vinda” de Cristo e o “Fim do Mundo”? (pe cap. 18, pars. 1-6)

N.º 4: Qual É o Conceito Bíblico Sobre a Astrologia? (rs pp. 119-20)

27 de fev. Leitura da Bíblia: Daniel 11 e 12

Cântico N.º 168

N.º 1: Ezequiel 40:1 a 48:35 (si p. 131, pars. 27, 28)

N.º 2: Daniel 12:1-13

N.º 3: Quais São Algumas Razões Sólidas Para se Crer em Deus? (rs p. 120, último subtópico)

N.º 4: A Existência do Mal e do Sofrimento Não Refutam a Existência de Deus (rs p. 121 a rs p. 122, primeiro subtópico)

6 de mar. Leitura da Bíblia: Oséias 1 a 5

Cântico N.º 98

N.º 1: Daniel, Introdução e Autenticidade (si pp. 132-3, pars. 1-7)

N.º 2: Oséias 5:1-15

N.º 3: Guerras e Fome São Prova Visível da Presença Invisível de Cristo (pe p. 150)

N.º 4: Deus É Uma Pessoa Real com Sentimentos (rs p. 122 segundo subtópico, a rs p. 123, primeiro subtópico)

13 de mar. Leitura da Bíblia: Oséias 6 a 10

Cântico N.º 144

N.º 1: Daniel 1:1 a 4:37 (si pp. 133-4, pars. 8-11)

N.º 2: Oséias 8:1-14

N.º 3: Deus Não Teve Começo (rs p. 123, segundo subtópico)

N.º 4: Usar o Nome de Deus É Essencial à Salvação (rs p. 124, primeiro subtópico)

20 de mar. Leitura da Bíblia: Oséias 11 a 14

Cântico N.º 105

N.º 1: Daniel 5:1 a 8:27 (si pp. 134-5, pars. 12-15)

N.º 2: Oséias 11:1-12

N.º 3: Pestilências, Terremotos, Temor e Aumento da Violação da Lei São Prova da Presença de Cristo (pe pp. 151-2)

N.º 4: São Boas Todas as Religiões? (rs p. 124, segundo subtópico)

27 de mar. Leitura da Bíblia: Joel 1 a 3

Cântico N.º 21

N.º 1: Daniel 9:1 a 12:13 (si p.135, pars. 16-19)

N.º 2: Joel 2:21-32

N.º 3: Que Espécie de “Deus” É Jesus? (rs p. 125, primeiro subtópico)

N.º 4: Como Vencer Objeções à Crença em Deus (rs p. 125, par. 3, a rs p. 126, par. 3)

3 de abr. Leitura da Bíblia: Amós 1 a 5

Cântico N.º 162

N.º 1: Introdução a Oséias (si pp. 137-8, pars. 1-8)

N.º 2: Amós 3:1-15

N.º 3: O Cumprimento de 2 Timóteo 3:1-5 Constitui Sinal dos Últimos Dias (pe pp. 152-4)

N.º 4: Por Que os Homens Têm Sido Incapazes de Estabelecer um Governo Justo (rs p. 178 a rs p. 179, par. 1)

10 de abr. Leitura da Bíblia: Amós 6 a 9

Cântico N.º 222

N.º 1: Oséias 1:1 a 14:9 (si p. 138, pars. 9-13)

N.º 2: Amós 8:1-14

N.º 3: Por Que os Esforços Humanos de Obter Alívio Nunca Terão Êxito (rs p. 179, primeiro subtópico, a rs p. 180, primeiro subtópico)

N.º 4: O Reino de Deus É a Única Solução Para as Reais Necessidades da Humanidade (rs p. 180, segundo subtópico)

17 de abr. Leitura da Bíblia: Obadias 1 a Jonas 4

Cântico N.º 151

N.º 1: Introdução a Joel (si pp. 139-40, pars. 1-5)

N.º 2: Jonas 1:14-2:10

N.º 3: Por Que “Armagedom” Não É Uma Palavra Assustadora (pe cap. 19, pars. 1-3)

N.º 4: As Profecias Bíblicas Revelaram Ser Totalmente Fidedignas (rs p. 181, primeiro subtópico)

24 de abr. Recapitulação Escrita. Termine Ezequiel 38 a Jonas 4

Cântico N.º 181

1.º de maio Leitura da Bíblia: Miquéias 1 a 4

Cântico N.º 155

N.º 1: Joel 1:1 a 3:21 (si pp. 140-1, pars. 6-11)

N.º 2: Miquéias 4:1-12

N.º 3: As Curas Milagrosas Hoje em dia Não São Realizadas Pelo Espírito de Deus (rs p. 103 a rs p. 104, par. 1)

N.º 4: A Diferença Entre as Curas de Jesus e de Seus Apóstolos e as de hoje em dia (rs p. 104, primeiro e segundo subtópicos)

8 de maio Leitura da Bíblia: Miquéias 5 a 7

Cântico N.º 55

N.º 1: Introdução a Amós (si p. 142, pars. 1-6)

N.º 2: Miquéias 6:3-16

N.º 3: As Bênçãos Que Sobrevirão à Humanidade Após o Armagedom (pe pp. 156-8)

N.º 4: Como os Verdadeiros Cristãos São hoje Identificados (rs p. 105, primeiro e segundo subtópicos)

15 de maio Leitura da Bíblia: Naum 1 a 3

Cântico N.º 14

N.º 1: Amós 1:1 a 9:15 (si p. 143, pars. 7-12)

N.º 2: Naum 1:2-14

N.º 3: Por Que Dons de Cura Foram Dados no Primeiro Século (rs p. 106, primeiro subtópico)

N.º 4: Que Esperança Há de Verdadeira Cura Para Toda a Humanidade? (rs p. 107, primeiro subtópico)

22 de maio Leitura da Bíblia: Habacuque 1 a 3

Cântico N.º 220

N.º 1: Introdução a Obadias (si pp. 144-5, pars. 1-5)

N.º 2: Habacuque 2:1-14

N.º 3: Que Bênçãos e Que Trabalho Serão o Quinhão dos Sobreviventes do Armagedom? (pe cap. 19, pars. 4-7)

N.º 4: Quem Foi o Único Que Teve Uma Existência Pré-humana? (rs p. 79, último subtópico)

29 de maio Leitura da Bíblia: Sofonias 1 a 3

Cântico N.º 146

N.º 1: Obadias 1 a 21 (si p. 145, pars. 6-9)

N.º 2: Sofonias 2:1-11

N.º 3: Nem Todos os Bons Vão Para o Céu (rs p. 80, primeiro subtópico)

N.º 4 Não se Prometeu a Adão Vida Celestial (rs p. 80, segundo subtópico)

5 de jun. Leitura da Bíblia: Ageu 1 e 2

Cântico N.º 127

N.º 1: Introdução a Jonas (si pp. 146-7, pars. 1-5)

N.º 2: Ageu 2:1-9, 20-23

N.º 3: O Que São os “Novos Céus” e a “Nova Terra” (pe cap. 19, pars. 8-10)

N.º 4: Não É Necessário Ir Para o Céu Para Ter um Futuro Feliz (rs p. 80, último subtópico)

12 de jun. Leitura da Bíblia: Zacarias 1 a 5

Cântico N.º 212

N.º 1: Jonas 1:1 a 4:11 (si p. 147, pars. 6-9)

N.º 2: Zacarias 4:1-14

N.º 3: Jesus Não Abriu o Caminho do Céu Para os Que Morreram Antes Dele (rs p. 81, primeiro subtópico)

N.º 4: A Vida Celestial Não É a Esperança de Todos os Cristãos (rs p. 82)

19 de jun. Leitura da Bíblia: Zacarias 6 a 9

Cântico N.º 6

N.º 1: Introdução a Miquéias (si pp. 149-50, pars. 1-8)

N.º 2: Zacarias 8:9-23

N.º 3: As Bênçãos do Reino Que Sobrevirão à Humanidade (pe pp. 161-2)

N.º 4: As Escrituras Cristãs Contêm a Esperança de Bênçãos Terrestres (rs p. 83, subtópico)

26 de jun. Leitura da Bíblia: Zacarias 10 a 14

Cântico N.º 205

N.º 1: Miquéias 1:1 a 7:20 (si p. 150, pars. 9-15)

N.º 2: Zacarias 13:1-9

N.º 3: Quantos Obterão a Recompensa Celestial e Por Que Tal Número Não É Simbólico (rs p. 84, primeiro subtópico, e rs p. 85, primeiro subtópico)

N.º 4: Os 144.000 Não São Compostos Apenas de Judeus Naturais (rs p. 84, segundo subtópico)

3 de jul. Leitura da Bíblia: Malaquias 1 a 4

Cântico N.º 118

N.º 1: Introdução a Naum (si pp. 152-3, pars. 1-7)

N.º 2: Malaquias 3:1-10, 16-18

N.º 3: As Bênçãos Reservadas Para os Sobreviventes do Armagedom (pe cap. 19, pars. 11-21)

N.º 4: A Grande Multidão Está Diante do Trono de Deus, Mas Não no Céu (rs p. 85, segundo subtópico)

10 de jul. Leitura da Bíblia: Mateus 1 a 3

Cântico N.º 13

N.º 1: Naum 1:1 a 3:19 (si p. 153, pars. 8-10)

N.º 2: Mateus 3:1-17

N.º 3: Os Deveres Celestiais dos 144.000 (rs p. 86, primeiro subtópico)

N.º 4: A Bíblia Mostra Que os Mortos não Sofrem Dor (rs p. 191, primeiro e segundo subtópicos)

17 de jul. Leitura da Bíblia: Mateus 4 e 5

Cântico N.º 36

N.º 1: Introdução a Habacuque (si pp. 154-5, pars. 1-5)

N.º 2: Mateus 5:1-17

N.º 3: A Esperança da Ressurreição nas Escrituras Hebraicas (pe cap. 20, pars. 1-4)

N.º 4: A Bíblia Mostra Que Tanto os Bons Como os Maus Vão Para o Inferno Quando Morrem (rs p. 192, do primeiro ao terceiro subtópico)

24 de jul. Leitura da Bíblia: Mateus 6 e 7

Cântico N.º 172

N.º 1: Habacuque 1:1 a 3:19 (si p. 155, pars. 6-11)

N.º 2: Mateus 6:1-14, 31-33

N.º 3: Os Tradutores da Bíblia Causam Confusão Quanto ao Inferno (rs p. 192, último subtópico)

N.º 4: Os Iníquos São Punidos Eternamente, mas Não Atormentados Eternamente (rs p. 193, subtópico)

31 de jul. Leitura da Bíblia: Mateus 8 e 9

Cântico N.º 211

N.º 1: Introdução a Sofonias (si pp. 156-7, pars. 1-6)

N.º 2: Mateus 9:18-38

N.º 3: Ressurreições Registradas nas Escrituras Gregas Cristãs (pe cap. 20, pars. 5-9)

N.º 4: O Significado do Tormento Eterno Mencionado em Revelação (rs p. 194, subtópico)

7 de ago. Leitura da Bíblia: Mateus 10 e 11

Cântico N.º 27

N.º 1: Sofonias 1:1 a 3:20 (si pp. 157-8, pars. 7-9)

N.º 2: Mateus 10:5-15, 24-31

N.º 3: O Que É a Geena Ardente Mencionada por Jesus? (rs p. 195, subtópico)

N.º 4: A Punição Que Deus Inflige aos Iníquos É Compatível com a Personalidade Dele (rs p. 196, terceiro subtópico e rs p. 197, subtópico)

14 de ago. Leitura da Bíblia: Mateus 12 e 13

Cântico N.º 133

N.º 1: Introdução a Ageu (si p. 159, pars. 1-7)

N.º 2: Mateus 13:34-52

N.º 3: Quem Será Ressuscitado? (pe cap. 20, pars. 10-18)

N.º 4: O Que Ensina a Parábola do Rico e de Lázaro? (rs p. 196, último subtópico)

21 de ago. Leitura da Bíblia: Mateus 14 e 15

Cântico N.º 156

N.º 1: Ageu 1:1 a 2:23 (si p. 160, pars. 8-12)

N.º 2: Mateus 15:1-20

N.º 3: O Que Refuta Que Jesus Tenha Nascido em 25 de Dezembro? (rs p. 167, subtópico, a rs p. 168, segundo parágrafo)

N.º 4: Quem Eram os Magos Que Visitaram Jesus? (rs p. 168, subtópico)

28 de ago. Recapitulação Escrita. Termine Miquéias 1 a Mateus 15

Cântico N.º 114

4 de set. Leitura da Bíblia: Mateus 16 e 17

Cântico N.º 123

N.º 1: Introdução a Zacarias (si pp. 161-2, pars. 1-7)

N.º 2: Mateus 16:13-28

N.º 3: As Duas Ressurreições (pe cap. 20, pars. 19-24)

N.º 4: Qual É a Origem do Costume de Dar Presentes no Natal? (rs p. 169, subtópico)

11 de set. Leitura da Bíblia: Mateus 18 e 19

Cântico N.º 38

N.º 1: Zacarias 1:1 a 7:14 (si pp. 162-3, pars. 8-17)

N.º 2: Mateus 18:7-22

N.º 3: Por Que os Cristãos Não Devem Ter Nada Que Ver com Celebrações de Natal? (rs p. 170, subtópico)

N.º 4: Por Que os Cristãos Não Devem Celebrar a Páscoa e o Ano-novo? (rs p. 171, primeiro e segundo subtópicos)

18 de set. Leitura da Bíblia: Mateus 20 e 21

Cântico N.º 195

N.º 1: Zacarias 8:1 a 14:21 (si pp. 163-4, pars. 18-22)

N.º 2: Mateus 20:17-34

N.º 3: A Ressurreição É um Verdadeiro Milagre (pe cap. 20, pars. 25-27)

N.º 4: Qual É a Origem das Celebrações do dia de Finados? (rs p. 172, subtópico)

25 de set. Leitura da Bíblia: Mateus 22 e 23

Cântico N.º 204

N.º 1: Introdução a Malaquias (si p. 165, pars. 1-6)

N.º 2: Mateus 22:15-33

N.º 3: Por Que os Cristãos Não Participam de Feriados Seculares? (rs p. 173, primeiro subtópico, a rs p. 174, segundo subtópico)

N.º 4: Que Diz a Bíblia Sobre a Adoração de Imagens? (rs p. 182, primeiro subtópico)

2 de out. Leitura da Bíblia: Mateus 24 e 25

Cântico N.º 193

N.º 1: Malaquias 1:1 a 4:6 (si pp. 165-6 pars. 7-12)

N.º 2: Mateus 24:3-22

N.º 3: Quanto Tempo Durará o dia do Juízo e Quem Efetuará o Julgamento? (pe cap. 21, pars. 1-4)

N.º 4: A Adoração Verdadeira Dispensa a Ajuda de Imagens (rs p. 183, primeiro subtópico)

9 de out. Leitura da Bíblia: Mateus 26

Cântico N.º 112

N.º 1: Introdução a Romanos (si pp. 197-8, pars. 1-7)

N.º 2: Mateus 26:1-5, 17-30

N.º 3: Os “Santos” Não Podem Servir Quais Intercessores (rs p. 183, último subtópico)

N.º 4: Como Considera Deus as Imagens Que São Objetos de Adoração? (rs p. 185, primeiro subtópico)

16 de out. Leitura da Bíblia: Mateus 27 e 28

Cântico N.º 129

N.º 1: Romanos 1:1 a 8:39 (si pp. 198-9, pars. 8-12)

N.º 2: Mateus 28:7-20

N.º 3: Por Que Não se Deve Aguardar com Horror o dia do Juízo? (pe cap. 21, pars. 5-7)

N.º 4: Que Sentimentos Devemos Ter Quanto a Quaisquer Imagens Que Venerávamos Antes? (rs p. 185, segundo subtópico)

23 de out. Leitura da Bíblia: Marcos 1 e 2

Cântico N.º 92

N.º 1: Romanos 9:1 a 12:21 (si p. 199, pars. 13-15)

N.º 2: Marcos 1:1-15

N.º 3: Que Efeito Poderia Ter Sobre o Nosso Próprio Futuro o Uso de Imagens na Adoração? (rs p. 186)

N.º 4: Pôr de Lado as Normas Morais da Bíblia Não Resulta em Liberdade (rs p. 187, primeiro subtópico, até o penúltimo parágrafo)

30 de out. Leitura da Bíblia: Marcos 3 e 4

Cântico N.º 2

N.º 1: Romanos 13:1 a 16:27 (si p. 199, pars. 16-19)

N.º 2: Marcos 4:21-34

N.º 3: O Que São as Ressurreições de Vida e de Julgamento? (pe cap. 21, pars. 12-14)

N.º 4: Os Empreendimentos Materialistas Causam Frustração (rs p. 187, último parágrafo)

6 de nov. Leitura da Bíblia: Marcos 5 e 6

Cântico N.º 35

N.º 1: Introdução a 1 Coríntios (si pp. 201-2, pars. 1-7)

N.º 2: Marcos 6:30-44, 56

N.º 3: Os Cristãos Precisam Evitar Más Associações (rs p. 188, último parágrafo)

N.º 4: Satanás É o Principal Instigador da Violação dos Mandamentos de Deus (rs p. 189, primeiro e segundo subtópicos)

13 de nov. Leitura da Bíblia: Marcos 7 e 8

Cântico N.º 48

N.º 1: 1 Coríntios 1:1 a 7:40 (si p. 202, pars. 8-13)

N.º 2: Marcos 7:5-23

N.º 3: À Base de Que Serão Julgadas as Pessoas no dia do Juízo? (pe cap. 21, pars. 15-18)

N.º 4: Que Atitudes de Independência Precisam os Cristãos Evitar? (rs p. 189, último subtópico, à página 190, primeiro subtópico)

20 de nov. Leitura da Bíblia: Marcos 9 e 10

Cântico N.º 207

N.º 1: 1 Coríntios 8:1 a 11:34 (si p. 203, pars. 14-17)

N.º 2: Marcos 9:1-13

N.º 3: Onde se Pode Encontrar o Nome de Deus em Algumas Bíblias Comumente Usadas? (rs p. 202, último Subtópico, a rs p. 204, par. 5)

N.º 4: Por Que Desconsideram Muitas Traduções da Bíblia o Nome de Deus? (rs p. 204, subtópico)

27 de nov. Leitura da Bíblia: Marcos 11 e 12

Cântico N.º 86

N.º 1: 1 Coríntios 12:1 a 16:24 (si pp. 203-4, pars. 18-22)

N.º 2: Marcos 12:28-44

N.º 3: Como Jeová Determina Quem Será Inscrito no Livro da Vida (pe cap. 21, pars. 19-21)

N.º 4: Como Sabemos Que os Escritores das Escrituras Gregas Cristãs Usaram o Nome Jeová? (rs p. 205)

4 de dez. Leitura da Bíblia: Marcos 13 e 14

Cântico N.º 206

N.º 1: Introdução a 2 Coríntios (si p. 205, pars. 1-4)

N.º 2: Marcos 13:21-37

N.º 3: Por Que Preferimos “Jeová” a “Iahweh” ou “Javé”? (rs p. 206, subtópico)

N.º 4: Por Que É Importante Conhecer e Usar o Nome Jeová? (rs p. 207, subtópico)

11 de dez. Leitura da Bíblia: Marcos 15 e 16

Cântico N.º 58

N.º 1: 2 Coríntios 1:1 a 7:16 (si pp. 205-6 pars. 5-12)

N.º 2: Marcos 15:1-15

N.º 3: Quem Sobreviverá ao Atual dia de Julgamento? (pe cap. 21, pars. 22, 23)

N.º 4: Jeová no “Velho Testamento” Não É Jesus no “Novo Testamento” (rs p. 208, subtópico)

18 de dez. Leitura da Bíblia: Lucas 1

Cântico N.º 12

N.º 1: 2 Coríntios 8:1 a 13:14 (si pp. 206-7, pars. 13-17)

N.º 2: Lucas 1:57-80

N.º 3: Por Que Podemos Tanto Amar Como Temer a Jeová (rs p. 209, subtópico)

N.º 4: Três Crenças Que Nos Diferenciam das Demais Religiões (corrobore com textos) (rs pp. 384-5)

25 de dez. Recapitulação Escrita. Termine Mateus 16 a Lucas 1

Cântico N.º 191

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